Théo Siqueira de Proença Singh, de 11 anos, se destaca no 9º Concurso Internacional de Piano Maria Herrero, em Granada, Espanha

Único brasileiro premiado, Théo Siqueira se destacou na categoria infantil B, de 11 a 13 anos, e recebeu o prêmio musicalidade

 

Foto: Arquivo pessoal/ Adriane Singh

Executando Suíte Brasileira, do compositor brasileiro Alexandre Levy,  Théo Siqueira, morador de Sorocaba (SP), encerrou o 9º Concurso Internacional de Piano Maria Herrero, em Granada, Espanha.

Théo concorreu com  participantes de diversos países, como a Espanha, Estados Unidos, Alemanha, Rússia, China, Turquia  e o Brasil, sendo o único brasileiro premiado, destacando-se na categoria infantil B, de 11 a 13 anos, e levando o prêmio musicalidade.

O pequeno pianista, apesar da pouca idade, já demonstra que será um colecionador de grandes prêmios. Em 2018,  classificou-se em 1º Lugar no  XVII Concurso de Piano ‘Souza Lima’ 2018, interpretando composições de Schumann (OP.68 – The Happy Farmer); Villa-Lobos (1,2 Angolinhas), Chopin (Valse – OP. 69, Nº 2), Kabalevsky (Variações On a Slovakian Folk Song).

Foto: Arquivo pessoal/ Adriane Singh

O pequeno pianista diz que percebeu que amava piano quando conseguiu tocar uma música ‘de ouvido’ de Mozart. “Eu comecei a fazer aulas, mas eu consegui tirar essa música de ouvido. A professora me falou que era difícil para minha idade”.

Théo afirma que quando soube que ia representar o Brasil na categoria infantil B ficou nervoso, mas que treinou bastante para que tudo desse certo.

“A minha sensação quando eu estava representando o Brasil foi um pouco de nervosismo, porque sabia que os meus concorrentes eram bons. Quando chegou no dia do concurso, eu treinei bastante. Mas quando eu toco piano eu esqueço tudo e coloco emoção”, diz.

Para ele, a música representa emoção. “Quando você toca música você esquece tudo, você coloca sua emoção, seus sentimentos. Isso que a música representa para mim, ela mexe com os outros”, afirma.

Segundo Adriane Singy, mãe de Théo,  a música faz parte da vida do filho desde bebezinho, quando iniciou aulas de musicalização infantil. Com 7 anos, passou a se interessar pelo piano e, a partir de 2016, iniciou as aulas com a professora e multi musicista votorantinense Míriam Corrêa Jáki. Ainda segundo Adriane, Théo é uma criança muito sensível, empática e curiosa. É bastante sociável, embora um pouco reservado num primeiro momento. Além do piano, faz aulas de alemão, tênis, basquete e taekwondo, tendo alcançado, neste esporte, a faixa ponta preta. Gosta muito de ler, ouvir música e brincar com seu cachorro.

Por trás de um grande talento, uma grande Mestra!

Miriam Jáki com Théo, na premiação do XVII Concurso de Piano ‘Souza Lima’ 2018. Foto: Arquivo pessoal/ Adriane Singh

Emocionada com a conquista de Théo, a professora Míriam Jáki expressa seu sentimento: “A Fada da Música! Sim! É como eu me sinto hoje! A música faz parte da minha vida desde a eternidade, mesmo quando eu era ainda apenas uma pequena luzinha refletida no som de alguma melodia.

Hoje, quando Théo Siqueira de Proença Singh, um dos meus brilhantes alunos ganha um prêmio internacional, esta fada que mora dentro de mim está plena e convicta de que a sua estrela brilha e esta luz se reflete sem fronteiras e sem limites na harmonização que estruturam a sinfonia da minha vida!

Este prêmio não veio por acaso, foram muitas horas de dedicação.

A decisão de participar de um concurso internacional é uma responsabilidade muito grande e que envolve uma série de critérios que precisam ser analisados, assim como a escolha do repertório onde a sonoridade ímpar da música, de compositores brasileiros, como Ronaldo Miranda e Lorenzo Fernandes, não poderia faltar, e, com respeito aos donos da casa, foi escolhido do compositor espanhol Enrique Granados uma de suas danças, interpretada hipnoticamente pelo nosso pianista, sem deixar de mencionar a profundidade da interpretação da Valsa op 69 no 2,  de Frederic Chopin e da genialidade do russo  Dmitri Kabalevsky.

Cada detalhe, pensado com muita afinação, resultou na conquista deste prêmio, que representa uma grande vitória para o nosso querido Théo e seus pais, Adriane e Ronnie, e para todos nós brasileiros que almejamos um País que priorize a educação das crianças de uma forma abrangente e que a cultura realmente ocupe um lugar de destaque na vida do nosso povo para que meninos como o Théo possam brilhar nos quatro cantos do mundo!

Parabéns, Théo!”

Abaixo, a interpretação de Théo:

https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2019/07/21/menino-de-11-anos-e-premiado-em-concurso-internacional-de-piano-na-europa.ghtml




Professora Míriam Corrêa Jáki promove audição de piano com os temas: 'Masha e o Urso' e 'Eu Amo Piano'

A audição, com a participação dos alunos, ocorrerá no dia 16 de junho (domingo), a partir das 15h, no Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba

Profª Míriam Jáki

A professora votorantinense de piano Míriam Corrêa Jáki promoverá audição com a participação de seus alunos, com o tema Masha e o Urso na audição das crianças (3 a 9 anos), com início às 15h e Eu Amo Piano, na audição das 16h30,  dos alunos a partir dos 10 anos.

O evento ocorrerá no dia 16 de junho (domingo), a partir das 15h, no Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba – IHGGS, com início às 15h, com alunos na faixa de 3 a 9 anos e, a partir das 16h30, com jovens de 10 a 20 anos.

A audição das crianças foi inspirada no episódio 19 ‘A Lição de Piano, da série Masha e o Urso,  desenho animado russo criado por Oleg Kuzukove baseada em um conto de fadas do folclore russo e mostra o cotidiano de uma pequena menina travessa de três anos chamada Masha (apelido para Maria, em russo), que vive em uma casa em meio à uma floresta. O seu melhor amigo é um urso que vive em uma cabana na mesma floresta, o qual age como uma figura responsável e que tem que suportar as travessuras da menina.

‘A Lição de Piano’ será previamente encenada à audição, tendo a professora Míriam interpretando o Urso e sua aluna Sofia Barreto Van Melis interpretando a pequena Masha.

Na evento, além da audição, haverá a exposição de troféus e medalhas conquistados pelos alunos Ronaldo Rolim, Théo Siqueira de Proença Singh e Vinicius de Moraes Silveira, vencedores de concursos nacionais e internacionais,  cujas conquistas têm motivado os demais alunos.

 

PROGRAMA

1ª Parte

MASHA E O URSO: A LIÇÃO DE PIANO

Sofia Barreto Van Melis 

Masha e o Urso – Tema

EPISÓDIO INICIAL

Théo Siqueira de Proença Singh
 Valsa só ♫ Ronaldo Miranda

Vinícius de Moraes Silveira
 Marcha Turca ♫ Wolfgang Amadeus Mozart

Old McDonald ♫ Cancão americana
Sara Ferreira Cunha Lara Furlanes Alves
Ana Júlia Cunioci Teixeira Vitoria Almeida Muttom
Valentina Vasconcelos Sophia Antonia R. Ferreira

Alice Ferreira Cunha

 A dança do Mocassim ♫ Thompson
 Patinho sabido ♫ Aparecida Faulin

Sara Ferreira Cunha
 O senhor macaco ♫ Aparecida Faulin
 O pastorzinho ♫ Aparecida Faulin

Lara Furlanes Alves
 Mula Manca ♫ Aparecida Faulin
 O anjinho da guarda ♫ Aparecida Faulin

Ana Júlia Cunioci Teixeira
 Valsinha da princesa ♫ Alice Botelho
 O sabia ♫ Alice Botelho

Vitoria Almeida Muttom
 Aparada das notas ♫ Alice Botelho
 Brilha, brilha estrelinha ♫ Alice Botelho

Valentina Vasconcelos
 Barnei ♫ Desenho animado
 Brilha, brilha estrelinha ♫ Alice Botelho

Sophia Antonia Rodrigues Ferreira
 Os patinadores do gelo ♫ Leila Fletcher
 Ode à alegria ♫ Ludwig van Beethoven

Pietra Yossano Gonzales
 Minha valsinha ♫ Alice Botelho
 O índio ♫ John Thompson

Manuela Tescaro Araujo Chriguer
 Stars Wars ♫ John Williams (Stars Wars)

Giulia Bergamim Pereira da Silva
 The Record Broken Boogie ♫ Canção americana

Raquel Gomes Santos
 As gatinhas♫ James Bastien
 Quando os santos vão marchando ♫ James Bastien

PRIMAVERA ♫ Antonio Lucio Vivaldi

Sophia B. Van Mellis Manuela T.Araujo Chriguer
Giulia Bergamim Pereira da Silva

Rafael Cassado Meleiro
 No Mercado Persa ♫ James Bastien
 Main Theme ♫ The legend of Zelda

Thomas Baldy Campos França
 Mickey Mouse March (Walt Disney) ♫ Jimmie Dood

Arthur Tomiyama Mascarenhas de Barros
 Por Elise (tema) ♫ Ludwig van Beethoven

Bárbara Dias Mazzini
 Férias na Espanha ♫ Mário Mascarenhas

Pedro Costa Sanson
 He’s a Pirate “Pirates of the Caribbean ♫ Klaus Badelt

EPISÓDIO FINAL

Théo Siqueira de Proença Singh
 Valsa só ♫ Ronaldo Miranda

Vinícius de Moraes Silveira
 Marcha Turca ♫ Wolfgang Amadeus Mozart

 

2ª Parte

EU AMO PIANO

Théo Siqueira de Proença Singh

Dança Espanhola no 2 Oriental  ♫ Enrique Granados

Vinícius de Moraes Silveira

                  Prelúdio em do#m  ♫ Sergei Rachmaninoff

 

Sofia Barreto Van Melis

  • Masha e o Urso ♫ Theme

  Thomas Baldy Campos França

  • Mickey Mouse March (Walt Disney) ♫ Jimmie Dood

  Victor Galdini Tavano

  • Trenzinho ♫ Michael Aaron

 Alice Cavalari Branco   

  • Ode á alegria ♫ Ludwig van Beethoven

  Enrico de Melo Fonseca

  • The Beuaty and the Beast

 Bárbara Dias Mazzini

  • Férias na Espanha ♫ Mário Mascarenhas

 Davi Silva Cota

  • Pantera cor -de -rosa ♫ Henry Mancini

 Vitória Marcelino Tescaro Di Lorto

  • Cruella de Vil (Walt Disney)  ♫ Mel Leven

 Helena Pereira Devisate Rodrigues

  • Greenleaves ♫ Canção barroca

 Isabela Mir de Campos Corrêa

  • Enterteiner ♫  Joplin

 Maria Eduarda Porto Sevilhano

  • Magali ♫ Gaó Gurgel

 Pedro Silva Cota

  • Miniatura em jazz ♫ Mark Neven

Enrico Sandoval Cleto de Barros

  • Yestarday ♫ Beatles

            Alice Cavalari Branco  

           Enrico de Melo Fonseca

  • Blue Moon ♫ Canção americana

                    Sarah Pietra Barreto

  • O lago dos cisnes ♫ W. A. Mozart

 Giovanna Payão de Souza

  • Golfinho azul ♫ Steven  Schlaks

Pedro Costa Sanson

  • He`s a Pirate “Pirates of the Caribbean ♫ Klaus Badelt

             Rafaela Fusco Seixas

  • Ballada ♫ F. Burgmüller

 Isabelle Ribeiro Espano

  • Victor ‘s piano solo (A noiva cadáver) ♫ Danny Elfman

     Vinícius Galdini Tavano

  • Comptine D’ Un Autre Ete  ♫ Yann Tiersen

       Isabella Lo Preste Hidalgo

  • Canon em Do M  ♫ Johann Pachelbel

         Théo Siqueira de Proença Singh

  • Suite brasileira no 1 ♫ Lorenzo Fernandez

            Vinícius de Moraes Silveira

  • Estudo Revolucionário op 10 no 12♫ Frederic Chopin



Vinicius de Moraes Silveira, pianista votorantinense de 14 anos, é premiado no XXVII Concurso de Piano ‘Souza Lima’ 2018

Aluno da profª votorantinense Miriam Corrêa Jáki desde os 7 anos de idade, Vinícius é um jovem de seu tempo, mas com o diferencial da Música em sua alma

Vinícius, ao lado da profª Míriam Corrêa Jáki

Vinicius de Moraes Silveira venceu em 2º Lugar o tradicional Concurso de Piano ‘Souza Lima’ 2018, apresentando, em 12 minutos, excertos de Bach (Invenção nº 4), Villa-Lobos (Passa, passa Gavião), Mozart (Sonata K. 545, 2º e 3º movimentos) e Chopin (Valse OP. 64 Nº 2).

O concurso é dividido por  turnos, de acordo com a idade, sendo o de Vinícius foi o Turno III, de 12 a 14 anos, com a participação de 11 concorrentes.

Uma criança precoce, mas um jovem de seu tempo

Vinicius demonstrou inclinação para a música e, em especial, ao piano, aos 5 anos de idade,  vindo a ter aulas a partir dos 7 anos (e até os dias atuais), com a professora de piano e multi musicista votorantinense Miriam Corrêa Jáki.

A música está no DNA da família. O avô materno de Vinícius (Lucídio) tocava gaita, seu pai, Renato, toca teclado e o irmão mais velho, Rafael, de 20 anos, violão e guitarra.

Para a profª Míriam Jáki, Vinícius sempre mostrou-se um aluno com muita facilidade de aprendizagem, característica essa que, associada à natural tranquilidade e disciplina no estudo, tem revelado um pianista com um nível muito alto de desempenho.

A Música Clássica, no entanto, apesar de ser a principal inspiração e dedicação de Vinícius, cede espaço para o Rock, sendo o conjunto ‘Queen’ uma paixão recente.

Os pais de Vinicius, Renato Júlio e Sheilla Moraes

A música não é, porém, a única atividade à qual ele se dedica. E, ao que tudo indica, igualmente com a mesma precocidade. Segundo sua mãe, Sheilla Moraes, que define o filho como um ‘menino doce’, Vinícius é um amante da Literatura, está sempre com um livro na mão. Recentemente, terminou o livro ‘Manifesto Comunista’, e, agora, está lendo ‘Contos’, de Edgard Allan Poe.

Na escola, é um aluno nota 10, tendo se destacado em 2017 e 2018 no colégio onde estuda, Colégio Bela Alvorada, de Votorantim, onde está se formando no Ensino fundamental. Esse destaque, ainda sua mãe, se deve ao fato de ele “ser dedicado  em tudo que faz, por isso os resultados são sempre motivo de orgulho”.

Apesar desse diferencial cultural, Vinicius é um jovem ‘antenado’ no seu tempo; estuda inglês, gosta muito de jogar videogame e pratica Kung Fu (estando na iminência de obter a Faixa Vermelha, a penúltima, antes da Faixa Preta).

O Concurso de Piano ‘Souza Lima’

A Faculdade e Conservatório Souza Lima é uma das mais tradicionais escolas de música de São Paulo, graças à estrutura que oferece, ao renomado corpo docente e à metodologia que emprega.

Dentre tantos cursos à disposição do aluno, o de Piano ocupa um lugar especial no coração do fundador e presidente do Souza Lima, Antonio Mario da Silva Cunha. Ele é um conceituado pianista e promove anualmente um Concurso de Piano, destinado a revelar talentos. “Nosso concurso de piano está aberto para todas as idades. Dessa forma, descobrimos talentos em todas as faixas etárias”, explica Antonio Mario, que é também o coordenador-geral do Concurso.

João de Souza Lima

Nasceu em São Paulo (SP), em 21 de março de 1898 e faleceu na mesma cidade, em 28 de novembro de 1982.

Nas décadas de 1940, 1950 e 1960 foi um dos mais ativos pianistas e regentes no Brasil.

Outros dados relevantes da biografia deste músico foi o contato com grandes personalidades da música. Estudou a obra de piano de Claude Debussy com sua viúva. Estudou a obra para piano de Maurice Ravel com o próprio. Foi amigo de Darius Milhaud. No Brasil, além de amigo de Francisco Mignone e Villa-Lobos, foi também incentivador de suas composições e responsável pela estréia de várias delas em concerto.

 




No dia 04 de junho (domingo), às 16h, no Teatro Municipal 'Francisco Beranger', em Votorantim, a professora de piano Míriam Corrêa Jáki apresentará uma Audição em homenagem ao Dia das Mães

A professora e musicista, que também é presidenta da Academia Votorantinense de Letras, Artes e História – AVLAH, apresentará uma Audição em homenagem ao Dia das Mães, com a participação de seus alunos de piano.

 

Será neste domingo, dia 04/06 (domingo), às 16h, no Auditório ‘Francisco Beranger’, a audição dos alunos da Prof.ª Miriam Corrêa Jáki, dedicada às Mães.

Segundo a professora, que também é presidenta da Academia votorantinense de Letras, Artes e História – AVLAH, “A arte de ser mãe não se ensina nas escolas, não se herda e nem se aprende nos livros, ela nasce como uma couraça que recobre e dá forças como jamais achávamos que teríamos em nosso interior. É uma parte de nossa essência que ganha forma e conquista nossos corações”.

A abertura da Audição será feita pelo Editor e colunista do ROL, e também acadêmico, Sergio Diniz da Costa, que declamará o poema ‘Canção amiga’ de Carlos Drummond de Andrade – e que foi musicado por Milton Nascimento -, acompanhado pela professora Miriam Corrêa Jáki ao piano.

Como parte da programação,  a apresentação das artistas votorantinenses Vitória da Viola e sua mãe Francisca Lyra,

A Audição contará com a participação dos seguintes alunos: Ana Alice Ferreira da Costa, Davi Silva Cota, Arthur Tomiyama Mascarenhas de Barros,  Sofia Barreto van Melis, Victor Galdini Tavano,  Bárbara Dias Mazzini,  Pedro Costa Sanson,  Manuella Nieri Masedo, Enrico Sandoval Cleto de Barros, Vitoria Acosta Ramos Molina, Manuela Lima Lopes de Barros, Isabela Mir de Campos Corrêa, Estela Maria Felício Carrenho, Pedro Silva Cota, Helena Pereira Devisate Rodrigues, Theo Siqueira de Proença Singh, Victor Yves de Freitas, James Caracante Stanton, Ana Clara Chaguri,  Daniella Lippel Caniello, Betina Lentini Gibotti, Sarah Pietra Barreto, Letícia Marco Peres Tschoeke, Rafaela Fusco Seixas, Luiza Calabuig d’Avila, Camily Nieri Calegari, Beatriz Guerreiro Carrenho, Maria Fernanda S. Fiorenzo, Giovanna Payão de Souza, Agnes Ferreira da Silva Lima,  Vinícius Galdini Tavano, Isabella Lo Preste Hidalgo e Carolina Vianna Costa Federighi.

Os alunos serão acompanhados pelos músicos: Weber Crais Dorth (bateria), Ricardo Tiago (Violino) e Claudio (sax).

A professora Miriam Jáki ressalta em seu convite: “Venham prestigiar este evento e embarcar no mundo dos sonhos!




Exclusivo: coluna ‘Entre nós e o público’ entrevista a presidente da Academia Votorantinense de Letras, Artes e História (AVLAH), Míriam Jáki!

Exclusivo! Primeira entrevista da coluna foi inaugurada pelo escritor Sergio Diniz da Costa!

Por Sergio Diniz da Costa

(Fotos tiradas do Facebook)

Personalidade entrevistada: Míriam Corrêa Jáki

Miriam com Brotas e outro cortadaSérgio Diniz da Costa: Quem é você, segundo você mesma, e onde nasceu?

Míriam Corrêa Jáki: Sou uma sonhadora que acredita que a educação e a cultura são direitos de todos os cidadãos. Uma votorantinense de alma e coração. Acredito no amor pela vida, na perfeição da natureza, na importância da poesia e, principalmente, na transcendentalidade da música.

SDC: Como foi sua infância e quem a influenciou no mundo da música e, em particular, do piano

MCJ: Fui criada principalmente pelas minhas avós, pois meu pai havia falecido no dia do meu quinto aniversário e minha mãe precisava trabalhar para conseguir criar a mim e a meus três irmãos.

Meu bisavô, o maestro da banda Santo Pregnolato, sempre dizia: “Esta menina tem muito jeito para a música”.

Na verdade, vim de uma família do lado paterno de músicos, e a música estava realmente em meu sangue desde pequenina.

Todos os músicos de minha família tocavam instrumento de sopro, e seria normal que eu também seguisse este caminho.

Embora eu também tenha aprendido violão, violino, flauta e oboé, a sonoridade do piano me encantava e fui enfeitiçada por este instrumento que considero o mais completo de todos e foi ele o escolhido para me acompanhar durante toda a minha vida.

  1. Miriam Correa JákiSDC: Quando e como foi o seu ingresso na AVLAH? Desde quando é presidente da entidade? E quais são as atividades previstas para o futuro?
  2. MCJ: Fui convidada a ingressar nesta instituição desde o seu surgimento, em 2010, ocupando na ocasião o cargo de vice-presidente.

Com a saída do então presidente, Antonio Carlos de Oliveira, em 2012, assumi a presidência desta entidade, na  qual estou à frente até os dias de hoje.

A principal meta da AVLAH é continuar a viabilizar ações culturais, dando, principalmente aos artistas e escritores, a oportunidade da divulgação de seus trabalhos e incentivar novas criações.

  1. SDC: Quais são as atividades desenvolvidas pela AVLAH? E há alguma, em particular, que possa ser destacada, pelo envolvimento com a coletividade de Votorantim?
  2. MCJ: Com o apoio da APEVO (Associação dos Aposentados e Pensionistas de Votorantim), a AVLAH, tem realizado inúmeras ações, dentre as quais podemos destacar:

– O Prêmio João Kruger, entregue a artistas de nossa cidade e região que se destacam pelo seu trabalho e pela dedicação às artes em geral.

– O Sarau Lítero-Gastronômico-Musical, que tem como objetivo interligar música, dança e poesia, sem se esquecer da gastronomia, com temas diversos e abrangentes.

– O Concurso de Contos, que aborda temas que fazem despertar a conscientização e a preservação do meio ambiente, envolvendo crianças da rede pública municipal de ensino.

Esta última, considerada a ‘Menina dos Olhos’ da Academia, vem sendo realizada há dois anos consecutivos, em parceria com a Secretaria de Educação de Votorantim, e tem como maior objetivo despertar as crianças para a escrita.

  1. SDC: A população em geral, e os artistas, em particular, têm conhecimento da existência da AVLAH? Caso não, por que não e como resolver essa questão?
  2. MCJ: Acredito que com o passar dos anos a Academia já chegou ao conhecimento dos artistas e da comunidade, mas de forma restrita, pois a divulgação dos trabalhos ainda acontece de forma lenta, principalmente porque há falta de apoio financeiro.

A fórmula para solucionar esta questão, pode estar dentro da própria Academia, do comprometimento de cada Acadêmico com esta instituição, o que muitas vezes não acontece.

  1. SDC: Quantos membros tem a Academia? Todos participam efetivamente das atividades? Caso não, o que deve ser feito em relação aos que não ‘vestem a camisa’?
  2. MCJ: O estatuto da AVLAH prevê a totalidade de 40 membros, mas ainda não completou esta formação.

Atualmente, contamos com 26 membros, mas, infelizmente nem todos atuantes.

Acredito que esta situação não é particularidade desta Academia, pois sabemos que mesmo prestando o juramento, nem todos vestem a camisa e carregam esta bandeira.

O estatuto prevê a exclusão daqueles que não cumprem com seus deveres  acadêmicos, dando-se, desta forma, a oportunidade a novos membros que compartilham do mesmo ideal.

 

  1. SDC: As pessoas que privam de sua amizade sabem que você tem um número expressivo de alunos, fato esse que, seguramente, a obriga a uma jornada de trabalho muito acima das 8h diárias. Diante disso, como você concilia suas atividades profissionais com as atividades da Academia?
  2. MCJ: Venho de uma família de mulheres guerreiras e tenho muito orgulho dos exemplos deixados pelas minhas avós, que me ensinaram a acreditar na força do trabalho, e a lutar com empenho por meus ideais, pois tudo que fazemos com comprometimento e com o nosso coração resultará em bons frutos e, assim, conseguiremos ultrapassar os nossos próprios limites.

 Miriam com várias crianças reduzida

  1. SDC: Como tem sido o relacionamento da Academia com os órgãos públicos de Votorantim? A entidade tem recebido apoio desses órgãos para a consecução de suas atividades?
  2. MCJ: Pelo fato de a Academia não ser ainda uma instituição legalizada, mas em processo de legalização, torna-se mais difícil a captação de recursos para realizar grandes projetos; assim sendo, opcionalmente contamos com o apoio de alguns colaboradores individuais.
  1. SDC: Na qualidade de cidadã votorantinense e, especialmente, como presidente da Academia, que crítica (positiva e/ou negativa) poderia ser tecida em relação à área cultural de Votorantim?
  2. MCJ:  Cultura e educação são fatores primordiais para a formação de consciência coletiva e é um direito do cidadão e não devem ser colocadas em segundo plano; por este motivo, eu espero que a atual gestão tenha este cuidado em proporcionar novas fontes culturais e melhorar as já existentes.

A Academia Votorantinense de Letras, Artes e Historia quer contribuir, por meio de seus princípios estatutários, para que este propósito venha a ser alcançado, para que artistas e produtores culturais tenham o seu espaço, e que este seja respeitado.

  1. SDC: Na qualidade de presidente da Academia, que sugestões gostaria de propor, a fim de a Secretaria de Cultura de Votorantim ampliar a abrangência de seus programas e regionalizar sua ação?

MCJ:  As parcerias entre o poder público e o setor privado conseguem, juntas, resultados que podem favorecer ações culturais, e colocar em prática projetos que muitas vezes nem sairiam do papel.

Acredito que é preciso criar, primeiramente, oportunidades para nossos artistas e artesãos e, a partir dos resultados conquistados, estender suas ações a toda região, abrindo, desta forma, novos horizontes culturais.

  1. SDC: A cidade de Votorantim, o estado de São Paulo e o Brasil investem o suficiente na área educacional? E na Cultural? Em ambos os casos, o que deve ser feito?
  2. MCJ: As dificuldades existem em vários setores de nossa sociedade, e a cultura é o primeiro setor a sentir os reflexos deste mal.

A educação se tornou frágil diante da incapacidade de nossos governantes e não tem recebido a devida importância que merece e precisa.

Para que se possa chegar a uma melhoria no setor cultural e educacional, é preciso que o país adote uma postura diferente em sua prática histórica, investindo em projetos educacionais desde a sua base, formando mentes pensantes e viabilizando e tornando a Educação seu maior objetivo.

Enquanto governantes acharem que educação e cultura são quesitos supérfluos, sempre haverá um desequilíbrio entre sonho e realidade.




EXCLUSIVO!! EXCLUSIVO! PRIMEIRA ENTREVISTA DA COLUNA INAUGURADA PELO ESCRITOR SERGIO DINIZ DA COSTA!!!!

COLUNA ‘ENTRE NÓS E O PÚBLICO’ ENTREVISTA A PRESIDENTE DA ACADEMIA VOTORANTINENSE DE LETRAS, ARTES E HISTÓRIA (AVLAH), MÍRIAM CORRÊA JÁKI!

Por Sergio Diniz da Costa

(fotos tiradas do Facebook)

Personalidade entrevistada: Míriam Corrêa Jáki

 

Miriam com Brotas e outro cortadaSérgio Diniz da Costa: Quem é você, segundo você mesma, e onde nasceu?

Míriam Corrêa Jáki: Sou uma sonhadora que acredita que a educação e a cultura são direitos de todos os cidadãos. Uma votorantinense de alma e coração. Acredito no amor pela vida, na perfeição da natureza, na importância da poesia e, principalmente, na transcendentalidade da música.

SDC: Como foi sua infância e quem a influenciou no mundo da música e, em particular, do piano

MCJ: Fui criada principalmente pelas minhas avós, pois meu pai havia falecido no dia do meu quinto aniversário e minha mãe precisava trabalhar para conseguir criar a mim e a meus três irmãos.

Meu bisavô, o maestro da banda Santo Pregnolato, sempre dizia: “Esta menina tem muito jeito para a música”.

Na verdade, vim de uma família do lado paterno de músicos, e a música estava realmente em meu sangue desde pequenina.

Todos os músicos de minha família tocavam instrumento de sopro, e seria normal que eu também seguisse este caminho.

Embora eu também tenha aprendido violão, violino, flauta e oboé, a sonoridade do piano me encantava e fui enfeitiçada por este instrumento que considero o mais completo de todos e foi ele o escolhido para me acompanhar durante toda a minha vida.

 

  1. Miriam Correa JákiSDC: Quando e como foi o seu ingresso na AVLAH? Desde quando é presidente da entidade? E quais são as atividades previstas para o futuro?
  2. MCJ: Fui convidada a ingressar nesta instituição desde o seu surgimento, em 2010, ocupando na ocasião o cargo de vice-presidente.

Com a saída do então presidente, Antonio Carlos de Oliveira, em 2012, assumi a presidência desta entidade, na  qual estou à frente até os dias de hoje.

A principal meta da AVLAH é continuar a viabilizar ações culturais, dando, principalmente aos artistas e escritores, a oportunidade da divulgação de seus trabalhos e incentivar novas criações.

  1. SDC: Quais são as atividades desenvolvidas pela AVLAH? E há alguma, em particular, que possa ser destacada, pelo envolvimento com a coletividade de Votorantim?
  2. MCJ: Com o apoio da APEVO (Associação dos Aposentados e Pensionistas de Votorantim), a AVLAH, tem realizado inúmeras ações, dentre as quais podemos destacar:

– O Prêmio João Kruger, entregue a artistas de nossa cidade e região que se destacam pelo seu trabalho e pela dedicação às artes em geral.

– O Sarau Lítero-Gastronômico-Musical, que tem como objetivo interligar música, dança e poesia, sem se esquecer da gastronomia, com temas diversos e abrangentes.

– O Concurso de Contos, que aborda temas que fazem despertar a conscientização e a preservação do meio ambiente, envolvendo crianças da rede pública municipal de ensino.

Esta última, considerada a ‘Menina dos Olhos’ da Academia, vem sendo realizada há dois anos consecutivos, em parceria com a Secretaria de Educação de Votorantim, e tem como maior objetivo despertar as crianças para a escrita.

 

  1. SDC: A população em geral, e os artistas, em particular, têm conhecimento da existência da AVLAH? Caso não, por que não e como resolver essa questão?
  2. MCJ: Acredito que com o passar dos anos a Academia já chegou ao conhecimento dos artistas e da comunidade, mas de forma restrita, pois a divulgação dos trabalhos ainda acontece de forma lenta, principalmente porque há falta de apoio financeiro.

A fórmula para solucionar esta questão, pode estar dentro da própria Academia, do comprometimento de cada Acadêmico com esta instituição, o que muitas vezes não acontece.

 

  1. SDC: Quantos membros tem a Academia? Todos participam efetivamente das atividades? Caso não, o que deve ser feito em relação aos que não ‘vestem a camisa’?
  2. MCJ: O estatuto da AVLAH prevê a totalidade de 40 membros, mas ainda não completou esta formação.

Atualmente, contamos com 26 membros, mas, infelizmente nem todos atuantes.

Acredito que esta situação não é particularidade desta Academia, pois sabemos que mesmo prestando o juramento, nem todos vestem a camisa e carregam esta bandeira.

O estatuto prevê a exclusão daqueles que não cumprem com seus deveres  acadêmicos, dando-se, desta forma, a oportunidade a novos membros que compartilham do mesmo ideal.

 

  1. SDC: As pessoas que privam de sua amizade sabem que você tem um número expressivo de alunos, fato esse que, seguramente, a obriga a uma jornada de trabalho muito acima das 8h diárias. Diante disso, como você concilia suas atividades profissionais com as atividades da Academia?
  2. MCJ: Venho de uma família de mulheres guerreiras e tenho muito orgulho dos exemplos deixados pelas minhas avós, que me ensinaram a acreditar na força do trabalho, e a lutar com empenho por meus ideais, pois tudo que fazemos com comprometimento e com o nosso coração resultará em bons frutos e, assim, conseguiremos ultrapassar os nossos próprios limites.

 Miriam com várias crianças reduzida

  1. SDC: Como tem sido o relacionamento da Academia com os órgãos públicos de Votorantim? A entidade tem recebido apoio desses órgãos para a consecução de suas atividades?
  2. MCJ: Pelo fato de a Academia não ser ainda uma instituição legalizada, mas em processo de legalização, torna-se mais difícil a captação de recursos para realizar grandes projetos; assim sendo, opcionalmente contamos com o apoio de alguns colaboradores individuais.

 

  1. SDC: Na qualidade de cidadã votorantinense e, especialmente, como presidente da Academia, que crítica (positiva e/ou negativa) poderia ser tecida em relação à área cultural de Votorantim?
  2. MCJ:  Cultura e educação são fatores primordiais para a formação de consciência coletiva e é um direito do cidadão e não devem ser colocadas em segundo plano; por este motivo, eu espero que a atual gestão tenha este cuidado em proporcionar novas fontes culturais e melhorar as já existentes.

A Academia Votorantinense de Letras, Artes e Historia quer contribuir, por meio de seus princípios estatutários, para que este propósito venha a ser alcançado, para que artistas e produtores culturais tenham o seu espaço, e que este seja respeitado.

 

  1. SDC: Na qualidade de presidente da Academia, que sugestões gostaria de propor, a fim de a Secretaria de Cultura de Votorantim ampliar a abrangência de seus programas e regionalizar sua ação?

MCJ:  As parcerias entre o poder público e o setor privado conseguem, juntas, resultados que podem favorecer ações culturais, e colocar em prática projetos que muitas vezes nem sairiam do papel.

Acredito que é preciso criar, primeiramente, oportunidades para nossos artistas e artesãos e, a partir dos resultados conquistados, estender suas ações a toda região, abrindo, desta forma, novos horizontes culturais.

 

  1. SDC: A cidade de Votorantim, o estado de São Paulo e o Brasil investem o suficiente na área educacional? E na Cultural? Em ambos os casos, o que deve ser feito?
  2. MCJ: As dificuldades existem em vários setores de nossa sociedade, e a cultura é o primeiro setor a sentir os reflexos deste mal.

A educação se tornou frágil diante da incapacidade de nossos governantes e não tem recebido a devida importância que merece e precisa.

Para que se possa chegar a uma melhoria no setor cultural e educacional, é preciso que o país adote uma postura diferente em sua prática histórica, investindo em projetos educacionais desde a sua base, formando mentes pensantes e viabilizando e tornando a Educação seu maior objetivo.

Enquanto governantes acharem que educação e cultura são quesitos supérfluos, sempre haverá um desequilíbrio entre sonho e realidade.