A Pane, de Friedrich Dürrenmatt, faz temporada popular nos teatros João Caetano e Arthur Azevedo

Espetáculo tem direção de Malú Bazan e traz no elenco Antonio Petrin, Oswaldo Mendes, Heitor Goldflus, Roberto Ascar, Cesar Baccan e Julio Assad.  O ingresso é 1kg de alimento 

Ao chamar de “A Pane” seu conto (depois transformado em teatro), Dürrenmat não estava só pensando na falha mecânica de um Jaguar, que leva o protagonista a uma situação inesperada. A pane também diz respeito a este nosso mundo, repleto de imperfeições e catástrofes, de falhas da Justiça, de culpas e desculpas. Dürrenmat é daqueles autores que divertem e dão o que pensar.

A situação é inusitada. Um jogo em que octogenários juristas aposentados encenam suas antigas ocupações e, como diz o juiz anfitrião, agora não mais presos “a formas, protocolos, leis e todo o entulho inútil dos tribunais”. Neste jogo eles enredam um próspero representante comercial. Qual o seu crime? Não importa: “crime é algo que sempre se pode encontrar”.

Ao brincar de tribunal, os personagens nos fazem questionar o conceito de justiça, o sistema de Justiça, e este nosso mundo “de inocentes com culpa e culpados sem culpa”. A encenação reúne atores de várias gerações, para falar, não de uma história antiga, mas de “uma história ainda possível”, como o autor a qualifica.

Após uma suspensão de quase dois anos em razão da pandemia, o espetáculo volta com força total, mostrando a intensidade e alegria de fazer arte desse potente elenco de atores de terceira idade que representam a história do nosso teatro!

Divirtam-se!

Sobre o autor

Dürrenmatt (Konolfingen, 5 de janeiro de 1921 — Neuchâtel, 14 de dezembro de 1990) foi um escritor suíço. Embora possua grande fama por sua obra como dramaturgo foi também um prolífico contista e romancista.

Politicamente ativo, o autor escreveu dramas vanguardistas, profundos romances policiais, e algumas sátiras macabras. Um de seus principais bordões era: “Uma história não está terminada até que algo tenha dado extremamente errado”.

Como Brecht, Dürrenmatt explorou as vertentes do teatro épico. Suas peças visavam envolver o público a um debate teórico, e não somente ser entretenimento puramente passivo.

Quando tinha 26 anos, sua primeira peça, “Está Escrito”, (em alemão “Es steht geschrieben”), estreou causando grande controvérsia. A história da peça se passa em torno de uma batalha entre um cínico obcecado pelo sucesso e um religioso fanático que leva as escrituras ao pé da letra, tudo isto acontecendo enquanto a cidade em que vivem está cercada. A noite de estréia da peça, em abril de 1947, causou confusão e protestos por parte do público.

Na década de 50, com o conto “A Pane”, chegou ao que muitos consideram o auge de sua capacidade estilística e narrativa.

Morreu em 1990, considerado como um dos grandes narradores e dramaturgos de sua geração.

SINOPSE

“A Pane” é uma comédia sobre a justiça. Hóspede inesperado se transforma em réu de um jogo em que juiz, promotor, advogado e carrasco aposentados revivem suas profissões. Uma fábula que fala dos nossos dias. No elenco, um encontro de gerações.

FICHA TÉCNICA

Texto: Friedrich Dürrenmatt

Tradução: Diego Viana

Direção: Malú Bazán

Elenco:

Antonio Petrin

Cesar Baccan

Heitor Goldflus

Julio Assad

Oswaldo Mendes

Roberto Ascar

Concepção cenográfica: Anne Cerutti e Malú Bazán

Figurino: Anne Cerutti

Assistente de figurino e cenário: Adriana Barreto

Cenotécnico: Douglas Caldas

Desenho de luz: Wagner Pinto

Música Original: Dan Maia

Operador de luz: Gabriel Greghi

Operador de som: Silney Marcondes

Contrarregra: Márcio Polli

Fotos: Ronaldo Gutierrez

Visagismo: Dhiego Durso

Programador Visual: Rafael Oliveira

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Assistente de Produção: Rebeca Oliveira

Assistente de Produção: Beatriz Nominato

Co-Produção: Kavaná Produções

Produção e Realização: Baccan Produções

# A Pane, de Friedrich Dürrenmatt, com direção de Malú Bazán

– TEATRO JOÃO CAETANO – R. Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino, São Paulo – SP, Cep: 04038-020, Telefone: 11- 5573-3774

TEMPORADA: 4 a 13 de março de 2022

HORÁRIOS: Sexta e Sábado às 21:00 e Domingo 19:00

VALOR DO INGRESSO: Beneficente – 1kg de alimento

Bilheteria Física: R. Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino, São Paulo – SP, Cep: 04038 020, Informações: 11- 5573-3774

Duração: 70 minutos

Classificação: 14 anos

Capacidade:  432 lugares

-TEATRO ARTHUR AZEVEDO – Av. Paes de Barros, 955 – Alto da Mooca, São Paulo – SP, 03115-020 Telefone(11) 2604-5558

TEMPORADA: 18 a 26 de março de 2022
HORÁRIOS: Sexta e Sábado às 21:00 e Domingo 19:00. (No dia 24/03 – quinta-feira haverá uma apresentação às 21h00).

VALOR DO INGRESSO: Beneficente – 1kg de alimento

Bilheteria Física: Av. Paes de Barros, 955 – Alto da Mooca, São Paulo – SP, 03115-020, Informações: 11- 2604-5558

Duração: 70 minutos

Classificação: 14 anos

Capacidade: 349 lugares




Criado com Libras e audiodescrição, ‘O Musical da Passarinha’ faz temporada híbrida no Teatro Sérgio Cardoso

Com trama bastante poética e delicada, espetáculo infantil trata de temas como encontros e despedidas, realização de sonhos e a descoberta da própria voz. Para contar a história, o elenco precisou estudar como tornar as artes cênicas mais acessíveis e inclusivas

Pensado para discutir e promover o acesso de todas as pessoas – com ou sem deficiência – ao teatro, ‘O Musical da Passarinha’, com texto, letras e direção geral de Emílio Rogê, estreia com temporada híbrida no Teatro Sérgio Cardoso, a partir do dia 19 de fevereiro (confira as datas a seguir). Os arranjos e a direção musical são de Eric Jorge, que assina as músicas ao lado de Kiko Pessoa.

A temporada presencial acontece entre os dias 19 de fevereiro e 10 de abril, com sessões aos sábados e domingos, às 15h (exceto nos dias 26 e 27/2, quando não há espetáculo). Às sextas, estão programadas apresentações gratuitas, exclusivas para escolas e instituições que atendam crianças com deficiência. Todas as sessões presencias contam com interpretação em Libras e audiodescrição.

Já a temporada digital da peça tem início no dia 26 de fevereiro e segue até o dia 10 de abril. As sessões acontecem aos sábados e domingos, às 15h. Com relação à acessibilidade, as apresentações com tradução em Libras ocorrem em todos os sábados e com audiodescrição só aos domingos (entre 13 de março e 10 de abril).

“Estamos contando uma história que leva em consideração a vontade de chegar ao maior número de crianças possível, pensando em suas singularidades e necessidades. Foi preciso inventar uma nova gramática teatral, em que nenhum sentido seja destacado em detrimento de outro. Como cantar para quem não ouve? Aprendemos Libras! Como mostrar a encenação para quem não vê? Estamos conhecendo e entendendo a audiodescrição. Assim, formatamos o texto para todas essas linguagens, que, para nós artistas, são pouco conhecidas. E é nosso dever aprendê-las”, conta Rogê.

O professor de Libras, inclusive, tornou-se parte do elenco. Harry Adams é um ator surdo, muito apaixonado pelas artes cênicas, que tem sido fundamental no processo de criar um espetáculo totalmente inclusivo. Juntam-se a ele os atores e atrizes Júlia Sanchez, Ananza Macedo, Stacy Locatelli, Felipe Hideky, Luísa Grillo e Daniel Costa.

Na trama, o público conhece personagens delicados e sonhadores: a menina Rita deseja conhecer o teatro, mesmo vivendo em uma cidade onde não existe o palco; sua mãe Carmen gostaria de voar; e seu melhor amigo Miguel, que é surdo, quer dançar.

Certo dia, algo milagroso acontece, e esse trio recebe a visita de uma cantora de ópera. Depois desse encontro, a vida ganha outros contornos e voos, convidando os espectadores a descobrir e a imaginar novas possibilidades.

Por meio de uma narrativa delicada, o musical evoca questões sobre a acessibilidade no teatro. Afinal, quais elementos básicos são necessários para que uma peça aconteça? O ponto de partida para a construção do espetáculo foi uma reflexão do escritor português José Saramago (1922-2010): “e se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?”.

Ao mesmo tempo, “O Musical da Passarinha” é uma declaração de amor ao teatro. “Eu acredito muito nessa linguagem, que mudou os rumos da minha vida. Falar de teatro com as crianças é falar de uma esperança crítica. Uma reflexão sobre quem somos e o que podemos ser. Quero que elas desejem de coração estar no teatro, sentindo-se em casa dentro dele, sem qualquer tipo de exclusão”, completa.

E, em um país onde apenas 23,4% das cidades possuem teatros, sendo que a maioria delas fica na região Sudeste – de acordo com dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais divulgada pelo IBGE em 2015 –, é preciso discutir essas questões. Emílio Rogê está interessado em atrair as pessoas para esse lugar.

“Quero que todos e todas enxerguem o teatro como esse espaço anárquico das vozes que vão ser ouvidas e enxergadas, cada uma a sua maneira. É um tempo de narrativas singulares, mas que se nutrem em comunidade”, afirma.

EMÍLIO ROGÊ

Mineiro, natural de Luz, Emílio Rogê está em São Paulo desde 2016. Seus últimos trabalhos incluem a direção de movimento do musical “Bertoleza” (Prêmio APCA de Melhor espetáculo do ano – 2020), da Gargarejo Cia Teatral, que cumpriu temporada no SESC Belenzinho. A direção, ao lado de Luiza Gottschalk, de “[ENTRE]” (2019) – peça percurso que cumpriu temporada na Escola Estadual Alarico Silveira. Na Cia. de Teatro Os Satyros (2017/2018), dirigiu e assinou a dramaturgia do espetáculo infantil “Hora de Brincar” e foi coreógrafo dos espetáculos “Pink Star” e “Cabaret Trans Peripatético”. Foi também assistente do diretor Rodolfo García Vázquez nos espetáculos “O Incrível Mundo dos Baldios”, “Pink Star” e “Cabaret dos Artistas”. Pelo núcleo experimental Satyros LAB dirigiu “Sonho de uma noite de verão”, espetáculo em que assinou também a coreografia.

ERIC JORGE

Compositor, arranjador e operador de mesa, atua como educador e profissional da música há mais de 10 anos. Formado em Música e Musicoterapia, concluiu o curso de sonoplastia na SP Escola de Teatro e participou, como diretor musical, do espetáculo “Bertoleza”, que recebeu o APCA de melhor espetáculo de 2020. Atualmente, está se especializando em engenharia de mixagem e masterização.

SINOPSE

A história da Passarinha acontece em uma pequena cidade do interior que não tem teatro. Lá mora uma menina que quer muito conhecer essa arte, uma mulher que tem o nome de ópera e sonha em voar e um menino surdo que quer dançar. Um dia, quase que por milagre, eles recebem a visita de uma cantora de ópera. Depois dessa visita-ave-música, a vida ganha outros contornos, outros voos.

Passarinha te convida a descobrir e imaginar. Descobrir, por exemplo, o espaço entre a palavra, o som e o silêncio. E imaginar respostas, porque Passarinha traz boas perguntas.

O teatro é assim, feito também de milagres e perguntas. Vem descobrir.

FICHA TÉCNICA

Texto, letras e direção geral: Emílio Rogê

Direção audiovisual: Rubens Crispim Jr

Música: Eric Jorge e Kiko Pessoa
Arranjos e direção musical: Eric Jorge
Dramaturgismo: Ana Carolina
Elenco: Júlia Sanchez, Ananza Macedo, Stacy Locatelli, Felipe Hideky,
Luísa Grillo, Daniel Costa e Harry Adams
Banda: Eric Jorge, Pedro Batista e Victor Januário
Assistente de Direção: Stacy Locatelli

Desenho de luz: Aline Santini
Cenografia: Emílio Rogê e Mayume Maruki
Figurino: Heloisa Faria

Visagismo: Victor Paula
Direção Técnica: Maria Clara Venna
Assessoria de Imprensa: Agência Fática
Produção Executiva: Thaís Cólus
Direção de Produção: Rodrigo Primo

Professor de Libras: Harry Adams
Audiodescrição – Roteiro: Pedro Bizelli e Narração: Aressa Marque

Realização: Agência Dramática

“O musical da Passarinha” é apresentado pelo Governo do Estado de São Paulo, através do PROAC ICMS

SERVIÇO

O MUSICAL DA PASSARINHA
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno – Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista | São Paulo – SP

Temporada presencial: 19 de fevereiro a 10 de abril, aos sábados e aos domingos, às 15h | Não acontecem apresentações nos dias 26 e 27 de fevereiro | Todas as sessões presenciais contam com acessibilidade em Libras e audiodescrição
Projeto Escola: Às sextas-feiras, as sessões são gratuitas e exclusivas para escolas e instituições que atendem crianças deficientes. (os agendamentos são feitos pelo e-mail agenciadramatica@gmail.com)

Temporada online: 26 de fevereiro a 10 de abril, com apresentações aos sábados e domingos, às 15h | Com relação à acessibilidade, as apresentações com tradução em Libras ocorrem em todos os sábados e com audiodescrição só aos domingos (entre 13 de março e 10 de abril)
Ingressos: Temporada presencial: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada) | Temporada digital: $40 (inteira), R$20 (meia-entrada) e R$10 (contribuição social) | Atenção: é importante se atentar à diferenciação entre os ingressos das sessões presenciais e digitais no momento da compra. | Compre o ingresso aqui

Classificação: Livre
Duração: 50 minutos




Solo de Laís Marques, Lágrimas Fritas estreia dia 23 de abril, com direção de Bruno Perillo

 

Créditos: Ana Luiza Leão

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Temas delicados como o assédio sexual e a história de suas antepassadas são retratados de forma metafórica oferecendo ao público um espaço delicado para o testemunho sensível de um ser em busca de uma identidade mutante

LÁGRIMAS FRITAS é uma obra cênica digital escrita e com atuação da atriz Laís Marques, que convida Bruno Perillo para assinar a direção. Composto por 5 episódios curtos, o ponto de partida é o roteiro cênico elaborado pela atriz a partir da transcrição de memórias pessoais e outras, sumariamente inventadas. Nesse balanço poético sobre a dor e a delícia de ser quem se é, a obra apresenta uma série de vivências poéticas, inusitadas, cheias de humor e criatividade. Temas delicados como o assédio sexual e a história de suas antepassadas são retratados de forma metafórica oferecendo ao público um espaço delicado para o testemunho sensível de um ser em busca de uma identidade mutante.

A temporada começa dia 23 de abril e vai até o dia 25 do mesmo mês, com sessões duplas, às 11h e às 16h, sempre pelo canal do Youtube da atriz.

“Partindo de memórias íntimas e confissões recriadas, a peça é um retrato poético de uma mulher em busca da própria identidade. Ao invés de apresentar uma solução simplista para uma tarefa no mínimo desafiadora, a obra apresenta o caminho em si, repleto de tentativas, fracassos e saborosas descobertas diretamente expostas ao público numa configuração digital e performática. A provocação que a obra suscita é: numa sociedade cada vez mais massificada, como garantir que as idiossincrasias individuais não sejam simplesmente descartadas? Em outras palavras: vale a pena suportar a dor e a delícia de ser quem realmente somos sem que isso se torne apenas uma aventura narcisista?”, conta Laís.

As questões enfrentadas pela atriz-performer, pois, ultrapassam os limites da ficção e se referem aos desafios reais vivenciados sobretudo pelas mulheres no contexto atual da sociedade do descarte. A peça revela a tensão entre regras padronizadas e a ética de cada indivíduo através de uma corajosa jornada em torno da existência humana.

Sinopse do espetáculo 

A partir da pergunta “quem sou eu?” a atriz e autora Laís Marques apresenta ao público-tripulação algumas rotas para navegação em alto mar. Através do testemunho de um ser em busca de uma identidade mutante a performance digital composta por cinco episódios curtos mergulha em fatos recentes, narrativas de suas antepassadas e outras vivências recheadas de humor, poesia e criatividade.

Proposta de dramaturgia

“E se eu fosse outra pessoa? Se eu tivesse outro nome? (…) Outro gênero? Outra idade? Outra família? E se eu fosse pobre, mulher, preta e trans? E se mesmo assim eu quisesse ser artista? (…) E se eu fosse a Simone de Beauvoir? A Maria Bonita? E se eu fosse uma raiz?”

(trecho da peça “Lágrimas Fritas”)

O roteiro composto por cinco episódios é fruto de um laboratório de escrita performática que a atriz Laís Marques vem desenvolvendo ao longo dos anos. São fragmentos confessionais, releituras de obras clássicas, adaptações de depoimentos anônimos e outros materiais que alimentam um processo propositalmente permeável aos fatos da realidade.

Numa espécie de mergulho em águas digitais, os momentos mais marcantes na vida de uma mulher (aos 7, 17 e 27 anos) são rememorados justamente no seu 37º ano de vida. Os episódios não são lineares e remontam à estética do realismo fantástico. Eles testemunham a fome literal que a figura sente pelos livros, alguns fatos históricos marcantes, os assédios sofridos desde a adolescência e, ainda, os sucessivos fracassos na tentativa de adaptar-se ao universo profissional descolado do seu verdadeiro “eu”. Uma casa no campo é o cenário-paisagem que serve como referência para suas perambulações, danças e delírios poéticos.

Como num ritual performático, a temática existencialista se revela tanto na comunicação direta com o público quanto na coreografia inspirada numa canção pop. A intenção é criar conexões dinâmicas entre o microcosmo da performer e o contexto digital no qual está diretamente inserida.

O roteiro inédito é a primeira empreitada dramatúrgica da atriz, que além de atuar em inúmeras séries de TV (PASSIONAIS, segue disponível na NETFLIX), também se apresentou junto a algumas das companhias teatrais de maior prestígio no cenário nacional como a Cia dos Atores (o premiado espetáculo “Insetos”, de Jô Bilac, com direção de Rodrigo Portella celebra 30 anos da trupe carioca), a Cia Elevador de Teatro Panorâmico (com a peça “Sala dos Professores” foram agraciados nas categorias “Melhor Elenco” e “Autor” no  V Prêmio Aplauso Brasil em 2017) e, ainda, a Cia Razões Inversas (“Heather”, espetáculo idealizado e atuado por Laís Marques com encenação de Marcio Aurelio foi premiado no 23º Festival Cultura Inglesa e também cumpriu temporada no Sesc Pinheiros em 2019).

Laís Marques – Dramaturga e Atriz

Bacharel e Mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Formada em Dança pela Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo e em Gestão Cultural pelo Centro de Pesquisa e Formação CPF/ SESC-SP. Foi convidada para uma residência artística junto à Quarto Physical Theater no Teater Giljotin, Suécia. Foi selecionada para dançar no espetáculo “MabeMa”, inspirado na linguagem do Butô e dirigido pelo mestre japonês Tadashi Endo. Ao longo da 29ª Bienal de São Paulo apresentou performances sob direção geral de Zé Celso Martinez Correa. Criou as performances da “Ocupação Zuzu” (Itaú Cultural, SP e RJ) e “BIOGRAPHIES” (dir. Kika Nicolela). Dentre os trabalhos em cinema, destacam-se “Filmefobia”, eleito “Melhor Filme” no Festival Internacional de Brasília, “O Signo Da Cidade”, vencedor na categoria Juri Popular do mesmo Festival e “Contra Todos”, premiado no Festival do Rio e Prêmio Silver Firebird Award for Young Cinema, Hong Kong. As séries de TV que obteve destaque foram: “Motel” (HBO), “Beleza S/A” (GNT) e “Passionais” (Netflix). No Teatro, as peças mais recentes que atuou foram: “Entre Vãos” (dir. Luiz Fernando Marques, com A Digna Cia), “Sala dos Professores” (dir. Marcelo Lazzaratto, Prêmio Aplauso Brasil – Melhor Elenco e Autor) e “Insetos” (texto de Jô Bilac com a premiada CIA DOS ATORES). Em 2019 idealizou, produziu e atuou na peça “HEATHER”, encenação de Marcio Aurelio, selecionada pelo 23º Cultura Inglesa Festival e que seguiu em temporada no Sesc Pinheiros.

Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria, o ProAC, o Governo Federal e a Lei Aldir Blanc

Ficha técnica:

Texto e Atuação: Laís Marques @_laismarques_

Direção: Bruno Perillo @bruperillo

Vídeos: Ana Luiza Leão @analuizaleao

Trilha: Pedro Semeghini @digitalpedrenriquer

Figurino: Anne Cerutti @annecerutti

Edição: Clara Lazarim @claralazarim

Assessoria de tecnologia: Celso Reeks @celsoreeks

Assessoria de imprensa: Pombo Correio @instadapombo

Mídia eletrônica: Kiron Comunicação @kiron.co

Assessoria contábil: Alvaro Barcellos @alvarobarcellos

Produção: Cacildinha Produções

 

Serviço 

Lágrimas Fritas

Sessões: 23, 24 e 25 de abril, sempre às 11h e 16h

Duração: 35′

Classificação indicativa: LIVRE

Transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da atriz.

Links disponíveis no www.linktr.ee/__laismarques__

 

 

 

 




A Sopa de Pedra do grupo Luz e Ribalta

Montagem do espetáculo infantil A Sopa de Pedra, de Tatiana Belinky, faz temporada online de 27 de março a 16 de abril

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Frames de Victor Iemini

Produção do grupo Luz e Ribalta que estreou em 1998, o espetáculo A Sopa de Pedra foi selecionado no 38º Edital ProAC Expresso LAB (Lei Aldir Blanc), para uma temporada gratuita online, que acontece de 27 de março a 16 de abril pelo Youtube.

A peça foi gravada especialmente para esta temporada durante a pandemia, 23 anos depois de sua estreia oficial.

Com direção original de Antônio de Andrade (1944-2004), a direção artística é do próprio elenco, formado pelos atores Luiz Amorim, Níveo Diegues e Theodora Ribeiro, além da participação dos músicos Renato Commi e Erick Chica, que executam ao vivo as músicas especialmente compostas por Renato Commi e Gésio Amadeu.

Uma das mais bem sucedidas produções do teatro para a infância e juventude, A Sopa de Pedra, estreou em 1998, no Teatro Sergio Cardoso, iniciando uma longa carreira com sucesso de público, crítica e os principais prêmios do Teatro para a Infância e Juventude, os prêmios Mambembe e APETESP, (Associação dos Produtores de Teatro de São Paulo).

Em 2010, participou como do FestCaribe, em Santa Marta, na Colômbia.

Premiada com o Projeto Petrobras Distribuidora de Cultura, 2011/2012, o espetáculo percorreu o Brasil de Norte a Sul, apresentando-se para crianças indígenas, populações ribeirinhas, quilombolas, além de apresentações em periferias, barracões, espaços culturais, escolas, teatros, SESC, indo de Altamira, no Pará, até Bajé, no Rio Grande do Sul.

As apresentações são gratuitas e acompanhadas de tradução em libras, para atender os deficientes auditivos e com a audiodescrição, para os deficientes visuais e intelectuais, permitindo assim, a inclusão das pessoas com necessidades especiais, tanto crianças quanto o público adulto.

Sinopse 

Dois artistas mambembes, Magnólio e Benzedrino, cansados e famintos encontram a casa da “Velha Avarenta” e percebem que a mulher não tem a menor, intenção de lhes oferecer comida. Eles não desistem e usam de uma divertida artimanha para conseguir descansar um pouquinho e saciar a fome.

Ficha técnica
Texto: Tatiana Belinky

Direção: Antônio de Andrade – O Grupo

Elenco: Luiz Amorim, Níveo Diegues e Theodora Ribeiro

Músicos ao vivo: Renato Commi e Erick Chica

Trilha sonora original: Renato Commi e Gésio Amadeu

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

 

Serviço
Sábados e domingos:

27 e 28 de março às 16h

03, 04, 10 e 11 de abril, às 16h

Quinta-feira, 15 de abril, às 10h

Sexta-feira, 16 de abril, às 15h

Link para acesso: www.luzeribalta.com.br

Grátis.

Livre.

60 minutos

Gravado no Teatro Irene Ravache no dia 01 de março de 2021.

 

 

 

 

 

 




'Uma Visão Diferente' traz desafios das mulheres na década de 20 em sua 2ª temporada

Novos capítulos de ‘Uma Visão Diferente’ serão exibidos a partir do dia 01 de junho às 23h exclusivamente no Film & Arts. Nesta temporada, as protagonistas enfrentam altos desafios da sociedade espanhola dos anos 20

São Paulo, 25 de maio de 2020 – No próximo mês, o Film & Arts estreia a segunda temporada do aclamado drama espanhol “Uma Visão Diferente”, que leva para as telas do canal importantes discussões sobre o feminismo, usando como exemplos as histórias das protagonistas, em 1920, mas que fazem reflexões sobre a era atual. Dentre os temas tratados nos novos episódios, estão o esporte feminino, aborto, luta de classes, racismo e sexismo. A estreia acontece dia 01 de junho às 23h.

Dentre os principais acontecimentos desta temporada, está a decisão de Teresa (Patrícia López – “O Guardião Invisível”) de deixar as aulas e tirar um tempo antes de voltar. É então que ela encontra Inés (Dariam Coco – “La Casa de Papel”), uma “morena” sem-teto que decide estagiar na Academia. Isso causa um rebuliço na escola, com os alunos protestando, os pais escandalizados e Manuela (Macarena García – “O Outro Pai”) recebendo pancadas de todos os lados. Além disso, a chegada de Carmen (Melina Matthews – “Negociador”) como administradora da Academia, algo que não agrada Manuela, pois traz velhas memórias de sua juventude na instituição. O que ninguém suspeita é que Carmen trabalha secretamente com Rafael Peralta (Javier Mora – “Toy Boy”).

 A nova temporada de “”Uma Visão Diferente” esta disponível exclusivamente no Film & Arts (116 e 516 da SKY; 148 e 648 da Claro TV e NET).

Sobre o Film&Arts

O Film&Arts é o único canal da América Latina voltado para os amantes das artes e do entretenimento em todas as suas manifestações. Com uma imagem moderna e de vanguarda que enfatiza “a arte do entretenimento”, o canal oferece ao público uma ampla variedade de conteúdos de alto nível, incluindo grandes shows da Broadway, eventos ao vivo e algumas das séries de época mais aclamadas da atualidade, bem como talk shows, documentários e filmes de destaque orientados para as artes. Disponível em HD 24 horas por dia, o Film&Arts é um conteúdo de alto valor estético para um público exigente.

Para mais informações visite:

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Instagram: @filmandartsbr

Sobre AMC Networks International – Latin America

A AMC Networks International Latin America (AMCNI-LA) é uma unidade de negócios da AMC Networks International, uma empresa que distribui conteúdo de entretenimento e programação aclamada para mais de 130 países e territórios. O portfólio de canais da AMCNI-LA inclui a marca global AMC, bem como marcas locais populares e conhecidas em vários gêneros de programação.

A AMCNI-LA está focada na produção e distribuição de programas de TV de alta qualidade em espanhol e português para os mercados da América Latina, Caribe e outros territórios. O portfólio de canais da América Latina inclui AMCEl GourmetMás ChicFilm&Arts e Europa Europa.

A AMCNI-LA também tem uma aliança estratégica com Temporada de Juegos para produzir campeonatos de Esports. Para mais informações, visite amcnetworkslatam.com

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