{"id":17973,"date":"2018-05-01T19:55:20","date_gmt":"2018-05-01T22:55:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=17973"},"modified":"2018-05-01T19:55:20","modified_gmt":"2018-05-01T22:55:20","slug":"carlos-carvalho-cavalheiro-a-luta-pela-jornada-de-oito-horas-e-o-primeiro-de-maio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=17973","title":{"rendered":"Carlos Carvalho Cavalheiro: &#039;A luta pela jornada de oito horas e o primeiro de maio"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F17973&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F17973&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/carlos-cavalheiro.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-7708 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/carlos-cavalheiro.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"139\" \/><em>&#8220;N\u00e3o \u00e9 recente a luta dos oper\u00e1rios pela jornada de oito horas de trabalho di\u00e1rias. Na Am\u00e9rica do Norte, o movimento oper\u00e1rio pela redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho j\u00e1 registrava eventos desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XIX.&#8221;<\/em><\/a><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/31717518_603456269988196_2441200956541501440_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-17974 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/31717518_603456269988196_2441200956541501440_n-300x199.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" \/><\/a>N\u00e3o \u00e9 recente a luta dos oper\u00e1rios pela jornada de oito horas de trabalho di\u00e1rias. Na Am\u00e9rica do Norte, o movimento oper\u00e1rio pela redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho j\u00e1 registrava eventos desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XIX (1). A trag\u00e9dia de Chicago, que culminou na condena\u00e7\u00e3o \u00e0 morte de um grupo de anarquistas, teve como ponto culminante a greve iniciada em 1\u00ba de maio de 1886 pela jornada de oito horas (2).<\/p>\n<p>Por sinal, esse fato deu in\u00edcio \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o mundial pela redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho, transformando o Primeiro de Maio em data de combate e de reflex\u00e3o. Desse modo essa data, o \u201c1\u00ba de maio est\u00e1 intimamente ligado ao empenho para a redu\u00e7\u00e3o do hor\u00e1rio de trabalho\u201d (3).<\/p>\n<p>Contribuiu para isso as resolu\u00e7\u00f5es votadas no Congresso socialista de Paris de 1889 que \u201cdecidiu sobre a mobiliza\u00e7\u00e3o internacional do 1\u00ba de maio\u201d (4).<\/p>\n<p>No Brasil, a luta pela redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho caminha a passos lentos em fins do s\u00e9culo XIX, tendo em vista as caracter\u00edsticas do pa\u00eds que ainda guardava ran\u00e7os da rec\u00e9m abolida institui\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o e que apenas ensaiava uma incipiente industrializa\u00e7\u00e3o. Por outro lado, em 15 de junho de 1890, realizou-se, em S\u00e3o Paulo, uma reuni\u00e3o para funda\u00e7\u00e3o de um partido oper\u00e1rio que trazia em seu programa a fixa\u00e7\u00e3o de oito horas de trabalho. Essa pode ser considerada \u201ca primeira express\u00e3o do movimento dos trabalhadores pelas oito horas\u201d (5).<\/p>\n<p>Logo a seguir, um grupo de ativistas mobilizou-se para comemorar o dia 1\u00ba de Maio como o Dia do Trabalhador em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Em uma reuni\u00e3o de socialistas e anarquistas em abril de 1894, em S\u00e3o Paulo, a qual pomposamente denominam de Segunda Confer\u00eancia dos Socialistas Brasileiros, decidem comemorar o 1\u00ba de maio. Infelizmente nada puderam fazer naquele ano, porque a pol\u00edcia interrompe a reuni\u00e3o e os leva presos (6).<\/p>\n<p>\u00c9 prov\u00e1vel que, em Santos, tenha se dado a primeira manifesta\u00e7\u00e3o comemorativa ao 1\u00ba de Maio, por iniciativa do Centro Socialista fundado por Silv\u00e9rio Fontes e outros (7).<\/p>\n<p>Em Sorocaba, o dia Primeiro de Maio j\u00e1 era comemorado desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XX, pelo menos. Antes, no dia 23 de abril de 1894, segundo o Relat\u00f3rio do chefe de Pol\u00edcia, foram presos Alexandre Levy e Angelo Belcote, \u201cque affixavam nas ruas e pra\u00e7as d\u2019aquella cidade, boletins sediciosos e anarchicos que convidavam os oper\u00e1rios d\u2019aquella cidade a manifesta\u00e7\u00f5es socialistas no dia 1\u00ba de Maio\u201d (8). O historiador e memorialista Antonio Francisco Gaspar relembra uma comemora\u00e7\u00e3o do dia do trabalhador, em 1908, a que ele atribui como sendo a primeira realizada em Sorocaba pelos oper\u00e1rios da F\u00e1brica de Chap\u00e9us Souza Pereira (9). Ap\u00f3s coleta de dinheiro entre os oper\u00e1rios, realizou-se um piquenique na fazenda do Banco Uni\u00e3o, acompanhado de Banda Musical e tiros de fogos de artif\u00edcio. De fato, n\u00e3o foi a primeira comemora\u00e7\u00e3o do 1\u00ba de Maio em Sorocaba. Em 1904, por exemplo, j\u00e1 se registrava a comemora\u00e7\u00e3o dessa data (10). O C\u00edrculo Socialista Enrico Ferri (11) de Sorocaba foi respons\u00e1vel pela organiza\u00e7\u00e3o do evento, que contou com a participa\u00e7\u00e3o da banda musical da cidade de Sarapu\u00ed e, ainda, com a presen\u00e7a do orador socialista S\u00edlvio Pampione, em confer\u00eancia realizada no Sal\u00e3o do Club dos Atiradores (12).<\/p>\n<p>O Primeiro Congresso Oper\u00e1rio Brasileiro, realizado em 1906, definiu como bandeiras de lutas, entre outras, a luta pela jornada de oito horas, com \u00eanfase na organiza\u00e7\u00e3o de celebra\u00e7\u00f5es e protestos no dia 1\u00ba de Maio (13).<\/p>\n<p>Em v\u00e1rias localidades, iniciou-se a organiza\u00e7\u00e3o do operariado para que a data fosse celebrada em todas as localidades poss\u00edveis. A Federa\u00e7\u00e3o Oper\u00e1ria do Rio de Janeiro, por motivo de dissen\u00e7\u00f5es entre seus membros, ficou paralisada de fins de 1906 a mar\u00e7o de 1907, o que prejudicou na organiza\u00e7\u00e3o das manifesta\u00e7\u00f5es (14).<\/p>\n<p>Por sua vez, as resolu\u00e7\u00f5es do Congresso Brasileiro estavam em conson\u00e2ncia com a decis\u00e3o tomada no Congresso Oper\u00e1rio de Bourges, Fran\u00e7a, em 1904 que se referia a realizar um protesto mundial, no dia 1\u00ba de Maio, para obten\u00e7\u00e3o da jornada de oito horas (15).<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho esteve presente na maioria dos movimentos grevistas de Sorocaba nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX. Vemos essa reivindica\u00e7\u00e3o na funda\u00e7\u00e3o do Sindicato de Resist\u00eancia dos Tecel\u00f5es de Sorocaba, em 1906 (16). Tamb\u00e9m \u00e9 destaque nos primeiros n\u00fameros do jornal O Oper\u00e1rio que publicava, com sobejo, artigos sobre o assunto. J\u00e1 no segundo n\u00famero desse peri\u00f3dico, em primeira p\u00e1gina aparece o artigo intitulado As 8 horas em cujo trecho afirma:<\/p>\n<p>T\u00e3o razo\u00e1vel \u00e9 ella, que j\u00e1 em muitas partes do mundo tem sido acceita e convertida em bella e fecunda realidade, n\u00e3o obstante a inevit\u00e1vel opposi\u00e7\u00e3o dos ignorantes e ego\u00edstas (17).<\/p>\n<p>A jornada de oito horas foi a principal reivindica\u00e7\u00e3o das greves de 1911 (18); estava presente nas peti\u00e7\u00f5es das greves de 1917; foi conquistada de forma prec\u00e1ria em 1919; teve amea\u00e7a de revoga\u00e7\u00e3o em 1920 e foi uma das principais bandeiras nas greves de 1927 e 1928.<\/p>\n<p>A luta pela jornada de oito horas come\u00e7ou a ser resolvida em 1932, quando um decreto federal (19) obrigou a implanta\u00e7\u00e3o da semana inglesa.<\/p>\n<p><strong>Semana ingleza na industria<\/strong><\/p>\n<p>A superintend\u00eancia geral das fabricas locaes da Cia. Nacional de Estamparia tamb\u00e9m estabeleceu, a partir de hoje, o dia de 8 horas, na conformidade com o decreto do dictador Getulio Vargas. Tamb\u00e9m ahi, por esse motivo, o operariado n\u00e3o escondeu o seu justo contentamento pela conquista que nos colloca ao n\u00edvel dos paizes que comprehenderam as raz\u00f5es das reivindica\u00e7\u00f5es do elemento productor (20).<\/p>\n<p>Antes, em 06 de junho, a F\u00e1brica Votorantim j\u00e1 havia posto em pr\u00e1tica a jornada de oito horas para seus oper\u00e1rios. Coincidentemente, nesse mesmo ano de 1932, foi um ano de agita\u00e7\u00f5es, com uma organiza\u00e7\u00e3o comemorativa ao 1\u00ba de Maio com \u201cexcepcional decorr\u00eancia\u201d (21), com greve dos sapateiros que lutavam pela melhoria do sal\u00e1rio e contra a inten\u00e7\u00e3o de redu\u00e7\u00e3o do mesmo pelos patr\u00f5es (22)e, tamb\u00e9m, dos padeiros que buscavam obter que o servi\u00e7o das padarias se desse apenas durante o dia. Foi, tamb\u00e9m, o ano da chamada Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista.<\/p>\n<p>A sedimenta\u00e7\u00e3o do direito \u00e0 jornada de oito horas se deu em 1934, com a legisla\u00e7\u00e3o getulista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Notas:<\/p>\n<p>(1) MELLA, Ricardo. Primeiro de Maio: Dia de luto e luta. Rio de Janeiro: Achiam\u00e9, 2005, p. 19.<\/p>\n<p>(2) Idem, p. 27.<\/p>\n<p>(3) DEL ROIO, Jos\u00e9 Luiz. A hist\u00f3ria de um dia \u2013 1\u00ba de Maio. S\u00e3o Paulo: \u00cdcone, 1998, p. 13.<\/p>\n<p>(4) Idem, p. 45.<\/p>\n<p>(5) Idem, p. 51.<\/p>\n<p>(6) Idem.<\/p>\n<p>(7) Idem, p. 52.<\/p>\n<p>(8) &#8220;Relat\u00f3rio apresentado ao secret\u00e1rio dos neg\u00f3cios da Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo pelo chefe de Pol\u00edcia Theodoro Dias de Carvalho J\u00fanior&#8221;, de 31 de janeiro de 1895, documento gentilmente enviado pelo pesquisador Pedro Cunha. AESP, n\u00ba E01630.<\/p>\n<p>(9) Di\u00e1rio de Sorocaba, 1\u00ba maio 1982, p. 14.<\/p>\n<p>(10) Cruzeiro do Sul, 04 maio 1904, p. 02.<\/p>\n<p>(11) Enrico Ferri era dirigente do PS (Partido Socialista) italiano. Visitou o Brasil em 1908, Cf. PINHEIRO, Paulo S\u00e9rgio., HALL, Michael. A classe oper\u00e1ria no Brasil. S\u00e3o Paulo: Alfa-Omega, 1979, pp. 142 &#8211; 143.<\/p>\n<p>(12) Cruzeiro do Sul, 30 abr 1904, p. 02.<\/p>\n<p>(13) FARINHA NETO, Oscar. Atua\u00e7\u00e3o libert\u00e1ria no Brasil. Rio de Janeiro: Achiam\u00e9, 2007.<\/p>\n<p>(14) PINHEIRO, Paulo S\u00e9rgio., HALL, Michael. A classe oper\u00e1ria no Brasil. S\u00e3o Paulo: Alfa-Omega, 1979.<\/p>\n<p>(15) O Oper\u00e1rio, 1\u00ba maio 1910, p. 01. Ver tamb\u00e9m: DEL ROIO, Op. Cit., p. 58.<\/p>\n<p>(16) DIAS, Op. Cit. p. 261.<\/p>\n<p>(17) O Oper\u00e1rio, 02 ago 1909, p. 01.<\/p>\n<p>(18) BARREIRA, Luiz Carlos. Contribui\u00e7\u00f5es da hist\u00f3ria da escola p\u00fablica sorocabana para a hist\u00f3ria da educa\u00e7\u00e3o brasileira. In LOMBARDI, Jos\u00e9 Claudinei et al. A escola p\u00fablica no Brasil: Hist\u00f3ria e historiografia. Campinas: Autores Associados\/Histedbr, 2005.<\/p>\n<p>(19) Decreto 21364 de maio de 1932, que regulamentava as oito horas de trabalho industrial.<\/p>\n<p>(20) Cruzeiro do Sul, 07 jun 1932, p. 01.<\/p>\n<p>(21) Cruzeiro do Sul, 03 maio 1932, p. 01.<\/p>\n<p>(22) Cruzeiro do Sul, 18 e 20 maio 1932, p. 04.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Carlos Carvalho Cavalheiro<\/strong> \u2013 carloscavalheiro@gmail.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;N\u00e3o \u00e9 recente a luta dos oper\u00e1rios pela jornada de oito horas de trabalho di\u00e1rias. 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