Sabedoria prudencial

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

‘Sabedoria Prudencial’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
Imagem criada IA Gemini - 10 de fevereiro de 2026, às 11:07 PM
Imagem criada IA Gemini – 10 de fevereiro de 2026, às 11:07 PM

É desejável e, provavelmente, benéfico que a docência seja entendida como uma forma pedagógica, cognitiva e didática do exercício da autoridade educativa/formativa. A autoridade docente deve, preferencialmente, circunscrever-se aos níveis educativos, formativos e cívicos, de tal forma que o docente, no seu espaço físico interterritorial, que começa na escola, se amplia no laboratório/oficina, e se prolonga pela sociedade, seja sempre reconhecido pela autoridade que exerce, no poder que tem de ensinar/aprender/formar e preparar para a vida, todos aqueles que ingressam no sistema educativo/formativo, ele próprio, o professor/formador, incluído.

Exige-se ao cidadão investido de autoridade docente, que seja testemunho vivo e atuante, paradigma das boas-práticas da cidadania democrática, com todos os deveres e direitos que ela comporta; igualmente se requer aos poderes, legal e democraticamente constituídos, que valorizem e prestigiem a autoridade docente. 

A quadratura para a formação do cidadão, com autoridade, pode ser aplicada em quaisquer situações socioprofissionais e estatutárias. Educar, formar, instruir e integrar no seio da família, da escola, da igreja e da comunidade, constitui o espaço privilegiado e delimitado por estas organizações.

 A urgência em se dotar as instituições intervenientes no processo educativo/formativo de um novo educador, impõe-se, nitidamente, à sociedade que, através das suas organizações, públicas e privadas, profissionais, culturais, sociais e outras, nas diversas áreas específicas, tem o dever de contribuir, ativamente, com todo o tipo de recursos, para que a figura de um novo educador se transforme, posteriormente, numa nova sociedade educativa, progredindo do educador individual, para as famílias, escolas, cidades e nações educadoras.

O novo tipo de educador vai promover, a médio prazo, um modelo de cidadão profissional, de pessoa humana, no limite, contribuir para um novo mundo, mais justo, solidário, fraterno e competente. Um projeto educativo, para a formação de um tipo novo de educador, terá de envolver, à partida, pessoas disponíveis e sensibilizadas para assumirem funções muito exigentes, com um elevado nível de rigor e espírito de missão. 

Cidadãos que da vida e do mundo tenham, entretanto, uma determinada vivência experienciada, uma sabedoria prudencial e, consequentemente, uma vez mais se deve afirmar: bom senso que caracteriza as mulheres e os homens de boa vontade, moderados, tolerantes, compreensivos, clarividentes e firmes. 

BIBLIOGRAFIA

GLOTON, Robert, (1976). A Autoridade à Deriva, Tradução, Carmen González, s.l. Ulisseia.

REGO, Arménio, (2003). Comportamentos de Cidadania Docente: na Senda da Qualidade no Ensino Superior, Coimbra: Quarteto Editora.

Venade/Caminha – Portugal, 2026

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Pedagogia para um futuro de paz

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

‘Pedagogia para um futuro de paz’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
Imagem criada por IA da Meta – 15 de agosto de 2025,
às 17:50 PM

É provável que uma parte significativa dos conflitos que chegam aos tribunais, ou aos campos de guerra, possam ser solucionados através de acordos, consensos e cedências recíprocas, desde que as pessoas estejam preparadas e disponíveis para o exercício de uma nova pedagogia (não-cognitiva) e de uma nova justiça, (não punitiva), justamente, através de um relacionamento leal, responsavelmente crítico e generosamente tolerante. 

Reconhecendo-se a auto-insuficiência para solucionar as situações conflituosas, ou para contribuir para um mundo mais pacífico, tal circunstância não invalida, pelo contrário, estimula para o dever de dar um singelo contributo, para a minimização de tão grave problema e, nesse sentido, se aponta, e defende, uma estratégia assente na educação-formação das pessoas, do berço ao túmulo, isto é, ao longo de toda a vida. 

Democratizar a política para uma cidadania universal, é uma tarefa que responsabiliza os cidadãos em geral, e os políticos em particular. Aceite, institucionalizada e implementada a cidadania universal, entre todas as nações, congregadas na ONU – Organização das Nações Unidas, acredita-se que no decorrer do presente século, seja possível atenuar muitos conflitos, eliminar outros e pacificar um pouco mais este mundo, muitas vezes tão controverso e violento.

Educar e formar os cidadãos, qualquer que seja a idade e estatuto, para desenvolverem hábitos de relações humanas sadias, sinceras, leais, cúmplices e recíprocas, é uma tarefa que se impõe lançar nas famílias, nas escolas, nas Igrejas, nas demais instituições, nas associações e empresas, em todas as comunidades e na sociedade global em geral, porque qualquer processo que vise reconciliar pessoas, instituições e nações, só poderá concluir-se com êxito, se os intervenientes souberem relacionar-se de igual para igual.

Quaisquer que sejam as técnicas, para a comunicação e relacionamento interpessoais, elas serão ineficazes se as relações humanas, antes de todas as demais: profissionais, comerciais, políticas, religiosas, entre outras, não assentarem em princípios de transparência, de verdade e de respeito pelo outro. 

Impossibilitado de vencer o drama pelos recursos materiais de que dispõe, o homem crente volta-se, esperançadamente, para os valores religiosos, nos quais procura a explicação para as situações que desconhece, o atormentam e também para encontrar as soluções para os conflitos que ele próprio cria, alimenta, mas nem sempre sabe e/ou quer resolver. 

O grande conflito, porém, continua entre a vida e a morte, porque nascer, viver e morrer é o percurso natural de todo o ser humano, tal como os outros seres que habitam o mundo conhecido. Infelizmente, há muita gente que, ilusoriamente, pensa que vai permanecer, física e mentalmente, neste mundo, eternamente e, com tal pressuposto equivocado, vão humilhando, subjugando e fustigando os seus semelhantes, porém, o final dessas pessoas, às vezes, chega bem depressa.

O homem crente acredita em certos valores religiosos, muitos creem, esperançadamente, numa nova vida, renascendo depois da morte física e, nesta expectativa, procuram viver o mais pacificamente possível, aqui se descartando, toda e qualquer forma de radicalismos e fundamentalismos. 

 A educação religiosa é, por tudo isto, uma das dimensões a não ignorar, eventualmente, nem sequer a mais determinante, na construção de pessoas que se pretendam íntegras, que possuam a liberdade de se autodeterminar, com responsabilidade e generosidade, para com os seus semelhantes. 

A preocupação, por uma educação e formação integrais, deve ser, portanto, uma constante em todos aqueles que, de alguma forma, a um qualquer nível social, têm responsabilidades em preparar um futuro de equidade, de conforto, de paz, amor e felicidade. 

O mundo: cada vez mais profanizado, precisa de Deus; os homens não podem viver e não conseguem resolver todos os problemas à margem da Bondade e Sabedoria Divinas; contudo, sem intransigências, sem fanatismos; a humanidade será reduzida à sua mais brutal animalidade, se continuar a rejeitar Deus. 

O caminho seguro, que poderá conduzir à pacificação do mundo, tem de passar por Deus, e muitos seres humanos sabem que não há outra alternativa. Excluir Deus do processo de pacificação, é prosseguir o caminho para a destruição total da humanidade. Nunca, como hoje, se sentiu tanto esta necessidade de se recorrer aos Valores Supremos.

O caminho para a pacificação da humanidade, deve ser percorrido com competência: seja nas relações interpessoais, profissionais, sociais, religiosas, na celebração dos acordos a que se chegar; na implementação das medidas consensualizadas; e na avaliação dos resultados dos projetos de pacificação. 

Uma pedagogia mista – cognitiva, otimista, não-cognitiva -, assente na Fé, onde a teoria, a prática e a esperança sejam os principais eixos, que contribuam para uma formação sólida dos alunos, dos formandos, dos professores, dos formadores, entendidos nos dois sentidos: ora aprendendo; ora ensinando; auxiliará na busca de soluções para uma humanidade menos conflituosa. 

 Se cada indivíduo construir, coerentemente, o seu próprio círculo, ou a sua auréola de bem-estar, de: princípios, valores e boas-práticas, certamente que os círculos que com ele se interpenetram vão beneficiar destas características. 

A Sabedoria e a Prudência, alicerçadas na Fé em Deus são, seguramente, a chave para resolver muitos conflitos, os quais podem ser solucionados com aquelas virtudes – Sabedoria e Prudência –, mantendo a Fé inabalável em Deus e na Sua Misericórdia, Generosidade e Compreensão. 

Venade/Caminha – Portugal, 2025

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Educação não é brincadeira, mas brincadeira faz parte da educação

É natural que crianças e adolescentes sejam aficionadas por jogos, brincadeiras e atividades recreativas, pois faz parte do seu cotidiano

Marcus Krause

O ambiente escolar é uma terra muito fértil para a aprendizagem, devendo ser adotada as mais diversas práticas pedagógicas de modo a alcançar os objetivos propostos. No que tange a educação básica, cujo público alvo são crianças e adolescentes, as metodologias e práticas educativas precisam ser revestidas de princípios que atraiam maior atenção do seu público alvo, ou seja, devem ser utilizados métodos e práticas que envolvam a ludicidade, gameficação e a criatividade. 

É natural que crianças e adolescentes sejam aficionadas por jogos, brincadeiras e atividades recreativas, pois faz parte do seu cotidiano. Em momentos lúdicos e de diversão é possível adquirir diversos conhecimentos para a vida. Como exemplo, podemos citar a tradicional brincadeira da dança das cadeiras, onde a criança tem a oportunidade de aprender a respeitar regras de um determinado ambiente, pois é preciso esperar o momento certo sentar-se à cadeira e conseguir permanecer no jogo. Um jogo de pega varetas pode trazer ensinamentos sobre a capacidade de planejamento e criação de estratégias, enfim, diferentemente do que muitos pensam sobre jogos e brincadeiras, eles servem à criança não apenas como um passatempo, mas pode ser um riquíssimo recurso para motivar o aluno no processo de aprendizagem. 

Diante de tal situação instigamos nossos leitores, em especial os docentes que atuam na educação básica, ao desenvolvimento de atividades lúdicas e recreativas como recurso pedagógico em sala de aula, tornando aquele momento mais prazeroso para o aluno. 

A criatividade no processo de ensino deve ser uma mola propulsora na vida de cada professor para impulsionar e despertar maior interesse dos alunos na aquisição do conhecimento, pois estes perceberão que é possível aprender matemática, português, inglês, ciências, geografia e todas as demais disciplinas interagindo e divertindo-se em sala de aula.  

Há aqueles que nutrem pensamentos divergentes acerca da adoção de práticas lúdicas e recreativas na sala de aula, por imaginar que isso compromete sua autoridade em relação aos alunos, por várias vezes já ouvi tal afirmação. Pesquisas e relatos científicos comprovam os benefícios do uso lúdico e recreativo no processo de aquisição de aprendizagem com crianças e adolescentes, razão pela qual não podemos desprezar tal ferramenta didática em nossa atuação em sala de aula. Em uma década que trabalho na educação básica e sempre desenvolvendo atividades lúdicas, recreativas e baseadas em metodologias ativas, pude perceber os inúmeros benefícios existentes e comprovar, na prática, o que muitas pesquisas e estudos científicos sobre o tema apontam. 

Quando desenvolvemos atividades lúdicas e divertidas no ambiente escolar, conseguimos nos aproximar dos alunos e criar maior afetividade para com eles, isso se traduz em maior respeito, participação e cooperação, pois somos vistos como parceiros e amigos e não como carrascos. A relação entre professor e aluno não pode ser aquela de chefe e empregado, de rei e súdito, mas deve ser uma relação agradável, amigável e respeitável. Quando o docente leva a criança ou adolescente a participar de momentos de descontração no ambiente escolar, mesmo que seja, nos últimos minutos da aula, ele estará criando condições de fortalecer vínculos necessários para uma boa relação professor/aluno, contribuindo na motivação do seu aluno, que terá aquele docente como referência e guardará seus ensinamentos por toda a vida.

Marcus Krause

marcusperiks@hotmail.com

WhatsApp: 99/8116-3376

Voltar: http://www.jornalrol.com.br




Como o estudo pode virar lazer e diversão?

Escolas Criativas são locais onde você é estimulado a se aproximar do conteúdo, através de construções de cenários que em grande parte são feitos a partir de exemplos pessoais. A aula se torna um momento de inspiração

“É inspirar e preparar. Romper as barreiras através da criatividade.”

As pessoas passam muitos anos estudando. Ensino básico, ensino fundamental, ensino médio, depois vem a graduação e se você quiser se aperfeiçoar mais ainda pode fazer uma pós-graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado. Mas quanto dessas horas dentro da sala de aula são sinônimo de lazer para você?

Talvez seja difícil de imaginar isso, no entanto, é possível sim estudar e se divertir ao mesmo tempo. Essa associação é comum dentro de uma Escola Criativa.

Segundo Ken Robinson, especialista britânico em educação e criatividade: “Atualmente somos formados por um sistema educacional fast-food, em que tudo é padronizado, industrializado. Temos de mudar isso para uma educação orgânica e pessoal. E aprender que o florescimento humano não é um processo linear e mecânico. A educação precisa ser customizada para diferentes circunstâncias e personalizada. É preciso criar um sistema em que as pessoas busquem suas próprias respostas”.

Além de ser um dos maiores nomes em educação criativa, Ken Robinson é Professor emérito na Universidade de Warwick, da Inglaterra/UK, e consultor dos governos europeu, asiático e americano nas áreas de criatividade, cultura e educação.

Escolas Criativas são locais onde você é estimulado a se aproximar do conteúdo, através de construções de cenários que em grande parte são feitos a partir de exemplos pessoais. A aula se torna um momento de inspiração. O formato da sala sempre muda, para deixar o ambiente mais leve e motivar os alunos a falar o que pensam, sem repreensão. O objetivo do ensino é mostrar o desenvolvimento das ferramentas, entendê-las profundamente para que depois os alunos sejam capazes de colocar tudo em prática.

“É inspirar e preparar. Romper as barreiras através da criatividade.” – Comenta Douglas Panatta, idealizador da Rock3t, Escola Criativa com sede em Campo Bom/RS.

Em um curso sobre “Apresentações Fodástikas”, você aprende como falar sobre seu trabalho de uma forma mais divertida e dinâmica, sobre a semiótica de uma história e como adaptar seu conteúdo a sua plateia.

“Nós somos o resultado da educação que tivemos. Como escola, queremos lhe deixar seguro, porque a teoria é diferente na hora de pôr em prática.” – Diz Rodrigo Kray, idealizador da Rock3t.

A Rock3t foi fundada em agosto de 2016, o nome representa um local sem barreiras, o próprio espaço e a Escola se coloca no papel de um foguete, o veículo que te leva até lá. O número três no nome significa: “teaching, thinking, transcending”, ou seja, “ensinar, pensar e transcender”.

Escolas Criativas como a Rock3t buscam impulsionar a Indústria Criativa, através de tendências de mercado, do empreendedorismo e tendências sociais. Com processos inovadores de aprendizado, elas exploram os novos limites da educação de maneira informal, próxima e surpreendente. Na hora de passar o conteúdo, você aprende na teoria como fazer na prática, de uma forma mais dinâmica, e reconhece como se adaptar a diferentes cenários.




A palestra do professor Dagoberto Mebius é uma homenagem aos professores

Palestra do professor Dagoberto Melbius contará a história do Colégio Lageado dia 22 em Itapetininga

 

foto closeO IHGGI – Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga, a ACADEMIA ITAPETININGANA DE LETRAS, o MIS – MUSEU DA IMAGEM E DO SOM DE ITAPETININGA e o INSTITUTO DE EDUCAÇÃO PEIXOTO GOMIDE (atual E.E. Peixoto Gomide), vão realizar um evento cultural da mais alta importância cultural, comemorativo do Dia do Professor.

O evento acontece no próximo dia 22, no Salão Nobre do Instituto de Educação Peixoto Gomide, com inicio às 20 horas e entrada franqueada ao público. O palestrante é o psicopedagogo sorocabano, professor Dagoberto Mebius, que falará sobe o ‘Collegio do Lageado de Campo Largo de Sorocaba’, uma instituição de ensino fundada em 1859 localizada onde hoje se localiza a cidade de Araçoiaba da Serra, que ficou famosa no Brasil inteiro pela excelência de seus ensinamentos e onde estudaram muitos dos principais personagens que hoje fazem parte de nossa história.

O ‘Colégio do Lageado’ é uma relíquia histórica  e é considerado por muitos estudiosos como tendo sido ‘o berço’ da Educação de qualidade na nossa região.

Espera-se a presença de professores de História, educadores de toda a área de Diretoria de Ensino de Itapetininga (DERITA), de todos os confrades e confreiras do IHGGI, do ‘imortais’ da AIL e do público em geral que gosta de estudar e interessa-se por história, pedagogia e assuntos culturais.

O professor Mebius trabalha com atendimento a crianças do período fundamental das escolas de Sorocaba e Região e tem como foco a melhoria da autoestima dos alunos. Segundo ele, seu trabalho objetiva “eliminar as rotulações impostas de forma inconsistente e banal dadas às crianças enquanto alunas das primeiras séries do fundamental I e II”, atua na área do ‘Brincar’, aprendendo a aprender e faz projetos específicos para escolas e instituições de ensino.

O ‘Colégio do Lageado’ ficava localizado em uma área rural da antiga ‘Vila de Campo Largo de Sorocaba’, hoje Araçoiaba da Serra, próximo à lagoa do Jundiaquara e foi inaugurado em 24 de julho de 1859. Funcionava em regime de internato, atendia a clientela mais importante da época e seu proprietário, diretor e professor era o professor Francisco de Paula Xavier de Toledo.

‘Campo Largo’ era um local de parada dos tropeiros para engorda das mulas antes de serem vendidas nas feiras de Sorocaba. Sobre isso, na internet é possível encontrar estudos de Dagoberto Mébius, entre eles um onde aparece uma foto dessa escola em 1876 e das ruínas da capela do colégio, tirada em 1929. Quem quiser mais detalhes sobre o Collegio Lageado deve acessar os saites http://www.histedbr.fe.unicamp.br/rev…/edicoes/…/img3_21.pdf e http://sbhe.org.br/novo/congressos/cbhe3/Documentos/Individ/Eixo1/277.pdf.

O professor Dagoberto Mebius possui graduação em História pela Universidade de Sorocaba e pós graduação em Psicopedagogia Clínica. Atualmente é coordenador e professor na Oficina de Desenvolvimento de Habilidades, Modelismo e Desenvolvimento Científico do Fundamental I  do Colégio Objetivo de Indaiatuba. É também coordenador e professor na Oficina Escotismo e de Habilidades, do Colégio Objetivo Portal da Colina. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em projetos e desenvolvimento de materiais de apoio pedagógico. É ainda desenvolvedor de brinquedos, jogos e projetos pedagógicos. Profissionalmente atua nos seguintes temas: história regional, pesquisa histórica, educação em história, lazer, recreação e habilidades de iniciação e do desenvolvimento científico para o Fundamental I e II. Atua nas áreas de Ciências Humanas, Antropologia, História, Educação (Ensino-Aprendizagem) e Divulgação Científica.

Mebius é autor de muitas publicações, entre elas “A História de Sorocaba para Crianças’, ‘Fornos catalães e a fundição no morro’, ‘O Esconderijo do Sol – História da Fábrica de Ferro S. João do Ipanema’, ‘Collegio do Lageado de Campo Largo’, ‘Collegio do Lageado de Campo Largo Ruinas da capela”, “O Prof. Francisco de Paula Xavier de Toledo e o Colégio do Lageado’, ‘Araçoiaba da Serra – História e Iconografia’, ‘Brincar… é assim que se aprende’ e ‘Manuais técnicos para Lobinhos e Escoteiros’, entre muitos outros trabalhos apresentados em congressos e encontros especializados. É também coordenador educacional com atuação nas oficinas interativas para alunos do período extracurricular, denominado ‘Período Integral na Unidade Portal da Colinado Colégio Objetivo de Sorocaba’