{"id":16689,"date":"2018-02-26T00:41:40","date_gmt":"2018-02-26T03:41:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=16689"},"modified":"2018-02-26T00:41:40","modified_gmt":"2018-02-26T03:41:40","slug":"genealogia-afranio-mello-fornece-informacoes-sobre-as-familias-faria-sampaio-e-andrade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=16689","title":{"rendered":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre as familias FARIA, SAMPAIO E ANDRADE"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F16689&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F16689&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><strong><u>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTOS N\u00daMEROS 978,979 E 980<\/u><\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">Prezada Maria Madalena, boa tarde.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o pesquiso pessoas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O meu arquivo \u00e9 de SOBRENOMES.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Dentro desses arquivos, na maioria da vezes, os que solicitam pesquisas , encontram nomes de seus parentes.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A pesquisa de pessoas demanda um tempo de pesquisa que n\u00e3o tenho neste momento.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Voc\u00ea deve ver suas certid\u00f5es de nascimento, casamento e de \u00f3bitos da fam\u00edlia. Nelas tem os nomes de seus<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">ascendentes.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pesquise os s\u00e9culo 19 , nas igrejas mineiras que tem os arquivos de registros civis dessa \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Foi dessa forma que encontrei os meus no Brasil e na It\u00e1lia, antes de chegarem ao Brasil e muitos outros que<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">seguem essa caminho tamb\u00e9m encontratam.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o desanime.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">No final ter\u00e1 uma bela recompensa sobre o que encontrou.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>FARIA<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0 8 p\u00e1ginas e 3 bras\u00f5es;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>FARIA ESPANHOL<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0\u00a0 9 linhas ;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>SAMPAIO<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0 12 p\u00e1ginas e 1 bras\u00e3o ;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>ANDRADE<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0 30 p\u00e1ginas e 6 bras\u00f5es e mais 2 em separado.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>ANDRADE ESPANHOL<\/strong>&#8230;\u00a0\u00a0\u00a0 18 linhas;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>ANDRADE EM MINHAS<\/strong>&#8230;\u00a0\u00a0 1 p\u00e1gina.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Espero que encontre suas refer\u00eancias.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Abra\u00e7os<br \/>\n<strong>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello<\/strong><br \/>\n<a href=\"mailto:afraniomello@itapetininga.com.br\">afraniomello@itapetininga.com.br<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<strong>Rol-Regi\u00e3o On Line<\/strong><br \/>\n&#8220;Estas informa\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo fornecidades gratuitamente<br \/>\ne ser\u00e3o publicadas na edi\u00e7\u00e3o virtual do Jornal *ROL &#8211; Regi\u00e3o<br \/>\nOn Line*(<a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=http:\/\/www.jornalrol.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1519701865857000&amp;usg=AFQjCNEs92-DwLURnMmSIgV6hDCWVTD0_g\">www.jornalrol.com.br<\/a>). A n\u00e3o concord\u00e2ncia com essa<br \/>\npublica\u00e7\u00e3o deve ser informada imediatamente &#8220;.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<h1 style=\"font-weight: 400;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=161c954474162e24&amp;attid=0.0.1&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ_EhwVJFkqxHOVXruOHLamvzrwcj7kX_EUw8GRgrLAGQjifu2QuxYoDh4o_cB4sZ8SYeZxAiIITNknKGCDzBI6-AtY9bNFMRvAnqnJKZb0NmY1pxq9TNFRlDns&amp;sz=w278-h544&amp;ats=1519615465842&amp;rm=161c954474162e24&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"image\" \/>\u00a0 \u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=161c954474162e24&amp;attid=0.0.2&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ_DvV9dcrK7fKCTGg0klgT7BsEAQGa2vlTpNBUyDJEQ1zHD4rcF1qcFd-ZyTmUMAG3TpZ_CoopQDr5fjDLAPepoLpOxbzVYovyn51juNm2sY1p1aeYHdc8GS2w&amp;sz=w270-h560&amp;ats=1519615465842&amp;rm=161c954474162e24&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image002\" \/>\u00a0 \u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=161c954474162e24&amp;attid=0.0.3&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ-IKcQRWadB5UCQIR8KX0ioSqlDjy-SbP900jZfKxC5FkRym3omdq0uA35bAMeJgABRG9AN9-GaaLHvjznLCMCb75ug3XK3v7P85AhnBDZbB8HnXct6hgmXIcA&amp;sz=w278-h538&amp;ats=1519615465842&amp;rm=161c954474162e24&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"image\" \/>\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><em><strong>FARIA<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/h1>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\nsobrenome de origem portuguesa. O uso deste sobrenome \u00e9 bastante remoto, n\u00e3o se sabendo qual a sua raiz, possivelmente topon\u00edmica.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Na segunda metade do s\u00e9c. XII vivia j\u00e1 um certo Jo\u00e3o de Faria que foi pai de D. Godinho, o prelado que sucedeu a D. Jo\u00e3o Peculiar na arquidiocese de Braga e que viria a ser beatificado.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">De outros Farias medievais se tem not\u00edcia documentada, todos eles pertencentes \u00e0 nobreza, se bem que nos n\u00e3o seja poss\u00edvel entronc\u00e1-los uns aos outros.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Assim, a um Louren\u00e7o Faria se faz men\u00e7\u00e3o em 1288, nas inquiri\u00e7\u00f5es de D. Dinis, dizendo-o senhor da Quinta de Onega do Pa\u00e7o. E em 1360, no instrumento de comprova\u00e7\u00e3o do casamento de D. Pedro I com D. In\u00eas de Castro, surge como uma das testemunhas um Garcia Martins de Faria, cavaleiro.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O mais famoso de todos eles n\u00e3o dever\u00e1 ser esquecido: Nuno Gon\u00e7alves de Faria, o c\u00e9lebre alcaide-mor do castelo de Faria, que deu a vida para conserva\u00e7\u00e3o deste em poder dos portugueses.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">De origem geogr\u00e1fica, tomado ao julgado de Faria, termo de Barcelos, Portugal (Antenor Nascentes, II, 109). A fam\u00edlia Faria \u00e9 t\u00e3o antiga que se acha desde o tempo dos romanos na pen\u00ednsula ib\u00e9rica. Acham-se os desta fam\u00edlia na funda\u00e7\u00e3o do reino portugu\u00eas. O seu solar, de onde prov\u00e9m o sobrenome, conforme se disse, \u00e9 o julgado de Faria, termo de Barcelos, no monte de Franqueira. Ainda se v\u00eaem as ru\u00ednas do castelo que defendeu Gon\u00e7alo Nunes de Faria, no tempo de D. Fernando I, rei de Portugal em 1367, contra Pedro Rodrigues Sarmento, adiantado de Galiza, que o tinha sitiado. O mesmo Gon\u00e7alo Nunes de Faria viu matar seu pai Nuno Gon\u00e7alves de Faria, prisioneiro dos castelhanos, por n\u00e3o querer persuadi-lo a entregar o castelo. Foi Nuno, alcaide do castelo de Fariam senhor de Menhais, junto \u00e0 Ponte de Lima (Anu\u00e1rio Geneal\u00f3gico Latino, I, 42; Anu\u00e1rio Geneal\u00f3gico Latino, VI, 253; Baena, II, 65). Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a de Paulo de Faria [c.1586 &#8211; 1649,RJ], que deixou gera\u00e7\u00e3o, a partir de 1616, com Ana da Costa [c.1596 &#8211; a.1645] (Rheingantz, II, 17). Rheingantz registra mais 22 fam\u00edlias com este sobrenome, nos s\u00e9cs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descend\u00eancia no Rio de Janeiro. Em Pernambuco, entre as mais antigas, est\u00e1 a de Domingos Faria, que deixou gera\u00e7\u00e3o de seu cas. com Maria Gomes. Moradores na freguesia do Cabo, em meados do s\u00e9c. XVII (Borges da Fonseca, I, 376). Fam\u00edlia antiga estabelecida em S\u00e3o Paulo, que tem a mesma origem da fam\u00edlia Domingues Paes (v.s.). Teve princ\u00edpio no Capit\u00e3o Diogo Domingues de Faria, sertanista, neto de Pedro Domingues e Clara Fernandes, patriarcas desta fam\u00edlia Domingues (v.s.), de S\u00e3o Paulo. Deixou numerosa descend\u00eancia do seu cas. com Maria Paes (Silva Leme, VIII, 103). Outros Farias procedem de Estev\u00e3o Sanches de Faria, filho de Manuel da Costa Homem [c.1670-1740] e de M\u00e9cia Ribeiro. Deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas., em 1733, em Parna\u00edba [SP], com Francisca dos Reis, filha de Jo\u00e3o Rodrigues da Costa e de Ana dos Reis (Silva Leme, VI, 352). No Esp\u00edrito Santo, registra-se a fam\u00edlia do Cap. Manuel Fernandes Lopes de Faria, fal. antes de 1810, que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Maria de Ara\u00fajo Ramalho. Foram pais de Beatriz e Joana (Rheingantz, TC-2). Em Minas Gerais, encontra-se a fam\u00edlia de Jo\u00e3o Alves de Faria, fal. antes de 1828, que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Quit\u00e9ria dos Santos Ferreira. Foram pais de Ant\u00f4nia, Manoel, Maria, Domingos, Agostinho, Maria e Francelina (Rheingantz, TC-2). No Rio Grande do Sul, registra-se a fam\u00edlia de Ant\u00f4nio Jos\u00e9 Ribeiro de Faria, fal. antes de 1824, cas. com Ana Joaquina de Faria (Rheingantz, TC-24). Sobrenome de uma fam\u00edlia origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde foi Manuel Machado de Faria, nasc. por volta de 1705, na Freguesia do Bom Jesus do Rabo de Peixe, Ilha de S\u00e3o Miguel, Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores. Filho de Matias da Ponte Pereira e de Sebastiana de Souza. Sobrenome de uma fam\u00edlia origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde foi Manuel de Faria Pinto, nasc. por volta de 1741, na Freguesia de S\u00e3o Sebasti\u00e3o da C\u00e2mara dos Lobos, Ilha da Madeira, Portugal. Filho de Faustino de Faria e de Catarina Gomes (ou Gon\u00e7alves). Sobrenome de uma fam\u00edlia de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro, onde chegou Antonio Alves de Faria, natural de Portugal, 31 anos de idade [em 1887]. Negociante e filho de Antonio Alves de Faria e de Maria da Silva. Casado a 25.04.1887, no Rio de Janeiro, com Maria Adelaide Garcia, natural de Nietheroy, de vinte e seis anos de idade [em 1887], filha de Nicacio Garcia e de Adelaide da Concei\u00e7\u00e3o Rocha. Ilha da S\u00e3o Miguel: sobre a hist\u00f3ria desta fam\u00edlia e sua passagem pela Ilha de S\u00e3o Miguel, escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua Hist\u00f3ria Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro V &#8211; Da fatal Ilha de S. Miguel, Cap\u00edtulo XVII &#8211; De algus homes famosos, &amp; familias que viera\u00f5 povoar a Ilha de Sa\u00f5 Miguel; T\u00edtulo VI &#8211; Dos Barbosas, Silvas, Tavares, Novaes, Quentaes, Farias, Machados [Antonio Cordeiro &#8211; Hist\u00f3ria Insulana, Livro V, Ilha de S\u00e3o Miguel]. Brasil: sobrenome de uma fam\u00edlia de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 19.02.1883, a bordo do vapor Elbe, Michelangelo Faria, natural da It\u00e1lia, procedente de Genova, cat\u00f3lico, 17 anos de idade, com destino \u00e0 capital do Estado de S\u00e3o Paulo[Hospedaria dos Imigrantes &#8211; S\u00e3o Paulo, Livro 001, p\u00e1g. 096 &#8211; 19.02.1883]. Sobrenome de uma fam\u00edlia de origem portuguesa, estabelecida em S\u00e3o Paulo, procedente dos A\u00e7ores, em 06.03.1885, a bordo do vapor Leipzig, Jos\u00e9 de Faria, natural de Portugal, 26 anos de idade, com destino a Fortaleza, Estado do Cear\u00e1 [Hospedaria dos Imigrantes &#8211; S\u00e3o Paulo, Livro 002, p\u00e1g. 146 &#8211; 06.03.1885].<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<h1 style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong><u>FARIA ESPANHOL<\/u><\/strong><\/span><\/h1>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"564\">En un manuscrito que se conserva en Torre do Tombo de Lisboa se dice que en la casa de los Condes de Villaflor se conservaba una medalla, acu\u00f1ada en Roma en memoria y recuerdo de don Nu\u00f1o de Faria hace m\u00e1s de veinte siglos. Seg\u00fan algunos genealogistas, el apellido proviene de la tierra Oferina, entre Barcel\u00f3 y Fa\u00f3n, donde se conserva un solar en ruinas. Se sabe que Tom\u00e1s de Faria acompa\u00f1\u00f3 en las Cruzadas al Conde don Enrique de Bergo\u00f1a, fundador de la Monarqu\u00eda portuguesa. Un miembro c\u00e9lebre de la familia Faria, fue don Manuel Godoy y Alvarez de Faria, Pr\u00edncipe de la Paz, famoso valido de Carlos IV. Armas: En campo de gules, una torre de plata, aclarada de sable y acompa\u00f1ada de cinco flores de lis de plata, tres en jefe y dos en punta.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">================================================================================================<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=161c954474162e24&amp;attid=0.0.4&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ-sw0adS1W6p7Kv9frgrVlHvhrj_zEJ4Fup9jfV78PuUctftvYqDkrI62QJSnn6bDABk7by75reR74QNqKnKOdy7J2DLM1FHb5U-Y2xULW03ZTo4Ge_D0k9abk&amp;sz=w322-h468&amp;ats=1519615465844&amp;rm=161c954474162e24&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"image\" \/>\u00a0<strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><em>Sampaio &#8211; Sampayo &#8211; S\u00e3o Paio &#8211; S\u00e3o Payo &#8211; Sam Payo<br \/>\n<\/em><\/span><\/p>\n<p><\/strong>sobrenome portugu\u00eas de ra\u00edzes tipicamente topon\u00edmicas, por ter sido tirado\u00a0\u00a0da honra desta designa\u00e7\u00e3o, em Tr\u00e1s-os-Montes, e que foi adotado por sobrenome pelos seus senhores.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em termos documentais, n\u00e3o se torna poss\u00edvel fazer remontar esta fam\u00edlia a \u00e9pocas anteriores ao reinado de Dom Jo\u00e3o I e ao seu propriet\u00e1rio e vassalo Vasco Pires de S\u00e3o Payo,\u00a0\u00a0filho de Pedro \u00c1lvares Os\u00f3rio, senhor da casa de Vila Lobos, conde de Transt\u00e2mara, e 1.\u00ba marqu\u00eas de Astorga, em Galiza, que passando a Portugal, por matar em duelo um fidalgo poderoso daquele reino, prestou muitos e grandes servi\u00e7os nas guerras daquele tempo, aos reis D. Fernando e D. Jo\u00e3o I, que lhe deram as vilas de Vila Flor, Chacim, M\u00f3s, Anci\u00e3es, e outras terras, direitos e jurisdi\u00e7\u00f5es na prov\u00edncia de Tr\u00e1s-os-Montes, que permaneceram nos seus descendentes. Deixando com a p\u00e1tria o apelido dos seus av\u00f3s, tomou o da Honra de Sampaio, junto a Vila Flor, onde fez a sua primeira resid\u00eancia. As armas desta fam\u00edlia s\u00e3o: Escudo esquartelado; no primeiro quartel, em campo de ouro uma \u00e1guia de p\u00farpura estendida, armada de preto; no segundo enxaquetado de ouro e azul, de mi\u00fadas pe\u00e7as, e uma bordadura vermelha cheia de SS de prata, e assim as contrarias timbre a mesma \u00e1guia.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A chefia desta fam\u00edlia est\u00e1 na Casa dos Condes e Marqueses de S\u00e3o Payo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Subsiste nos dias de hoje, por diversos membros desta fam\u00edlia, o uso de v\u00e1rias grafias para este sobrenome: Sampaio e Sampayo, S\u00e3o Paio e S\u00e3o Payo. Por uma quest\u00e3o de uniformiza\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios, tamb\u00e9m aqui se adotou agrupar todos sob a grafia moderna, ou seja, Sampaio.<\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\">Armas<\/h1>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0Escudo esquartelado, sendo os primeiro e quarto de ouro, uma \u00e1guia estendida de p\u00farpura, lampassada de vermelho, e os segundo e terceiro xadrezado de ouro e negro; bordadura de vermelho, carregada de oito SS de prata. Timbre: a \u00e1guia do escudo, carregada de um desses SS no peito.<\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\">Ramos Familiares<\/h1>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Forjaz de Sampaio<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=161c954474162e24&amp;attid=0.0.6&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ8xTMnIQz-rd2rae-WnT8R2W2NqK14xFroFB2eq-MvS6AEC6Ddfzeb8SXJLV5EW2wcHkKl0ZQAGMEZ_eu4M1TyQ-j6BVOaeQ5cErQfM1v8sjlnAKbLG4ea4bis&amp;sz=w136-h154&amp;ats=1519615465847&amp;rm=161c954474162e24&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image002[4]\" \/>T\u00edtulos, Morgados e Senhorios em Portugal<\/h2>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">Bar\u00f5es da Junqueira\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Bar\u00f5es de Pombeiro de Riba Vizela<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Bar\u00f5es de Teixeira\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Condes da P\u00f3voa<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Condes de Laborim\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Condes de S\u00e3o Jo\u00e3o de Ver<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Condes de S\u00e3o Paio\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Marqueses de S\u00e3o Paio<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Senhores de Ansi\u00e3es\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Senhores de Chacim<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Senhores de Vila Flor\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Senhores de Vila Verde<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Viscondes da Junqueira\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Viscondes da Quinta da Alegria<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Viscondes de Alcoba\u00e7a\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Viscondes de Bou\u00e7a<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Viscondes de Espinhal\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Viscondes de Laborim<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Viscondes de Lan\u00e7ada\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Viscondes de Santa Marta<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Viscondes de Sendielos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Viscondes do Cartaxo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\">Cargos e Profiss\u00f5es no Reino de Portugal<\/h1>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Advogados<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Comendadores de Rio Tinto<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Deputados<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Engenheiros<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Governadores da \u00cdndia<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">M\u00e9dicos<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Presidentes da Rep\u00fablica de Portugal<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Vice-reis da \u00cdndia<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">================================================================================================<\/p>\n<h1><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=161c954474162e24&amp;attid=0.0.9&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ--2UTX1PEzGn5xVCYyP_O6ua2Y_Dr--YUOhqK-sJziedlLu5RRfsru8XrRzNFlOPUQq4CT_iQuqyENh5duv-C0o2aKU7i-SVJf-GEopZATJXnFL1Qf2lfje0o&amp;sz=w404-h652&amp;ats=1519615465848&amp;rm=161c954474162e24&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image002[7]\" \/><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><em><strong>Andrade<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/h1>\n<p>sobrenome de origem Galega. Fam\u00edlia antiga origin\u00e1ria da Galiza (Gal\u00edcia ) cujo solar &#8211; a vila de Andrada &#8211; ficava entre Puente Dueme, Ferrol e Villalba, de cujas vilas o rei Dom Henrique II fez merc\u00ea a seu provado Fern\u00e3o Peres de Andrade, descendente de Bermudo Peres de Traba Freire de Andrada, que provinha dos antigos condes de Traba e Trastamara. Foram feitos condes de Villalba por merc\u00ea dos reis Cat\u00f3licos. Procedem de um dos cinco cavaleiros que passaram a Espanha, na guerra contra os Mouros, com o Conde Dom Mendo<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Os Andradas &#8211; ou Andrades &#8211; ligaram-se por diversas vezes aos Freires, raz\u00e3o por que os dois sobrenomes passaram a considera-se indissoci\u00e1veis, usando uns Andrade Freire, outros Freire de Andrade. Subsistiram tamb\u00e9m isoladamente.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Por v\u00e1rias vezes passaram a Portugal, onde muito se expandiram.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Os principais ramos portugueses prov\u00eam de Rui Freire de Andrade, que veio para Portugal com seus dois filhos Dom Nuno Rodrigues Freire de Andrade, mais tarde mestre da Ordem de Cristo, e Vasco Freire.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Jo\u00e3o Fernandes de Andrade, filho de Fern\u00e3o Dias de Andrade e de Dona Beatriz da Maia, serviu os reis Dom Afonso V e Dom Jo\u00e3o II nas tomdas de Arzila e de T\u00e2nger e em recompensa dos seus servi\u00e7os teve merc\u00ea nova de armas (28.2.1485), al\u00e9m da doa\u00e7\u00e3o, na ilha da Madeira, das terras do Arco da Calheta.<\/p>\n<p>Outra forma: Andrada (v.s.). Talvez represente um genitivo medieval. Cortes\u00e3o o tira do baixo latim Andriati com d\u00favida e manda ver Andreade. Em Andreade d\u00e1 uma forma Andriati, do ano de 1098, e outra Andreadi, de 1099. Outros (Anu\u00e1rio Geneal\u00f3gico Latino, IV, 16) atribuem uma origem grega \u201c<em>andr\u00f3des<\/em>\u201d, viril, corajoso. Origin\u00e1rio da Galiza. Sobre o assunto apareceu em S. Paulo, 1950, um estudo morfol\u00f3gico do prof. Aluizio de Faria Coimbra, no qual se diz: \u201c<em>Tempo houve em que um insular, um\u00a0<\/em>homem<em>de Andros ou algu\u00e9m que por l\u00e1 demorara, portanto uma\u00a0<\/em>pessoa<em>\u00a0que no nominativo Sr. gr. era dito Andr\u00e1s, estabeleceu-se, com muitos outros, na\u00a0<\/em>It\u00e1lia<em>\u00a0e l\u00e1 proliferou. Italianizado e usado por\u00a0<\/em>sobrenome<em>, este gent\u00edlico se tornou Andrade, porquanto pelo acusativo \u00e9 que os italianos, quase sem discrep\u00e2ncia, davam\u00a0<\/em>cor<em>\u00a0dom\u00e9stica aos voc\u00e1bulos gregos e latinos da 3\u00aa declina\u00e7\u00e3o, inclusive aos nomes pr\u00f3prios. Mas, tal como no caso de naiade supra citado, foi-lhe conservada a tonicidade hel\u00eanica, incidente sobre o &#8211; a -. Com esta forma \u00e9 que receberam os portugueses a palavra. Tivesse sido pelos italianos respeitada a pronuncia latina e ter\u00edamos \u00c2ndrade, como \u00c1rcade, Or\u00e9ade, Dr\u00edade, H\u00e9lade, de acento\u00a0<\/em><em>proparox\u00edtono. Esta a\u00a0<\/em>etimologia<em>\u00a0que sugiro. Doutra parte, sabemos todos que para as palavras gregas da terceira declina\u00e7\u00e3o e tema em consoante usavam os romanos, no caso acusativo, indiferentemente, da desin\u00eancia vern\u00e1cula -em, ou da desin\u00eancia grega -a. Aer, aether fletiam-se, para a fun\u00e7\u00e3o de objeto direto, em aerem, aetherem, ou aera, aethera. Dispensa abona\u00e7\u00e3o a notoriedade do fato. Pois \u00e9 essa mesma dualidade que aparece em Andrada e Andrade. S\u00e3o formas\u00a0<\/em>do mesmo<em>\u00a0caso, ambas leg\u00edtimas e firmadas sobre\u00a0<\/em>h\u00e1bito<em>\u00a0latino dos mais comprovados<\/em>.\u201d (Antenor Nascentes, Dic., II, 18). Sobre os Andrades, o desembargador e genealogista Carlos Xavier Paes Barreto, resumiu suas origens da seguinte forma: Andrade \u00e9 locativo e deriva-se do solar de Andrade, na Galiza, pertencente, segundo Vilas Boas e Sampaio, a Fern\u00e3o Alves de Andrade que se sup\u00f5e companheiro de Mendo Rausona e um dos cinco cavaleiros que, com ele, se passaram \u00e0 Espanha (RGL, X, 57). Portugal: o genealogista, magistrado e escritor, Crist\u00f3v\u00e3o Al\u00e3o de Moraes [1632-], em sua valiosa obra Pedatura<em>\u00a0Lusitana-Hispanica<\/em>, composta em 1667, dedica-se ao estudo desta fam\u00edlia [Al\u00e3o de Moraes\u00a0\u00a0&#8211; Pedatura, II, 1.\u00ba, 226, 521, 616; II, 1.\u00ba, 7; V, 2.\u00ba, 167, 175; VI, 2.\u00ba, 108]. Macau: o genealogista Jorge Forjaz, em sua valiosa obra<em>Fam\u00edlias Macaenses<\/em>, impressa em 1996, dedicou-se ao estudo desta fam\u00edlia, de origem portuguesa, que se estabeleceu, no s\u00e9culo XX,\u00a0\u00a0em Macau [Forjaz &#8211; Fam\u00edlias Macaenses, Vol. I, 215]. Espanha: o genealogista J\u00falio de Atienza, em sua obra\u00a0<em>Dicion\u00e1rio\u00a0<\/em>Nobili\u00e1rio<em>\u00a0Espa\u00f1ol<\/em>, dedica-se ao estudo desta fam\u00edlia [Julio de Atienza &#8211; Dicion\u00e1rio, 270]. Galiza: o genealogista, Frei Jos\u00e9 S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra\u00a0<em>Linajes y Blasones de\u00a0<\/em>Galicia, dedica-se ao estudo desta fam\u00edlia [Pozo &#8211; Linajes de Galicia]. Brasil: In\u00fameras foram as fam\u00edlias com este sobrenome que passaram ao Brasil, no decorrer destes seus quase 500 anos de hist\u00f3ria. Em Pernambuco, por exemplo, registra-se uma fam\u00edlia com este sobrenome, no tempo de sua coloniza\u00e7\u00e3o, origin\u00e1ria da Ilha da Madeira, e pertencente ao grupo Freire de Andrade. Seus descendentes espalharam-se pela Bahiae Alagoas. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas a de Ant\u00f4nio de Andrade [c.1585- ?], que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Joana de Oliveira [c.1595 &#8211; 1639, RJ] (Rheingantz, I, 82). Rheingantz registra mais 32 fam\u00edlias com este sobrenome, nos s\u00e9cs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descend\u00eancia no Rio de Janeiro. Ainda, no Rio de Janeiro, origin\u00e1rias das ilhas portuguesas, registram-se: I &#8211; a fam\u00edlia de Francisco de Andrade, natural do Cabo da Praia (Ilha Terceira), que veio em 1779(Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil); II &#8211; a fam\u00edlia de Francisco Borges de Andrade, soldado da 3.\u00aa Companhia do Regimento de Mil\u00edcias da Vila da Praia (Ilha Terceira), que veio em 1820(Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil); III &#8211; a fam\u00edlia de Hon\u00f3rio Machado de Andrade, natural da Ilha Terceira, que veio em 1819, \u00ab<em>cm assist\u00eancia\u00a0<\/em><em>de seu curador o capit\u00e3o Jo\u00e3o Silveira Machado, que se tem aplicado na arte Nautica em que se\u00a0<\/em>acha<em>\u00a0pronto com destino a ir servir S. Magestade na Real Armada do\u00a0<\/em>Rio de Janeiro<em>, aonde tamb\u00e9m serve seu\u00a0<\/em>tio paterno<em>\u00a0o capit\u00e3o-<\/em>tenente<em>\u00a0Te\u00f3filo Rog\u00e9rio machado de Andrade.<\/em>\u00bb. Era filho natural de Simpl\u00edcio Hon\u00f3rio Machado de Andrade, falecido antes de 1819, na Ilha Terceira (Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil); IV &#8211; a fam\u00edlia de In\u00e1cio Jos\u00e9 Coelho de Andrade, natural da Ilha de Santa Maria, que veio em 1784, para companhia de um seu irm\u00e3o (Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil); V &#8211; a fam\u00edlia de Jos\u00e9 Ant\u00f4nio de Andrade, natural da Ilha do Fayal, que veio em 1808, com sua mulher Elisa Rosa de jesus e seus filhos menores: Ana, Jos\u00e9, Jo\u00e3o e Joaquim (Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil); VI &#8211; a fam\u00edlia de Jos\u00e9 de Auxiedade de Andrade, que j\u00e1 encontrava-se no Rio de Janeiro, em 1770, quando mandou vir de Horta (Ilha do Fayal), sua mulher Ant\u00f4nia Francisca de Jesus, filha de Pedro Jos\u00e9 Mariante e de Ana Maria da Costa (Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil); VII -a fam\u00edlia dos irm\u00e3os Jos\u00e9 Caetano de Andrade e Ant\u00f4nio caetano de Andrade, naturais da Vila da Praia (Ilha Terceira), que vieram em 1787, para encontrarem-se com o tio, manuel Fernandes de Aguiar (Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil); VIII -a fam\u00edlia de Jos\u00e9 Martins de Andrade, natural da Vila da Praia (Ilha Terceira), que veio em 1785, para junto de seu irm\u00e3o Ant\u00f4nio Martins (Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil); a fam\u00edlia de Manuel Borges de Andrade, natural de Lagens (Ilha Terceira), que veio em 1785, para junto de um tio e dois irm\u00e3os (Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil); IX &#8211; a fam\u00edlia de Manuel Caetano de Andrade, natural de Juncal, em Vila da Praia (Ilha Terceira), que veio em 1779 (Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil). Para o Estado do Rio de Janeiro, registra-se antiga e importante fam\u00edlia, de origem portuguesa, estabelecida na regi\u00e3o do Vale Para\u00edba fluminense. Teve princ\u00edpio em Crist\u00f3v\u00e3o Rodrigues de Andrade [c.1770, Freg. de S. Pedro do C\u00f3ta, Viseu, Portugal- 01.08.1809], filho de Francisco Rodrigues e de Maria Lopes de Andrade, nascidos em S. Pedro de C\u00f3ta, Viseu. Deixou numerosa descend\u00eancia do seu cas. com Ana Esm\u00e9ria de Pontes Fran\u00e7a [1766, Pati do Alferes, RJ &#8211; 1826], filha de Jos\u00e9 de Pontes Fran\u00e7a e de Mariana Neves Corr\u00eaa, membros das importantes fam\u00edlias Pontes Fran\u00e7a (v.s.), de S\u00e3o Paulo, e Corr\u00eaa e Castro (v.s.), de Minas Gerais &#8211; todas com fortes ramifica\u00e7\u00f5es no Vale do Para\u00edba Fluminense. Foram pais do bar\u00e3o de Piabanha &#8211; detalhes adiante. Na regi\u00e3o do Vale m\u00e9dio do Para\u00edba fluminense, entre outras, registra- se a fam\u00edlia do Coronel Jos\u00e9 Luiz de Andrade, fazendeiro e pol\u00edtico ativo em Rio Claro. Deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Rita Maria de Jesus, filha do bar\u00e3o do Rio Claro, Ant\u00f4nio Manuel de Freitas e de Teodora Francisca dos Reis. Foram pais de Maria Rita de Andrade, propriet\u00e1ria da Fazenda do Coco, em Barra Mansa; e de Fausta de Andrade, matriarca da fam\u00edlia Andrade Guimar\u00e3es (v.s.), da mesma regi\u00e3o. Ainda na regi\u00e3o do Vale Para\u00edba fluminense, a fam\u00edlia de Jo\u00e3o Freire de Andrade, sargento-mor da Vila de Para\u00edba do Sul, Rio de Janeiro, onde deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Maria Tom\u00e1zia Xavier. Foram\u00a0pais de Bento Xavier de Andrade, Capit\u00e3o-Mor das ordenan\u00e7as da Vila de Para\u00edba do Sul. Deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Maria Pereira de Siqueira, filha de Francisco Pereira de Azevedo, Capit\u00e3o das Ordenan\u00e7as da Vila de Cati\u00e1 (?), e<br \/>\n de Angela de Siqueira. Deste \u00faltimo casal. nasceu Ant\u00f4nio Manuel de Jesus de Andrade, sargento-mor do ter\u00e7o das ordenan\u00e7as da sagrada religi\u00e3o de Malta, e natural da Vila de Para\u00edba do Sul, Rio de Janeiro. Teve merc\u00ea da Carta de Bras\u00e3o de Armas. Em Campos, regi\u00e3o norte-fluminense, h\u00e1 um grupo familiar Andrade, que procede do Cap. Ant\u00f4nio de Lemos de Andrade, conforme segue no verbete da fam\u00edlia Lemos de Andrade. Em S. Paulo, entre os mais antigos, registra-se Ant\u00f4nio de Andrade, citado em documentos entre 1596 e 1603 (A. Moura, Piratininga, 18). No Par\u00e1, entre os mais antigos, citamos Francisco de Andrade, que teve merc\u00ea da pra\u00e7a de alferes por alvar\u00e1 Real de 1625. Sobrenome de algumas fam\u00edlias, oriundas da Pra\u00e7a de Mazag\u00e3o, em \u00c1frica, estabelecidas no Par\u00e1, em 1770. No Amazonas, entre outras, registra-se a fam\u00edlia do Coronel Domingos Jos\u00e9 de Andrade, que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu casamento, por volta de 1865, com Benedita de Andrade. Foram pais de outro Coronel Domingos Jos\u00e9 de Andrade [15.04.1870, Manaus, AM &#8211; Manaus, AM], que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Florisbela Nery Pucu, filha do negociante Evaristo Jos\u00e9 Joaquim Pucu, da fam\u00edlia Pucu (v.s.), do Amazonas. Em Santa Catarina, a fam\u00edlia de Cipriano Francisco de Andrade, fal. antes de 1808, que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Maria Bernarda de Almeida. Foram pais de Maria, Ana, Rita, Teresa, Jo\u00e3o, Cipriano, Fortunata e Jacinto (Rheingantz, TC-101). Ainda, em Santa Catarina, origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, registra-se a fam\u00edlia de Francisca In\u00e1cia de Andrade, natural de Angra (Ilha Terceira), que veio em 1789, em companhia da irm\u00e3 Teodora e da sobrinha Maria do Carmo, para encontrar-se com o irm\u00e3o capit\u00e3o Vicente Ferreira de Andrade (Raimundo Belo &#8211; Emigra\u00e7\u00e3o A\u00e7oriana para o Brasil).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">=====================================================================================================================================================================<\/p>\n<h1 style=\"font-weight: 400;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><em>ANDRADE ESPANHOL<\/em><\/span><\/strong><\/h1>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"564\">Es este preclaro apellido de mucho renombre y noble linaje del reino de Galicia. Pero sucede que se halla entremezclado con el tambi\u00e9n ilustre apellido de Freire. Como acertadamente dice don Francisco Piferrer, a veces resulta harto dif\u00edcil separar uno del otro. El famoso apellido Freire tuvo su casa solar y ra\u00edz en el lugar de este nombre, Freire, que dista dos leguas de la ciudad de Braga y otras dos de la de Castro. Se supone, por los datos que se utilizan, fue fundado por G\u00f3mez Freire, descendiente de uno de los cinco caballeros godos que llegaron a Galicia con el conde don Mendo. A principios del siglo XII florec\u00eda, en Galicia, Martin Freire se\u00f1or del castillo de Lodomi\u00f1o. Y es aqu\u00ed cuando entra en liza, el apellido de que nos ocupamos, Andrade, en la persona de Nu\u00f1o Freire de Andrade que fue uno de los hidalgos o terratenientes que el rey Alfonso arm\u00f3 como Caballero de la Banda, en la ciudad de Burgos en el a\u00f1o 1.338. Ocurre que desde muy antiguo los de apellido Andrade contrajeron frecuentes enlaces con los del linaje Freire, de modo que, durante muchos siglos, ambas casas permanecieron unidas, consider\u00e1ndose como una sola familia y usando indistintamente el apellido Andrade o el de Freire y con frecuencia ambos unidos entre s\u00ed: Freire de Andrade. Y los mismo ocurri\u00f3 con las armas, utilizando indistintamente las de Andrade o las de Freire. A fuerza de repetirse tantos lazos de familia, tanto Andrades como Freires llegaron a considerarse como procedente de una misma fuente y por lo tanto con iguales derechos y prerrogativas.<\/p>\n<p>ARMAS:<br \/>\nEscudo de oro y cinco lobos de sable.<\/p>\n<p>================================================================================================================================================================<\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><em><strong>Andrade e Batista em Minas Gerais<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Andrade Botelho<\/strong>\u00a0-Sobrenome de abastados propriet\u00e1rios rurais, de fazendas de caf\u00e9, estabelecida em Minas Gerais. A uni\u00e3o dos dois sobrenomes teve princ\u00edpio no Cap. Tom\u00e9 In\u00e1cio Botelho [1774-1826], filho de Francisco In\u00e1cio Botelho e de Maria Teresa de Ara\u00fajo Menezes. Deixou numerosa descend\u00eancia de seu cas., em 1798, MG, com Emerenciana Constan\u00e7a de Andrade, filha do licenciado Jer\u00f4nimo de Andrade Brito e de Maria Monteiro de Souza. Foram antepassados do Dr. Francisco de Andrade Botelho [1867-1923, RJ], senador Federal, por MG e um dos fundadores da casa banc\u00e1ria Ribeiro Junqueira, Irm\u00e3o e Botelho. Nota: ver separadamente os sobrenomes Andrade e C\u00e2mara.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Andrade C\u00e2mara<\/strong>\u00a0-Com este mesmo duplo sobrenome, h\u00e1 outra importante fam\u00edlia em Minas Gerais. Um dos seus troncos estabeleceu-se no Munic\u00edpio de Montes Claros, e procedem de Justino de Andrade C\u00e2mara, nascido em 1828, em S\u00e3o Jo\u00e3o Batista. Filho do Capit\u00e3o Jo\u00e3o de Andrade C\u00e2mara. Passou a Montes Claros, em 1857, na fun\u00e7\u00e3o de Agente do Correio. Vereador e Vice-Presidente da C\u00e2mara (1860). Administrador do Munic\u00edpio de Montes Claros (1869). Deputado Provincial. Presidente da Assembl\u00e9ia Provincial. Professor p\u00fablico e advogado vital\u00edcio, por provis\u00e3o de 1874, do Governo da Prov\u00edncia. Promotor P\u00fablico da Comarca de Montes Claros. Deixou larga descend\u00eancia de seu casamento com Maria Francisca de Oliveira (Hermes de Paula, Montes Claros, 179). Her\u00e1ldica [Inoc\u00eancio Matoso de Andrade C\u00e2mara &#8211; 25.11.1830. Cart\u00f3rio da Nobreza, Livro VIII, fl. 255v]: um escudo esquartelado com as armas das fam\u00edlias Andrade [1.\u00ba], C\u00e2mara [2.\u00ba], Sim\u00f5es [3.\u00ba] e Silveira [4.\u00ba].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Andrade Paiva<\/strong>\u00a0&#8211; antiga e importante fam\u00edlia de abastados propriet\u00e1rios rurais estabelecida em Minas Gerais. Teve princ\u00edpio no casamento de Ant\u00f4nio Machado de Azevedo Paiva, por volta de 1845, com Lucinda Em\u00edlia de Andrade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Andrade Penha<\/strong>\u00a0&#8211; Antiga e importante fam\u00edlia do Estado de Minas Gerais. Teve princ\u00edpio no casamento de Jos\u00e9 Gon\u00e7alves Penha, por volta de 1825, com Maria Rita de Andrade, filha de Jos\u00e9 de Andrade Peixoto e de Maria Vit\u00f3ria de Moraes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Batista Machado<\/strong>\u00a0-Sobrenome de origem portuguesa estabelecida em Minas Gerais, para onde passou o Comendador Jo\u00e3o Batista Machado, nat. de Portugal, que deixou gera\u00e7\u00e3o, em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, onde casou, em 26.07.1814, com Ana Joaquina dos Santos [ -1851], filha de Ant\u00f4nio de Souza Coimbra. Foram pais do comendador Carlos Batista Machado [- 29.08.1854, S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, MG], Juiz Municipal do Termo de S. Jo\u00e3o del-Rei e ocupou altos postos na Guarda Nacional (Sebasti\u00e3o Cintra &#8211; Efem\u00e9rides, 360). Nota: ver separadamente os sobrenomes Batista e Machado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">=====================================================================<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n&#8212;&#8211;Mensagem Original&#8212;&#8211;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">From:\u00a0<a href=\"mailto:madaandrade@adv.oabsp.org.br\">madaandrade@adv.oabsp.org.br<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Sent: Wednesday, February 07, 2018 5:07 PM<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">To:\u00a0<a href=\"mailto:afraniomello@itapetininga.com.br\">afraniomello@itapetininga.com.br<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Subject: Arvore Genial\u00f3gica<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">Boa Tarde&#8230;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Estou tentando formar minha arvore genialogica quem sabe poder\u00e1 ajudar com alguma informa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Meu bisav\u00f4 Luciano Augusto de Faria, foi funcion\u00e1rio P\u00fablico do Estado de Minas Gerais fiscal, encontrei a nomea\u00e7\u00e3o 1897, casou-se com Ana J\u00falia da Natividade Sampaio, \u00e9 filha de Estanislau Sampaio e Maria Claudina Sampaio&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o encontrei exonera\u00e7\u00e3o, nem morte em Diario Oficial de Minas Gerais, n\u00e3o sei a sua origem e nome dos pais de Luciano&#8230; h\u00e1 foi Veriador em Aiuruoca MG&#8230; nada mais sei desta arvore materna&#8230;.de ambas as av\u00f3s. E do lado paterno da linha materna encontrei veio de Portugal em 1808.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">do lado Paterno pior s\u00f3 sei o nome de meu av\u00f3 Joaquim Paulino de Andrade, morreu por volta de 1933 e foi enterrado em Bocaina\u00a0 MG.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Agrade\u00e7o qualquer informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">Maria Madalena<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTOS N\u00daMEROS 978,979 E 980<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[657,3712,4152],"class_list":["post-16689","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-afranio-mello","tag-familias","tag-genealogia"],"aioseo_notices":[],"views":1441,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":2419,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=2419","url_meta":{"origin":16689,"position":0},"title":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a familia Alfradique","author":"Helio Rubens","date":"4 de julho de 2015","format":false,"excerpt":"Afr\u00e2nio Mello: ATENDIMENTO N\u00daMERO 487 \u00a0 Solicita\u00e7\u00e3o pendente de 22.04.2015 \u00a0 Prezada Ana, \u00a0 Pesquisa extremamente dif\u00edcil. Arquivo s\u00f3 de uma p\u00e1gina que reproduzo abaixo. Sobrenome de pouca incid\u00eancia no Brasil e n\u00e3o encontrei os registros de entrada em nosso pa\u00eds. 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