{"id":12520,"date":"2017-08-25T09:53:56","date_gmt":"2017-08-25T12:53:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=12520"},"modified":"2017-08-25T09:53:56","modified_gmt":"2017-08-25T12:53:56","slug":"carlos-carvalho-cavalheiro-cururu-o-canto-do-medio-tiete-parte-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=12520","title":{"rendered":"Carlos Carvalho Cavalheiro: &#039;Cururu: o canto do M\u00e9dio Tiet\u00ea&#039; (parte 1)"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F12520&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F12520&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_5695\" aria-describedby=\"caption-attachment-5695\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/Carlos.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5695\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/Carlos-300x284.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"284\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5695\" class=\"wp-caption-text\">Carlos Cavalheiro<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Carlos Carvalho Cavalheiro: &#8216;Cururu: o canto do M\u00e9dio Tiet\u00ea&#8217; (parte 1)<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Rio Tiet\u00ea possui uma caracter\u00edstica interessante: na sua teimosia natural, em busca de notoriedade, ele corre para o interior \u2013 caminho longo e que atravessa quase que completamente o Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 em vez de seguir o curso que seria natural, qual seja, o mar. No entanto, se tivesse buscado o litoral, seria um rio insignificante e n\u00e3o teria marcado a hist\u00f3ria paulista como a principal via que empurrou o homem ao sert\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas as \u00e1guas do Rio Tiet\u00ea (conhecido tamb\u00e9m como Anhembi) n\u00e3o sulcaram somente terra. Elas produziram povoamentos e com isso auxiliaram na cria\u00e7\u00e3o de uma cultura espec\u00edfica e, portanto, numa identidade cultural. O Rio foi dividido em partes: Alto, M\u00e9dio e Baixo Tiet\u00ea.<\/p>\n<p>Das proximidades de Ara\u00e7ariguama at\u00e9 Barra Bonita, constitui-se, mais ou menos, a regi\u00e3o do M\u00e9dio Tiet\u00ea que inclui, portanto, a cidade de Porto Feliz. Nessa regi\u00e3o, algumas manifesta\u00e7\u00f5es culturais s\u00e3o caracter\u00edsticas como a Festa do Divino Esp\u00edrito Santo (com os encontros de canoas, os pousos na zona rural, com os c\u00e2nticos caracter\u00edsticos&#8230;), o Batuque de Umbigada e o Cururu. Este \u00faltimo \u00e9 o objeto da nossa aten\u00e7\u00e3o neste momento.<\/p>\n<p>O cururu \u00e9 um desafio cantado caracter\u00edstico do M\u00e9dio Tiet\u00ea. Diferentemente dos outros estilos de desafios espalhados pelo Brasil \u2013 como a trova ga\u00facha, o desafio calangueado do Esp\u00edrito Santo e o repente nordestino \u2013 o cururu se estrutura da seguinte forma: 1) o cantador (aquele que faz os versos improvisados) n\u00e3o \u00e9 o mesmo que toca a viola. Ou seja, cantador e violeiro s\u00e3o pessoas distintas, embora ajam com comunh\u00e3o; 2) um primeiro cantador desenvolve sua narrativa em versos durante um consider\u00e1vel tempo (podendo variar, mas que geralmente \u00e9 algo em torno de 15 a 30 minutos). Somente depois \u00e9 que o oponente tem seu turno para resposta; 3) as toadas de viola s\u00e3o variadas e com significativa multiplicidade de tipos que auxiliam no andamento da cantoria; 4) os versos de todo o canto devem possuir uma s\u00f3 rima, chamada de carreira. Se a rima das palavras for \u201cao\u201d, diz-se que o cantador est\u00e1 se utilizando da carreira de \u201cS\u00e3o Jo\u00e3o\u201d. Se o t\u00e9rmino das palavras for em \u201cino\u201d (corruptela do dialeto caipira para \u201cindo\u201d), ent\u00e3o, a carreira ser\u00e1 do \u201cDivino\u201d e assim por diante.<\/p>\n<p>O cururu nasceu dentro da religiosidade que se formava no in\u00edcio do povoamento paulista, segundo acredita um dos maiores pesquisadores do assunto, o maestro Eduardo Alberto Escalante, cuja disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado \u2013 \u201cA m\u00fasica no cururu do M\u00e9dio Tiet\u00ea paulista\u201d \u2013 tornou-se uma refer\u00eancia. A partir dos anos 1910, o cururu deixou de figurar exclusivamente nos pousos do Divino e passou a ser incorporado como espet\u00e1culo em r\u00e1dios, teatros e, posteriormente, discos por obra do tieteense Corn\u00e9lio Pires.<\/p>\n<p>Piracicaba e Sorocaba tiveram cantadores que se evidenciaram na arte do desafio de cururu. Quando se tornou espet\u00e1culo, esse desafio come\u00e7ou a aparecer em pra\u00e7as, em clubes, em com\u00edcios pol\u00edticos e tamb\u00e9m em outras festas que n\u00e3o a do Divino. Em Porto Feliz, por exemplo, h\u00e1 not\u00edcia da ocorr\u00eancia de desafio de cururu na Festa de S\u00e3o Benedito, com a presen\u00e7a dos afamados Jo\u00e3o Davi, Sebasti\u00e3o Roque, Pedro Chiquito e Zico Moreira. De acordo com a reportagem da \u00e9poca, os quatro cantadores ocuparam o Largo da Igreja de S\u00e3o Benedito e foram assistidos por um p\u00fablico estimado em 3 mil pessoas (um n\u00famero bastante elevado de assistentes).<\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca, os desafios de cururu lotavam os lugares onde eram realizados. Uma curiosidade: o cururu ao se \u201cprofanar\u201d, ou seja, ao se afastar do aspecto especificamente religioso, tornou-se um \u201cproduto\u201d cultural, cujo cach\u00ea era estimado de acordo com a fama do cantador. No caso acima, os quatro eram bem conhecidos como cururueiros.<\/p>\n<p>Em sua origem religiosa, o cururu era dan\u00e7ado. A dan\u00e7a, de acordo com alguns depoimentos, realizava-se de forma simples, em roda e girando o corpo sobre o pr\u00f3prio eixo. Parece que no Mato Grosso ainda se preserva algo dessa dan\u00e7a, j\u00e1 que l\u00e1 existe tamb\u00e9m o cururu (um pouco distinto da forma paulista), cantado ao som de violas de cocho.<\/p>\n<p>A aprecia\u00e7\u00e3o do cururu pelos portofelicenses fez surgir na cidade alguns cantadores e violeiros que tiveram seu nome. Alguns deles est\u00e3o citados no livro \u201cCururu \u2013 Retratos de uma tradi\u00e7\u00e3o\u201d, de Aparecido Garuti, o famoso cururueiro Cido Garoto, residente em Sorocaba, e que lan\u00e7ou a sua obra em 2003. Dentre os nomes de portofelicenses que aparecem nesse livro est\u00e3o Jo\u00e3o Carlota (Jo\u00e3o Batista Rodrigues), Evaristo Checa, Benedito Medeiros, Mizael de Medeiros (Medeirinho), Wagner Xavier da Silva (violeiro), Jo\u00e3o Batista das Neves Filho (Batistinha), Geraldo Cristo, Nat\u00e1lio Vivaldo das Neves (Jairo das Neves), Antonio Jos\u00e9 Tom\u00e9 (Z\u00e9 Tom\u00e9), Antonio Aparecido da Cunha (Toninho Cunha), Aristides Marciano (Tide Marciano), Santo de Souza (Santo), Jos\u00e9 das Neves, Roque Antunes de Campos (Roque do Reco-reco); este \u00faltimo, como diz a alcunha, tocador de reco-reco, um dos instrumentos que podem acompanhar o cururu. \u00c9 comum encontrar, tamb\u00e9m, viol\u00e3o e pandeiro, al\u00e9m da j\u00e1 citada viola.<\/p>\n<p>Por interm\u00e9dio de apoio cultural do PROAC (Programa de A\u00e7\u00e3o Cultural da Secretaria de Cultura do Estado de S\u00e3o Paulo), o Grupo de Cururueiros de Sorocaba, do qual faz parte o Cido Garoto, promoveu o projeto \u201cCururu no coreto\u201d, com apresenta\u00e7\u00f5es gratuitas em coretos de diversas cidades, incluindo Porto Feliz, que recebeu a caravana em 27 de maio de 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>(Continua)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Carlos Carvalho Cavalheiro (16.08.2017)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carlos Carvalho Cavalheiro: &#8216;Cururu: o canto do M\u00e9dio Tiet\u00ea&#8217; (parte 1)<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[990,991,1651,2578,5523],"class_list":["post-12520","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-aparecido-garuti","tag-aparecido-garutti","tag-carlos-carvalho-cavalheiro","tag-cururu","tag-medio-tiete"],"aioseo_notices":[],"views":766,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":12518,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=12518","url_meta":{"origin":12520,"position":0},"title":"Carlos Carvalho Cavalheiro: &#039;Cururu: o canto do M\u00e9dio Tiet\u00ea&#039; (parte 2)","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"25 de agosto de 2017","format":false,"excerpt":"Carlos Carvalho Cavalheiro: 'Cururu: o canto do M\u00e9dio Tiet\u00ea' (parte 2) \u00a0 O desafio cantado do cururu ainda encanta, mesmo depois das profundas transforma\u00e7\u00f5es pela qual passou. 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