{"id":11710,"date":"2017-07-17T21:27:03","date_gmt":"2017-07-18T00:27:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=11710"},"modified":"2023-09-16T07:43:57","modified_gmt":"2023-09-16T10:43:57","slug":"celso-lungaretti-outras-facetas-do-blogue-naufrago-da-utopia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=11710","title":{"rendered":"Celso Lungaretti: &#039;Outras facetas do blogue &#039;N\u00e1ufrago da Utopia&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F11710&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F11710&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/celso-lungaretti-mensagem-de-aniversario\/foto-celso3-abril-17\/\" rel=\"attachment wp-att-9671\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-9671\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Foto-Celso3-abril-17-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" \/><\/a><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Celso Lungaretti: JANOT DISPARAR\u00c1 SUAS FLECHAS COMO:<br \/>\n1) TARZAN; 2) CHITA; 3) ROBIN HOOD; 4) UM TRAPALH\u00c3O; 5) QUEM ACERTA O PR\u00d3PRIO P\u00c9.<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vou pegar carona numa notinha zombeteira do Elio Gaspari. Esta:<\/strong><\/p>\n<p><strong>.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>TARZAN OU CHITA<\/strong><strong>.<\/strong><\/p>\n<p><strong><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/ci6.googleusercontent.com\/proxy\/JabnXE3y-_iL0rroFM2TafE9GwiQur9cSWq5P8HqeYzP12oF8eLE0oK7qhehZEABbKk9yB6y8w0ZM18b1YzQvKw9lUERv0jzNys8DMzOOf83gG4_Twzd10E8f_vb4hZZpeqIsUXjE9Tlr4LufuVSGiNuxxgvhJ2sBCp_QPk5WdLXVUwADTn3SKrtAvSxx0YUaht4IiEcIq-VXdJIzmo__ZnzFO5wJuiIJK6L-Ahfi4V8zLbhEsEXDdFVO6K6TQ4u3eg0pgaWuGmMOWogzkdkcbN4y-c863l1P4fE5EjurQpz3kE4fq1TzwHJE7sXoAlRwTD0zwfvTsFanVZlIh2Wy-VMqemx7dJjCCk_ynlnuA=s0-d-e1-ft#https:\/\/images-blogger-opensocial.googleusercontent.com\/gadgets\/proxy?url=http%3A%2F%2Fep00.epimg.net%2Fbrasil%2Fimagenes%2F2015%2F05%2F22%2Fpolitica%2F1432251176_476024_1432251687_noticia_normal.jpg&amp;container=blogger&amp;gadget=a&amp;rewriteMime=image%2F*\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>A t\u00e1tica do &#8220;enquanto houver bambu, l\u00e1 vai flecha&#8221;, enunciada pelo procurador-geral Rodrigo Janot, insinua que, depois da primeira den\u00fancia contra Michel Temer, vir\u00e3o outras.<\/strong><\/p>\n<p><strong>.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Se as novas flechas trouxerem fatos novos e gordos vindos de gente como Eduardo Cunha ou Lucio Funaro, Janot ser\u00e1 um Tarzan, o rei das selvas. Se vierem flechas magras, a amea\u00e7a do bambu ter\u00e1 sido coisa do macaquinho.<\/strong><\/p>\n<p><strong>.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>OU O TRAPALH\u00c3O DIDI<\/strong><\/p>\n<p><strong>.<\/strong><\/p>\n<p><strong><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/ci5.googleusercontent.com\/proxy\/Fx9B6AHjec5ca2C4w_ZLIKOvNLTlj8LO7YhMJfVUYQcnLg1q_Kem2HqJGKipXMC6urFLAEpLG4j7E8iV1fnTIcEKnyVj1rvYVQ41OnfC03Lo7NWVRYeVfaIBkNDGhZgqF4HKCDQiG4zVm3qi2IV9AWjxXZleljNUI_hI6e6zDmskHqChSLpxi3xzclpx0TJnwmvyaxQsBCp3jCLGyukzKgG7Mq-V5bCt_q_U6sAN2GzpdgLdNrEuRgQLetFTJkzQpAvRwxrh=s0-d-e1-ft#https:\/\/images-blogger-opensocial.googleusercontent.com\/gadgets\/proxy?url=http%3A%2F%2Fwww.alfasites.com.br%2Fdidi%2Frobin.gif&amp;container=blogger&amp;gadget=a&amp;rewriteMime=image%2F*\" \/>Afora o paralelo que o Gaspari tra\u00e7a acima com Tarzan e Cheetah, personagens de Edgard Rice Burroughs imortalizados em livros, HQ e filmes, caberia acrescentar que, se Janot e a Globo lograrem finalmente o objetivo de derrubar Temer, a flechada ter\u00e1 sido certeira como a de Robin Hood na ma\u00e7\u00e3; caso contr\u00e1rio, lembrar\u00e1 uma velha com\u00e9dia brasileira estrelada por Renato Arag\u00e3o&#8230;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(clique\u00a0<a href=\"https:\/\/youtu.be\/TOudfV4aPpA\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/youtu.be\/TOudfV4aPpA&amp;source=gmail&amp;ust=1500400140915000&amp;usg=AFQjCNF18GbSRdxq4c4AIpvgjfmKfdXx0A\">aqui<\/a>\u00a0para assistir ao filme\u00a0<u>Robin Hood, o Trapalh\u00e3o da Floresta<\/u>)<\/strong><\/p>\n<p><strong>.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><u>dalton rosado<\/u><\/strong><\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\">A VELHA \u00c1RVORE E O VELHO HOMEM<\/h1>\n<p><strong>.<\/strong><\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/ci4.googleusercontent.com\/proxy\/VXEhrdvvOv0UK3in1_A_i6eA6iCtUjx06pFm_6cIOUL2OJN5P_hlVO-m2MbRIukDjD73biZzgQjYRMAqwbllW95fuX_Tr0tp84mw_kYnd9EP5O__PG4JOqTqc-4h-x1ThkHG9_WDa59bQGKWoaj53wesJ_p3xp0Ka4cKFVlg0ZQJcteOkQMe9_imUx7mZ40lUMz-ttZcdoVDwJGdpkd5y-4JCSct0bfjo3HIPvJh4L0tsODers5dWshR8sVB0lf_tgD97kmjk_qnfk0A88Gws0nI3uvl9PtJxZi_XFzZhTf6EtDHgQ9g12atVWcm56exI9gUFJIPN1XtzjIHxSsWlQ=s0-d-e1-ft#https:\/\/images-blogger-opensocial.googleusercontent.com\/gadgets\/proxy?url=http%3A%2F%2Fwwwcmuseorg-lvzm5mr0z.stackpathdns.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2016%2F03%2Fbenjamin-franklin.jpg&amp;container=blogger&amp;gadget=a&amp;rewriteMime=image%2F*\" width=\"366\" height=\"206\" \/>&#8220;A trag\u00e9dia da vida \u00e9 que ficamos\u00a0<\/strong><strong>velhos\u00a0<\/strong><strong>cedo\u00a0<\/strong><strong>demais.\u00a0<\/strong><strong>E s\u00e1bios, tarde\u00a0<\/strong><strong>demais&#8221;\u00a0<\/strong><strong>(Benjamim Franklin)<\/strong><\/p>\n<p>.<\/p>\n<p><strong>D<\/strong>e repente o carro estacionou no engarrafamento do tr\u00e2nsito e ali estava ele olhando para aquela \u00e1rvore. Uma \u00e1rvore retorcida no seu tronco enrugado, mas ainda frondosa, mesmo com aquele aspecto de quem j\u00e1 estava na idade madura, ou at\u00e9 passando dela.<\/p>\n<p>O velho teve a estranha sensa\u00e7\u00e3o de que ela o olhava como algu\u00e9m da mesma idade pedindo algum tipo de carinho; e se perguntou como poderia ser aquela vida vegetal inerte, apesar dos galhos que balan\u00e7avam ligeiramente ao vento, indefesa, mas com a vantagem de se nutrir do solo, sem ter de brigar por uma m\u00edsera aposentadoria cada vez menor, sob a amea\u00e7a de colapso de um sistema previdenci\u00e1rio cada vez mais imprevidente.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que ela sentiria a afli\u00e7\u00e3o de n\u00e3o poder se defender diante da poss\u00edvel agress\u00e3o de uma moto-serra, ou da possibilidade de sofrer o choque violento de um carro desgovernado, ou mesmo de uma tempestade com ventos fortes?<\/p>\n<p>Aquela era uma \u00e1rvore urbana e, por isto mesmo, isolada, longe da companhia de outras \u00e1rvores que. habitando as florestas, ficam menos expostas (pelo menos enquanto n\u00e3o h\u00e1 desmatamento predat\u00f3rio). Sentir\u00e1 falta de companhia? Sentir\u00e1 saudade, palavra cara ao idioma portugu\u00eas e que expressa t\u00e3o bem o sentimento de aus\u00eancia daquilo que se quer ter por perto e n\u00e3o se tem?<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que, ao contr\u00e1rio da poss\u00edvel ang\u00fastia de sua in\u00e9rcia e solid\u00e3o, ela compartilha a alegria dos p\u00e1ssaros que, em todos os fins de tarde e come\u00e7o das manh\u00e3s, a ela se juntam numa algazarra de felicidade, comemorando a liberdade?<\/p>\n<p>A primeira impress\u00e3o do velho \u00e9 que, tal como todos os seres da vida animal, aquele ser vegetal tinha consci\u00eancia da sua efemeridade e finitude;<\/p>\n<p>\u2013\u00a0que parecia agradecer \u00e0 natureza por ter crescido e chegado \u00e0 velhice; e<\/p>\n<p>\u2013 que, como uma pessoa velha e satisfeita com a sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria, n\u00e3o tinha medo da morte.<\/p>\n<p>Encarava-a com serenidade, porque os momentos de turbul\u00eancia, quando ainda era fr\u00e1gil e temia ser arrancada da vida com facilidade, prematuramente e sem viv\u00ea-la e compreend\u00ea-la na sua plenitude, agora j\u00e1 eram coisa do passado.<\/p>\n<p>As suas ra\u00edzes e tronco, de t\u00e3o bem fincados na terra, j\u00e1 n\u00e3o podiam ser arrancados por qualquer atitude inconsequente (para arranc\u00e1-la teria de haver um ato de for\u00e7a, como uma violenta tempestade tropical destes tempos de aquecimento global que muda o clima!), embora tivesse tamb\u00e9m a consci\u00eancia da fragilidade decorrente do processo de fal\u00eancia e decomposi\u00e7\u00e3o org\u00e2nica pr\u00f3pria do inevit\u00e1vel ciclo de nascimento, vida e morte.<\/p>\n<p>O velho compreendeu que esse era e \u00e9 o intermin\u00e1vel ciclo da vida: come\u00e7amos fr\u00e1geis, ficamos fortes, e depois voltamos a ser fr\u00e1geis. Voltamos a ser filhos dos nossos filhos, daqueles mesmos filhos que um dia carregamos pelas nossas m\u00e3os fortes, e dos quais agora somos dependentes para coisas elementares como subir uma escada mais \u00edngreme ou pular uma pequena po\u00e7a d\u2019\u00e1gua. E isto quando os temos, e quando os temos solid\u00e1rios.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/proxy\/fRC7lemRhr7upZWbkpkkFnG2QaHHwdTj0xiP4L2z6ETWdPjxGQV-O4o_5_pbfgzTLX4FGQPQ_D4zoyH2ajI9uTFzpX74sve4MNrqU4wpTB2TjYzfmBer9vG0ztyBdjdG2r6s2jxUYaGFFQEDcQ4-WEea-mYsmVWSbN_fDBpBGUJLaqiM9ncNtn5vN1XYl7EbE8kox4aIJvy5n0Sh473buiKMAL2dz37cN1X178I6rzb8P11fdJhHeB3LG6MSVGTzFgAshK6n8WWHuO0JmJ5OLyJjYUFiIgZYXxCgdVr-RibU-w6MxK9NYRE10KgevY6T36cTOpmVZ6AN50Em5nYZZ791_v-nBExnCPOY30XDH7mP7MovwkYOuLpeTdtR52jKXXlNJ-hNqqt0TFXqm83ncOwf9GMx6pS2CgqLADKl6RMuBN3VOM_FoL8qWyJAf-iw16NxGu5Udvr56Q6fe-48xzUoRTGWMb9NKM4X_lhAXA=s0-d-e1-ft#https:\/\/images-blogger-opensocial.googleusercontent.com\/gadgets\/proxy?url=http%3A%2F%2Fwww.gazetadopovo.com.br%2Fra%2Fmega%2FPub%2FGP%2Fp4%2F2016%2F08%2F25%2FVidaPublica%2FImagens%2FCortadas%2FAlmanaque%2520arboriza%25C3%25A7%25C3%25A3o-AM%2520(29)-4186-kWuC-U20763690795hb-1024x576%40GP-Web.JPG&amp;container=blogger&amp;gadget=a&amp;rewriteMime=image%2F*\" width=\"461\" height=\"260\" \/>Ser\u00e1 que a maturidade tem o dom de nos agu\u00e7ar a sensibilidade? \u00c9 o que o velho perguntou a si mesmo diante da velha \u00e1rvore.<br \/>\nSer\u00e1 que tem a capacidade de nos fazer ver as coisas a partir de um olhar sentimental que busca o verdadeiro sentido de tudo?<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que agora, ao final, podemos ver as coisas com um olhar mais profundo, captando todos os detalhes e nuances pelos quais a pressa da juventude nos fazia passarmos batidos?<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que a maturidade nos fornece o dom de compreendermos nossa imensa responsabilidade, de sermos pais de todos os filhos da humanidade, para que possamos nos habilitar a sermos os filhos de todos os filhos dessa mesma humanidade?<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que poderemos incluir, agora e sempre, \u00e0 nossa pr\u00f3pria vida, todos os seres humanos e todas as \u00e1rvores, num conceito de perpetua\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie e da vida comum aos animais racionais, irracionais e aos vegetais?<\/p>\n<p>Afinal, n\u00e3o \u00e9 isto o que representa o sentido de solidariedade e a emancipa\u00e7\u00e3o humana?<\/p>\n<p><strong>.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><u>apollo natali<\/u><\/strong><\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>A CIGARRA E EU<\/strong><\/h1>\n<p><strong>F<\/strong>alo a verdade.<\/p>\n<p>Desci do \u00f4nibus na avenida Paragua\u00e7u Paulista, na Cidade Patriarca, para cruzar a linha f\u00e9rrea, sem muros nem cercas, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 minha casa, na Vila R\u00e9. O metr\u00f4 ainda n\u00e3o havia chegado no peda\u00e7o.<\/p>\n<p>Era uma tarde de sol. O silencio da tarde era a calma para os nervos.<\/p>\n<p>Acontece que eu estava cansado e ap\u00e1tico. Aqueles trens, el\u00e9tricos, eram silenciosos. De cor azul, confundiam-se com o c\u00e9u. No instante em que, distra\u00eddo, ia cruzar os trilhos, ou\u00e7o um canto de cigarra.<\/p>\n<p>Era um canto exagerado, riiiiiiiaaaaaaaaa!!! que me fez parar e voltar para localizar uma prov\u00e1vel enorme criatura, numa \u00e1rvore de tronco e galhos finos, seca, como na hist\u00f3ria religiosa, de onde partia a gritaria.<\/p>\n<p>Assim que parei, o trem azul e silencioso passou, agora sim, rodas barulhentas, a um palmo de mim. N\u00e3o fosse o canto da cigarra a me chamar a aten\u00e7\u00e3o eu teria morrido.<\/p>\n<p>Quando o trem passou, examinei os galhos secos e n\u00e3o consegui ver cigarra nenhuma. Cruzei os trilhos na esperan\u00e7a de que, distante da \u00e1rvore, a cigarra se animasse a berrar outra vez. Porque o que ela deu foi um aut\u00eantico berro, ao p\u00e9 do meu ouvido. Nada de cigarra.<\/p>\n<p>Com as pernas bambas, fui embora.<\/p>\n<p>Um dia, sei que vou desencarnar. Entre o inferno, o purgat\u00f3rio e o para\u00edso, acho que irei para o purgat\u00f3rio, rid\u00edcula mod\u00e9stia \u00e0 parte, junto com alguns bilh\u00f5ezinhos de irm\u00e3os por a\u00ed. Quem um dia viu de perto a morte por estra\u00e7alhamento, sabe o que eu\u00a0senti.<\/p>\n<p>Consegui me tranquilizar com a brilhante ideia de agradecer a Deus, muitas vezes, por me permitir continuar vivendo.<\/p>\n<p>Na manh\u00e3 seguinte, mais l\u00facido, voltei \u00e0 linha f\u00e9rrea para tentar localizar, na \u00e1rvore seca, a querida cantora que driblou minha morte no berro. O terreno a lado dos trilhos \u00e9 pedregoso desde que o conhe\u00e7o, faz mais de meio s\u00e9culo. L\u00e1 nunca teve \u00e1rvore nenhuma.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><u>henning mankell<\/u><\/strong><\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>A SOCIEDADE DE CONSUMO TORNOU TUDO\u00a0<\/strong><\/h1>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>DESCART\u00c1VEL. AT\u00c9 OS SERES HUMANOS.<\/strong><\/h1>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/ci5.googleusercontent.com\/proxy\/XY1K6fWDIfZ8e7ePGDZ8d4JmORurR7Pt_d-vzLpF9rVf4IaJmIOqvImOWCbyTgk8oFhF6HMJRgOFk0Q3nVizzA6uMgl1PeGGB_mGGEVImKVFgWZ7ckfIgfitNR7rDQ74k_p5vV2VNpD5FbvXUFTQa1kHYY6NkjKgyxGcKDOr8e7LhW3d794NXEIcc_ibIcY1G2lqGcWMVd0fV3QG7RF9JU1RmiwCYe8h7YmbP94qsNTzy0gW6VhzF0mVfhB3YiOTCh_azx1pECXdD5ti7tAUQuXscdl9i32WPwSWj7acK6CH0aJyfA6IfEsc8QPxhPj5VQ=s0-d-e1-ft#https:\/\/images-blogger-opensocial.googleusercontent.com\/gadgets\/proxy?url=http%3A%2F%2Fwww.inspector-wallander.org%2Fguide%2Fmankell%2Fmankell-portraitofficial-large.jpg&amp;container=blogger&amp;gadget=a&amp;rewriteMime=image%2F*\" width=\"185\" height=\"262\" \/>&#8220;<\/strong><strong>Quando eu era pequeno, a Su\u00e9cia ainda era um pa\u00eds onde as pessoas cerziam suas meias. Eu mesmo aprendi a fazer isso na escola.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mas, de repente, isso acabou. Meias furadas iam para o lixo. Ningu\u00e9m se dava ao trabalho de cerzi-las. Toda a sociedade mudara. &#8216;Use e jogue fora&#8217; era a regra que imperava.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Enquanto a coisa se aplicava s\u00f3 a meias, a mudan\u00e7a n\u00e3o fazia muita diferen\u00e7a. Mas a\u00ed a coisa come\u00e7ou a se expandir, at\u00e9 terminar por constituir uma esp\u00e9cie de c\u00f3digo moral. Isso mudou nosso conceito de certo e errado, ou do que \u00e9 permitido fazer aos outros ou n\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><strong>Mais e mais pessoas passaram a se sentir incomodadas no pr\u00f3prio pa\u00eds. Como eles reagem? Com agress\u00e3o e desprezo. O mais assustador \u00e9 que estamos apenas no come\u00e7o de algo que vai piorar muito.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>A gera\u00e7\u00e3o atual vai reagir de forma ainda mais violenta. E eles n\u00e3o t\u00eam a menor lembran\u00e7a de uma \u00e9poca em que cerz\u00edamos nossas meias. Em que n\u00e3o jog\u00e1vamos tudo no lixo, fossem meias de l\u00e3 ou seres humanos<\/strong><strong>&#8221;\u00a0<\/strong><strong>(reflex\u00e3o do personagem Kurt Wallander no livro\u00a0<u>A quinta mulher<\/u>, do escritor sueco Henning Mankell, o melhor novelista policial da atualidade)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><u>celso lungaretti<\/u><\/strong><\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>EM BUSCA DO TEMPO PERDIDO\u00a0<\/strong><\/h1>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>(E DA CAN\u00c7\u00c3O JAMAIS ESQUECIDA)<\/strong><\/h1>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>O saudoso cine Patriarca virou oficina mec\u00e2nica<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>M<\/strong>uita \u00e1gua passou debaixo da ponte desde aquele domingo em que, como quase sempre fazia, acompanhei meu pai ao seu\u00a0\u00a0<em><strong>bico<\/strong><\/em>\u00a0 de fim de semana.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do trabalho exaustivo numa fia\u00e7\u00e3o, ele sacrificava seu repouso para botar mais dinheiro em casa: recolhia apostas nas corridas de cavalo, em troca de uma comiss\u00e3o de 10%. Repassava-as por telefone a um tio-av\u00f4 que vivia disto.<\/p>\n<p>Este parente (<strong>*<\/strong>), que lembrava muito o personagem \u00a0<em><strong>Amigo da On\u00e7a<\/strong><\/em>\u00a0(grande P\u00e9ricles!), descarregava os jogos pesados em outras bancas, segurando s\u00f3 os que teria como pagar.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, na ampla casa do meu av\u00f4, os apostadores iam fazer sua fezinha e alguns passavam a tarde l\u00e1, assistindo ao futebol, torcendo ruidosamente na hora dos p\u00e1reos televisionados (<em><strong>Vai! Vai! Vai! VVVVVVAAAAAIIII!!!<\/strong><\/em>), jogando cartas.<\/p>\n<p>Eu tinha uns seis anos e brincava com um ou outro amigo da turminha da rua sem coisa melhor para fazer em pleno doming\u00e3o.<\/p>\n<p>Certa vez, o \u00fanico que estava por l\u00e1 me convidou a ir at\u00e9 o cine Patriarca olhar os cartazes, a cinco quarteir\u00f5es de dist\u00e2ncia. Fomos.<\/p>\n<p>Para minha surpresa, ele levou um papo de coitadeza e convenceu um bom velhinho a nos pagar um ingresso. Parece que fazia sempre isto, pois o porteiro, sem discutir, permitiu que eu tamb\u00e9m entrasse, dois pelo pre\u00e7o de um.<\/p>\n<p>O filme era sobre Ali Bab\u00e1. Adorei a can\u00e7\u00e3o tipo chiclete (gruda no ouvido&#8230;) que acompanhou os letreiros iniciais, mas&#8230; passados uns 10 minutos eu resolvi ir embora, pois n\u00e3o avisara o meu pai e sabia que ele se preocuparia se n\u00e3o me encontrasse.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/ci5.googleusercontent.com\/proxy\/EKtquNypKVzVWMjLD41U2ivtKlIcHSo_k3y-nhZhBGh9wzvNMCJbw_vXcZ9VOOcD77bPsJ9WbEN_Cle6kBV6lvaJ2qeK10h80GEdvKi33VFh5rjMOayvNd6zTf2XoEUOT0hepnLX2BxDJ-NLwikaAq0iowaoe59IysXS7Blkyn89uCfOgqkoHWRB4wjY0OISX6dJJfaZHMQZCRRSjeuFtQ3lQzhKfg-CMCBagCCbt_R8HFNsnRJlX1poSp7-oeM2kguwydC3lsa9wXhhIov00wod-OCM_QgDyZxU_kJNC0mx3-pdbp0VgUmfnO3Hq_wvlomKt7k9GDmSw7eT4PG-35a2sa-cHyS3N4nr4vkfNasUtdI=s0-d-e1-ft#https:\/\/images-blogger-opensocial.googleusercontent.com\/gadgets\/proxy?url=http%3A%2F%2Fwww.doctormacro.com%2FImages%2FPosters%2FA%2FPoster%2520-%2520Adventures%2520of%2520Hajji%2520Baba%2C%2520The_05.jpg&amp;container=blogger&amp;gadget=a&amp;rewriteMime=image%2F*\" width=\"456\" height=\"355\" \/>O senso de responsabilidade falou mais alto; no entanto, fiquei t\u00e3o frustrado que a tal musiquinha jamais me saiu da cabe\u00e7a&#8230;<br \/>\nQuase 60 anos depois, deparei-me num blogue de downloads com o filme\u00a0<u><strong>Ali Bab\u00e1 and the forty thieves<\/strong><\/u>, de 1944, dirigido por Arthur Lubin. Fiquei curioso: seria este?<\/p>\n<p>Fui atr\u00e1s do v\u00eddeo no Youtube e constatei que n\u00e3o. Mas, na busca apareceu tamb\u00e9m o menos conhecido\u00a0<u><strong>The adventures of Hajji Baba<\/strong><\/u>, de 1954 (d. Don Weis). Bingo!<br \/>\nAquele tema que me deslumbrara tinha assinatura ilustre: Dimitri Tiomkin, de quem simplesmente adoro as composi\u00e7\u00f5es para\u00a0<u><strong>Sem Lei e Sem Alma<\/strong><\/u>. E o cantor era ningu\u00e9m menos do que o Nat King Cole.\u00a0<a href=\"https:\/\/youtu.be\/UHrvPsJovkI\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/youtu.be\/UHrvPsJovkI&amp;source=gmail&amp;ust=1500400140916000&amp;usg=AFQjCNE3XN_Iq-V68jmO8L9AlRpNASAfNw\"><strong>Ou\u00e7am<\/strong><\/a><\/p>\n<p>O filme, falado em ingl\u00eas e sem legendas, podia ser assistido no Youtube, mas logo desisti. N\u00e3o valia mesmo a pena v\u00ea-lo por completo.<\/p>\n<p>Pelo menos a can\u00e7\u00e3o n\u00e3o me decepcionou, como costuma acontecer com as lembran\u00e7as que o tempo e a imagina\u00e7\u00e3o colorem na nossa mente.<\/p>\n<p>Caso dos gols guardados com tanto carinho na mem\u00f3ria, mas que hoje, revistos no\u00a0<strong><u>Canal 100<\/u><\/strong>, mostram-se at\u00e9 banais, n\u00e3o resistindo \u00e0 compara\u00e7\u00e3o com os de Messi e Neymar.<\/p>\n<p>No fundo, talvez gostemos mesmo \u00e9 de evocar o que \u00e9ramos&#8230; e nunca mais seremos. A vida escorre dentre nossos dedos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Celso Lungaretti: JANOT DISPARAR\u00c1 SUAS FLECHAS COMO: 1) TARZAN; 2) CHITA; 3) ROBIN HOOD; 4) UM TRAPALH\u00c3O; 5) QUEM ACERTA O PR\u00d3PRIO P\u00c9.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1797],"class_list":["post-11710","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-celso-lungaretti"],"aioseo_notices":[],"views":385,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":25832,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=25832","url_meta":{"origin":11710,"position":0},"title":"Celso Lungaretti: &#039;Miss\u00e3o cumprida, presidente! 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