{"id":17867,"date":"2018-04-26T23:22:08","date_gmt":"2018-04-27T02:22:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=17867"},"modified":"2018-04-26T23:22:08","modified_gmt":"2018-04-27T02:22:08","slug":"paulo-roberto-costa-correr-ou-lutar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=17867","title":{"rendered":"Paulo Roberto Costa: &#039;Correr ou lutar?&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F17867&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F17867&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/paulo-roberto-costa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-9447 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/paulo-roberto-costa-300x226.jpg\" alt=\"\" width=\"165\" height=\"124\" \/><\/a><em>\u00a0&#8220;O hor\u00e1rio era prop\u00edcio para o tipo de foto que eu queria fazer, embora um tanto quanto inadequado para quem vive em uma megal\u00f3pole onde a seguran\u00e7a \u00e9 apenas uma v\u00e3 promessa de pol\u00edticos que n\u00e3o sabem sequer soletr\u00e1-la.&#8221;<\/em><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Imagem-para-ROL-PB.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-17868 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Imagem-para-ROL-PB-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a>Passava da meia-noite. Uma noite clara e agrad\u00e1vel. Depois de meditar durante alguns dias tinha me decidido finalmente a fotografar um monumento \u00e0 noite, majestosamente iluminado, que fica pr\u00f3ximo \u00e0 minha resid\u00eancia. Algumas quadras apenas. A fotografia \u00e9 um dos meus hobbies prediletos, que me ajuda a manter um pouco da sanidade que o dia a dia insiste em querer afetar.<\/p>\n<p>O hor\u00e1rio era prop\u00edcio para o tipo de foto que eu queria fazer, embora um tanto quanto inadequado para quem vive em uma megal\u00f3pole onde a seguran\u00e7a \u00e9 apenas uma v\u00e3 promessa de pol\u00edticos que n\u00e3o sabem sequer soletr\u00e1-la.<\/p>\n<p>As ruas estavam relativamente desertas e, enquanto caminhava, ficava me questionando se esta tinha sido realmente uma boa ideia. Pensava em quanto tinha gastado com os equipamentos que estava levando em minha mochila e em todas as hist\u00f3rias de roubos e assaltos que ocorrem pela cidade. Escolhi o caminho com cuidado e aten\u00e7\u00e3o, olhando atentamente \u00e0s poucas pessoas que passavam\u00a0 e refletindo se eu n\u00e3o estaria simplesmente exagerando, tendo como base apenas as estat\u00edsticas e not\u00edcias ruins que abundam os notici\u00e1rios que envenenam nosso combalido esp\u00edrito com doses di\u00e1rias de desgra\u00e7as.<\/p>\n<p>Conforme caminhava, ia, aos poucos, me acalmando e aproveitando a noite e o relativo sil\u00eancio das ruas que, paulatinamente, recolhiam todo o tr\u00e2nsito, de carros e de pessoas.<\/p>\n<p>Comecei a convencer-me da minha quase neurose, lembrando-me da quantidade de pessoas que caminhavam sozinhas por essas ruas a essas horas, por obriga\u00e7\u00e3o ou necessidade. Elas n\u00e3o podem se dar ao luxo de sentir medo. Foi quando me dei conta que estava em uma rua bastante deserta. Vi, um pouco adiante, na cal\u00e7ada oposta, tr\u00eas indiv\u00edduos que vinham em sentido contr\u00e1rio. Senti imediatamente certo desconforto nas minhas entranhas e uma sensa\u00e7\u00e3o estranha que percorreu todo meu corpo. Lembrei-me instantaneamente da minha experi\u00eancia de estar do lado errado de uma arma durante um assalto. Nada agrad\u00e1vel. As cenas jamais deixaram a minha mente.<\/p>\n<p>Instintivamente minhas gl\u00e2ndulas suprarrenais jogaram um jato de adrenalina na corrente sangu\u00ednea. Como resultado, minhas pupilas se dilataram mais que as lentes da minha c\u00e2mera, agu\u00e7ando minha percep\u00e7\u00e3o visual. Meus m\u00fasculos se retesaram, prontos para uma a\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia. Minha respira\u00e7\u00e3o se acelerou, pois eu precisaria aumentar a capta\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio necess\u00e1rio para os m\u00fasculos. Meu cora\u00e7\u00e3o disparou para aumentar o fluxo de sangue aos \u00f3rg\u00e3os vitais. A boca secou como se eu tivesse acabado de sair de um deserto onde tinha ficado dias procurando inutilmente por \u00e1gua.<\/p>\n<p>Tentei parecer o mais calmo e despreocupado poss\u00edvel enquanto o trio se aproximava. Meu c\u00e9rebro, normalmente t\u00e3o racional quanto meu signo capricorniano alardeia, trabalhava em uma velocidade supers\u00f4nica avaliando todas as alternativas&#8230; Correr ou lutar? Foi quando os indiv\u00edduos atravessaram a rua! E vieram diretamente em minha dire\u00e7\u00e3o! Correr j\u00e1 n\u00e3o era uma alternativa. Lutar? Com o qu\u00ea? Apesar dos meus noventa quilos distribu\u00eddos em um metro e oitenta de altura, lembrei-me de um ditado comuns nos sal\u00f5es de jogos: \u201cum 38 ganha de quatro ases\u201d. Assim, nem correr, nem lutar. Continuei caminhando como se eles n\u00e3o existissem ou fossem uma simples miragem pela qual eu pudesse atravessar despercebidamente.<\/p>\n<p>Foi quando eles me abordaram. Um deles estava de bon\u00e9 e era quase do tamanho de um arm\u00e1rio que tenho em casa. O outro, nem vi direito pois s\u00f3 olhava para a rua. Mais espreitava que olhava. O terceiro, um pouco mais franzino, deu uma esp\u00e9cie de sorrisinho mostrando os poucos dentes que ainda tinha e me perguntou: \u201cE ai mano, c\u00ea sabe onde fica a esta\u00e7\u00e3o do metr\u00f4?\u201d Tentei desgrudar os l\u00e1bios secos para dar alguma resposta, lutando contra a l\u00f3gica que dizia que \u00e0quela hora as esta\u00e7\u00f5es j\u00e1 estariam fechadas. Que a pergunta tinha sido meramente ret\u00f3rica. Balbuciei algo como \u201cvirando aquela esquina ao final da rua\u201d e apontei para o lugar mais longe de mim que pude encontrar. O indiv\u00edduo, com o mesmo sorrisinho congelado, me agradeceu e os tr\u00eas seguiram na dire\u00e7\u00e3o que eu havia indicado. Enquanto se afastavam senti que meus olhos se reviraram nas \u00f3rbitas querendo olhar pela nuca. Todo o meu ser acompanhava cada um daqueles passos. Alguma coisa parecia errada&#8230; Permaneci est\u00e1tico esperando o que julgava inevit\u00e1vel. Depois de um tempo, que eu n\u00e3o soube precisar, respirei profundamente, consegui despregar meus p\u00e9s do ch\u00e3o e voltei a caminhar, sem a menor inten\u00e7\u00e3o de olhar para tr\u00e1s. Atravessei mais algumas ruas, que pareciam mais escuras ainda e cheguei finalmente at\u00e9 o monumento, que, agora, j\u00e1 n\u00e3o me parecia mais t\u00e3o bonito ou majestoso assim. S\u00f3 maravilhosamente iluminado.<\/p>\n<p>Sentei-me em uma mureta revivendo cada um daqueles \u00faltimos momentos. Sentia um misto de alivio e surpresa. Pensei at\u00e9 tirar algumas fotos, mesmo que somente para registro. Foi quando, ent\u00e3o, me lembrei que teria que fazer o mesmo caminho de volta para casa&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Paulo Roberto Costa <\/strong>\u2013 paulocosta97@gmail.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0&#8220;O hor\u00e1rio era prop\u00edcio para o tipo de foto que eu queria fazer, embora um tanto quanto inadequado para quem vive em uma megal\u00f3pole onde a seguran\u00e7a \u00e9 apenas uma v\u00e3 promessa de pol\u00edticos que n\u00e3o sabem sequer soletr\u00e1-la.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":17868,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[2456,6647],"class_list":["post-17867","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-cronica","tag-paulo-roberto-costa"],"aioseo_notices":[],"views":649,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":13773,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=13773","url_meta":{"origin":17867,"position":0},"title":"O colunista Paulo Roberto Costa apresenta mais 4 &#039;Recortes&#039;, numa sintonia sens\u00edvel entre a lente e o texto","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"19 de outubro de 2017","format":false,"excerpt":"O colunista Paulo Roberto Costa apresenta mais 4 'Recortes', numa sintonia sens\u00edvel entre a lente e o texto \u00a0 \"Rastros da noite.\" - Sorocaba\/SP - 17\/02\/2017 \u00a0 \"S\u00f3 tenho olhos pra voc\u00ea.\" - Parque da \u00c1gua Branca - S\u00e3o Paulo\/SP - 20\/10\/2016 \u00a0 \"Todos os caminhos apontam para a Literatura.\"\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/paulo-roberto-costa-300x226.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":6834,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=6834","url_meta":{"origin":17867,"position":1},"title":"Pr\u00eamio M\u00e9rito Itapetiningano do Ano ser\u00e1 entregue durante a 4\u00aa Noite Tropeira","author":"Helio Rubens","date":"13 de novembro de 2016","format":false,"excerpt":"Sete personalidades receber\u00e3o um diploma, uma medalha e o reconhecimento da popula\u00e7\u00e3o pelos bons servi\u00e7os prestados \u00a0 A cerim\u00f4nia de entrega do pr\u00eamio M\u00e9rito Itapetiningano do Ano ser\u00e1 realizada durante a Noite Tropeira que j\u00e1 est\u00e1 em sua quarta edi\u00e7\u00e3o. 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