{"id":13629,"date":"2017-10-09T10:36:04","date_gmt":"2017-10-09T13:36:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=13629"},"modified":"2017-10-09T10:36:04","modified_gmt":"2017-10-09T13:36:04","slug":"elcio-mario-pinto-quem-esta-no-diva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=13629","title":{"rendered":"\u00c9lcio M\u00e1rio Pinto: &#039;Quem est\u00e1 no div\u00e3?&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F13629&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F13629&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Elcio-lendo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-7388 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Elcio-lendo-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/a><strong>\u00c9lcio M\u00e1rio Pinto: &#8216;QUEM EST\u00c1 NO DIV\u00c3?&#8217;<\/strong><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O sujeito chegou cedo. Era segunda-feira e n\u00e3o passava das 8h00. Na placa, em letras simples, de tamanho m\u00e9dio e na cor branca sobre uma base met\u00e1lica, estava escrito: Dr\u00aa Pensilv\u00e2nia da Costa e Albuquerque \u2013 Psic\u00f3loga.<\/p>\n<p>Olhando para o pr\u00e9dio e para a rua era imposs\u00edvel n\u00e3o perceber a sujeira na cal\u00e7ada.<\/p>\n<p>Por um momento ele hesitou. Ficou ali, olhando para o port\u00e3o de ferro fundido, quem sabe, pensando que aquilo j\u00e1 devia ter, pelo menos, uns 100 anos. Hoje j\u00e1 n\u00e3o se fabrica port\u00e3o de ferro maci\u00e7o. Seria um total desperd\u00edcio, diria o comerciante na expectativa de convencer o cliente a levar um material qualquer, desses que s\u00e3o encontrados em loja de materiais para constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211; Nada se compara ao bom trabalho das eras!<\/p>\n<p>Aquela fala n\u00e3o se dirigia a ningu\u00e9m. As pessoas que passavam pela mesma cal\u00e7ada sequer importaram-se, n\u00e3o ouviram e nem responderam. \u00c9 assim, especialmente, na cidade grande, onde ningu\u00e9m tem tempo para importar-se com algu\u00e9m. Na correria pelos dias, sempre contra o rel\u00f3gio, qualquer pessoa se perde nas mem\u00f3rias da hist\u00f3ria n\u00e3o vivida.<\/p>\n<p>Talvez, para aquele sujeito, a viv\u00eancia fosse outra, j\u00e1 que n\u00e3o aparentava tanta velhice que pudesse competir com o port\u00e3o de ferro fundido, se bem que os anos denunciavam sua cabeleira branca e uma barba, mais ou menos cuidada, tamb\u00e9m branca. Mas, os olhos faziam crer que tratava-se de algu\u00e9m vivaz.<\/p>\n<p>Se os anos se multiplicavam naquelas costas, a vivacidade ainda resistia \u00e0 inexorabilidade do senhor Tempo.<\/p>\n<p>Finalmente, abriu o port\u00e3o e subiu os quatro degraus da escada que contrastava com a sujeira da cal\u00e7ada pelo ambiente limpo que apresentava. Assim s\u00e3o todos os degraus, oferecendo o plano da superf\u00edcie que se entrega aos p\u00e9s.<\/p>\n<p>E os p\u00e9s do homem decidiram entrar.<\/p>\n<p>Abriu a porta, caminhou at\u00e9 a atendente e perguntou pela psic\u00f3loga.<\/p>\n<p>&#8211; Sim, senhor. Ela deve chegar \u00e0s 8h30min e o senhor ser\u00e1 o primeiro a ser atendido.<\/p>\n<p>N\u00e3o perguntou pelo pre\u00e7o da consulta. Talvez n\u00e3o fosse uma sess\u00e3o de terapia. Talvez, fossem diversas! Mas, ele j\u00e1 estava ali, vencera a \u201cguerra\u201d g\u00e9lida da correria pelas ruas, da cal\u00e7ada suja, da louca viagem nos trens lotados, do \u00f4nibus que sacolejava muito mais do que trepidava&#8230; At\u00e9 ali, o homem de barbas e cabelos brancos j\u00e1 se podia considerar um vencedor. A peleja com todos os ambientes hostis e doentios dava-lhe a vit\u00f3ria!<\/p>\n<p>&#8211; Mas, sobre o qu\u00ea? \u2013 disse o homem em voz alta.<\/p>\n<p>A atendente olhou com o canto dos olhos enquanto levantava seus \u00f3culos. Certamente pensou: \u201cmais um quase louco a ser tratado contra a loucura de todos\u201d.<\/p>\n<p>Podia-se observar, naquela sala de espera, al\u00e9m das tr\u00eas poltronas mais confort\u00e1veis, um sof\u00e1 para duas pessoas, uma mesa com revistas e suas informa\u00e7\u00f5es j\u00e1 vencidas, al\u00e9m do gal\u00e3o de \u00e1gua e do banheiro que ficava do outro lado. Nada mais havia e do que ali existia, era o que se podia fazer: ler.<\/p>\n<p>Mas, o homem n\u00e3o parecia querer faz\u00ea-lo. Al\u00e9m de pensar com os olhos fixos em algum ponto e mud\u00e1-los de dire\u00e7\u00e3o uma vez ou outra, falava, isto \u00e9, perguntava, respondia, comentava e parecia compreender-se muito bem.<\/p>\n<p>At\u00e9 que a atendente ouviu:<\/p>\n<p>&#8211; A espera definha a ansiedade, depois que sucumbe a ela. Enfim, tudo se acaba!<\/p>\n<p>A mo\u00e7a interessou-se por tal frase e perguntou ao homem:<\/p>\n<p>&#8211; De onde foi que o senhor copiou esse pensamento?<\/p>\n<p>&#8211; Eu n\u00e3o sou muito de copiar, sabe?! Prefiro fazer por mim mesmo.<\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o, o senhor deve ser muito inteligente, porque \u00e9 dif\u00edcil falar assim!<\/p>\n<p>&#8211; Talvez seja mais dif\u00edcil entender do que falar.<\/p>\n<p>&#8211; Eu entendi!<\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o, troque de lugar comigo.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o posso, s\u00f3 estou neste emprego h\u00e1 uma semana. Veja s\u00f3, a doutora acabou de chegar!<\/p>\n<p>A psic\u00f3loga chegou, exatamente, \u00e0s 9h00. Naquele momento, a atendente apontou para o primeiro paciente. A jovem mulher de 39 anos fez gesto de quem entendeu e sem cumprimentar o homem foi em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 porta de sua sala. Abriu, entrou e fechou.<\/p>\n<p>&#8211; Todos s\u00e3o assim!<\/p>\n<p>&#8211; Assim como? \u2013 perguntou a atendente ao pr\u00f3ximo paciente.<\/p>\n<p>&#8211; No in\u00edcio, abrem. Depois, entram e uma vez l\u00e1, fecham tudo!<\/p>\n<p>&#8211; Ela j\u00e1 chama pelo senhor.<\/p>\n<p>&#8211; Aquilo que \u00e9 fechado pode nunca se abrir, sabia?<\/p>\n<p>&#8211; Aqui abre, pode ter certeza. Eu n\u00e3o falei, j\u00e1 recebi o sinal que \u00e9 para o senhor entrar!<\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o, muito obrigado Abigail!<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o por isso, senhor&#8230;<\/p>\n<p>E a fisionomia da atendente acompanhou o homem que sabia seu nome e que deixava sua mente ruminar aquela d\u00favida: \u201cn\u00e3o o conhe\u00e7o, como sabe meu nome?\u201d<\/p>\n<p>&#8211; Pode entrar, senhor&#8230;<\/p>\n<p>A psic\u00f3loga percebeu que n\u00e3o tinha o nome do paciente na ficha que recebera. Nem mesmo um bilhete dizendo de quem se tratava. Pediu licen\u00e7a ao homem, abriu a porta e foi at\u00e9 a atendente:<\/p>\n<p>&#8211; Abigail, como \u00e9 que ele se chama?<\/p>\n<p>&#8211; Eu n\u00e3o sei, Dr\u00aa Pensilv\u00e2nia.<\/p>\n<p>&#8211; Mas, como n\u00e3o sabe? Ele n\u00e3o preencheu a ficha?<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o, senhora!<\/p>\n<p>&#8211; E como foi que chegou?<\/p>\n<p>&#8211; Entrou, perguntou pela senhora e ficou esperando. At\u00e9 conversamos um pouco. Ele fala t\u00e3o bonito! Tem umas ideias diferentes e transmite uma paz t\u00e3o grande! Acho que ele n\u00e3o est\u00e1 bem.<\/p>\n<p>&#8211; Por qu\u00ea?<\/p>\n<p>&#8211; Porque falou sozinho v\u00e1rias vezes. Algumas vezes, falou comigo.<\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o, voc\u00ea n\u00e3o sabe quem \u00e9?<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o! A senhora quer que eu chame a pol\u00edcia?<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o, tudo bem. Se precisar eu pe\u00e7o.<\/p>\n<p>De volta \u00e0 sala, a psic\u00f3loga entrou, sentou-se em sua cadeira e disse para o homem:<\/p>\n<p>&#8211; Fique \u00e0 vontade.<\/p>\n<p>Ele n\u00e3o respondeu, mas sorriu em agradecimento.<\/p>\n<p>&#8211; O que o traz at\u00e9 aqui? \u2013 perguntou Dr\u00aa Pensilv\u00e2nia.<\/p>\n<p>O homem apontou para o sof\u00e1 de duas pessoas. Ela entendeu que ele queria sentar-se no m\u00f3vel.<\/p>\n<p>&#8211; Sinta-se \u00e0 vontade.<\/p>\n<p>Assim que o homem foi e reclinou-se, a psic\u00f3loga, da poltrona, disse:<\/p>\n<p>&#8211; Se j\u00e1 est\u00e1 confort\u00e1vel, podemos come\u00e7ar pelo princ\u00edpio. Gostaria de se apresentar? Comece falando de si para que eu possa conhec\u00ea-lo um pouco mais.<\/p>\n<p>E ent\u00e3o, o homem de barba e cabelos brancos, com o olhar cansado e olhos marejados, roupa desgastada e as m\u00e3os um tanto tr\u00eamulas, respondeu:<\/p>\n<p>&#8211; No princ\u00edpio, Eu criei os C\u00e9us e a Terra!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9LCIO M\u00c1RIO PINTO<\/p>\n<p>07\/10\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9lcio M\u00e1rio Pinto: &#8216;QUEM EST\u00c1 NO DIV\u00c3?&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[2314,3148],"class_list":["post-13629","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-conto","tag-elcio-mario-pinto"],"aioseo_notices":[],"views":509,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":7387,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7387","url_meta":{"origin":13629,"position":0},"title":"\u00c9lcio Mario Pinto: &#039;Vit\u00f3ria&#039;","author":"Helio Rubens","date":"5 de janeiro de 2017","format":false,"excerpt":"\u00c9LCIO M\u00c1RIO PINTO - 'VIT\u00d3RIA' \u00a0 Ao receber as primeiras letras impressas, todas organizadas em cores, que seus olhos se derretiam ao ver, de alegria pulou para dentro de casa carregando a pesada caixa cheia de sua liberdade vivida em pensamentos; agora, eternamente prontos para todos os olhos de interesse\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"elcio-lendo","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Elcio-lendo-300x169.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":7088,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7088","url_meta":{"origin":13629,"position":1},"title":"\u00c9lcio Mario Pinto: &#039;O menino sem apelido&#039;","author":"Helio Rubens","date":"3 de dezembro de 2016","format":false,"excerpt":"\u00c9LCIO M\u00c1RIO PINTO -\u00a0\"O MENINO SEM APELIDO\" \u00a0 Ser\u00e1 poss\u00edvel que, nesta vida, possa algu\u00e9m viver sem apelido? 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