{"id":1683,"date":"2015-04-23T01:15:55","date_gmt":"2015-04-23T04:15:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=1683"},"modified":"2015-04-23T01:15:55","modified_gmt":"2015-04-23T04:15:55","slug":"jornal-rol-chega-ao-expressivo-numero-de-450-atendimentos-genealogico-gratuitos-feitos-pelo-genealogista-afranio-mello","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=1683","title":{"rendered":"JORNAL ROL CHEGA AO EXPRESSIVO NUMERO DE 450 ATENDIMENTOS GENEAL\u00d3GICO GRATUITOS FEITOS PELO GENEALOGISTA AFR\u00c2NIO MELLO"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F1683&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F1683&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Afr\u00e2nio Mello: ATENDIMENTOS N\u00daMEROS 445, 446, 447, 448 ,449 e 450.<\/span><\/strong><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/FOTO-CLOSE-AFRANIO.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-1018\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/FOTO-CLOSE-AFRANIO.jpg\" alt=\"FOTO CLOSE AFRANIO\" width=\"81\" height=\"115\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Caro Eduardo,<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Estou encaminhando para os seus estudos e pesquisas os arquivos que tenho :<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>JESUS&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0 15 p\u00e1ginas e 1 bras\u00e3o ;<\/p>\n<p>AFFONSECA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;\u00a0\u00a0 2 p\u00e1ginas e sem bras\u00e3o ( apenas registro do sobrenome ) ;<\/p>\n<p>SANTANA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0\u00a0 7 p\u00e1ginas e 4 bras\u00f5es ;<\/p>\n<p>PEIXOTO&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0\u00a0 2 p\u00e1ginas e sem bras\u00e3o;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FONSECA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 18 p\u00e1ginas e 1 bras\u00e3o ;<\/p>\n<p>ROCHA&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0\u00a0 7 p\u00e1ginas e 1 bras\u00e3o .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Estes dois \u00faltimos um do seu sobrenome e o outro Fonseca por associa\u00e7\u00e3o ao Affonseca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Abaixo uma pequena colagem dos textos principais e alguns deles por inteiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Espero ter colaborado com o novo amigo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Forte abra\u00e7o<\/p>\n<p>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello<\/p>\n<p>IHGGI \/ ROL \u2013 Jornal On Line<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Judeus Portugueses<\/h3>\n<p>Obra: Ra\u00edzes Judaicas no Brasil \u2013 O Arquivo secreto da Inquisi\u00e7\u00e3o \u2013 Fl\u00e1vio Mendes de Carvalho<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Manoel Affonseca<\/strong>, queimado em 26.05.1563, como judeu convicto e impertinente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Miguel Henriques Affonseca<\/strong>, 42 anos, advogado, queimado vivo em 10.05.1682, como judeu convicto, confesso, revogante, variante, afirmativo, pertinaz e impenitente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fernando de Affonseca Chaves<\/strong>, 40 anos, negociante, condenado em 09.07.1713.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Explica\u00e7\u00e3o de algumas puni\u00e7\u00f5es<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Uso de H\u00e1bito Perp\u00e9tuo<\/strong>: ou sambrenito era uma puni\u00e7\u00e3o quase sempre utilizada pelos inquisidores. Esta roupa era de uso obrigat\u00f3rio pelos hereges mesmo quando eram libertados. O h\u00e1bito era um roup\u00e3o quase sempre da cor preta ou amarela, tendo desenhos de cruz no peito e nas costas. Quando a senten\u00e7a era h\u00e1bito com ins\u00edgnias de fogo, vinham todos pintados com labaredas e figuras diab\u00f3licas. Quem era condenado a usar essas vestimentas, n\u00e3o conseguiam trabalho, tinham todos os seus bens confiscados, eram ridicularizados e apedrejados, acabavam seus dias mendigando ou morrendo a mingua. Seus descendentes eram considerados infames por v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es, n\u00e3o podendo ocupar quaisquer cargos p\u00fablicos, pertencer a ordens militares ou religiosas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Carocha<\/strong>: era um objeto parecido a uma coroa ou mitra, que era colocada na cabe\u00e7a de alguns condenados e toda pintada com figuras demon\u00edacas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gal\u00e9s:<\/strong> era a puni\u00e7\u00e3o onde o r\u00e9u era condenado a ficar numa embarca\u00e7\u00e3o movida a tra\u00e7\u00e3o humana. N\u00e3o havia retorno, a maioria morriam por exaust\u00e3o. Eram embarca\u00e7\u00f5es similares aos que os Romanos e os Vikings usavam.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Degredo<\/strong>: o condenado era expulso de Portugal e enviando para as col\u00f4nias portuguesas sem qualquer perspectiva de melhora. Mas na realidade era a melhor puni\u00e7\u00e3o, pois muitos acabaram por viajarem para outros pa\u00edses e col\u00f4nias e com o tempo recuperar um pouco de seus bens.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>C\u00e1rcere<\/strong>: na realidade era uma ida quase sem volta, as condi\u00e7\u00f5es nas masmorras eram as piores poss\u00edveis, a maioria morria nas pris\u00f5es ou saiam em situa\u00e7\u00e3o deplor\u00e1vel f\u00edsica, emocional e espiritual. Muitos morriam pouco tempo depois de sa\u00edrem desses c\u00e1rceres.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Morda\u00e7a<\/strong>: o condenado era obrigado a usar uma morda\u00e7a na boca e era proibido de falar com qualquer pessoa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A\u00e7oite:<\/strong> o r\u00e9u era a\u00e7oitado em pra\u00e7a p\u00fablica com chicotes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>==========================================================================================<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>F<\/strong><strong>onseca<\/strong>, sobrenome de origem portuguesa. sobrenome de ra\u00edzes topon\u00edmicas, o prov\u00e1vel fundador dos que adotaram esta designa\u00e7\u00e3o por apelido era Vasco Esteves de Figueiredo, que viveu em finais do s\u00e9c. XIII e que foi senhor da torre e julgado de Figueiredo.<\/p>\n<p>A Jo\u00e3o de Figueiredo, em recompensa dos feitos no decurso do cerco de Arzila, concedeu D. Jo\u00e3o III carta de armas com acrescentamento.<\/p>\n<p>Nome de t\u00edpicas ra\u00edzes topon\u00edmicas, visto derivar da designa\u00e7\u00e3o da honra da Fonseca, na freguesia de S\u00e3o Martinho de Mouros, foi ele adotado por uma das linhas de descend\u00eancia dos de Riba-Douro, fato que \u00e9 comprovado em termos her\u00e1ldicos.<\/p>\n<p>Os de Fonseca mantiveram uma posi\u00e7\u00e3o de preponder\u00e2ncia nobili\u00e1rquica at\u00e9 pelo menos ao s\u00e9c. XV, altura em que o ramo primog\u00eanito entrou em conflito com a Coroa de Portugal e os respectivos chefes se exilaram em Castela.<\/p>\n<p>Sobrenome de origem geogr\u00e1fica, tomado do lugar de Fon(t)eseca. De <em>Fonte Seca, <\/em>com ap\u00f3cope da s\u00edlaba final de <em>Fonte, <\/em>por efeito de pr\u00f3clise (Antenor Nascentes, II, 116). Procede esta fam\u00edlia de Gracia Rodrigues, que fez assento em Honra de Fonteseca, de onde seus descendentes tomaram o sobrenome de Fon (t) seca. O primeiro a usar esse sobrenome foi Mem Gon\u00e7alves da Fonseca, que fundou e dotou o mosteiro de Mancelos. As fam\u00edlias Coutinho e Tavares possuem as mesmas Armas dos Fonsecas, porque t\u00eam a mesma origem, pois procedem do mesmo tronco geneal\u00f3gico (Anu\u00e1rio Geneal\u00f3gico Latino, I, 44; SB, II, 70). Ilha Terceira:\u00a0 sobre esta fam\u00edlia, escreveu Eduardo de Campos de Castro de Azevedo Soares, em seu Nobili\u00e1rio<em> da Ilha Terceira<\/em>: <em>Um dos primeiros povoadores da ilha Terceira foi Gon\u00e7alo Annes ou Eannes da Fonseca,<\/em>natural<em> de Lagos, no <\/em>Algarve<em>, e pertence \u00e0 <\/em>gera\u00e7\u00e3o<em> e <\/em>linhagem<em> dos Fonsecas que no <\/em>reino<em> existiam com <\/em>nobreza<em>. Foi para a dita ilha com o donat\u00e1rio J\u00e1come de Bruges, que lhe fez a\u00ed doa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias terras e designadamente das que v\u00e3o do mar ao cume da Serra do Paul das Vaccas, Secca, cuja denomina\u00e7\u00e3o tomou por <\/em>sobrenome<em> que transmitiu a seus descendentes. \u00c0 ilha do Fayal passou tamb\u00e9m um ramo desta <\/em>fam\u00edlia<em>, em data que n\u00e3o posso precisar, mas que devia Ter sido nos fins do s\u00e9culo XV ou princ\u00edpio do s\u00e9culo XVBI. Era deste ramo Jo\u00e3o Martins da Fonseca, o qual tendo nascido na dita ilha, passou a residir tamb\u00e9m na Terceira, onde em 1534 desempenhava o cargo de procurador da c\u00e2mara de Angra<\/em>[Azevedo Soares &#8211; Nobili\u00e1rio da Ilha Terceira, T\u00edtulo XLIV].<\/p>\n<p>=====================================================================================================<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>J<\/strong><strong>esus,<\/strong> sobrenome portugu\u00eas de invoca\u00e7\u00e3o religiosa muito utilizado em Portugal e Brasil que, com especial incid\u00eancia a partir da segunda metade do s\u00e9culo XIX, come\u00e7ou a ser adotado como sobrenome, pr\u00e1tica que foi seguida por um n\u00famero sem conta de fam\u00edlias diferentes, da\u00ed resultando\u00a0 na exist\u00eancia de um grande n\u00famero fam\u00edlias que o usa sem que nenhuma rela\u00e7\u00e3o de parentesco exista entre elas.<\/p>\n<p>Especialmente no Brasil ap\u00f3s a liberta\u00e7\u00e3o dos escravos, atrav\u00e9s da Lei \u00c1urea de 1888, muitos escravos adotaram o nome dos antigos senhores ou por raz\u00f5es religiosas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Houve uma antiga fam\u00edlia portuguesa, estabelecida em 1675 em Pernambuco, por Thomaz Varela de Lima, cuja descend\u00eancia do seu casamento com Mariana Ribeiro Calado, por motivos religiosos come\u00e7ou assinar Jesus, e acabaram por adotar como sobrenome. Na Bahia, a Fam\u00edlia dos Ferreira de Jesus foi estabelecida no \u00ednicio do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>Sagrado nome do Filho de Deus. Do hebraico, da \u00e9poca evang\u00e9lica <em>Iexu<\/em>, por <em>Ieoxud <\/em>ou <em>Iexu\u00e1<\/em>, Deus \u00e9 o seu aux\u00edlio, atrav\u00e9s da transcri\u00e7\u00e3o grega<em>Ieso\u00fas <\/em>e do latim <em>Iesus<\/em>. O <em>s <\/em>\u00e9 a desin\u00eancia de nominativo singular grego. Aquele a quem Deus \u00e9 aux\u00edlio. Salva\u00e7\u00e3o. Jeov\u00e1 \u00e9 salva\u00e7\u00e3o (Antenor Nascentes, II, 16A). Antiga fam\u00edlia, de origem portuguesa estabelecida em Pernambuco, para onde passou, antes de 1751, Thomaz Varela de Lima, cuja descend\u00eancia do seu cas. com Mariana Ribeiro Calado, nat. do Cabo (PE), assina-se Jesus e Ribeiro Calado (Estirpe de Sta. Tereza, 19). Sobrenome de algumas fam\u00edlias estabelecidas na Cidade do Rio de Janeiro. Na Bahia, existem os Ferreira de Jesus. Fam\u00edlia estabelecida, na primeira metade do s\u00e9culo XIX, no Rio de Janeiro, \u00e0 qual pertence Joaquim Manoel de Jesus e Francisco das Chagas de Jesus, que deixaram gera\u00e7\u00e3o, registrada na Igreja da Candel\u00e1ria. Sobrenome de uma fam\u00edlia de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 06.10.1882, a bordo do vapor Navarre, Maria de Jesus, natural da It\u00e1lia, cat\u00f3lica, 28 anos de idade, procedente de G\u00eanova, com destino \u00e0 Capital do Estado de S\u00e3o Paulo. Veio em companhia da filha, Maria, natural da It\u00e1lia, 1 ano de idade [Hospedaria dos Imigrantes &#8211; S\u00e3o Paulo, Livro 001, p\u00e1g. 043 &#8211; 06.10.1882]. Fam\u00edlia de origem portuguesa, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 10.01.1882, Maria de Jesus, natural da Ilha de S\u00e3o Miguel, cat\u00f3lica, 41 anos de idade, com destino a Ribeir\u00e3o Preto, Estado de S\u00e3o Paulo. Fez parte dos colonos mandados vir pelo Dr. Martinho Prado Junior. Trouxe em sua companhia os seguintes filhos: 1. Manoel, natural da Ilha de S\u00e3o Miguel, 23 anos de idade; 2. Jos\u00e9, natural da Ilha de S\u00e3o Miguel, 18 anos de idade; 3. Roza, natural da Ilha de S\u00e3o Miguel, 15 anos de idade; 4. Antonio, natural da Ilha de S\u00e3o Miguel, 14 anos de idade; 5. Carolina, natural da Ilha de S\u00e3o Miguel, 11 anos de idade; 6. Jo\u00e3o, natural da Ilha de S\u00e3o Miguel, 9 anos de idade; 7. Philomena, natural da Ilha de S\u00e3o Miguel, 6 anos de idade; 8. Emilia, natural da Ilha de S\u00e3o Miguel, 4 anos de idade; 9. Agostinho, natural da Ilha de S\u00e3o Miguel, 6 meses de idade [Hospedaria dos Imigrantes &#8211; S\u00e3o Paulo, Livro 001, p\u00e1g. 001<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>=======================================================================================================<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Peixoto<\/strong>, sobrenome proveniente de alcunha, isto \u00e9, de um apelido. Trata-se da forma diminutiva de peixe, em documentos antigos foi registrado como Peixota. Consta que foi usado primeiramente por Gomes Viegas Peixoto, o velho, em virtude de lan\u00e7ar m\u00e3o de um peixe para estratagema, conseguindo levantar o cerco que Dom Afonso II fizera ao castelo de Celorico da Beira, em Portugal. Um estudo recente e muito bem documentado faz remontar as origens da fam\u00edlia que dela fez sobrenome ao s\u00e9culo XIII.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1>Armas<\/h1>\n<p>De prata, duas faixas ondadas de azul, cada uma carregada de uma truta do campo, com escamas de negro. Da lenda, ali\u00e1s de recentes origens, com que se pretendeu enobrecer os Peixotos ao fazer deles um ramo da linhagem dos \u00abde Portocarreiro\u00bb veio a resultar a transforma\u00e7\u00e3o das suas armas numa variante daquelas de tal linhagem, pelo que as suas \u00abarmas modernas\u00bb s\u00e3o: xadrezado de ouro e vermelho. Timbre: um golfinho de sua cor, com um peixe na boca.<\/p>\n<p>Outros autores atribuem-lhes, sempre como \u00abarmas modernas\u00bb: xadrezado de ouro e azul. Timbre: um corvo marinho de sua cor, com um peixe de prata no bico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1>T\u00edtulos, Morgados e Senhorios<\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Bar\u00f5es de Castro Daire \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Bar\u00f5es de Jugueiros<\/p>\n<p>Bar\u00f5es de Pa\u00e7\u00f4 Vieira \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Bar\u00f5es de Peixoto Serra<\/p>\n<p>Bar\u00f5es de Santa Cruz \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Bar\u00f5es de S\u00e3o Domingos<\/p>\n<p>Condes da Redinha \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Condes de Lindoso<\/p>\n<p>Condes de Pa\u00e7\u00f4 Vieira \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Marqueses de Lindoso<\/p>\n<p>Marqueses de Pomares \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Senhores de Penafiel<\/p>\n<p>Senhores do Pa\u00e7o de Lanheses \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Viscondes de Gama<\/p>\n<p>Viscondes de Guilhomil \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Viscondes de Landal<\/p>\n<p>Viscondes de Lindoso<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1><\/h1>\n<h1>Cargos e Profiss\u00f5es em Portugal<\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Deputados<\/p>\n<p>Familiares do Santo Of\u00edcio<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>=====================================================================================================================================<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Rocha<\/strong><strong>,<\/strong>\u00a0 sobrenome portugu\u00eas. Afirmam alguns genealogistas que a fam\u00edlia deste nome prov\u00e9m de um \u00abMonseur\u00bb de la Roche que teria vindo para Portugal durante o reinado de Dom Afonso III, tendo-o ajudado na conquista de Silves, \u00faltimo reduto \u00e1rabe nos Algarves de aqu\u00e9m-mar.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 sua nacionalidade, nela n\u00e3o acertam tais autores, se bem que se diga que era franc\u00eas ou flamengo.<\/p>\n<p>Concretamente, no entanto, o que se sabe \u00e9 que viveram em no tempo de Dom Jo\u00e3o I, e dele foram partid\u00e1rios na luta contra Castela, tr\u00eas irm\u00e3os de nomes Lu\u00eds, Gomes e Raimundo da Rocha, a quem os genealogistas, neste ponto concordes, d\u00e3o o tratamento de dom, que s\u00f3 lhes poderia advir do don espanhol.<\/p>\n<p>De um ou mais dentre eles podem descender os Rochas portugueses.<\/p>\n<p>Sobrenome de origem geogr\u00e1fica. De <em>rocha<\/em>, subst. comum &#8211; grande massa compacta de pedra muito dura; rochedo (Antenor Nascentes, II, 263; Silveira Bueno, Dic. Escolar, 1184). Esta fam\u00edlia passou de Fran\u00e7a a Portugal, estabelecendo-se em Viana. J\u00e1 em 1126, acha-se Arnaldo da Rocha, companheiro de D. Galdim Paes, mestre da Ordem do Templo (Anu\u00e1rio Geneal\u00f3gico Latino, I, 82). Portugal: Felgueiras Gayo trata da antig\u00fcidade desta fam\u00edlia em seu Nobili\u00e1rio das Fam\u00edlias de Portugal, onde informa ser \u00ab<em>das mais antigas de q temos notissia; ha entre os Genealogistas variedade na sua <\/em>origem<em>; huns querem venh\u00e3o de hum Cavalheiro das Montanhas de Galliza q veyo ganhar honra no serviss\u2019de hum Rey de Le\u00e3o, e q acontecendo hua ocazi\u00e3o de pelleja com os <\/em>Mouros<em> estes perseguidos dos christaons se retirar\u00e3o p.\u00aa hum Rochedo aspero pencando escapar em aquelle sitio, q era de si defens\u00edvel; mas este Cavalheiro os acometeo nelle com tal vallor, q os obrigou a alncarem-se<\/em>h\u00e1 um erro neste verbo<em>\u00a0do Rochedo abaixo e matou outros, a outros cativou, cujo sucesso sendo \u00e0 vista do Rey dizem lhe fizera a m.ce de o <\/em>Armar<em> Cav.\u00ba por sua m\u00e3o dando-lhe a appellido de Rocha, por aluz\u00e3o da briga q teve no Rchedo. Outros dizem q este Cav.\u00ba era Napolitano e <a href=\"http:\/\/n.al\/\">n.al<\/a> de hum lugar chamado Roca Seca de q foi Sr. Sondulpho Pay de S. Thomaz de Aquino e q aqui se appellidaram Rocha e servira ao Rey de Le\u00e3o contra os <\/em>Mouros<em>; e ao Rey D. Aff.\u00ba 1.\u00ba de Castela (q morreo em 1109) e q pella oppeni\u00e3o q tinha do seu grande esfor\u00e7o mandara por elle secorrer a cidade de Campostella, e q nesta jornada alcan\u00e7ara dos <\/em>Mouros<em> hua grande batalha no dia de S. Andre por cujo bom sucesso o Rey dera por <\/em>Armas<em> sobre o<\/em>escudo branco<em> q trazia hua <\/em>Aspa<em> vermelha com cinco conchas de <\/em>ouro<em>, a <\/em>Aspa<em> em honra de S. Andre e as conchaas em memoria de S. Thiago cuja terra libertara. Disto m.mo se persuade a antigudade desta <\/em>fam\u00edlia<em>, ou sej\u00e3o Napolitanos ou Gallegos; em Portugal se <\/em>acha<em> este appellido em 1126 no qual aparece D. Arnaldo da Rocha Cavalheiro Templario fazendo hum contrato com D. Gondim Paes acerca da Villa de Fer.\u00aa ..Outros afirm\u00e3o q os Rochas descendem de hum Cav.\u00ba Franc\u00eas q acompanhou a Guilherme <\/em>Duque<em> de Normandia na conquista de Inglaterra p comecou no anno de 1066 .. Destes Rochas Inglezes se diz passara um Cavalleiro a Irlanda onde foi <\/em>bem<em> Herdado e teve <\/em>sucess\u00e3o<em>, e t\u00edtulos de Viscondes e Baroins ..<\/em>\u00bb. Em seguida, Gayo principia o estudo geneal\u00f3gico desta fam\u00edlia, dando por tronco Monsieur de La Rocha, que diziam ser filho segundo da Casa de Quinzale, na Irlanda, o qual, passando \u00e0 terra Santa, se achara no Algarve na tomada de Silves no tempo do Rei D. Afonso III de Portugal [1248-1279], que lhe fez merc\u00ea da Torre Novas. Entre os milhares de descendentes de Monsieur de La Rocha, registra-se o s\u00e9timo neto, Diogo da Rocha de Pa\u00e7os, Contador da Fazenda de Viana. Serviu no Brasil, achando-se, com Estev\u00e3o Soares, na conquista do Rio de Janeiro, como Capit\u00e3o do bergantim S\u00e3o Tiago. Ilha de S\u00e3o Miguel: O genealogista portugu\u00eas Gaspar Fructuoso, em sua <em>Hist\u00f3ria Geneal\u00f3gica de Sam Miguel<\/em> [Saudades da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta fam\u00edlia, em seu Cap\u00edtulo XXV &#8211; <em>Dos Rochas, Machados e Paivas, que vieram a esta Ilha no tempo do Capit\u00e3o Joam Rodrigues da Camara <\/em>[Gaspar Fructuoso &#8211; Saudades da Terra, 208]. Brasil: Em Pernambuco, entre outras, registra-se a fam\u00edlia de Manuel da Rocha, da Vila de Goiana (PE), que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu as., c.1745, com Rosa Maria de Jesus, nat. de Goiana (PE). Foram av\u00f3s, entre outros, de Maria da Concei\u00e7\u00e3o da Rocha, matriarca da fam\u00edlia Rocha Faria. Importante fam\u00edlia, de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro, para onde passou Francisco Jos\u00e9 da <em>Rocha Le\u00e3o<\/em> (v.s.), bar\u00e3o de Itamarati. Entre muitas, registramos em Minas Gerais, a fam\u00edlia de Rufino Martha da Rocha [29.07.1870, Santo Ant\u00f4nio do Grama, MG &#8211; 18.08.1941, Raul Soares, MG], filho primog\u00eanito de Joaquim C\u00e2ndido da Rocha e de Maria Joaquina de Abreu Lima; por esta, foi bisneto do capit\u00e3o Jo\u00e3o Bueno, membro da importante fam\u00edlia Bueno (v.s.), de S\u00e3o Paulo, que passou para Minas Gerais, comandando um destacamento militar para a conquista do gentio pelos anos de 1825. Rufino foi um dos primeiros povoadores da atual cidade de Raul Soares, MG (arraial de Entre Rios), para onde foi em 1890. Deixou numerosa descend\u00eancia do seu cas., a 09.09.1893, em Abre-Campo, MG, com Jovelina Jacinta de Abreu [02.03.1877, Abre Campo, MG &#8211; 14.01.1969, Raul Soares, MG], filha de Fortunato de Abreu e Silva Brand\u00e3o e de Ana Jacinta de Abreu. Entre os descendentes do casal, registram-se: I &#8211; o filho, Dr. Edmundo Rocha [18.04.1896 -], advogado, presidente das C\u00e2maras Municipais de Rio Casca e Raul Soares. Com gera\u00e7\u00e3o; II &#8211; o neto, o genealogista Cl\u00ednio Silva [13.11.1925, Raul Soares, MG -], que dedicou-se ao ramo de Seguros. Ex-presidente da Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Empresas de Seguros Privados e de Capitaliza\u00e7\u00e3o &#8211; FENASEG. Vice-Presidente do Grupo Sul Am\u00e9rica de Seguros. Membro do Col\u00e9gio Brasileiro de Genealogia e do Instituto Hist\u00f3rico, Geogr\u00e1fico e Geneal\u00f3gico de Sorocaba.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>======================================================================================================<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>S<\/strong><strong>antana, <\/strong><strong>S<\/strong><strong>antanna, <\/strong><strong>S<\/strong><strong>ant\u2019Ana, <\/strong><strong>S<\/strong><strong>ant\u2019Anna<\/strong><strong>, <\/strong>Sobrenome de origem religiosa, forma apocopada do original Sant&#8217;ana, refere-se a av\u00f3 de nosso senhor Jesus Cristo, m\u00e3e da Virgem Maria .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Existe uma importante fam\u00edlia mineira que teve princ\u00edpio no vereador Joaquim Jos\u00e9 de Sant\u2019Ana ( 1821-1875 ) filho de Ara\u00fajo e Am\u00e9lia Rocco. Em fun\u00e7\u00e3o de uma promessa feita a Nossa Senhora de Santana perpetuou em seus descendentes este nome Sant\u2019Ana, em lugar do seu nome de fam\u00edlia Ara\u00fajo.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma outra fam\u00edlia proeminente vinda do Doutor Jo\u00e3o Jos\u00e9 Sant\u2019Ana ( 1851-1895 ) filho do Capit\u00e3o Jo\u00e3o Jos\u00e9 de Sant\u2019Ana e de Dona Luiza Costa, que na qual, descendem v\u00e1rios ramos familiares em Minas Gerais e cercanias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>6 anexos<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a data-tooltip-align=\"t,c\" data-tooltip-class=\"a1V\">Visualizar o anexo affonseca.doc<\/a><\/p>\n<p>affonseca.doc<\/p>\n<p><a data-tooltip-align=\"t,c\" data-tooltip-class=\"a1V\">Visualizar o anexo fonseca.doc<\/a><\/p>\n<p>fonseca.doc<\/p>\n<p><a data-tooltip-align=\"t,c\" data-tooltip-class=\"a1V\">Visualizar o anexo jesus.doc<\/a><\/p>\n<p>jesus.doc<\/p>\n<p><a data-tooltip-align=\"t,c\" data-tooltip-class=\"a1V\">Visualizar o anexo peixoto.doc<\/a><\/p>\n<p>peixoto.doc<\/p>\n<p><a data-tooltip-align=\"t,c\" data-tooltip-class=\"a1V\">Visualizar o anexo rocha.doc<\/a><\/p>\n<p>rocha.doc<\/p>\n<p><a data-tooltip-align=\"t,c\" data-tooltip-class=\"a1V\">Visualizar o anexo Santana.doc<\/a><\/p>\n<p>Santana.doc<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Afr\u00e2nio Mello: ATENDIMENTOS N\u00daMEROS 445, 446, 447, 448 ,449 e 450.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[656],"class_list":["post-1683","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-afranio"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":23959,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=23959","url_meta":{"origin":1683,"position":0},"title":"Genealogia: informa\u00e7\u00f5es sobre a fam\u00edlia Hoffbauer","author":"Helio Rubens","date":"19 de janeiro de 2019","format":false,"excerpt":"ATENDIMENTO N\u00daMERO 1095 \u00a0 Prezada Senhora Heloisa, bom dia. 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