{"id":18956,"date":"2018-06-08T22:46:56","date_gmt":"2018-06-09T01:46:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=18956"},"modified":"2018-06-08T22:46:56","modified_gmt":"2018-06-09T01:46:56","slug":"genealogia-afranio-mello-fornece-informacoes-sobre-as-familias-albuquerque-e-cavalcante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=18956","title":{"rendered":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre as familias ALBUQUERQUE e CAVALCANTE"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F18956&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F18956&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/o-colunista-afranio-mello-coroa-seu-trabalho-genealogico-com-1000-pesquisas-e-com-honrosa-justica-com-a-pesquisa-da-familia-mello\/afranio-150x150\/\" rel=\"attachment wp-att-16915\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16915\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/afranio-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong><u>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello &#8211; ATENDIMENTOS N\u00daMEROS 1034 e 1035<\/u><\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Prezado Deneval Costa, boa noite.<\/p>\n<p>N\u00e3o tenho arquivos de sobrenomes compostos , a exemplo do seu pedido, Cavalcante de Albuquer.<\/p>\n<p>Os meus arquivos s\u00e3o de sobrenomes separados.<\/p>\n<p>Vez ou outra, dentro desse arquivos s\u00e3o descritos essas fam\u00edlias mas, no seu caso, apesar de ser<\/p>\n<p>sobrenomes de grande import\u00e2ncia na hist\u00f3ria do Brasil, n\u00e3o tem.<\/p>\n<p>Assim sendo encaminhar para o seu estudo esses arquivos.<\/p>\n<p>Nas minhas pesquisas sobre a origem judaica desse sobrenomes eu n\u00e3o encontrei afirmativas nesse sentido.<\/p>\n<p>Origem Sefardita do sobrenome ALBUQUERQUE.<\/p>\n<p>2.4 \u2013 Principais exemplos de Sobrenomes extra\u00eddos do Dicion\u00e1rio Sefarad:<br style=\"font-weight: 400;\" \/>A \u2013 Abreu; Abrunhosa; Affonseca; Affonso; Aguiar; Ayres; Alam; Alberto;\u00a0<strong><u>Albuquerque<\/u><\/strong>; Alfaro; Almeida; Alonso;<\/p>\n<p>Alvade; Alvarado; Alvarenga; \u00c1lvares\/Alvarez; Alvelos; Alveres; Alves; Alvim; Alvorada; Alvres; Amado; Amaral;<\/p>\n<p>Andrada; Andrade; Anta; Antonio; Antunes; Ara\u00fajo;<\/p>\n<p><strong><u>Do CAVALCANTE n\u00e3o encontrei essa origem sefardita<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Apresento abaixo um resumo do que tenho e vai anexado bem como o que encontrei na Internet.<\/p>\n<p><strong>ALBUQUERQUE<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 16 p\u00e1ginas e\u00a0 5 bras\u00f5es\u00a0 no arquivo e mais 3 em separado para confec\u00e7\u00e3o de quadros.<\/p>\n<p><strong>CAVALCANTE<\/strong> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;\u00a0\u00a0 2 p\u00e1ginas e 3 bras\u00f5es no alrquivo e mais 7 em separado.<\/p>\n<p>Voc\u00ea est\u00e1 recebendo um grande arquivo para suas pesquisas.<\/p>\n<p>Espero que tenha sucesso em suas pesquisas e, se precisar de algo mais, pe\u00e7a via e-mail.<\/p>\n<p>Abra\u00e7os<\/p>\n<p><strong>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello<\/strong><br \/>\n<a href=\"mailto:afraniomello@itapetininga.com.br\">afraniomello@itapetininga.com.br<\/a><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Observa\u00e7\u00e3o<\/span>:<br \/>\nEstas informa\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo fornecidas gratuitamente<br \/>\ne ser\u00e3o publicadas na edi\u00e7\u00e3o virtual do Jornal Cultural<br \/>\nROL &#8211; Regi\u00e3o On Line (<a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=http:\/\/www.jornalrol.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1528588829249000&amp;usg=AFQjCNEzXGX9JYpqe4U0SwAD0L_-whY0Cw\">www.jornalrol.com.br<\/a>).<br \/>\nA n\u00e3o concord\u00e2ncia com esta publica\u00e7\u00e3o deve ser informada imediatamente<\/p>\n<h1><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=163b2fd32275a175&amp;attid=0.0.1&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ9QxtU3QTeLNNNyxVghnQ4sluQG-PS3wPfZBfkgcfqfEEuvcrMf9WE53fOR3iZ65QFYs7x1RS4tUYq1yHlxkPIBo2u0vq6YWWWG0IyojteU_FDtemHjy2P7x2U&amp;sz=w242-h388&amp;ats=1528502429242&amp;rm=163b2fd32275a175&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image002\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=163b2fd32275a175&amp;attid=0.0.2&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ_IwdUUR43Ajniv-Oc861RgGPmWGjNEQcsz41JWfgLOT6Jrwz-o5y5C3hI9ZBf29pzOS6ZIYwlFwXHz4atzYJjXBc_TYS6XOrKHSUG_3lULl3tw5w83NX-8R_4&amp;sz=w326-h390&amp;ats=1528502429242&amp;rm=163b2fd32275a175&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"image\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=163b2fd32275a175&amp;attid=0.0.3&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ8s_wRFymOzsJAxmUlv-emrlC8BcdjEmRo7AD0omPah4LvqUu5H4seS0W3rcxcg03EpNMYvlIFEaigXaD6LoBammapr9hASYLsDyOuKTm8W4rQjLb0w2mXfzAA&amp;sz=w342-h420&amp;ats=1528502429242&amp;rm=163b2fd32275a175&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"image\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=163b2fd32275a175&amp;attid=0.0.4&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ93mAvhKTno5yppEynCE_FH-VZtWwsevyztpB9YhRSY8l8raRCrg6Tw5jgixOdizpunXRTq_fCTO3Ysk-8G8kmvV1mQhKHKygmBkC_7HEGqirUQKVdM58Kz9Qs&amp;sz=w344-h422&amp;ats=1528502429242&amp;rm=163b2fd32275a175&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"image\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=163b2fd32275a175&amp;attid=0.0.5&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ_OTXBnX5hqddjb_zC5KeqoIgMA5g8YN9reSlKsgkRu_lvdkYp12Wv5S9N0yHQ3LAD6qFeRC8pvJGnjSSMJe-p7lBjOQymEG736kfxTpWvXtQR4cUPO01F9Khg&amp;sz=w220-h406&amp;ats=1528502429242&amp;rm=163b2fd32275a175&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"image\" \/>\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><strong>A<\/strong><strong>lbuquerque<\/strong><\/em><\/span><\/h1>\n<p>sobrenome de origem portuguesa que \u00e9 um ramo da fam\u00edlia de Menezes e esteve ligada, desde a sua origem, \u00e0s casas reais de Castela e de Portugal, bem como a todas as grandes fam\u00edlias da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica.<\/p>\n<p>Dom Afonso Teles de Menezes, 2\u00ba senhor de Menezes e Medelim foi o primeiro povoador de Albuquerque, vila de quem tamb\u00e9m teve o senhorio. Casou duas vezes: a primeira com Dona Elvira Gir\u00e3o, tendo a sua descend\u00eancia usado o sobrenome de Gir\u00e3o. Casou a segunda vez com Dona Teresa Sanches, filha bastarda de Dom Sancho I, e deste casal foi filho Dom Jo\u00e3o Afonso de Menezes, que sucedeu nos senhorios de seu pai e foi rico-homem e alferes-m\u00f3r de Dom Afonso III de Portugal, de quem era, ali\u00e1s, primo co-irm\u00e3o.<\/p>\n<p>De Dom Jo\u00e3o Afonso foi filho, entre outros que continuaram o sobrenome de Menezes, Dom Rodrigo Anes Telo de Menezes que foi 3\u00ba senhor de Albuquerque.<\/p>\n<p>Do seu casamento com Dom Teresa Martins de Soverosa foi filho Dom Jo\u00e3o Afonso de Albuquerque, 4\u00ba senhor de Albuquerque e primeiro a adotar o sobrenome.<\/p>\n<p>Este Dom Jo\u00e3o Afonso de Albuquerque foi mordomo-m\u00f3r do rei Dom Dinis e conde de Barcelos por merc\u00ea de 8.5.1298, e dele descende a fam\u00edlia de Albuquerque, em Portugal e Espanha.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A fam\u00edlia Albuquerque originou-se da fam\u00edlia dos Meneses e, como esta, sempre foi considerada muito distinta em Portugal. Isto porque, ao sangue esclarecido da linhagem de que proveio, juntou o de outras muito ilustres e o das Casas Reais de Castela e de Portugal. Dom Afonso Teles de Meneses, filho de Dom Telo Peres de Meneses e de sua mulher, Dona Gontrode Garcia de Vilamaior, foi segundo Senhor de Meneses, Medelim, Monte Alegre e outras terras e o primeiro povoador de Albuquerque, vila de que tamb\u00e9m teve o senhorio. Morreu no ano de 1230 e foi sepultado no Mosteiro de Pala\u00e7uelas. Casou-se duas vezes: a primeira com Dona Elvira, filha de Dom Rodrigo Gon\u00e7alves Gir\u00e3o, rico-homem e Senhor da casa de Gir\u00e3o, e de sua mulher, Dona Maior, de cujo matrim\u00f4nio deixou descend\u00eancia que seguiu o apelido de Gir\u00e3o; e a segunda vez com Dona Teresa Sanches, filha bastarda do rei Dom Sancho I de Portugal, de quem teve Dom Jo\u00e3o Afonso de Meneses, que sucedeu nos senhorios de seu pai e foi rico-homem e alferes-mor do rei Dom Afonso III de Portugal, seu primo coirm\u00e3o. Dom Jo\u00e3o Afonso de Meneses foi casado, mas \u00e9 incerto o nome de sua mulher, pois tr\u00eas lhe atribuem. Segundo o Conde Dom Pedro, chamava-se Elvira Gon\u00e7alves Gir\u00e3o, filha de Gon\u00e7alo Rodrigues Gir\u00e3o, da qual teve v\u00e1rios filhos que seguiram o apelido Meneses e entre eles Dom Rodrigo Anes Telo de Meneses, que sucedeu a seu pai na casa e terras e, em tempo do rei Dom Afonso X de Castela, foi terceiro senhor de Albuquerque. Casou-se com Teresa Martins de Soverosa, filha de Dom Martim Gil de Soverosa e de sua mulher, Dona In\u00eas Fernandes de Castro, de cujo matrim\u00f4nio nasceu Dom Jo\u00e3o Afonso de Albuquerque, o primeiro que usou este apelido, tirado da vila de que foi quarto senhor. Sucedeu Dom Jo\u00e3o Afonso em toda a casa de seu pai; foi muito bom cavaleiro, teve o t\u00edtulo de Conde de Barcelos por Carta de 8 de maio de 1298 e exerceu o of\u00edcio de mordomo-mor do rei Dom Dinis. Fez testamento no ano de 1304. Casou-se duas vezes: a primeira com Dona Teresa Sanches, filha bastarda do rei Dom Sancho IV de Castela, de quem deixou gera\u00e7\u00e3o, em breve extinta; a segunda com Dona Maria Coronel, filha de Dom Pedro Coronel, ficando deste matrim\u00f4nio Dona Teresa Martins, que alguns autores dizem ser filha da primeira esposa, a qual se recebeu com Dom Afonso Sanches, filho bastardo do rei Dom e de Dona Aldon\u00e7a Rodrigues Telha.<\/p>\n<p>As armas antigas eram de vermelho, com cinco flores-de-lis de ouro e o seu timbre uma asa de negro, com cinco flores-de-lis de ouro postos em sautor. As armas modernas s\u00e3o esquarteladas: o primeiro e o quarto de prata, com cinco escudetes, de Portugal, de azul postos em cruz, cada escudete carregado de cinco besantes de prata, em sautor, o segundo e o terceiro de vermelho, com cinco flores-de-liz de ouro postas em sautor. O timbre deste bras\u00e3o \u00e9 um castelo de ouro rematado por uma flor-de-lis do mesmo. O primeiro e o quarto quart\u00e9is nem sempre se apresentam de Portugal antigo, mas com bordadura de vermelho carregada de sete castelos de ouro e com filete negro em barra. Esta forma, posto que muito divulgada, \u00e9 por\u00e9m menos correta do que a anterior. Ainda no s\u00e9culo XVIII se usavam as armas antigas dos Albuquerques, talvez por inadvert\u00eancia do rei de armas, e com elas se passou, pelo menos, uma carta de bras\u00e3o.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>J<\/strong><strong>udeus\u00a0<\/strong><strong>P<\/strong><strong>ortugueses<\/strong><\/h3>\n<p>Obra: Ra\u00edzes Judaicas no Brasil \u2013 O Arquivo secreto da Inquisi\u00e7\u00e3o \u2013 Fl\u00e1vio Mendes de Carvalho<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Manoel de Albuquerque e Aguilar<\/strong>, 38 anos, negociante, filho de Ant\u00f4nio de Siqueira Cabral, que vivia de sua fazenda em Ouro Preto, Minas Gerais, foi condenado a c\u00e1rcere e h\u00e1bito perp\u00e9tuo em 06.07.1732 por praticar o Juda\u00edsmo.<\/p>\n<p>Internet<\/p>\n<p><strong>Genealogia dos Suassuna: O Cl\u00e3 Cavalcante de Albuquerque (Parte 1)<\/strong><br \/>\nO que me interessou pela genealogia dos Suassuna, foi o fato que minha ancestral, moradora no Riacho do Sangue, freguesia do Ic\u00f3 e atual Jaguaretama, se chamava Ludovina Cavalcante de Albuquerque, e ainda atendia por mais dois nomes: Ludovina Ferreira Cavalcante, e Ludovina Ferreira da Silva.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um longo trabalho investigando, descobri por meio de um primo e genealogista, Eduardo de Castro Bezerra, que havia encontrado num batismo de uma das filhas de Ludovina, o Padrinho por procura\u00e7\u00e3o, Capit\u00e3o Mor do Rio Grande (Atual Rio Grande do Norte), chamado Francisco Xavier Cavalcante de Albuquerque, o av\u00f4 do Visconde de Suassuna.<\/p>\n<p>N\u00e3o por acaso os trabalhos de genealogia anteriores a mim, como os de Murilo Bezerra, e Guarino Alves, diziam que Ludovina era tia do Visconde de Suassuna.<\/p>\n<p>Estou ainda investigando para saber se Ludovina de fato tinha liga\u00e7\u00e3o com os Cavalcante de Albuquerque de Pernambuco chamados Suassuna;<\/p>\n<p><strong>Um pouco de Hist\u00f3ria:<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cA Conspira\u00e7\u00e3o dos Suassunas aconteceu em 1801 em Pernambuco. Esta conspira\u00e7\u00e3o pode ser datada como o in\u00edcio do processo da Independ\u00eancia de Pernambuco.<\/em><\/p>\n<p><em>Durante aquele per\u00edodo o acesso a ideias do Iluminismo e informa\u00e7\u00f5es da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa era privil\u00e9gio de poucos devido a alta taxa de analfabetismo. Juntando a isso a falta de conex\u00e3o entre as demais col\u00f4nias por problemas de transporte, era natural que existisse uma maior vontade de lutar pela independ\u00eancia das capitanias (cada um por si) do que pelo pa\u00eds inteiro.<\/em><\/p>\n<p><em>O padre e tamb\u00e9m membro da Sociedade Liter\u00e1ria do Rio de Janeiro, Arruda C\u00e2mara, parte deste pequeno grupo de pessoas intelectualizadas, resolveu fundar no ano de 1798 uma sociedade secreta muito similar a Ma\u00e7onaria (sociedade que tem como princ\u00edpio a liberdade, democracia, igualdade e fraternidade), chamada loja ma\u00e7\u00f4nica Are\u00f3pago. A regra era que nenhum europeu fazia parte.<\/em><\/p>\n<p><em>Ao longo do tempo, as discuss\u00f5es dentro deste grupo come\u00e7aram a refletir numa oposi\u00e7\u00e3o geral dos membros em rela\u00e7\u00e3o ao dom\u00ednio portugu\u00eas em solo brasileiro. A partir da\u00ed, algumas ideias come\u00e7aram a surgir como a possibilidade de emancipar Pernambuco contando na retaguarda com a ajuda de ningu\u00e9m menos do que Napole\u00e3o Bonaparte. Os irm\u00e3os Lu\u00eds Francisco de Paula, Jos\u00e9 de Paula Cavalcante de Albuquerque e Francisco de Paula, este \u00faltimo dono do Engenho Suassuna, eram os l\u00edderes deste movimento de independ\u00eancia. O que eles n\u00e3o contavam era que algum traidor denunciaria para as autoridades os planos que eles tinham. Foi exatamente no dia 21 de maio de 1801 que os tr\u00eas foram presos e mais tarde absolvidos, j\u00e1 que n\u00e3o existia provas que os incriminavam.<\/em><\/p>\n<p><em>Em 1802 o Aer\u00f3pago fechou, mas reabriu algum tempo depois agora com o nome de Academia dos Suassunas. Foi preciso mais quinze anos para que as ideias plantadas pelos tr\u00eas irm\u00e3os voltassem a aparecer e a vontade de se emancipar novamente viesse \u00e0 tona na Revolu\u00e7\u00e3o Pernambucana de 1817.\u201d \u2013 Fonte:\u00a0http:\/\/www.historiabrasileira.com\/brasil-colonia\/conspiracao-dos-suassunas\/<\/em><\/p>\n<p><strong>Logo a nobil\u00edssima fam\u00edlia Cavalcante de Albuquerque, veio a se chamar Suassuna, sendo considerada uma das oligarquias de Pernambuco o que pode ser demonstrado pelo verso:<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cQuem viver em Pernambuco, n\u00e3o se fa\u00e7a de rogado, pois h\u00e1 de ser Cavalcanti ou h\u00e1 de ser cavalgado.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Segundo a tese sobre o pedido de Fidalguia de Francisco Xavier Cavalcante de Albuquerque, que fez o pedido aos 71 anos, ele foi negado pelo governo Portugu\u00eas;<\/p>\n<p><strong>O motivo para esse fato \u00e9 obvio, o pai do Coronel Suassuna, se chamava Luiz Xavier Bernardo, era Crist\u00e3o-novo.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Luiz Xavier Bernardo era natural de Lisboa, n\u00f3s encontramos ainda o processo de um de seus irm\u00e3os, sentenciados pela Inquisi\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>http:\/\/digitarq.dgarq.gov.pt\/details?id=2310225<\/p>\n<p><strong>Arquivo da Torre do Tombo, Tribunal do Santo Of\u00edcio, Inquisi\u00e7\u00e3o de Lisboa, proc. 10066.<\/strong><\/p>\n<p>Logo estou preparando uma arvore para postar nesse Blog, em breve estarei colocando tamb\u00e9m a prov\u00e1vel liga\u00e7\u00e3o dos Suassuna com o Ultimo Rabi-Mor de Castela Abraham Senior, que ainda preciso de confirma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Maria do Socorro Cavalcante disse:<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>outubro 14, 2015 \u00e0s 4:32 pm<\/p>\n<p>Interessante sua pesquisa. Tamb\u00e9m sou da fam\u00edlia Cavalcante e sei muito pouco desta fam\u00edlia. A unica informa\u00e7\u00e3o que tenho \u00e9 que a fam\u00edlia Cavalcante \u00e9 a maior fam\u00edlia do Brasil e que todos os Cavalcantes, tanto teminados com \u201ce\u201d e com \u201ci\u201d \u00e9 da mesma fam\u00edlia que tem origem da It\u00e1lia descendentes do primeiro escritor italiano que escreveu o primeiro livro j\u00e1 traduzido do latim para o italiano chamado Guido Cavalcanti e que era muito amigo do Dante Aliguiere escritor da Divina Com\u00e9dia. Mesmo o Guido Cavalcanti sendo bem mais velho que o Dante, eles eram amigos e Dante se inspirou no Guido para escrever a Divina Com\u00e9dia. Fiquei tendo conhecimento desta hist\u00f3ria devido contato que tive com um italiano que eu cuidei por 4 anos aqui em Bras\u00edlia e que dizendo este senhor italiano, ele estudou muito a hist\u00f3ria destes dois escritores e que o Guido no tempo dos pais deles ainda era muito lembrado e que muitas fam\u00edlias italianas colocava o nome de Guido em homenagem a ele, inclusive o nome do pai deste italiano se chamava Guido. Embora ele me relator uma disputa entre Portugal e a It\u00e1lia pela origem deste sobrenome. Um dos Cavalcanti saiu da It\u00e1lia e foi morar na Espanha e de l\u00e1 um membro desta fam\u00edlia casou com uma nobre portuguesa e \u00e9 ai que come\u00e7a a disputa da origem deste sobrenome,<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=163b2fd32275a175&amp;attid=0.0.7&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ-7NZDV9LIWWNvDzc5FQrZ0jYq9po0w-Qc0p6S7h1tY6l20AyInwdkjfYc37E5vrg4wjPAoZ_NdIJJatymj9VgHzNGHijC_BR7KQmznKOk4dwX0E96aAuZyb3s&amp;sz=w1026-h926&amp;ats=1528502429247&amp;rm=163b2fd32275a175&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"image\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=163b2fd32275a175&amp;attid=0.0.8&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ_8UZMj4WXjkEE8Xqh2uHdOMIm3jWbPeJgZZGxZWgr75yzmaiLWWQ13krruaBX4Cve7OCryYP0PkLH3v2HOldalwqKlTubGb2qbQxZz_5vPmBecT-iE-2cKdg4&amp;sz=w1034-h964&amp;ats=1528508611942&amp;rm=163b2fd32275a175&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"image\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">============================================================<\/p>\n<h1><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=163b2fd32275a175&amp;attid=0.0.9&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ8nAWeb4WMliaV2tsC6TzZ_pK_B_-7GQUYiSd8g7PHP0bsdOsbSCTsGjxvqtkA9GCKgRnc-aJxfkwF83Opr7IJ4_H-0-GCzTb2PvTYSEeyM2gWw8ioP3fcm404&amp;sz=w382-h468&amp;ats=1528508611942&amp;rm=163b2fd32275a175&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image001\" \/>\u00a0 \u00a0 <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=163b2fd32275a175&amp;attid=0.0.10&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ-dAeji9GastYhIAXhejbkhOb_1z5fQfBaln1il4g2TDq9xMhZDbQEscH7tqqQtiQp9AAb-fIfbsq7ooI2urky4v1r_dK0dHgQ51iUNxozcclO78uvJ9g1VnAE&amp;sz=w382-h468&amp;ats=1528508611942&amp;rm=163b2fd32275a175&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image002[4]\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/2\/?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;view=fimg&amp;th=163b2fd32275a175&amp;attid=0.0.11&amp;disp=emb&amp;attbid=ANGjdJ9-eGCkBnQQR6pRLqH6TsrU-D2uGaGs_4LcaiubSpja-olsKGYBkCNFf5tzNy8-rBkZ0EZ-Vm_Cjmk5SN9FjH39tIfyoUZeezx0xNHdMn_-12sELdX48-1ApsE&amp;sz=w382-h468&amp;ats=1528508611942&amp;rm=163b2fd32275a175&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"clip_image003\" \/>\u00a0 <span style=\"text-decoration: underline;\"><em>Cavalcanti<\/em><\/span><\/strong><\/h1>\n<p>fam\u00edlia de origem italiana (Floren\u00e7a) que em meados do s\u00e9culo XVI passou a Portugal, vindo de Espanha.<\/p>\n<p>Um Filipe Cavalcanti, que teria passado a Portugal cerca de 1558, posteriormente atravessou o oceano e fixou-se em Pernambuco, no Brasil, a\u00ed casando com Dona Catarina de Albuquerque, filha bastarda de Jer\u00f4nimo de Albuquerque e neta de Lopo de Albuquerque, deles provindo a fam\u00edlia Cavalcanti de Albuquerque.<\/p>\n<p>A mais antiga refer\u00eancia documental sobre Felipe Cavalcanti data de 25.8.1559, quando do seu pedido de uma Cruz ao rei de Portugal (Arquivo de Estado de Floren\u00e7a &#8211; Arquivo Gilson Nazareth). Foi novamente, documentado a 10.10.1578, em correspond\u00eancia do viajante Fellippo Sassetti, escrita em Lisboa, para Baccio Valori, em Floren\u00e7a. Nessa correspond\u00eancia, consta ser Felipe Cavalcanti, homem de grande autoridade, e de neg\u00f3cios, estabelecido com com\u00e9rcio de a\u00e7\u00facar branco, em Pernambuco.<\/p>\n<p>Na mesma correspond\u00eancia constam nomes de dois dos seus irm\u00e3os: Guido e Stiata Cavalcanti, todos filhos de Giovanni Cavalcanti, netos de Lorenzo e bisnetos de Filippo Cavalcanti e de Ginevra Mannelli, filha de Francesco e neta de Leonardo Mannelli. Seu pai, o referido Giovanni, comerciante com atua\u00e7\u00e3o na Inglaterra, recebeu merc\u00ea de Carta de Bras\u00e3o de Armas, passada p\u00f4r Henrique VIII, Rei da Inglaterra, na qual consta ser de Floren\u00e7a, da \u00abhonest\u00edssima fam\u00edlia Cavalcanti\u00bb, e sua esposa, Ginevra Manelli, de uma fam\u00edlia rec\u00e9m-nobilitada (Arquivo. Gilson Nazareth e Dalmiro Buys).<\/p>\n<p>J\u00e1 em Portugal, pediu e obteve uma certid\u00e3o de sua nobreza, datada de 23.8.1559 e assinada pelo pr\u00f3prio Cosme I de M\u00e9dicis, o Grande, contra quem Filipe havia conspirado, com o seguinte teor:<\/p>\n<p>\u00abDa aten\u00e7\u00e3o, que mandou passar o Duque de Floren\u00e7a a Filipe Cavalcanti sobre o t\u00edtulo de sua nobreza. Em nome de Deus: Amem. No ano de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1483, a trinta de dezembro, se leu este testemunho p\u00fablico, como est\u00e1 no livro dos decretos e privil\u00e9gios dos Seren\u00edssimos e Grandes Duques de Toscana, onde se v\u00ea seu original do numero 141 at\u00e9 142. Eis aqui o trecho \u201c Cosme de M\u00e9dicis, p\u00f4r gra\u00e7a de Deus, Duque II de Floren\u00e7a, e Siena, etc. A todos e a cada um, a cujas m\u00e3os chegarem as presentes letras, sa\u00fade e prosperidade, etc. A fam\u00edlia Cavalcanti, nesta cidade, nessa nobre cidade de Floren\u00e7a, como tamb\u00e9m a fam\u00edlia Manelli, resplandece com singular nobresa e luzimento dos que at\u00e9 este tempo tem sa\u00eddo var\u00f5es de n\u00f3s, de nossos progenitores, e de nossa rep\u00fablica benem\u00e9ritos; porque eles tem alcan\u00e7ado em sucessivos tempos todas as honras e dignidade de nossa cidade, e tem servido os supremos magistrados, com grande louvor; trazendo as armas pr\u00f3prias de suas fam\u00edlias, a maneira dos patr\u00edcios florentinos, distintas em seus campos e cores, conhecidas como abaixo se podem ver, viveram como outros mais luzidos fidalgo de sua p\u00e1tria. Entre os que contamos principalmente a Giovanni de Cavalcanti, pai de Felipe de Cavalcanti, o qual vivendo nesta cidade em tempos passados, casou com nobilillissima dama a Sra. Genebra de Manelli, de quem teve de legitimo matrimonio esse Felipe de Cavalcanti, o qual, n\u00e3o degenerando de seus pais, vive com toda pompa no nobil\u00edssimo reino de Portugal \/ Pelo que amamos, como nos \u00e9 licito, as mesmas fam\u00edlias e a seus descendentes, e at\u00e9 disso significamos que o mesmo Dom Felipe de Cavalcanti, nascido dos ditos pais nobres, a saber: Giovanni De Cavalcanti e Genebra De Manelli, de leg\u00edtimo matrimonio, e de fam\u00edlias muito nobres, com raz\u00e3o \u00e9 muito amada de n\u00f3s, e com o testemunho das presentes letras, que mandamos selar com o nosso selo pendente de armas, certificamos a sua nobreza; e al\u00e9m disso desejamos e pedimos, que p\u00f4r nosso respeito, se lhe fa\u00e7a com toda a benignidade muita honra, porque nos ser\u00e1 isso mui agrad\u00e1vel, e o teremos em grande conta e obs\u00e9quio. Dado em Firenze em nosso Pal\u00e1cio dos Duques, a 23 de Agosto de 1559 e de nosso Ducado, 23.\u00ba e do de Sena o 3.\u00ba. \/ Eu, Jeronimo De Giuntinis; Doutor em ambos os Direitos.,filho do Senhor Dom Francisco, cidad\u00e3o florentino, primeiro Ministro do dito arquivo das reforma\u00e7\u00f5es da Cidade de Firenza, juntamente com o abaixo assinado, Dom Loure\u00e7o De Contins, meu companheiro no dito oficio, para credito publico, p\u00f4r m\u00e3o pr\u00f3pria assinei, para Iouvor de Deus. \/ Eu, Louren\u00e7o De Continis, filho de Cosme, cidad\u00e3o florentino, segundo Ministro do dito oficio das reforma\u00e7\u00f5es, junto com o dito Dom Jer\u00f4nimo De Giuntinis; primeiro Ministro do mesmo oficio, p\u00f4r passar assim a verdade, assinei, p\u00f4r m\u00e3o pr\u00f3pria para louvor de Deus. \/ N\u00f3s, Ant\u00f4nio De Deis, ao presente pro consul do Collegio dos Juizes e not\u00e1rios da Cidade de Firenze, damos f\u00e9, e publicamente certificamos que os sobreditos senhores Dom Jeronimo De Giuntinis e Dom Louren\u00e7o De Continis foram e s\u00e3o quais fizeram nas suas assinaturas e s\u00e3o dignos de f\u00e9 e que nos seus sinais sempre a eles se deu e ao presente se lhe d\u00e1 plena e indubit\u00e1vel f\u00e9, em ju\u00edzo e fora dele e p\u00f4r passar assim na verdade passamos esta selada com nosso selo. Dada em Florenca a 4 de Janeiro de 1683. Jacob Bindio &#8211; Cancellario etc. \/ N\u00f3s abaixo assinados mercadores da pra\u00e7a de Floren\u00e7a, certificamos como o sebredito senhor Dom Jer\u00f4nimo De Giuntinis e o senhor Dom Louren\u00e7o De Countinis s\u00e3o tais quais se fazem nas suas assinaturas legais e dignas de f\u00e9, e a seus sinais se deu e se d\u00e1 p\u00f4r inteiro creditado e p\u00f4r ser assim na verdade passamos esta a 4 de Janeiro de 1683. \/ Giuseppe Buona Corzi, d\u00e1 dita f\u00e9 p\u00f4r m\u00e3o pr\u00f3pria. Carlo De Geneni, d\u00e1 a dita f\u00e9 p\u00f4r m\u00e3o pr\u00f3pria.\u201d<\/p>\n<p>Filipe Cavalcanti, o fidalgo \u00abFlorentino pernambucano\u00bb, deixou numerosa e importante descend\u00eancia &#8211; onze filhos &#8211; de sua uni\u00e3o com Catarina de Albuquerque, \u201ca Velha\u201d * 1538 + Olinda, Pernambuco 1614, filha de Jer\u00f4nimo de Albuquerque, \u00abo Ad\u00e3o Pernambucano\u00bb e da \u00ab\u00edndia\u00bb Maria do Esp\u00edrito\u00a0Santo Arcoverde.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">===================================================<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>From:<\/strong>\u00a0<a href=\"mailto:denevalc@gmail.com\">Deneval Costa<\/a><\/p>\n<p><strong>Sent:<\/strong>\u00a0Tuesday, May 29, 2018 11:33 PM<\/p>\n<p><strong>To:<\/strong>\u00a0<a href=\"mailto:afraniomello@itapetininga.com.br\">afraniomello@itapetininga.com.br<\/a><\/p>\n<p><strong>Subject:<\/strong>\u00a0ORIENTA\u00c7\u00d5ES SOBRE GENEALOGIA &#8211; FAM\u00cdLIA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE<\/p>\n<p>Sr. Afr\u00e2nio,<\/p>\n<p>Boa noite,<\/p>\n<p>Meu nome \u00e9 Deneval Costa, sou de Jo\u00e3o Pessoa na Para\u00edba.<\/p>\n<p>Peguei seu nome e e-mail em um f\u00f3rum de discuss\u00e3o sobre genealogia.<\/p>\n<p>N\u00e3o sei se procede, mas segue o e-mail.<\/p>\n<p>Gostaria de saber se o Senhor teria alguma informa\u00e7\u00e3o sobre a fam\u00edlia Cavalcanti de Albuquerque de Pernambuco e Para\u00edba? Sou descendente dessa fam\u00edlia pelo lado de meu pai.<\/p>\n<p>O meu intuito \u00e9 estabelecer uma \u00e1rvore geneal\u00f3gica que una essa fam\u00edlia \u00e0 Comunidade judaico sefardita portuguesa para posterior pedido de cidadania portuguesa.<\/p>\n<p>Fiz alguma pesquisa e, vi em v\u00e1rias comunidades que a fam\u00edlia Cavalcanti de Albuquerque tem fortes la\u00e7os com judeus expulsos de Portugal na idade m\u00e9dia.<\/p>\n<p>Fico no aguardo de sua resposta ao mesmo tempo em que agrade\u00e7o qualquer orienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cordialmente,<\/p>\n<p>Deneval Costa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello &#8211; ATENDIMENTOS N\u00daMEROS 1034 e 1035<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[656,3712,4152],"class_list":["post-18956","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-afranio","tag-familias","tag-genealogia"],"aioseo_notices":[],"views":2029,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":3983,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=3983","url_meta":{"origin":18956,"position":0},"title":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a familia Matias","author":"Helio Rubens","date":"29 de dezembro de 2015","format":false,"excerpt":"Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTO N\u00daMERO 590 \u00a0 Cara Francisca,boa tarde quase noite. \u00a0 Os arquivos comppletos que envio atendem s\u00f3 aos solicitantes. 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