{"id":16458,"date":"2018-02-15T14:28:45","date_gmt":"2018-02-15T16:28:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=16458"},"modified":"2018-02-15T14:28:45","modified_gmt":"2018-02-15T16:28:45","slug":"claudia-carvalho-depois-do-adeus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=16458","title":{"rendered":"Claudia Carvalho: &#039;Depois do Adeus&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F16458&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F16458&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><div>\n<h2><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/claudia-de-almeida-carvalho-recheio-de-bem-querer\/claudi-carvalho\/\" rel=\"attachment wp-att-13847\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-13847\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/claudi-carvalho-169x300.jpg\" alt=\"\" width=\"104\" height=\"184\" \/><\/a><\/h2>\n<h2 class=\"gmail_default\" style=\"text-align: center;\">Pessoas, amores e desamores v\u00eam e v\u00e3o de nossas vidas\u200b, mas a sua eterna companhia \u00e9 voc\u00ea mesmo carregando suas lembran\u00e7as e as consequ\u00eancias de suas escolhas<\/h2>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div class=\"gmail_default\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/claudia-carvalho-depois-do-adeus\/imagem-depois-do-adeus\/\" rel=\"attachment wp-att-16459\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-16459 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/IMAGEM-DEPOIS-DO-ADEUS-300x201.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"201\" \/><\/a>Pessoas, amores e desamores v\u00eam e v\u00e3o de nossas vidas\u200b, mas a sua eterna companhia \u00e9 voc\u00ea mesmo carregando suas lembran\u00e7as e as consequ\u00eancias de suas escolhas.&#8221;<\/div>\n<\/div>\n<p>Tantos sentimentos e conflitos precedem ao inexor\u00e1vel instante do ultimato aceno do adeus.<\/p>\n<p>As almas enrugadas pelos seus cora\u00e7\u00f5es dilacerados na exaust\u00e3o provocada pela dor colecionada e, por fim, potencializada pelo final abandono.<\/p>\n<p>O nefasto fim de uma hist\u00f3ria de amor, pode ser comparado a um acontecimento catastr\u00f3fico de dimens\u00e3o de tal magnitude, a nos varrer da pr\u00f3pria exist\u00eancia da alma.<\/p>\n<p>Assim, impiedosamente atingidos, naquilo que nos \u00e9 de preciosidade vital, passamos a vagar por solo in\u00f3spito, desabrigados de nossas almas, apenas como personagens errantes de nossa pr\u00f3pria biografia.<\/p>\n<p>O romper de uma hist\u00f3ria a dois, nem sempre significa o fim do amor, do qual o adeus insiste se despedir tamb\u00e9m agora.<\/p>\n<p>E, por sobreviver esse sentimento, o amor, mesmo que soterrado aos escombros do pr\u00f3prio relacionamento, \u00e9 muito dif\u00edcil dissoci\u00e1-lo dos sabores do ressentimento e do \u00f3dio pelo adeus.<\/p>\n<p>O adeus contraria a pr\u00f3pria vontade do amor em ficar.<\/p>\n<p>Misto de al\u00edvio e repentino arrependimento na decis\u00e3o terminal, o adeus, ardilosamente, confunde a racionalidade e a emo\u00e7\u00e3o humana, na medida em que a vontade \u00e9 de ficar mas a decis\u00e3o, ainda assim, \u00e9 de partir.<\/p>\n<p>E o adeus, aliado do orgulho e da limita\u00e7\u00e3o humana, \u00e9 o vencedor entre os un\u00e2nimes derrotados do amor.<\/p>\n<p>Mas das ru\u00ednas desse acontecimento ainda podemos emergir em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 pacifica\u00e7\u00e3o existencial, se formos capazes de escolher pela suavidade e retid\u00e3o do caminho.<\/p>\n<p>O amor nos far\u00e1 crescer em vers\u00f5es mais completas de n\u00f3s mesmos desde que tenhamos responsabilidade emocional tamb\u00e9m com o outro e o compromisso incondicional com a dignidade.<\/p>\n<p>Pior dor n\u00e3o \u00e9 a da partida mas a das costas da indiferen\u00e7a e do desprezo.<\/p>\n<p>\u00c9 o sair da vida do outro como se nunca nela tivesse antes entrado, batendo a porta no vazio da ingratid\u00e3o e do esquecimento.<\/p>\n<p>Ao se despedir, somente a voc\u00ea caber\u00e1 decidir a heran\u00e7a emocional que deseja transmitir e quais as marcas que tatuar\u00e1 na alma e na vida de quem est\u00e1 deixando.<\/p>\n<p>Na partida pode ser grande, do tamanho da dignidade, ou encolhido na insignific\u00e2ncia da decep\u00e7\u00e3o causada.<\/p>\n<p>A escolha \u00e9 sua em qual imagem deseja eternizar-se na lembran\u00e7a da vida de seu despedido amor.<\/p>\n<p>Pode ser a do doce rosto amigo de algu\u00e9m que, at\u00e9 o \u00faltimo segundo depois do adeus, se importou com o outro, com os sentimentos que cativou no cora\u00e7\u00e3o alheio, no mesmo cora\u00e7\u00e3o em que fez a morada de seus sonhos um dia.<\/p>\n<p>Ou da face assustadoramente cruel de um inimigo oculto at\u00e9 ent\u00e3o despercebido eis que camuflado pela m\u00e1scara que se apresentava diante do amor, dispensando ao ent\u00e3o parceiro de outrora o tratamento de um algoz, ao ferir-lhe com a humilha\u00e7\u00e3o das armas cru\u00e9is do desprezo e da frieza ao completo abandono.<\/p>\n<p>Insens\u00edvel, a descartar ao lixo da humilha\u00e7\u00e3o o sentimento alheio, apregoa agora o \u00f3dio e a indiferen\u00e7a de sua imagem ao olhar do outro, antes t\u00e3o bem cuidada, sobre si mesmo.<\/p>\n<p>Ao t\u00e9rmino do relacionamento, ser\u00e1 medido por suas atitudes, seus princ\u00edpios e sua \u00e9tica, podendo crescer ao topo de um gigante ou reduzir-se a um diminuto tamanho.<\/p>\n<p>Encolhido, poder\u00e1 assim ser invis\u00edvel a todos, mas n\u00e3o escapar\u00e1 de ser observado pelos olhos da imagem tortuosa a refletir do espelho.<\/p>\n<p>As pessoas s\u00e3o seres sentimentais, que carregam planos e sofrem traumas, n\u00e3o coisas para serem adicionadas e descartadas ao depois sem qualquer cuidado e compromisso.<\/p>\n<p>A maturidade reside na preserva\u00e7\u00e3o da integridade e do respeito \u00e0 pr\u00f3pria hist\u00f3ria, preservando o outro da destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A escolha pode ser ainda pela vala do abismo emocional, ao tentar enxotar das lembran\u00e7as a sua hist\u00f3ria de amor, repudi\u00e1-la em sua mente e em seu cora\u00e7\u00e3o, ou alimentar seu \u00f3dio por ela.<\/p>\n<p>\u00c9 como se o ressentimento pudesse ocupar o lugar vazio do amor que partiu.<\/p>\n<p>Iludido, acredita que pode assim esquecer os sentimentos de amor e de apego que ressuscitam a dor.<\/p>\n<p>O desprezo e o \u00f3dio pelo que viveu lhe trar\u00e3o uma aparente sensa\u00e7\u00e3o de saciedade ao vazio de sua dor, e assim em desespero os tomar\u00e1 para si.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o vazio lhe engolir\u00e1 mais e mais pelas profundezas dos escombros, at\u00e9 que a luz desaparecer\u00e1 por completo pelo cerrar das janelas e portas de sua alma.<\/p>\n<p>Assim, se perder\u00e1 da esperan\u00e7a, ficar\u00e1 cego perante as infinitas possibilidades de renova\u00e7\u00e3o da vida, e nessa aridez existencial se aprisionar\u00e1 no calabou\u00e7o do conformismo da derrota.<\/p>\n<p>Entretanto, poder\u00e1 aprender e, ao mesmo tempo lutar com essa experi\u00eancia existencial ao render-se \u00e0 melhor das escolhas para a supera\u00e7\u00e3o, sendo generoso consigo mesmo ao recusar o abismo emocional.<\/p>\n<p>Compreens\u00edvel n\u00e3o nos darmos mais em empatia por quem escolheu o caminho de nos soterrar impiedosamente a alma ao tripudiar sobre nossos sentimentos mais caros.<\/p>\n<p>Por aquele a quem foram dadas v\u00e1rias oportunidades para repensar suas atitudes e corrigir a rota, mas decidiu por agravar ainda mais as feridas alheias.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 preciso violentar-se extirpando aquele que amou do seu cora\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 necess\u00e1rio exercitar-se a conviver emocionalmente com a perda ou a ren\u00fancia ou a decep\u00e7\u00e3o, pelo tempo e no formato que forem necess\u00e1rios para a sua supera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ra\u00edzes dos traumas nascem das sementes vingativas do erro do rompimento for\u00e7ado, imediato e a qualquer pre\u00e7o, com a dolorosa morte do outro dentro do cora\u00e7\u00e3o, como meio de sobreviv\u00eancia da alma cuja mem\u00f3ria, entretanto, embora adormecida, \u00e9 eterna.<\/p>\n<p>Os sentimentos t\u00eam que ser trabalhados, compreendidos e aceitos e n\u00e3o abandonados em luto perp\u00e9tuo pelas frestas do caminho.<\/p>\n<p>Lembrar que as despedidas s\u00e3o portas para outras chegadas e para novos caminhos, no c\u00edrculo din\u00e2mico que \u00e9 a vida.<\/p>\n<p>E que o sopro do vento sempre muda de dire\u00e7\u00e3o embaralhando as folhas na surpresa do inusitado.<\/p>\n<p>Depois do adeus, que voc\u00ea, em trauma, n\u00e3o tenha medo de n\u00e3o esquecer, mas que consiga, mais do que suportar a lembran\u00e7a, ser capaz de conviver pacificamente com ela e lapid\u00e1-la, gentilmente, at\u00e9 que, por fim, se encaixe confortavelmente dentro de voc\u00ea.<\/p>\n<p>Pessoas, amores e desamores v\u00eam e v\u00e3o de nossas vidas, mas a sua eterna companhia \u00e9 voc\u00ea mesmo carregando suas lembran\u00e7as e as consequ\u00eancias de suas escolhas.<\/p>\n<p>Escolha o certo, escolha ser feliz na paz do seu sorriso no acalentar do seu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Inspira\u00e7\u00e3o , 13 de fevereiro de 2.018.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>MAIL claudiacarvalho.oab@gmail.com<\/li>\n<\/ol>\n<p>FACEBOOK \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Claudia A Carvalho<\/p>\n<p>INSTAGRAM\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 registros_do_cotidiano<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pessoas, amores e desamores v\u00eam e v\u00e3o de nossas vidas\u200b, mas a sua eterna companhia \u00e9 voc\u00ea mesmo carregando suas lembran\u00e7as e as consequ\u00eancias de suas 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