Despertar

Mario Antonio Rosa: Poema ‘Despertar’

Mario Antonio Rosa
Mario Antonio Rosa
Imagem gerada pelo ChatGPT - https://chatgpt.com/c/69c2d78f-0590-83e9-b818-d61410ebfcf7
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Desde un día arrodillado, en el agua, el árbol,
la presa verde, todavía grande de quietud,
y los latidos de las aves ausentes, aguacero madre, arrecia
llena en turbonadas el sendero parido de sequía,
y yo llevo un astro pesado de sueño, duermo siglos,
y el ruido polar del agua cayendo; yo he caído diluvios
el amor partido como un delta inalcanzable de soles
torpe dormir, pobre, con varios hogares desiertos.
Quisiera que alguien me llame, ¿quién?
Tener un beso en la proa de este nadar tan mío y roto.
Hacer poesía de peces en arena rediviva
yo soy otro nombre en las anclas y las noches cortas
otro nombre más, en el ahogado que arde en mariposas.
Despierto, sí, de viejas tempestades heridas con luz.
Buscando algo, amado en mi ceguera, al fin de pie,
mirando el ahogo del sol, quizá tener dos alas,
he inventarme el aire suelo, y el aire grande,
con ese niño viejo que palpita olas para las huellas.

Quizá este hombre que soy,
escrito a sangre en lejanía.

Mario Antonio Rosa

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Nos teus olhos

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘Nos teus olhos’

Ceiça Rocha Cruz
Ceiça Rocha Cruz
"olhares cruzam-se, lacrimejam de emoção, na varanda do tempo."
“olhares cruzam-se, lacrimejam de emoção,
na varanda do tempo.”
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

Na quietude

o Sol desmaia a tarde,

cortinas cor-de-laranja cerram-se,

olhares cruzam-se,

lacrimejam de emoção,

na varanda do tempo.

No silêncio sombrio

e na solidão da minha espera

tu chegaste..

Debruça-se aos olhos do ocaso

o amor,

sorrisos derramam-se

no despencar da tarde

que se desenrola

à flor do crepúsculo.

Na plenitude

brilhos no olhar falam de amor

e da janela deste olhar

vertem-se das pálpebras sorridentes,

lindos versejos,

que sussurram aos olhos da alma.

Em plena doce tarde de maio,

perco-me

e assim encontro o amor

nos seus olhos, pois

para sempre quero te amar.

Ceiça Rocha Cruz

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Entardecer na praia

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘Entardecer na praia’

Ceiça Rocha Cruz
Ceiça Rocha Cruz
Entardecer na praia
Microsoft Bing – Imagem criada pelo Designer

Na tarde sombria

busco a quietude 

no Sol que fenece

de mansinho.

No vislumbre crepuscular

olhares se cruzam, 

tece o amor na sombra

da paisagem

e no fundo dos teus olhos

encontro-me.

As névoas enveredam,

derramam-se pelo crepúsculo,

o amor segreda. 

Transfigura-se em sussurros,

em sorrisos,

em emoções.

No silêncio soturno da tarde

amantes vagueiam na areia

da praia nua

sob a lucidez da vidraça

que se desenrola à flor do arrebol.

Canções de amor,

versos poéticos,

tu e eu,

no entardecer da praia.

Ceiça Rocha Cruz

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