{"id":19187,"date":"2018-06-19T14:43:56","date_gmt":"2018-06-19T17:43:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=19187"},"modified":"2018-06-19T14:43:56","modified_gmt":"2018-06-19T17:43:56","slug":"na-secao-memorias-ferroviarias-arvelos-vieira-da-academia-cruzeirense-de-letras-e-artes-relembra-a-realidade-como-ela-e","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=19187","title":{"rendered":"Na se\u00e7\u00e3o &#039;Mem\u00f3rias Ferrovi\u00e1rias&#039;, Arvelos Vieira, da Academia Cruzeirense de Letras e Artes relembra &#039;A realidade como ela \u00e9&#8230;&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F19187&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F19187&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/35647566_1720312601338717_3491204882843566080_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-19188 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/35647566_1720312601338717_3491204882843566080_n.jpg\" alt=\"\" width=\"132\" height=\"154\" \/><\/a><em>&#8220;Meu av\u00f4 Adolpho faleceu no segundo domingo do m\u00eas de maio, exatamente no &#8216;Dia das M\u00e3es&#8217; de 1969. Sua Missa de S\u00e9timo Dia se deu no s\u00e1bado subsequente, e foi a\u00ed que vivi um dos grandes sustos da minha vida.&#8221;<\/em><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/19420489_1348293531873961_8964566928064760173_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-19190 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/19420489_1348293531873961_8964566928064760173_n-300x216.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"216\" \/><\/a>Um susto para nunca mais ser esquecido!<\/p>\n<p>Meu av\u00f4 Adolpho faleceu no segundo domingo do m\u00eas de maio, exatamente no \u201cDia das M\u00e3es\u201d de 1969. Sua missa de S\u00e9timo Dia se deu no s\u00e1bado subsequente, e foi a\u00ed que vivi um dos grandes sustos da minha vida.<\/p>\n<p>A missa se deu, salvo engano, \u00e0s dez horas da manh\u00e3, em Passa Quatro, onde ele residia.<\/p>\n<p>Embora tristonhos com a perda recente do nosso \u201cpatriarca maior\u201d, filhos, filhas, genros, noras, netos e sobrinhos que puderam estar presentes almo\u00e7aram juntos e juntos passamos o dia conversando e nos confraternizando at\u00e9 o inicio da tarde quando cada um come\u00e7ou a tomar seu rumo.<\/p>\n<p>Meus pais e n\u00f3s, filhos, ficamos por \u00faltimo, pois voltar\u00edamos no \u201cMisto\u201d, trem ferrovi\u00e1rio composto de 3 ou 4 carros de passageiros, um carro &#8220;bagagem&#8221; (esp\u00e9cie de escrit\u00f3rio dos Chefes de Trens, nas pontas, tendo ao centro o Correio) e um carro &#8220;restaurante&#8221;, completado com vag\u00f5es de cargas (fechados), vag\u00f5es pranchas (abertas) e alguma vezes at\u00e9 carros gaiolas para transporte de bois, muito comum na \u00e9poca, em fun\u00e7\u00e3o do Frigor\u00edfico Cruzeiro, raz\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o ser chamada por \u201cmisto\u201d.<\/p>\n<p>Como sempre, al\u00e9m de atrasada, a composi\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria chegava \u00e0 esta\u00e7\u00e3o lotada de passageiros. Uma vez em p\u00e9, a viagem de 1h20 at\u00e9 Cruzeiro, naquela lentid\u00e3o da subida da serra era extremamente tediosa e cansativa, mas, era o melhor que n\u00f3s t\u00ednhamos. Nossa ferrovia, chamada RMV (Rede Mineira de Via\u00e7\u00e3o), era satirizada por Ruim Mais Vai&#8230; E o pior \u00e9 que ia!&#8230;<\/p>\n<p>Papai, ferrovi\u00e1rio convicto que muito nos orgulhou, conhecido de todos, logo acomodou-nos no carro restaurante numa mesa s\u00f3 para n\u00f3s da fam\u00edlia. Lembro-me na \u00e9poca esses restaurantes tendo como gerentes o Sr. Luiz, o Sr. Manoel (antigo e famoso churrasqueiro de espetinhos na esquina da Rua 2 com a Avenida), o pr\u00f3prio Manoel \u201cfilho\u201d, que hoje tem revenda de moveis e utens\u00edlios usados defronte o Sindicato dos Metal\u00fargicos, o Djalma, o Toninho, dono de um restaurante na entrada de Soledade de Minas.<\/p>\n<p>E assim acomodados na mesa, papai, mam\u00e3e de costas para o nosso destino e do outro lado, meus irm\u00e3os Adriana, Alexandre e eu, de frente para eles. T\u00ednhamos pela ordem dos nomes, 11, 10 e 13 anos de idade.<\/p>\n<p>N\u00e3o sei precisar a hora, mas recordo-me que o trem que nos conduziu at\u00e9 Cruzeiro partiu de Passa Quatro depois das 23 horas. Naquela lentid\u00e3o, subindo os 10 quil\u00f4metros de serra at\u00e9 a divisa dos estados de Minas Gerais com S\u00e3o Paulo, at\u00e9 a esta\u00e7\u00e3o de Coronel Fulg\u00eancio, deve ter levado uns 40 minutos. E l\u00e1 est\u00e1vamos n\u00f3s, crian\u00e7as curtindo a viagem tomando guaran\u00e1 e comendo batatas fritas, afinal, est\u00e1vamos num restaurante sobre rodas.<\/p>\n<p>Ao transpor o grande t\u00fanel de 996 metros de cumprimento (e pensar que um \u201cmequetrefe\u201d veio propor-me fazer uma campanha para aumentar o t\u00fanel em 4 metros para ficar com exatos 1 km. Pedi muita \u201cpaci\u00eancia\u201d a Deus, e n\u00e3o \u201cfor\u00e7a\u201d, se n\u00e3o eu o estrangulava, rsrsrs!), eis que encetamos a opera\u00e7\u00e3o descida da serra, e foi a\u00ed que deu in\u00edcio ao nosso inferno astral.<\/p>\n<p>Composi\u00e7\u00e3o meio extensa, pelo menos uns 12 carros na totalidade e pesada muito mais pela carga que transportava, a locomotiva que a tracionava perde o freio. O trem come\u00e7a a disparar serra abaixo e, no \u00edmpeto de cont\u00ea-lo, o maquinista utilizava uma manobra de emerg\u00eancia, id\u00eantica a voc\u00ea tentar colocar r\u00e9 no carro com ele em movimento para frente, provocando um tranco dos diabos, que ia de vag\u00e3o em vag\u00e3o, mais parecendo queda de domin\u00f3s.<\/p>\n<p>No carro do restaurante onde est\u00e1vamos todas as cadeiras foram jogadas para tr\u00e1s, ou \u00e0 frente, dependendo da posi\u00e7\u00e3o das pessoas. Meus pais foram imprensados de encontro \u00e0 mesa, j\u00e1 n\u00f3s, meus irm\u00e3os e eu, como outros passageiros, ca\u00edmos de costas sobre as pessoas que estavam atr\u00e1s da gente, indo muitos ao piso do carro, uns batendo a cabe\u00e7a na quina de alguma coisa, provocando les\u00f5es. O arm\u00e1rio de pratos no canto do carro veio abaixo, quebrando tudo que era lou\u00e7a. A gritaria era imensa. Voc\u00ea punha a cabe\u00e7a pela janela, era s\u00f3 precip\u00edcio que avistava (ou melhor, sabia que existia, pois tudo era escurid\u00e3o!), e a certeza que t\u00ednhamos \u00e9 que a composi\u00e7\u00e3o iria despencar precip\u00edcio abaixo a qualquer momento. Lembro-me como se fosse hoje: tomado pelo p\u00e2nico eu sa\u00ed correndo, abri a porta do carro restaurante com a inten\u00e7\u00e3o de pular fora do trem, meu pai correu atr\u00e1s e mais r\u00e1pido, segurou-me no momento que eu atingia a plataforma e se atirou no ch\u00e3o comigo, e assim outros trancos vieram e, dessa vez, com todos estirados ao piso do vag\u00e3o, vivendo aquele desespero que parecia n\u00e3o ter fim, minutos que se transformaram em horas.<\/p>\n<p>Nos carros de passageiros, muita gente se machucou apresentando escoria\u00e7\u00f5es diversas, pois muitos viajando em p\u00e9 foram arremessados uns contra os outros, tamb\u00e9m indo ao solo, e os que se encontravam assentados, foram arremessados de rosto contra as poltronas da frente. E assim foi durante toda a descida da serra, trancos e mais trancos, at\u00e9 que a composi\u00e7\u00e3o conseguiu parar em Rufino de Almeida, esta\u00e7\u00e3o na entrada de Cruzeiro (Em Perequ\u00ea, esta\u00e7\u00e3o que existia no meio da serra, ela passou batida, pois o trem deslizava sobre os trilhos!).<\/p>\n<p>Depois de algum tempo parado, f\u00f4lego tomado, \u00e2nimos refeitos e um balan\u00e7o da situa\u00e7\u00e3o o trem seguiu viagem para Cruzeiro, agora em trajeto plano, sem ribanceiras, sem perigo, para al\u00edvio nosso, que n\u00e3o acredit\u00e1vamos que est\u00e1vamos saindo vivos daquela aventura aterradora.<\/p>\n<p>Lembro-me do papai comentando depois entre amigos, tamb\u00e9m ferrovi\u00e1rios, que o maquinista foi muito bom (disse o nome dele, que n\u00e3o me recordo!), pois fosse outro com menos experi\u00eancia a trag\u00e9dia seria inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p>Como disse, n\u00e3o sei quem era o maquinista, certamente j\u00e1 morreu como a maioria dos ferrovi\u00e1rios e, como naquele tempo tudo era na \u201cmarra\u201d, no \u201ccabresto\u201d, sei que ele n\u00e3o ganhou nenhuma medalha ou mo\u00e7\u00e3o pelo ato de bravura de n\u00e3o ter permitido que uma composi\u00e7\u00e3o inteira despencasse precip\u00edcio abaixo, na Serra da Mantiqueira, o que, sem d\u00favida alguma, dificilmente permitiria deixar algu\u00e9m para contar a hist\u00f3ria, como estou fazendo agora, exatamente 48 anos depois, hist\u00f3ria essa que faz parte da minha REALIDADE COMO ELA \u00c9&#8230;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Meu av\u00f4 Adolpho faleceu no segundo domingo do m\u00eas de maio, exatamente no &#8216;Dia das M\u00e3es&#8217; de 1969. 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