{"id":11374,"date":"2017-07-06T06:58:50","date_gmt":"2017-07-06T09:58:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=11374"},"modified":"2017-07-06T06:58:50","modified_gmt":"2017-07-06T09:58:50","slug":"coluna-sergio-diniz-da-costa-no-jornal-da-apevo-6","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=11374","title":{"rendered":"Coluna Sergio Diniz da Costa no jornal da APEVO"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F11374&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F11374&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/13567278_1056830907727758_5158338477158641352_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-11375 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/13567278_1056830907727758_5158338477158641352_n-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a><\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Coluna Sergio Diniz da Costa no jornal da APEVO \u2013 Julho de 2017<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>LITERATURA, ARTES &amp; CURIOSIDADES<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><\/h2>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>Curiosidades sobre as Festas Juninas<\/strong><\/h3>\n<p>As comemora\u00e7\u00f5es juninas tamb\u00e9m t\u00eam origem em celebra\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0s esta\u00e7\u00f5es do ano, colheitas e homenagens a deuses. Na Antiguidade, civiliza\u00e7\u00f5es como celtas, eg\u00edpcias e gregas festejavam o in\u00edcio da colheita durante o ver\u00e3o (que no Hemisf\u00e9rio Norte acontece entre junho e agosto). Na mitologia romana, uma das deusas homenageadas era Juno, esposa de J\u00fapiter, e por este motivo estas festas eram chamadas de \u2018jun\u00f4nias\u2019.\u00a0 Em 58 a.C., quando o imperador romano C\u00e9sar conquistou a G\u00e1lia (atual Fran\u00e7a), os b\u00e1rbaros j\u00e1 comemoravam o solst\u00edcio na regi\u00e3o (momento em que o sol se afasta mais da Linha do Equador e incide com mais intensidade sobre um territ\u00f3rio \u2013 o que marca o ver\u00e3o) no dia 22 ou 23 de junho. A fogueira, tradicional nos arraiais, vem dessa \u00e9poca, j\u00e1 que os moradores do campo acreditavam que o fogo espantava os dem\u00f4nios da esterilidade, as estiagens e as pragas da lavoura.<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/curiosidades-festa-junina-tricurioso-1-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-11376 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/curiosidades-festa-junina-tricurioso-1-1-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a>Fogueiras.<\/strong> Al\u00e9m do significado da fogueira nas celebra\u00e7\u00f5es pag\u00e3s que acabou sendo herdado pelas comemora\u00e7\u00f5es juninas, existe outra explica\u00e7\u00e3o da igreja cat\u00f3lica para essa pr\u00e1tica. Jo\u00e3o era primo de Jesus, e sua m\u00e3e prometeu \u00e0 Maria que avisaria assim que ele nascesse. A forma encontrada para comunic\u00e1-la foi a de erguer um mastro em frente a sua casa e iluminando-o com uma fogueira. Durante as festividades, o mastro de S\u00e3o Jo\u00e3o tem a base redonda. J\u00e1 a de Santo Ant\u00f4nio \u00e9 quadrada, enquanto a de S\u00e3o Pedro possui o formato triangular.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo VI, a Igreja absorveu essas celebra\u00e7\u00f5es pag\u00e3s e transformou-as em uma festa cat\u00f3lica, estabelecendo o dia 24 de junho como a data oficial para essas festividades e associando-as ao nascimento de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista, o disc\u00edpulo que batizou Jesus Cristo. Por este motivo passaram a serem denominadas como \u2018joaninas\u2019. Em entrevista \u00e0 Mundo Estranho, a antrop\u00f3loga da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo (PUC-SP), L\u00facia Helena Rangel, afirma que os cultos \u00e0 fertilidade foram reproduzidos at\u00e9 por volta do s\u00e9culo X. \u201cComo a Igreja n\u00e3o conseguia combat\u00ea-los decidiu cristianiz\u00e1-los, instituindo dias de homenagens aos tr\u00eas santos no mesmo m\u00eas&#8221;, explica L\u00facia. No s\u00e9culo XIII, os portugueses passaram a incluir nas festas o dia do nascimento de Santo Ant\u00f4nio (nascido em Portugal e morto na It\u00e1lia em 13 de junho de 1195) e a morte de S\u00e3o Pedro no dia 29 do mesmo m\u00eas.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o das festas juninas chegou ao Brasil por meio da coloniza\u00e7\u00e3o de Portugal por volta de 1603. De acordo com o site Brasileiros, os senhores de engenho organizavam os eventos e convidavam amigos e agregados. Com o tempo, as comemora\u00e7\u00f5es ganharam caracter\u00edsticas populares e fundiram-se com as celebra\u00e7\u00f5es que os \u00edndios faziam nesta \u00e9poca relacionadas \u00e0 agricultura, incluindo atividades como dan\u00e7ar e cantar em volta de fogueiras. Aos poucos, essas festividades passaram a ser realizadas em espa\u00e7os p\u00fablicos e ganharem elementos mais nacionais, como a inser\u00e7\u00e3o de alimentos como mandioca, milho, batata doce e canjica.<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/40a4f2cdf9e26cd6de95ec2e30abe182-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-11377 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/40a4f2cdf9e26cd6de95ec2e30abe182-1-300x168.jpg\" alt=\"\" width=\"316\" height=\"177\" \/><\/a>Quadrilha. <\/strong>As comemora\u00e7\u00f5es juninas ganharam novas caracter\u00edsticas com a vinda da fam\u00edlia real portuguesa em 1808 acompanhada de cerca de 15.000 aristocratas, que seguiam costumes e tend\u00eancias importadas principalmente da Fran\u00e7a. A famosa quadrilha de S\u00e3o Jo\u00e3o tem origem na <em>le quadrille<\/em> praticada nos bailes nobres franceses. Os casais trocavam de pares em uma dan\u00e7a animada, o que se tornou sucesso entre a elite brasileira e foi posteriormente adotada em outros eventos como casamentos, batizados e festas religiosas. Um exemplo disso s\u00e3o as palavras de origem francesa que costumam serem pronunciadas pelos puxadores da dan\u00e7a, como anarri\u00ea, que vem de <em>en arri\u00e8re<\/em> (de volta); alavant\u00fa (<em>en avant tous<\/em> &#8211; todos para frente); e balanc\u00ea (<em>balan\u00e7oire<\/em> \u2013 balan\u00e7ar).<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/festajunina.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-11378 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/festajunina-300x240.jpg\" alt=\"\" width=\"263\" height=\"210\" \/><\/a>Bal\u00f5es. <\/strong>O h\u00e1bito de soltar bal\u00f5es nas festas juninas foi trazido pelos portugueses. Eles acreditavam que dessa forma os pedidos dos homens chegariam at\u00e9 S\u00e3o Jo\u00e3o. Quando o bal\u00e3o ca\u00eda, era sinal de que n\u00e3o seriam atendidos. Desde 1965 essa pr\u00e1tica \u00e9 considerada crime no Brasil por oferecer riscos ambientais e \u00e0 seguran\u00e7a das pessoas.<\/p>\n<p><strong>Bandeirolas<\/strong>. S\u00e3o outra marca registrada das festas juninas pelo pa\u00eds. Esses enfeites surgiram devido aos santos lembrados no per\u00edodo (S\u00e3o Jo\u00e3o, Santo Ant\u00f4nio e S\u00e3o Pedro). No ritual conhecido como a \u2018lavagem dos santos\u2019, as imagens dos tr\u00eas homenageados eram pregadas em bandeiras coloridas mergulhadas, colocadas em \u00e1gua. Ap\u00f3s isso, de acordo com a cren\u00e7a, os fi\u00e9is poderiam purificar com ela.<\/p>\n<h6 style=\"text-align: center;\"><\/h6>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/aa5338a97e44b18000174642e57a2cc9-sebo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-11379 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/aa5338a97e44b18000174642e57a2cc9-sebo-241x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"249\" \/><\/a>A brincadeira do pau-de-sebo<\/strong>. Diferente do utilizado para os santos juninos, o pau-de-sebo \u00e9 um mastro de madeira envernizada de cerca de cinco metros de altura. Seu preparo \u00e9 feito com muito cuidado. Primeiro se tiram todos os n\u00f3dulos da madeira para que ele seja lixado, e s\u00f3 ent\u00e3o \u00e9 passado o sebo de boi ou cera. A brincadeira consiste em tentativas de subir ao topo e garantir prendas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um mega abra\u00e7o e at\u00e9 a pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p><strong>Sergio Diniz da Costa<\/strong><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><\/h2>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coluna Sergio Diniz da Costa no jornal da APEVO \u2013 Julho de 2017 LITERATURA, ARTES &amp; CURIOSIDADES<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":11378,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[2130,4902],"class_list":["post-11374","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-coluna-sergio-diniz-da-costa-no-jornal-da-apevo","tag-julho-de-2017"],"aioseo_notices":[],"views":449,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":8609,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=8609","url_meta":{"origin":11374,"position":0},"title":"Coluna Sergio Diniz da Costa no jornal da APEVO","author":"Helio Rubens","date":"10 de mar\u00e7o de 2017","format":false,"excerpt":"Coluna Sergio Diniz da Costa no jornal da APEVO\u00a0 Cultura LITERATURA, ARTES & CURIOSIDADES mar\u00e7o de 2017 \u00a0 \u00a0Poesia \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ana Martins Marques nasceu em Belo Horizonte, em novembro de 1977. 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