{"id":12149,"date":"2017-08-07T23:56:50","date_gmt":"2017-08-08T02:56:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=12149"},"modified":"2017-08-07T23:56:50","modified_gmt":"2017-08-08T02:56:50","slug":"o-novo-colunista-do-rol-o-escritor-edweine-loureiro-mora-no-japao-ha-seis-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=12149","title":{"rendered":"O novo colunista do ROL, o escritor Edweine Loureiro, mora no Jap\u00e3o h\u00e1 dezesseis anos"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F12149&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F12149&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/o-novo-colunista-do-rol-o-escritor-edweine-loureiro-mora-no-japao-ha-seis-anos\/foto-_-edweine-loureiro\/\" rel=\"attachment wp-att-12150\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-12150\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Foto-_-Edweine-Loureiro-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><strong>Edweine Loureiro<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>\u00c9 sempre\u00a0 com grande prazer que apresento aos leitores um novo colunista, pois eles s\u00e3o &#8216;escolhidos a dedo&#8217; e s\u00f3 aceitos se apresentarem condi\u00e7\u00f5es culturais e t\u00e9cnicas semelhantes aos demais. Mas este caso destaco com especial gosto, por tratar-se do primeiro colunista que aceitou ser colaborador do ROL e que mora no Exterior. \u00c9 o caso do Edweine Loureiro, brasileiro da Amaz\u00f4nia que emigrou para a Terra do Sol nascente em 2001 e que aceitou o convite feito a ele pelo Editor Sergio Diniz da Costa.<\/p>\n<p>Nascido em 20 de setembro de 1975, Edweine \u00e9 advogado e professor de idiomas. J\u00e1 foi premiado em concursos liter\u00e1rios no Brasil e em Portugal, e \u00e9 autor dos livros &#8216;Sonhador Sim Senhor!&#8217; (2000), &#8216;Clandestinos&#8217; (2011), &#8216;Em Curto Espa\u00e7o&#8217; (2012), &#8216;No m\u00ednimo, o Infinito&#8217; (2013) e &#8216;Filho da Floresta&#8217; (2015), os dois \u00faltimos vencedores, respectivamente, dos Pr\u00eamios Or\u00edgenes Lessa e Vicente de Carvalho da Uni\u00e3o Brasileira de Escritores \u2013 RJ (UBE-RJ), em 2016.<\/p>\n<p>Em julho de 2017, tornou-se colunista do Correio do Porto (Portugal) e, em agosto de 2017, obteve o 1\u00ba,2\u00ba e 3\u00ba lugares, na Categoria Cr\u00f4nica, al\u00e9m do 3\u00ba lugar em Poesia, no Concurso Liter\u00e1rio Nacional &#8216;Prof, Armando Oliveira Lima&#8217; 2017 (Sorocaba-SP). Torna-se agora colunista do ROL. Leia agora a primeira de suas contribui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Seja bem-vindo, Edweine! (Helio Rubens, editor)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>YOKOHAMA<\/strong><\/span><\/h1>\n<p>Trinta de junho de 2002:<\/p>\n<p>Tomamos o trem-bala, de Osaka \u00e0 Shin-Yokohama, ainda pela manh\u00e3. O jogo come\u00e7ava somente \u00e0s 19h, mas, quanto antes estiv\u00e9ssemos pr\u00f3ximos ao est\u00e1dio, melhor. Muitos de meus colegas preferiram viajar de \u00f4nibus na noite anterior. Eu n\u00e3o: queria estar com as energias poupadas para aquele que seria um dia muito especial a este apaixonado por futebol: minha primeira final de Copa do Mundo. E o confronto marcado n\u00e3o poderia ser melhor: Brasil e Alemanha&#8230; na ocasi\u00e3o, sete t\u00edtulos mundiais em campo.<\/p>\n<p>E, quando cheguei em frente ao Est\u00e1dio, a festa brasileira j\u00e1 havia come\u00e7ado. Um verdadeiro carnaval fora de \u00e9poca, que atra\u00eda a aten\u00e7\u00e3o at\u00e9 dos advers\u00e1rios (um casal de alem\u00e3es, inclusive, arriscou alguns passos). Quanto a este escriba, tamb\u00e9m entrei no samba, ainda que desajeitado. E, quando o colega do pandeiro pediu-me para puxar um samba-enredo, arrisquei o da Mangueira de 1986. Infelizmente, ningu\u00e9m se lembrava da letra&#8230; E, contrariado, perguntando-me se acaso eu n\u00e3o era brasileiro, o mesmo tocador do pandeiro deu in\u00edcio a um pagode, digamos, bem mais ao gosto da roda. E, assim, todos ca\u00edram na folia.<\/p>\n<p>At\u00e9 que, enfim, a esperada \u201ctr\u00eas da tarde\u201d chegou! Hora do espet\u00e1culo.<\/p>\n<p>Posicionei os cartazes para serem filmados com mensagem para os familiares no Brasil; enquanto pedia a um amigo para que me tirasse o maior n\u00famero de fotos poss\u00edvel.<\/p>\n<p>E, quando o tel\u00e3o iluminou-se para apresentar-nos uma retrospectiva das Copas, confesso que um outro filme, paralelo, come\u00e7ou a ser exibido em minha cabe\u00e7a: a de um franzino garoto, que, num bairro pobre de Manaus, assistia pela tev\u00ea, ao lado da fam\u00edlia, \u00e0 sua primeira partida de Copa do Mundo, numa tarde de 1982&#8230; Logo aquela: em que um impiedoso Paolo Rossi acabaria com o sonho canarinho.<\/p>\n<p>Pois \u00e9. Mas, naquela noite de trinta de junho de 2002, t\u00ednhamos Ronaldo. E, com ele, a tristeza brasileira n\u00e3o entraria em campo&#8230;<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, o restante desta hist\u00f3ria \u00e9 conhecida. Uma hist\u00f3ria gloriosa \u2015 contada aos c\u00e9us por cinco estrelas.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00f4nica que obteve<strong> 1\u00ba Lugar<\/strong> no <strong>13\u00ba Concurso Liter\u00e1rio Professor Armando Oliveira Lima<\/strong> (Sorocaba-SP).<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>UM JAP\u00c3O CABOCLO<\/strong><\/span><\/h1>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Confesso divertir-me quando leio, nas redes sociais, mensagens de amigos chamando-me, carinhosamente, de \u201cjapon\u00eas\u201d. N\u00e3o que a denomina\u00e7\u00e3o seja totalmente descabida. Afinal, \u201ccom esses olhinhos puxados\u201d e morando h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada na Terra do Sol Nascente, \u00e9 perfeitamente natural que aqueles que n\u00e3o me conhe\u00e7am pessoalmente \u2015 ou a respeito de minhas origens \u2015 concluam que sou um descendente do povo nip\u00f4nico.<\/p>\n<p>Tenho, claro, grande amor pelo Jap\u00e3o \u2015 caso contr\u00e1rio, n\u00e3o estaria aqui h\u00e1 tanto tempo \u2015; mas o fato \u00e9 que n\u00e3o possuo la\u00e7os sangu\u00edneos com o pa\u00eds. Sou, simplesmente, um manauense (ainda que eu prefira o termo n\u00e3o dicionarizado de \u201cmanauara\u201d), e, como muitos de minha terra, uma mistura de ind\u00edgenas \u2015 mais precisamente oriundos da tribo dos Ticunas \u2015 e portugueses. Os \u201colhinhos puxados\u201d, portanto, adv\u00eam de minhas ra\u00edzes caboclas.<\/p>\n<p>A respeito do Jap\u00e3o, ali\u00e1s, meu conhecimento era quase nulo antes de 2001: para que tenham uma ideia, jamais havia ido sequer at\u00e9 o bairro onde se localiza a col\u00f4nia japonesa de Manaus. Por\u00e9m tudo mudou quando, naquele ano, ao conquistar uma bolsa oferecida pelo governo japon\u00eas, decidi cruzar os oceanos para fazer minha p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Tinha, confesso, o plano inicial de ficar apenas para o Mestrado, mas um \u201ccupido de quimono\u201d acertou-me em cheio o cora\u00e7\u00e3o. Resumo da \u00f3pera (ou, neste caso, do kabuki): casei-me com uma colega de Mestrado \u2015 esta, sim, japonesa \u2015 e aqui estou desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p>Natural, pois, como citei no in\u00edcio desta cr\u00f4nica, que, estando h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada em solo japon\u00eas, eu esteja gradualmente perdendo minha identidade tupiniquim aos olhos de meus compatriotas.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, ao inv\u00e9s de irritar-me com os estere\u00f3tipos, prefiro embarcar na brincadeira. Digamos, pois, que sou um \u201cnipo-caboclo\u201d ou \u201cum caboclo japon\u00eas\u201d. Isso se n\u00e3o preferirem chamar-me simplesmente de \u201cum caboclo no Jap\u00e3o\u201d\u2015 o que seria uma descri\u00e7\u00e3o mais exata de minha hist\u00f3ria de vida. Pois, sim, este sou eu: algu\u00e9m que ama o pa\u00eds que o adotou, sem se esquecer de onde veio. Algu\u00e9m que acredita piamente que \u00e9 esta mistura de ra\u00e7as e culturas que faz o mundo mais fascinante: sem fronteiras e, consequentemente, t\u00e3o mais irmanado.<\/p>\n<p>Uma deliciosa diversidade que faz at\u00e9 mesmo um pa\u00eds como o Jap\u00e3o \u2015 t\u00e3o padronizado sob a \u00f3tica ocidental \u2015 tornar-se um pouco mais caboclo.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00f4nica que obteve<strong> 2\u00ba Lugar<\/strong> no <strong>13\u00ba Concurso Liter\u00e1rio Professor Armando Oliveira Lima<\/strong> (Sorocaba-SP).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>O EXTRA<\/strong><\/span><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Todo cin\u00e9filo tem um sonho: realizar ou participar de um filme. Talvez isso ocorra em virtude de um fasc\u00ednio em especial que a S\u00e9tima Arte exerce sobre a vaidade humana: o da eternidade. Em outras palavras, saber que o pr\u00f3prio nome, n\u00e3o importe quantos anos se passem, ainda estar\u00e1 nos cr\u00e9ditos finais de uma determinada obra cinematogr\u00e1fica; para que possamos contar a quem tiver paci\u00eancia para nos ouvir:<em> Eu estou l\u00e1! Veja: o meu nome nos cr\u00e9ditos!<\/em><\/p>\n<p>Fasc\u00ednio este, ali\u00e1s, que \u00e9 pr\u00f3prio de todos que resolvem arriscar-se na corda bamba que \u00e9 a vida art\u00edstica: pois mente quem, nesta \u00e1rea, n\u00e3o deseja os aplausos \u2015 o reconhecimento pelo trabalho (bem ou mal) realizado. Que digamos n\u00f3s, os escritores!<\/p>\n<p>Bom, mas voltando \u00e0 quest\u00e3o do filme. Em 2005, eu estava trabalhando numa empresa de recrutamento em T\u00f3quio, quando recebi um convite inusitado de um empres\u00e1rio japon\u00eas que visitava nosso escrit\u00f3rio: o de tentar uma \u201cponta\u201d em um filme que ele estava produzindo. Explico: o filme necessitava de atores com perfis latinos para os pap\u00e9is de g\u00e2ngsteres, e ele perguntou-me se eu gostaria de tentar&#8230; por divers\u00e3o. N\u00e3o pensei duas vezes e perguntei-lhe quando era o teste. De tal modo que, no domingo seguinte, l\u00e1 estava eu nos est\u00fadios da TOHO (a mesma produtora respons\u00e1vel por Godzilla), para tentar, pela primeira vez, a sorte no cinema. Concorrendo ao papel, estavam comigo: um mexicano e um boliviano.<\/p>\n<p>No meio das filmagens, o diretor nos chama e orienta (em Ingl\u00eas): <em>N\u00e3o precisa falar nada; basta fazer uma \u201ccara de mau\u201d<\/em>. E, olhando para mim: <em>Voc\u00ea, primeiro!<\/em> Naquela hora, buscando a perfei\u00e7\u00e3o, veio-me logo a ideia: G\u00e2ngster? Tentarei ent\u00e3o o mesmo olhar frio de Michael Corleone.<\/p>\n<p>E arrisquei o tal olhar \u201csiciliano\u201d. Mas, para minha decep\u00e7\u00e3o, naquele momento, o diretor come\u00e7ou a rir, dizendo: <em>N\u00e3o, n\u00e3o&#8230; voc\u00ea tem o rosto muito gentil <\/em>(\u201cyasashii\u201d foi a palavra correspondente em japon\u00eas que ele usou). \u2015 E arrematou: \u2015 <em>Desculpe, mas voc\u00ea est\u00e1 fora!<\/em><\/p>\n<p>Foi um golpe em meu cora\u00e7\u00e3o cin\u00e9filo. E, naquele dia, confesso, voltei para casa inconsol\u00e1vel! Pois se eu n\u00e3o tinha cara de g\u00e2ngster sequer para ser extra num filme, como poderia bancar o vil\u00e3o, quando necess\u00e1rio, na vida?<\/p>\n<p>E, suspirando, ajeitei o emoldurado diploma de Direito \u2015 que estava torto na parede.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00f4nica que obteve<strong> 3\u00ba Lugar<\/strong> no <strong>13\u00ba Concurso Liter\u00e1rio Professor Armando Oliveira Lima<\/strong> (Sorocaba-SP).<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>P\u00e1gina para contato: <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/edweine.loureiro\">https:\/\/www.facebook.com\/edweine.loureiro<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Edweine Loureiro<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[2132,3132,4757],"class_list":["post-12149","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-colunistas","tag-edweine-loureiro","tag-japao"],"aioseo_notices":[],"views":766,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":12405,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=12405","url_meta":{"origin":12149,"position":0},"title":"Trova de Edweine Loureiro, um dos mais novos colunistas do ROL, \u00e9 Men\u00e7\u00e3o Honrosa em concurso de Cuba!","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"21 de agosto de 2017","format":false,"excerpt":"Trova de Edweine Loureiro, um dos mais novos colunistas do ROL, \u00e9 Men\u00e7\u00e3o Honrosa em concurso de Cuba! \u00a0 Edweine Loureiro, um dos mais novos colunistas colaboradores do ROL, tem-se mostrado um poeta cosmopolita! 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