{"id":17384,"date":"2018-03-29T11:21:09","date_gmt":"2018-03-29T14:21:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=17384"},"modified":"2018-03-29T11:21:09","modified_gmt":"2018-03-29T14:21:09","slug":"luta-danca-ginga-toque-e-floreios-as-varias-faces-da-capoeira-1a-parte-origem-da-capoeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=17384","title":{"rendered":"Luta, m\u00fasica, dan\u00e7a, ginga, toques e floreios: as v\u00e1rias faces da Capoeira! 1\u00aa Parte: origem da capoeira"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F17384&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F17384&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/capoeira-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-17385 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/capoeira-1-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a><em>A capoeira \u00e9 praticada por 6 milh\u00f5es de brasileiros. No mundo, s\u00e3o 8 milh\u00f5es de capoeiristas espalhados por mais de 160 pa\u00edses<\/em><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Etimologia<\/strong><\/p>\n<p>Existem duas possibilidades comumente aventadas para se explicar a origem do termo &#8220;capoeira&#8221;: derivaria do cesto hom\u00f4nimo utilizado pelos escravos para transportar as aves capadas at\u00e9 os mercados onde elas seriam comercializadas: os escravos, no caminho at\u00e9 os mercados, se distrairiam com movimentos de luta, originando, assim, a denomina\u00e7\u00e3o &#8220;capoeira&#8221; para os movimentos praticados; derivaria do termo tupi kapu&#8217;era, que significa &#8220;o que foi mata&#8221;, atrav\u00e9s da jun\u00e7\u00e3o dos termos ka&#8217;a (&#8220;mata&#8221;) e p\u00fbera (&#8220;que foi&#8221;). Refere-se \u00e0s \u00e1reas de mata rasteira do interior do Brasil onde era praticada agricultura ind\u00edgena. Acredita-se que a capoeira tenha obtido o nome a partir destas \u00e1reas que cercavam as grandes propriedades rurais de base escravocrata. Capoeiristas fugitivos da escravid\u00e3o e desconhecedores do ambiente ao seu redor frequentemente usavam a vegeta\u00e7\u00e3o rasteira para se esconderem da persegui\u00e7\u00e3o dos capit\u00e3es do mato.<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/origemcapoeira.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-17390 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/origemcapoeira-300x189.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"189\" \/><\/a>Hist\u00f3ria\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Origem<\/strong><\/p>\n<p>No s\u00e9culo XVII, era costume dos povos pastores do sul da atual Angola, na \u00c1frica, comemorar a inicia\u00e7\u00e3o dos jovens \u00e0 vida adulta com uma cerim\u00f4nia chamada n&#8217;golo (que significa &#8220;zebra&#8221; em quimbundo). Durante a cerim\u00f4nia, os homens competiam numa luta animada pelo toque de atabaques em que ganhava quem conseguisse encostar o p\u00e9 na cabe\u00e7a do advers\u00e1rio. O vencedor tinha o direito de escolher, sem ter de pagar o dote, uma noiva entre as jovens que estavam sendo iniciadas \u00e0 vida adulta. Com a chegada dos invasores portugueses e a escraviza\u00e7\u00e3o dos povos africanos, a capoeira foi introduzida no Brasil.<\/p>\n<p>No Brasil, assim como no restante da Am\u00e9rica, os escravos africanos eram submetidos a um regime de trabalho for\u00e7ado. Eram tamb\u00e9m for\u00e7ados a adotar a l\u00edngua portuguesa e a religi\u00e3o cat\u00f3lica. Como express\u00e3o da revolta contra o tratamento violento a que eram submetidos, os escravos passaram a praticar a luta tradicional do sul de Angola nos terrenos de mata mais rala conhecidos como &#8220;capoeiras&#8221; (termo que vem do tupi kapu&#8217;era, que significa &#8220;mata que foi&#8221;, se referindo aos trechos de mata que eram queimados ou cortados para abrir terreno para planta\u00e7\u00f5es dos \u00edndios).<\/p>\n<p>A partir do s\u00e9culo XVI, Portugal come\u00e7ou a enviar escravos para o Brasil, provenientes primariamente da \u00c1frica Ocidental. Os povos mais frequentemente vendidos no Brasil faziam parte dos povos iorub\u00e1s e Daom\u00e9, guineo-sudan\u00eas, dos povos Malesi e hau\u00e7\u00e1s e do grupo banto (incluindo os congos, os quimbundos e os Kasanjes), provenientes dos territ\u00f3rios localizados atualmente em Angola e Congo.<\/p>\n<p>A capoeira ainda \u00e9 motivo de controv\u00e9rsia entre os estudiosos de sua hist\u00f3ria, sobretudo no que se refere ao per\u00edodo compreendido entre o seu surgimento e o in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, quando aparecem os primeiros registros confi\u00e1veis com descri\u00e7\u00f5es sobre sua pr\u00e1tica. No s\u00e9culo XVI, Portugal tinha um dos maiores imp\u00e9rios coloniais da Europa, mas carecia de m\u00e3o de obra para efetivamente coloniz\u00e1-lo. Para suprir este d\u00e9ficit, os colonos portugueses, no Brasil, tentaram, no in\u00edcio, capturar e escravizar os povos ind\u00edgenas, algo que logo se demonstrou impratic\u00e1vel. A solu\u00e7\u00e3o foi o tr\u00e1fico de escravos africanos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_17393\" aria-describedby=\"caption-attachment-17393\" style=\"width: 224px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Capitao-mato.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-17393 size-medium\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Capitao-mato-224x300.jpg\" alt=\"\" width=\"224\" height=\"300\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-17393\" class=\"wp-caption-text\">Capit\u00e3o do mato<\/figcaption><\/figure>\n<p>A principal atividade econ\u00f4mica colonial do per\u00edodo era o cultivo da cana-de-a\u00e7\u00facar. Os colonos portugueses estabeleciam grandes fazendas, cuja m\u00e3o de obra era primariamente escrava. O escravo, vivendo em condi\u00e7\u00f5es humilhantes e desumanas, era for\u00e7ado a trabalhar \u00e0 exaust\u00e3o, frequentemente sofrendo castigos e puni\u00e7\u00f5es f\u00edsicas. Mesmo sendo em maior n\u00famero, a falta de armas, a lei vigente, a discord\u00e2ncia entre escravos de etnias rivais e o completo desconhecimento da terra em que se encontravam desencorajavam os escravos a rebelar-se. Neste meio, come\u00e7ou a nascer a capoeira. Mais do que uma t\u00e9cnica de combate, surgiu como uma esperan\u00e7a de liberdade e de sobreviv\u00eancia, uma ferramenta para que o negro foragido, totalmente desequipado, pudesse sobreviver ao ambiente hostil e enfrentar a ca\u00e7a dos capit\u00e3es do mato, sempre armados e montados a cavalo.<\/p>\n<p><strong>Nos quilombos<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o tardou para que grupos de escravos fugitivos come\u00e7assem a estabelecer assentamentos em \u00e1reas remotas da col\u00f4nia, conhecidos como quilombos. Inicialmente assentamentos simples, alguns quilombos evolu\u00edam atraindo mais escravos fugitivos, ind\u00edgenas ou at\u00e9 mesmo europeus que fugiam da lei ou da repress\u00e3o religiosa cat\u00f3lica, at\u00e9 tornarem-se verdadeiros estados multi\u00e9tnicos independentes. A vida nos quilombos oferecia liberdade e a oportunidade do resgate das culturas perdidas \u00e0 causa da opress\u00e3o colonial. Neste tipo de comunidade formada por diversas etnias, constantemente amea\u00e7ada pelas invas\u00f5es portuguesas, a capoeira passou de uma ferramenta para a sobreviv\u00eancia individual a uma arte marcial com escopo militar.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/download-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-17391 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/download-1.jpg\" alt=\"\" width=\"272\" height=\"185\" \/><\/a>O maior dos quilombos, o Quilombo dos Palmares, resistiu por mais de cem anos aos ataques das tropas coloniais. Mesmo possuindo material b\u00e9lico muito aqu\u00e9m dos utilizados pelas tropas coloniais e, geralmente, combatendo em menor n\u00famero, resistiram a pelo menos 24 ataques de grupos com at\u00e9 3 000 integrantes comandados por capit\u00e3es do mato. Foram necess\u00e1rios dezoito grandes ataques de tropas militares do governo colonial para derrotar os quilombolas. Soldados portugueses relataram ser necess\u00e1rio mais de um drag\u00e3o (militar) para capturar um quilombola, porque se defendiam com estranha t\u00e9cnica de ginga e luta. O governador-geral da Capitania de Pernambuco declarou ser mais dif\u00edcil derrotar os quilombolas do que os invasores holandeses.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/show_1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-17392 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/show_1-300x253.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"253\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>A urbaniza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Com a transfer\u00eancia do ent\u00e3o pr\u00edncipe regente dom Jo\u00e3o VI e de toda a corte portuguesa para o Brasil em 1808, devido \u00e0 invas\u00e3o de Portugal por tropas napole\u00f4nicas, a col\u00f4nia deixou de ser uma mera fonte de produtos prim\u00e1rios e come\u00e7ou finalmente a se desenvolver como na\u00e7\u00e3o. Com a subsequente abertura dos portos a todas as na\u00e7\u00f5es amigas, o monop\u00f3lio portugu\u00eas do com\u00e9rcio colonial efetivamente terminou. As cidades cresceram em import\u00e2ncia e os brasileiros finalmente receberam permiss\u00f5es para fabricar no Brasil produtos antes importados, como o vidro.<\/p>\n<p>J\u00e1 existiam registros da pr\u00e1tica da capoeira nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro e Recife desde o s\u00e9culo XVIII, mas o grande aumento do n\u00famero de escravos urbanos e da pr\u00f3pria vida social nas cidades brasileiras deu \u00e0 capoeira maior facilidade de difus\u00e3o e maior notoriedade. No Rio de Janeiro, as aventuras dos capoeiristas eram de tal jeito que o governo, atrav\u00e9s das portarias como a de 31 de outubro de 1821, estabeleceu castigos corporais severos e outras medidas de repress\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica de capoeira.<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cartaz-lei-aurea.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-17394 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cartaz-lei-aurea-203x300.jpg\" alt=\"\" width=\"203\" height=\"300\" \/><\/a>Liberta\u00e7\u00e3o dos escravos e proibi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No fim do s\u00e9culo XIX, a escravid\u00e3o no Brasil era basicamente impratic\u00e1vel por diversos motivos, entre eles o sempre crescente n\u00famero das fugas dos escravos e os incessantes ataques das mil\u00edcias quilombolas \u00e0s propriedades escravocratas. O imp\u00e9rio Brasileiro tentou amenizar os diversos problemas com medidas como a lei dos Sexagen\u00e1rios e a lei do Ventre Livre, mas o Brasil inevitavelmente reconheceria o fim da escravid\u00e3o em 13 de maio de 1888 com a lei \u00c1urea, sancionada pelo parlamento e assinada pela princesa Isabel.<\/p>\n<p>Livres, os negros viram-se abandonados \u00e0 pr\u00f3pria sorte. Em sua grande maioria, n\u00e3o tinham onde viver, onde trabalhar e eram desprezados pela sociedade, que os via como vagabundos. O aumento da oferta de m\u00e3o de obra europeia e asi\u00e1tica do per\u00edodo diminu\u00eda ainda mais as oportunidades e logo grande parte dos negros foi marginalizada e, naturalmente, com eles a capoeira.<\/p>\n<p>Foi inevit\u00e1vel que diversos capoeiristas come\u00e7assem a utilizar suas habilidades de formas pouco convencionais. Muitos come\u00e7aram a utilizar a capoeira como guardas de corpo, mercen\u00e1rios, assassinos de aluguel, capangas. Grupos de capoeiristas conhecidos como maltas aterrorizavam o Rio de Janeiro. Em pouco tempo, mais especificamente em 1890, a Rep\u00fablica Brasileira decretou a proibi\u00e7\u00e3o da capoeira em todo o territ\u00f3rio nacional, vista a situa\u00e7\u00e3o ca\u00f3tica da capital brasileira e a not\u00e1vel vantagem que um capoeirista levava no confronto corporal contra um policial.<\/p>\n<p>Devido \u00e0 proibi\u00e7\u00e3o, qualquer cidad\u00e3o pego praticando capoeira era preso, torturado e muitas vezes mutilado pela pol\u00edcia. A capoeira, ap\u00f3s um breve per\u00edodo de liberdade, via-se mais uma vez malvista e perseguida. Express\u00f5es culturais como a roda de capoeira eram praticadas em locais afastados ou escondidos e, geralmente, os capoeiristas deixavam algu\u00e9m de sentinela para avisar de uma eventual chegada da pol\u00edcia.<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/13_thumb-1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-17395 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/13_thumb-1.png\" alt=\"\" width=\"270\" height=\"270\" \/><\/a>Atualmente<\/strong><\/p>\n<p>Hoje em dia, a capoeira se tornou n\u00e3o apenas uma arte ou um aspecto cultural, mas uma verdadeira exportadora da cultura brasileira para o exterior. Presente em dezenas de pa\u00edses em todos os continentes, todo ano a capoeira atrai ao Brasil milhares de alunos estrangeiros e, frequentemente, capoeiristas estrangeiros se esfor\u00e7am em aprender a l\u00edngua portuguesa em um esfor\u00e7o para melhor se envolver com a arte. Mestres e contra-mestres respeitados s\u00e3o constantemente convidados a dar aulas especiais no exterior ou at\u00e9 mesmo a estabelecer seu pr\u00f3prio grupo. Apresenta\u00e7\u00f5es de capoeira, geralmente administradas em forma de espet\u00e1culo, acrob\u00e1ticas e com pouca marcialidade, s\u00e3o realizadas no mundo inteiro.<\/p>\n<p>O aspecto marcial ainda se faz muito presente e, como nos tempos antigos, ainda \u00e9 sutil e disfar\u00e7ado. A malandragem \u00e9 sempre presente, capoeiristas experientes raramente tiram os olhos de seus oponentes em um jogo de capoeira, j\u00e1 que uma queda pode chegar disfar\u00e7ada at\u00e9 mesmo em um gesto amig\u00e1vel. S\u00edmbolo da cultura afro-brasileira, s\u00edmbolo da miscigena\u00e7\u00e3o de etnias, s\u00edmbolo de resist\u00eancia \u00e0 opress\u00e3o, a capoeira mudou definitivamente sua imagem e se tornou fonte de orgulho para o povo brasileiro. Atualmente, \u00e9 considerada patrim\u00f4nio Cultural Imaterial do Brasil.<\/p>\n<p><strong>Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial da Humanidade<\/strong><\/p>\n<p>Em 24 de novembro de 2014, durante a 9\u00aa Sess\u00e3o do Comit\u00ea Intergovernamental para a Salvaguarda, que \u00e9 realizada na sede da Unesco, em Paris, teve a inscri\u00e7\u00e3o para recebimento do t\u00edtulo aprovada. Em 26 de novembro, a Unesco declara que a Roda de Capoeira \u00e9 Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial da Humanidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte de pesquisa:<\/p>\n<p>Origem: Wikip\u00e9dia, a enciclop\u00e9dia livre.<\/p>\n<p>(Dispon\u00edvel em: https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Capoeira&gt;. Acesso em: 19 fev.2018)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A capoeira \u00e9 praticada por 6 milh\u00f5es de brasileiros. 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