{"id":14878,"date":"2017-11-24T22:13:55","date_gmt":"2017-11-25T00:13:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=14878"},"modified":"2017-11-24T22:13:55","modified_gmt":"2017-11-25T00:13:55","slug":"goncalves-viana-una-italia-cantante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=14878","title":{"rendered":"Gon\u00e7alves Viana: &#039;Una Italia cantante&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F14878&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F14878&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/15349830_938788429554570_4061495208637168552_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12790 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/15349830_938788429554570_4061495208637168552_n-300x227.jpg\" alt=\"\" width=\"146\" height=\"110\" \/><\/a><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><em>&#8220;No final do s\u00e9culo XIX, San Remo era apreciada por seu clima, entretanto, n\u00e3o era conhecida pela beleza art\u00edstica que possu\u00eda, e seus habitantes tinham um comportamento esquivo e t\u00edmido a um primeiro contato.\u00a0Esse local encantador foi o palco de um acontecimento musical, o Festival Della Canzone Italiana, que ficou mais conhecido por Festival de San Remo.&#8221;<\/em><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O italiano sempre foi um povo que teve a m\u00fasica correndo em suas veias, desde seus compositores de m\u00fasicas cl\u00e1ssicas e de \u00f3peras, tais como, Verdi, Rossini, Puccini, Leoncavallo, Beneamino Gigli, Tito Schipa, Giuseppe di Stefano e mais recentemente, Luciano Pavarotti e Andrea Bocelli.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14880 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/n-300x242.jpg\" alt=\"\" width=\"259\" height=\"209\" \/><\/a>Mas al\u00e9m do bel-canto dos cl\u00e1ssicos, os italianos t\u00eam uma longa tradi\u00e7\u00e3o com suas can\u00e7\u00f5es populares, as tarantelas, notadamente nas regi\u00f5es da Sic\u00edlia e de N\u00e1poles: <em>Mamma<\/em>, <em>Anema e Core<\/em>, <em>Torna a Sorriento<\/em>, <em>O Sole Mio<\/em>, <em>Santa<\/em> <em>Lucia<\/em>, <em>Mattinata<\/em>, <em>Guaglione<\/em>, <em>Parlame D&#8217;amore Mariu<\/em> e tantas outras.<\/p>\n<p>Para dar um leve exemplo, nos Estados Unidos, que sempre foi um gigantesco mercado musical, podemos verificar duas enormes influ\u00eancias musicais, os negros e os italianos, ou descendentes (Frank Sinatra, Perry Como, Dean Martin, Tony Bennett, Bobby Darin, Connie Francis e muitos outros.<\/p>\n<p>Pois sim, esse povo t\u00e3o afeito \u00e0 m\u00fasica iria detonar, nos anos 60, um \u201cboom\u201d musical, com o surgimento de in\u00fameros cantores, assim como, uma legi\u00e3o enorme de excelentes compositores, tudo isso devidamente orquestrado por arranjadores (maestros) do porte de um Ennio Moricone, ou de um Nino Rota.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/san-remo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14881 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/san-remo-300x290.jpg\" alt=\"\" width=\"230\" height=\"222\" \/><\/a>Mas esse advento ocorrido nos anos sessenta teve in\u00edcio, mais precisamente em 1951, numa pequena localidade ao norte da It\u00e1lia, San Remo, a capital da Riviera das flores, cuja principal atividade econ\u00f4mica era o plantio de flores.<\/p>\n<p>No final do s\u00e9culo XIX, San Remo era apreciada por seu clima, entretanto, n\u00e3o era conhecida pela beleza art\u00edstica que possu\u00eda, e seus habitantes tinham um comportamento esquivo e t\u00edmido a um primeiro contato.<\/p>\n<p>Esse local encantador foi o palco de um acontecimento musical, o Festival Della Canzone Italiana, que ficou mais conhecido por Festival de San Remo. Esse festival \u00e9 considerado um dos mais importantes eventos musicais do mundo ou, pelo menos, o mais importante da Europa, principalmente pela sua longevidade. \u00c9 realizado sem interrup\u00e7\u00e3o, desde aquele ano, antes mesmo da chegada da televis\u00e3o na It\u00e1lia, o que ocorreu, em 1955, at\u00e9 os nossos dias.<\/p>\n<p>Apesar de a premia\u00e7\u00e3o ter come\u00e7ado em 1951, a sua hist\u00f3ria teve in\u00edcio cinco anos antes, em 1946, justamente um ano depois do t\u00e9rmino da Segunda Guerra Mundial. Um floricultor de San Remo, Amilcare Rambaldi, prop\u00f5e a realiza\u00e7\u00e3o de um festival anual de can\u00e7\u00f5es, mas devido a in\u00fameras dificuldades, a ideia n\u00e3o foi aceita de imediato.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o em 1951, o diretor do Casino San Remo, Pier Bussetti, retomou o projeto do festival. O primeiro festival foi realizado de 28 a 31 de janeiro de 1951 e foi transmitido pelo r\u00e1dio. N\u00e3o obteve grande sucesso e houve, at\u00e9 mesmo, certo desinteresse por parte do p\u00fablico, talvez, pelos efeitos da guerra rec\u00e9m-terminada.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/sanremo1952-pizzi-.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-14883 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/sanremo1952-pizzi--300x204.jpg\" alt=\"\" width=\"256\" height=\"174\" \/><\/a>O primeiro lugar foi de \u201c<em>Gracie Dei Fiori<\/em>\u201d, interpretada por Nilla Pizzi. O segundo lugar, tamb\u00e9m teve Nila Pizzi cantando \u201c<em>La Luna si Veste<\/em> <em>d&#8217;Argento<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>O segundo festival, em 1952, teve um p\u00fablico mais empolgado com os participantes e, exigindo da vencedora \u2013 novamente Nilla Pizzi, com \u201c<em>Vola<\/em> <em>Colomba<\/em>\u201d \u2013 que cantasse tamb\u00e9m a m\u00fasica que havia vencido no ano anterior.<\/p>\n<p>Com o passar dos anos o festival foi crescendo de tamanho e import\u00e2ncia. Em 1955, com o surgimento da televis\u00e3o, a RAI transmitiu o evento diretamente do Casino para toda a It\u00e1lia. Nesse ano ele come\u00e7ou em 27 de janeiro e consagrou um cantor popular com voz de tenor, Claudio Villa, que foi o interprete de \u201c<em>Bongiorno Tristeza<\/em>\u201d classificada em primeiro lugar. Villa foi ainda o cantor de \u201c<em>Il Torrente<\/em>\u201d, o segundo lugar.<\/p>\n<p>Em 1958, o festival j\u00e1 estava definitivamente consagrado, no que muito colaborou o vencedor desse ano, Domenico Modugno, com \u201c<em>Nel Blu Dipinto<\/em> <em>Di Blu<\/em>\u201d, que ficou conhecida como \u201c<em>Volare<\/em>\u201d e, tornou-se um tremendo sucesso mundial, com in\u00fameras regrava\u00e7\u00f5es em todo o mundo.<\/p>\n<p>Em 1959, Modugno repetiu a dose emplacando em primeiro lugar \u201c<em>Piove<\/em>\u201d, outro megassucesso mundial, tamb\u00e9m conhecida por seu refr\u00e3o, \u201c<em>Ciao, Ciao,<\/em> <em>Bambina<\/em>\u201d. Domenico Modugno foi um dos maiores vencedores do festival, vencendo-o por quatro vezes.<\/p>\n<p>No ano de 1967, a can\u00e7\u00e3o \u201c<em>Ciao Amore Ciao<\/em>\u201d de Luigi Tenco, apresentada pela cantora Dalida, foi desclassificada e, nessa mesma noite, Luigi foi encontrado morto em seu quarto de hotel. O caso foi logo definido como suic\u00eddio, por\u00e9m essa morte est\u00e1, at\u00e9 hoje, envolvida em mist\u00e9rio.<\/p>\n<p>A partir de 1964, os concorrentes passaram a apresentar-se junto com um astro estrangeiro. Foi ent\u00e3o que em 1968, Roberto Carlos participou com a can\u00e7\u00e3o \u201c<em>Canzone Per Te<\/em>\u201d de Sergio Endrigo e ganhou o primeiro lugar.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/maxresdefault-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-14885 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/maxresdefault-2-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/a>Em 1972, Roberto Carlos voltou a participar do festival, defendendo \u201c<em>Un<\/em> <em>Gatto Nel Blu<\/em>\u201d, uma composi\u00e7\u00e3o de Toto Savio. N\u00e3o foi sequer classificada entre as 14 finalistas, o que muita gente julgou ser uma tremenda injusti\u00e7a. Ele mesmo, o Roberto, n\u00e3o sei se partilhava dessa opini\u00e3o, mas a verdade \u00e9 que nunca mais voltou a participar do festival.<\/p>\n<p>Assim foi que, devidamente alavancada pelo festival, a m\u00fasica italiana consolidou sua hegemonia musical pelo mundo afora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Gon\u00e7alves Viana\u00a0<\/em><\/strong><strong><em>&#8211; v_@ig.com.br<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong>O SOLE MIO<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Che bella cosa na jurnata &#8216;e sole,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>n&#8217;aria serena doppo na tempesta!<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Pe&#8217;ll&#8217; aria fresca pere gia &#8216;na fesra,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Che bella cosa na jurnata &#8216;e sole.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ma n&#8217;atu sole cchiu &#8216;bello, oje ne&#8217;.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>&#8216;o sole mio, sta &#8216;nfronte a te!<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O sole, &#8216;o sole mio, sta &#8216;nfronte a te,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 sta &#8216;nfronte a te!<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Quanno fa notte e &#8216;o sole se ne scenne,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>ma vene quase &#8216;na malincunia.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Sotto &#8216;a fenesta toia restaria,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Quanno fa notte e &#8216;o sole se ne scenne.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ma n&#8217; atu sole cchiu &#8216;bello, oje ne&#8217;,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>&#8216;o sole mio, sta &#8216;nfronte a te!<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>&#8216;o sole mio, sta &#8216;nfronte sta &#8216;nfronte a te,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 sta &#8216;nfronte a te!<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>(Di Capua &#8211; Capurro)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LEGATA A UN GRANELLO DI SABBIA<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Mi vuoi lasciare<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Tu vuoi fuggire<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ma sola al buio tu poi<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Mi chiamer\u00e0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ti voglio cullare, cullare<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Posandoti su un&#8217;onda del mare, del mare<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Legandoti a un granello di sabbia<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Cosi tu nella nebbia pi\u00f9 fuggir non potrai<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>E accanto a me tu rester\u00e0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ti voglio tenere, tenere<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Legata con un raggio de sole, di sole<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Cosi col tuo calore la nebbia svanir\u00e0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>E el tuo cuore riscaldarsi potr\u00e0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>E mai pi\u00f9 freddo sentir\u00e0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ma tu, tu fuggir\u00e0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>E nella notte te perder\u00e0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>E sola sola nel buio<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Mi chiamer\u00e0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>(Fidenco \u2013 Marcherri \u2013 Fidenco)<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>NEL BLU DIPINTO DI BLU<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Penso che un sogno cosi non ritorni mai pi\u00f9:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>mi dipingevo le mani e la faccia di blu,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>poi d&#8217;improvviso venivo dal vento rapito<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>e incominciavo a volare nel cielo infinito\u2026<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Volare\u2026 oh, oh!\u2026<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>cantare\u2026 oh, oh, oh, oh!<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nel blu dipinto di blu,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>felice di stare lassi\u00f9. (BIS\u2026)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>E volavo volavo felice pi\u00f9 in alto del sole ed ancora pi\u00f9 su<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>mentre il mondo pian piano spariva lontano laggi\u00f9,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>una musica dolce suonava soltanto per me\u2026<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>(BIS\u2026)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ma tutti sogni nell&#8217;alba svaniscon perch\u00e9,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>quando tramonta, la luna li porta con s\u00e9,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ma io continuo a sognare negli occhi tuoi belli,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>che sono blu come un cielo traponto di stelle.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>(BIS\u2026)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>E continuo a volare felice pi\u00f9 in alto del sole ed ancora pi\u00f9 su,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>mentre il mondo pian piano scompare negli occhi tuoi blu,<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>la tua voc\u00ea \u00e8 una musica dolce cue suona per me\u2026<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>(BIS\u2026)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>(Migliacci \u2013 Modugno)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CANZONE PER TE<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>La festa appena cominciata \u00e8 gi\u00e1 finita<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Il cielo non \u00e8 pi\u00f9 con noi<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Il nostro amore era l&#8217;invidia di chi \u00e8 solo<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Era il mio orgoglio la tua alegria<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00c8 stato tanto grande ormai non sa morire<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Per questo canto e canto te<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>La solitudine che tu mi hai regalato<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Io la coltivo come un fiore<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Chissa se finir\u00e0 se un nuovo sogno<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>La mia mano prender\u00e0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Se a un&#8217;altra io dir\u00f3<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>le cose dichevo a te<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ma oggi devo dire che ti voglio bene<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Per questo canto e canto te<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00c8 stato tanto grande ormai non as morire<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Per questo canto e canto te<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>(Endrigo \/ Bardotti)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;No final do s\u00e9culo XIX, San Remo era apreciada por seu clima, entretanto, n\u00e3o era conhecida pela beleza art\u00edstica que possu\u00eda, e seus habitantes tinham um comportamento esquivo e t\u00edmido a um primeiro contato.\u00a0Esse local encantador foi o palco de um acontecimento<\/p>\n<p class=\"link-more\"><a class=\"myButt \" 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