{"id":20102,"date":"2018-08-06T16:52:36","date_gmt":"2018-08-06T19:52:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=20102"},"modified":"2018-08-06T16:52:36","modified_gmt":"2018-08-06T19:52:36","slug":"goncalves-viana-caprichos-do-destino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=20102","title":{"rendered":"Gon\u00e7alves Viana: &#039;Caprichos do destino&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F20102&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F20102&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/PedroCaetano3.REDUZjpg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-20103 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/PedroCaetano3.REDUZjpg-193x300.jpg\" alt=\"\" width=\"193\" height=\"300\" \/><\/a><em>&#8220;&#8230; certa vez, Pedro Caetano foi a uma festa, onde um pequeno conjunto de baile fazia a anima\u00e7\u00e3o, de repente, o baterista, que tamb\u00e9m era o crooner, come\u00e7ou a cantar Pedra Que Rolou. O amigo que acompanhava Pedro disse ao crooner: \u2500 Essa m\u00fasica que voc\u00ea est\u00e1 cantando \u00e9 do meu amigo, aqui, Pedro Caetano!&#8221;<\/em><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ele nasceu em 1\u00ba de fevereiro de 1911, sua fam\u00edlia morava numa fazenda em Bananal\/SP, mas somente no dia 24 \u00e9 que seu pai foi registr\u00e1-lo. Ele havia escolhido o nome de Pedro Waldyr Caetano, por\u00e9m, o escriv\u00e3o anotou o nascimento, na data do registro, e o nome como Pedro Walde Caetano. Seu genitor, homem do campo, que n\u00e3o ligava para esses detalhes, deixou por isso mesmo.<\/p>\n<p>Pedro, com doze anos, foi para o Rio de Janeiro, onde come\u00e7ou a trabalhar numa sapataria, como vendedor, mantendo, tamb\u00e9m, o h\u00e1bito de fazer m\u00fasicas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_20104\" aria-describedby=\"caption-attachment-20104\" style=\"width: 246px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/SILVIO-CALDAS.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20104\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/SILVIO-CALDAS.jpg\" alt=\"\" width=\"246\" height=\"246\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-20104\" class=\"wp-caption-text\">Silvio Caldas<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 1934, Sylvio Caldas se interessou em gravar um samba-choro de sua autoria, Juramento Falso, e disse que iria grav\u00e1-la na semana seguinte, no entanto, essa semana seguinte foi se prolongando tanto que essa grava\u00e7\u00e3o s\u00f3 foi acontecer vinte anos depois.<\/p>\n<p>Enquanto isso, esse samba foi gravado por muitos cantores, mas com o nome de Pedra Que Rolou, pois nessa \u00e9poca, Orlando Silva gravou, com muito sucesso, o samba de J. Cascata e Leonel Azevedo, Um Juramento Falso.<\/p>\n<p>Pois bem, certa vez, Pedro Caetano foi a uma festa, onde um pequeno conjunto de baile fazia a anima\u00e7\u00e3o, de repente, o baterista, que tamb\u00e9m era o crooner, come\u00e7ou a cantar Pedra Que Rolou. O amigo que acompanhava Pedro disse ao crooner: \u2500 Essa m\u00fasica que voc\u00ea est\u00e1 cantando \u00e9 do meu amigo, aqui, Pedro Caetano!<\/p>\n<p>No intervalo, o cantor, que se chamava Claudionor Cruz, foi at\u00e9 ele e, apresentando-se, disse que gostava muito de m\u00fasica, e que tamb\u00e9m compunha. Nascia ali, uma prol\u00edfica dupla de compositores, com in\u00fameros sucessos, que acabaram por se tornar cl\u00e1ssicos da MPB.<\/p>\n<figure id=\"attachment_20105\" aria-describedby=\"caption-attachment-20105\" style=\"width: 253px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/ORLANDO-SILVA-3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20105\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/ORLANDO-SILVA-3-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"253\" height=\"253\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-20105\" class=\"wp-caption-text\">Orlando Silva<\/figcaption><\/figure>\n<p>Uma das primeiras composi\u00e7\u00f5es da dupla \u2013 um megassucesso \u2013 foi a valsa Caprichos do Destino, magistralmente gravada por Orlando Silva, em 30\/07\/1937.<\/p>\n<p>Claudionor havia composto uma valsa muito triste, e pediu para Pedro fazer uma letra para deix\u00e1-la um pouco mais alegre, mas Pedro construiu uma letra mais triste ainda. Pois o trecho \u201cSou um covarde bem sei \/ O direito \u00e9 levar a cruz at\u00e9 o fim \/ Mas n\u00e3o posso \/ \u00c9 pesada demais para mim\u201d, sugere a inten\u00e7\u00e3o quase expl\u00edcita de suic\u00eddio. Foi o que bastou para criar-se a lenda de que o autor havia se suicidado.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>CAPRICHOS DO DESTINO<\/strong><\/p>\n<p>Se Deus um dia<\/p>\n<p>olhasse a Terra e visse o meu estado<\/p>\n<p>decerto compreenderia<\/p>\n<p>o meu viver desesperado<\/p>\n<p>E tendo Ele em suas m\u00e3os<\/p>\n<p>o leme dos destinos n\u00e3o me deixaria<\/p>\n<p>a cometer desatinos&#8230;<\/p>\n<p>\u00c9 doloroso<\/p>\n<p>mas infelizmente \u00e9 a verdade<\/p>\n<p>eu n\u00e3o devia nem sequer<\/p>\n<p>pensar numa felicidade<\/p>\n<p>que n\u00e3o posso ter,<\/p>\n<p>mas sinto uma revolta<\/p>\n<p>dentro do meu peito<\/p>\n<p>\u00c9 muito triste n\u00e3o se ter<\/p>\n<p>direito nem de viver<\/p>\n<p>Jamais consegui um sonho ver concretizado<\/p>\n<p>por mais modesto e banal sempre me foi negado<\/p>\n<p>Assim, meu Deus, francamente devo desistir<\/p>\n<p>contra os caprichos da sorte eu n\u00e3o posso insistir<\/p>\n<p>Eu quero fugir ao supl\u00edcio a que estou condenado<\/p>\n<p>eu quero deixar esta vida onde fui derrotado<\/p>\n<p>Sou um covarde, bem sei,<\/p>\n<p>que o direito \u00e9 levar a cruz at\u00e9 o fim<\/p>\n<p>mas n\u00e3o posso, \u00e9 pesada demais para mim!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um dia, Pedro estava em um bonde, quando embarcou um grupo de colegiais, que se sentaram no banco em frente. Uma delas come\u00e7ou a cantar: \u201cSe Deus um dia olhasse a Terra e visse o meu estado&#8230;\u201d Outra a interrompeu imediatamente: \u201cN\u00e3o cante isso, pelo amor de Deus, eu fico toda arrepiada! O autor dessa letra suicidou-se, coitado.\u201d<\/p>\n<p>Pedro achou muita gra\u00e7a e resolveu fazer uma brincadeira. Inclinando-se, bem juntinho ao ouvido de uma delas, falou com voz rouca e cavernosa: \u201cO autor dessa valsa sou eu!\u201d<\/p>\n<p>Elas se apavoraram e quase saltaram do bonde em pleno movimento, at\u00e9 que perceberam que n\u00e3o se tratava de nenhum fantasma.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/jackson-do-pandeiro-e-almira-castilho-na-radio-nacional-rj.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-20110 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/jackson-do-pandeiro-e-almira-castilho-na-radio-nacional-rj-300x218.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"218\" \/><\/a>Certamente o que contribuiu para o fortalecimento da lenda, foi a interpreta\u00e7\u00e3o memor\u00e1vel de Orlando Silva. No dia 12 de setembro de 1937, um s\u00e1bado, aconteceu a inaugura\u00e7\u00e3o daquela que representaria, para a \u00e9poca, o que a Rede Globo significa atualmente: a R\u00e1dio Nacional. Esse evento se deu no edif\u00edcio A Noite, um amplo audit\u00f3rio, uma novidade sem igual, no pa\u00eds. Tendo um palco feericamente iluminado ao estilo dos grandes teatros de variedades.<\/p>\n<p>Os aplausos se repetiam a cada apresenta\u00e7\u00e3o, transcorria o espet\u00e1culo de grandiosa produ\u00e7\u00e3o e beleza. As atra\u00e7\u00f5es de maior brilho apresentar-se-iam ap\u00f3s as 21 horas, entre elas, Orlando Silva e Francisco Alves, que fechariam o evento, com um grandioso recital.<\/p>\n<p>Quando chegou sua vez, Orlando Silva aproximou-se do microfone, olhando-o com ternura e acariciou lhe a haste met\u00e1lica, na deixa dos violinos e o arremate da harpa, ele entoou a can\u00e7\u00e3o com uma voz clara, muito bonita e de ampla sonoridade, que aqueles equipamentos modern\u00edssimos \u2013 para ent\u00e3o \u2013 valorizaram-na ainda mais.<\/p>\n<p>O modo como percorreu os versos iniciais despertou a plateia, pois os n\u00fameros apresentados at\u00e9 aquele momento foram humor\u00edsticos ou dan\u00e7antes. Agora aquele jovem, de ar grave, envolvido por uma vaga tristeza, solu\u00e7ava, ao cantar os versos melanc\u00f3licos, como nunca se ouvira antes. Um frisson parecia percorrer as pessoas da plateia.<\/p>\n<p>Se Deus um dia olhasse a Terra e visse o meu estado&#8230;<\/p>\n<p>O solu\u00e7o que Orlando Silva, pela primeira vez, empregava com estudada inten\u00e7\u00e3o, servia para a forma\u00e7\u00e3o de um clima sentimental. Nesta primeira parte da can\u00e7\u00e3o, todos perceberam o cantor se entregando ao delicioso del\u00edrio dram\u00e1tico, valendo-se desse recurso para obter um resultado muito sedutor.<\/p>\n<p>No trecho \u201cmas sinto uma revolta \/ dentro do meu peito&#8230;\u201d, ele levou a plateia a uma profunda emo\u00e7\u00e3o, e uma mulher, sentada na segunda fila, mordia os l\u00e1bios acompanhando a voz descrever a sequ\u00eancia em falsete de pura meia voz. Mas as coisas n\u00e3o ficariam por a\u00ed, o peso da letra era ineg\u00e1vel, de forte apelo dram\u00e1tico, por\u00e9m, pesou mais a sincera tristeza que emanava de sua figura fr\u00e1gil, olhar magoado, al\u00e9m da incr\u00edvel inflex\u00e3o de sofrimento real que conseguia imprimir nas modula\u00e7\u00f5es da voz.<\/p>\n<p>A rea\u00e7\u00e3o foi num crescendo at\u00e9 que v\u00e1rias pessoas eram vistas chorando na plateia, assim como as milhares que ouviam, em suas casas, conforme se constatou pela correspond\u00eancia chegada, nos dias seguintes. Com a voz solu\u00e7ando, quase em desespero, nas passagens finais, com seu fatalismo e sugest\u00e3o explicita de suic\u00eddio, as pessoas foram levadas ao auge da como\u00e7\u00e3o. E nada foi capaz de impedir a surpreendente rea\u00e7\u00e3o da mulher da segunda fila, quando Orlando solu\u00e7ou emocionado, a estrofe final: \u201c\u00e9 muito triste n\u00e3o se ter direito nem de viver\u201d. Ela, num estado de completo descontrole emocional, gritou: \u201c \u2500 N\u00e3o, n\u00e3o, n\u00e3o fa\u00e7a isso. N\u00e3o se mate, n\u00e3o!\u2019.<\/p>\n<p>Entre l\u00e1grimas, explodiram os aplausos, que fizeram estremecer o enorme audit\u00f3rio, repercutiu no palco e em todas as depend\u00eancias da r\u00e1dio, onde muitos artistas e funcion\u00e1rios levaram um enorme susto, sem saber o que estava acontecendo. Alguns chegaram a pensar que estava come\u00e7ando um desabamento.<\/p>\n<p>Era uma consagra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, como jamais se vira um cantor conquistar com uma breve exibi\u00e7\u00e3o. Atr\u00e1s do palco, um fato inusitado, os companheiros e funcion\u00e1rios eram possu\u00eddos da mesma euforia, e aplaudiram delirantemente. Oculto do p\u00fablico, nas coxias, Francisco Alves batia palmas emocionado. Os m\u00fasicos da orquestra socavam o ch\u00e3o com os p\u00e9s e o maestro se espichava para apertar a m\u00e3o do jovem cantor.<\/p>\n<p>A festa prosseguiu, mas num n\u00edvel bem inferior, embora com atra\u00e7\u00f5es de conhecidos artistas. No dia seguinte, era s\u00f3 do que se falava na cidade. Nas casas, nos botequins, nos bondes. Todas as conversas giravam em torno da inaugura\u00e7\u00e3o da R\u00e1dio Nacional e a apote\u00f3tica apresenta\u00e7\u00e3o de Orlando Silva, um pouco antes de ele completar 21 anos, e j\u00e1 fazendo jus ao cognome que lhe seria imputado posteriormente: \u201cO Cantor das Multid\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gon\u00e7alves Viana\u00a0<\/strong>viana.gaparecido@gmail.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;&#8230; certa vez, Pedro Caetano foi a uma festa, onde um pequeno conjunto de baile fazia a anima\u00e7\u00e3o, de repente, o baterista, que tamb\u00e9m era o crooner, come\u00e7ou a cantar Pedra Que Rolou. O amigo que acompanhava Pedro disse ao crooner: \u2500<\/p>\n<p class=\"link-more\"><a class=\"myButt \" href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=20102\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":20110,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1625,2050,4206,5900,6409,6681,7986],"class_list":["post-20102","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-caprichos-do-destino","tag-claudionor-cruz","tag-goncalves-viana","tag-musica","tag-orlando-silva","tag-pedro-caetano","tag-silvio-caldas"],"aioseo_notices":[],"views":466,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":76498,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=76498","url_meta":{"origin":20102,"position":0},"title":"Caetando","author":"Carlos Carvalho Cavalheiro","date":"31 de outubro de 2025","format":false,"excerpt":"Caetano cantando, divino Veloso. 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