{"id":16566,"date":"2018-02-20T00:46:17","date_gmt":"2018-02-20T03:46:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=16566"},"modified":"2018-02-20T00:46:17","modified_gmt":"2018-02-20T03:46:17","slug":"paulo-roberto-costa-o-apagao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=16566","title":{"rendered":"Paulo Roberto Costa: &#039;O apag\u00e3o&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F16566&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F16566&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/paulo-roberto-costa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-9447 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/paulo-roberto-costa-300x226.jpg\" alt=\"\" width=\"141\" height=\"106\" \/><em>&#8220;A noite ficou barulhenta, com os sons do tr\u00e2nsito congestionado por toda a cidade, dos gritos das pessoas pelas ruas e do ir e vir de ambul\u00e2ncias e viaturas de pol\u00edcia. \u00c0 parte disso tudo, na verdade a cidade parecia estranhamente calma.<\/em><\/a><em>&#8220;<\/em><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/falta-de-luz.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-16567 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/falta-de-luz-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a><\/p>\n<p>Era uma noite quente de ver\u00e3o, por volta das 20h00 de um dia de todo comum.<\/p>\n<p>Confortavelmente esparramado em um sof\u00e1, eu recebia do telejornal minha dose di\u00e1ria de m\u00e1s not\u00edcias, quando, improvisamente, as luzes se apagaram. Embora esse n\u00e3o fosse um acontecimento frequente, tinha j\u00e1 ocorrido algumas vezes. Fiquei esperando que as luzes voltassem, um tanto aborrecido pela inconveni\u00eancia, mas contente por j\u00e1 estar em casa, pensando no caos que isso deveria causar ao j\u00e1 complicado tr\u00e2nsito da cidade.<\/p>\n<p>As luzes voltaram alguns minutos mais tarde, mas muito fracas, com a metade da energia, para, em seguida, desaparecerem novamente. Olhei pela janela do apartamento e percebi que esse n\u00e3o era, como eu pensava, somente um problema da vizinhan\u00e7a, uma vez que toda a cidade estava \u00e0s escuras.<\/p>\n<p>Com o passar do tempo, tendo perdido j\u00e1 toda a esperan\u00e7a que a luz fosse retornar logo, comecei a procurar por f\u00f3sforos, lanternas e velas, um pouco preocupado por todas as atividades que eu tinha me proposto a fazer naquela noite. Encontrar qualquer daquelas coisas provou n\u00e3o ser algo t\u00e3o f\u00e1cil, afinal eu sequer conseguia me lembrar da \u00faltima vez que tinha precisado de uma lanterna \u2013 embora tenha cinco ou seis delas \u2013 para n\u00e3o falar de velas, que n\u00e3o tinha sequer ideia de que existisse uma em casa. Depois de alguma busca no palheiro dos arm\u00e1rios, tendo encontrado finalmente os f\u00f3sforos, consegui encontrar um peda\u00e7o de vela e, com ela, achar minha \u00faltima aquisi\u00e7\u00e3o em mat\u00e9ria de lanternas, apenas para constatar que n\u00e3o tinha pilhas e que o \u00fanico lugar onde poderia consegui-las, \u00e0quela hora, seria no supermercado, a algumas quadras de dist\u00e2ncia, no meio daquele terr\u00edvel e escuro mundo l\u00e1 fora.<\/p>\n<p>Uma hora mais tarde, tendo j\u00e1 tinha desistido de me preocupar com luzes ou de fazer qualquer outra coisa, fiquei \u00e0 janela, pacientemente olhando do d\u00e9cimo andar, a cidade l\u00e1 embaixo, mergulhada na escurid\u00e3o, tentando imaginar o que poderia estar acontecendo.\u00a0 Por meio de um radinho de pilhas, descobri que o \u201capag\u00e3o\u201d n\u00e3o era um problema isolado e restrito, mas algo que estava afetando todo o estado ou at\u00e9 mesmo todo o pa\u00eds! N\u00e3o pude deixar de imaginar um ato de terrorismo, a explos\u00e3o de uma guerra contra um inimigo desconhecido, uma invas\u00e3o alien\u00edgena ou o in\u00edcio do apocalipse.<\/p>\n<p>A noite ficou barulhenta, com os sons do tr\u00e2nsito congestionado por toda a cidade, dos gritos das pessoas pelas ruas e do ir e vir de ambul\u00e2ncias e viaturas de pol\u00edcia. \u00c0 parte disso tudo, na verdade a cidade parecia estranhamente calma. Nenhuma explos\u00e3o, nenhum bombardeio, tiros, invas\u00f5es, nenhuma daquelas fantasias que minha f\u00e9rtil imagina\u00e7\u00e3o e meu desespero por quebrar a monotonia de vida tinham constru\u00eddo.<\/p>\n<p>Percebendo que na verdade aquilo n\u00e3o passava de uma queda de energia, prov\u00e1vel resultado da incompet\u00eancia da nossa companhia el\u00e9trica, coloquei de lado minhas preocupa\u00e7\u00f5es e comecei a apreciar aqueles momentos de escurid\u00e3o. Ela tinha causado uma pausa for\u00e7ada no turbilh\u00e3o do meu dia a dia. Tive que ficar quieto, incapaz de ler, escrever ou fazer qualquer outra coisa, exceto esperar e contemplar o c\u00e9u, que se mostrava inusitadamente estrelado; uma imagem rara por aqui e que me reportou \u00e0 minha inf\u00e2ncia no interior, quando costum\u00e1vamos deitar \u00e0 noite no ch\u00e3o das cal\u00e7adas em frente de casa e ficar por horas contemplando as estrelas, tentando reconhecer alguma constela\u00e7\u00e3o ou simplesmente buscando alguma estrela cadente.<\/p>\n<p>Essas lembran\u00e7as trouxeram-me uma sensa\u00e7\u00e3o de paz e tranquilidade que eu n\u00e3o sentia h\u00e1 muito tempo. At\u00e9 aquele momento eu n\u00e3o tinha sequer consci\u00eancia de que necessitasse tanto dessa sensa\u00e7\u00e3o. Isso me fez refletir sobre esse louco jogo de dar e tomar que jogamos em nossas vidas di\u00e1rias, como consequ\u00eancia do nosso estilo de vida; os pre\u00e7os que temos que pagar pelo sucesso, desenvolvimento profissional e todas as demais exig\u00eancias da vida moderna.<\/p>\n<p>Fiquei a imaginar qu\u00e3o pac\u00edfica deveriam ter sido as noites sem luz das antigas gera\u00e7\u00f5es. Imaginei que at\u00e9 mesmo os la\u00e7os familiares deveriam ter sido mais fortes e estreitos, uma vez que tendo muito pouco a fazer \u00e0 noite, as pessoas deveriam passar mais tempo juntos, compartilhando suas ideias, pensamentos, sentimentos, sonhos, temores e esperan\u00e7as, sem ter nenhuma das armadilhas modernas que interferem tanto nos relacionamentos, como televis\u00e3o, celulares, r\u00e1dios, computadores, cinemas, teatros, shows e assim por diante.<\/p>\n<p>Quando as luzes finalmente retornaram, ouvi os gritos de comemora\u00e7\u00e3o da vizinhan\u00e7a e em quest\u00e3o de minutos a vida pareceu voltar ao normal. Da minha janela eu podia ver nos pr\u00e9dios vizinhos as televis\u00f5es sendo religadas, as pessoas acendendo todas as luzes de seus apartamentos como que para compensar as horas de escurid\u00e3o e expuls\u00e1-la definitivamente e, paulatinamente, retornar para suas ins\u00edpidas atividades caseiras.<\/p>\n<p>Permaneci ainda por um longo tempo \u00e0 janela, pensativo e at\u00e9 um pouco desiludido por tudo ter voltado ao \u201cnormal\u201d, embora me sentisse calmo e relaxado, observando ao longe os arredores da cidade, que parecia de alguma forma t\u00e3o diferente e estranha agora sob aquele lindo c\u00e9u, cujas maravilhosas estrelas tinham desaparecido novamente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Paulo Roberto Costa<\/strong> &#8211; paulocosta97@gmail.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;A noite ficou barulhenta, com os sons do tr\u00e2nsito congestionado por toda a cidade, dos gritos das pessoas pelas ruas e do ir e vir de ambul\u00e2ncias e viaturas de pol\u00edcia. \u00c0 parte disso tudo, na verdade a cidade parecia estranhamente calma.&#8220;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":16567,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[988,2456,6647],"class_list":["post-16566","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-apagao","tag-cronica","tag-paulo-roberto-costa"],"aioseo_notices":[],"views":506,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":13773,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=13773","url_meta":{"origin":16566,"position":0},"title":"O colunista Paulo Roberto Costa apresenta mais 4 &#039;Recortes&#039;, numa sintonia sens\u00edvel entre a lente e o texto","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"19 de outubro de 2017","format":false,"excerpt":"O colunista Paulo Roberto Costa apresenta mais 4 'Recortes', numa sintonia sens\u00edvel entre a lente e o texto \u00a0 \"Rastros da noite.\" - Sorocaba\/SP - 17\/02\/2017 \u00a0 \"S\u00f3 tenho olhos pra voc\u00ea.\" - Parque da \u00c1gua Branca - S\u00e3o Paulo\/SP - 20\/10\/2016 \u00a0 \"Todos os caminhos apontam para a Literatura.\"\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/paulo-roberto-costa-300x226.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":13615,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=13615","url_meta":{"origin":16566,"position":1},"title":"Promo\u00e7\u00e3o &#039;Recortes&#039; do ROL: O olhar reflexivo do colunista Paulo Roberto Costa","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"9 de outubro de 2017","format":false,"excerpt":"Promo\u00e7\u00e3o 'Recortes' do ROL: O olhar reflexivo do colunista Paulo Roberto Costa \u00a0 \"Compartilhando o almo\u00e7o com o melhor amigo.\"\u00a0 - Av. 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