{"id":20237,"date":"2018-08-13T21:39:22","date_gmt":"2018-08-14T00:39:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=20237"},"modified":"2018-08-13T21:39:22","modified_gmt":"2018-08-14T00:39:22","slug":"genealogia-afranio-mello-fornece-informacoes-sobre-as-familias-garcia-lopes-e-sanchez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=20237","title":{"rendered":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre as familias Garcia, Lopes e Sanchez"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F20237&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F20237&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/o-colunista-afranio-mello-coroa-seu-trabalho-genealogico-com-1000-pesquisas-e-com-honrosa-justica-com-a-pesquisa-da-familia-mello\/afranio-150x150\/\" rel=\"attachment wp-att-16915\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16915\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/afranio-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a><\/h2>\n<h2 style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><strong>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello: &#8216;ATENDIMENTOS N\u00daMEROS 1047,1048 E 1049&#8217;<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Prezado Sr. Garzia, boa tarde.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Sr. Garcia, \u00e9 de extremamente dif\u00edcil eu poder encontrar uma pessoa. Demanda um tempo que n\u00e3o tenho.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O meu prop\u00f3sito dentro da Genealogia \u00e9 fornecer arquivos dos SOBRENOMES das pessoas e, muitas vezes,<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">dentro desses arquivos aparece o nome da pessoa procurada.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">No seu caso, veja bem, n\u00e3o tenho datas, de nascimento seu, localidade onde nasceu, onde estavam seus<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">pais por ocasi\u00e3o do seu nascimento. Por sua informa\u00e7\u00e3o, sabe-se que seu pai \u00e9 espanhol.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Tendo datas voc\u00ea pode procurar na Hospedaria dos Imigrantes, que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 de italianos&#8230;..<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pode procurar no Consulado Espanhol em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O que posso fazer \u00e9 enviar os arquivos que tenho para sua pesquisa e \u00e9 o que fa\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>GARCIA\/GARZIA<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 30 p\u00e1ginas e 6o bras\u00f5es de todos os lugares da Espanha ;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>LOPES\/LOPEZ<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 21 p\u00e1ginas e 21 bra\u00f5es de todos os lugares da Espanha e<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>SANCHEZ\/SANCHES<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;\u00a0\u00a0\u00a0 2 p\u00e1ginas e sem bras\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Abaixo um pequeno resumo de cada arquivo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Na falta da solu\u00e7\u00e3o que procura, espero que estas informa\u00e7\u00f5es o ajude.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Abra\u00e7os<br \/>\n<strong>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello<\/strong><br \/>\n<a href=\"mailto:afraniomello@itapetininga.com.br\">afraniomello@itapetininga.com.br<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Observa\u00e7\u00e3o<\/span>:<br \/>\nEstas informa\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo fornecidas gratuitamente<br \/>\ne ser\u00e3o publicadas na edi\u00e7\u00e3o virtual do Jornal Cultural<br \/>\nROL &#8211; Regi\u00e3o On Line (<a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.jornalrol.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1534280295448000&amp;usg=AFQjCNEzwjR8tt8Re4TQ2a5Ky26naZP5NA\">www.jornalrol.com.br<\/a>).<br \/>\nA n\u00e3o concord\u00e2ncia com esta publica\u00e7\u00e3o deve ser informada imediatamente<\/p>\n<h1 style=\"font-weight: 400;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/1?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;attid=0.0.1&amp;permmsgid=msg-f:1608165196480936864&amp;th=165159b9cc647ba0&amp;view=fimg&amp;sz=w1600-h1000&amp;attbid=ANGjdJ-H8fn_olLHyYLAEFolTVT22wKCO1JyAHOpl0fjcfYzcrgFIIldtHVJptrgvwyKve5V4tqMuvv_8ojfW58DvM_ivXw1eIXReM0VoSdDH9jzZ7m5l_UzjBK3P5U&amp;disp=emb\" alt=\"clip_image002\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/1?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;attid=0.0.2&amp;permmsgid=msg-f:1608165196480936864&amp;th=165159b9cc647ba0&amp;view=fimg&amp;sz=w1600-h1000&amp;attbid=ANGjdJ8gfS67VIOqUcsk4-dX0x0WmQg5IwU0uR3Z103mhcIyI6F-Q3fI-32-Sg-6G_p8_-q0JKg0HlEWB5IvdHoMECxCjbKlpaHp9jwrAkIALL0ShiCSgNOKA7A93Gw&amp;disp=emb\" alt=\"clip_image004\" \/><span style=\"text-decoration: underline;\"><em><span style=\"color: #ff0000; text-decoration: underline;\"><strong>G<\/strong><strong>arcia<\/strong><\/span><\/em><\/span><\/h1>\n<p style=\"font-weight: 400;\">sobrenome de origem espanhola. Sendo este um patron\u00edmico, \u00e9 natural que existam muitas fam\u00edlias que o tenham adotado por apelido sem estarem ligados entre si.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Dentre elas, por\u00e9m, algumas houve que se destacaram e tornaram mais not\u00e1veis, como a dos Garcias de Chaves, que prov\u00e9m, ao que parece, de Lu\u00eds de Mendanha e de sua mulher, que era filha de Afonso Garcia de Chaves, contempor\u00e2neo de D. Jo\u00e3o II e de seu sucessor e primo, D. Manuel I.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Daqueles foi filho Pedro Garcia de Chaves, que deixou descend\u00eancia que lhe continuou esse nome.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Outros afamados Garcias foram os de Mascarenhas, que se fixaram na Beira e que remontam ao s\u00e9culo XV.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">E h\u00e1, por \u00faltimo, os Garcias de Gondim, estirpe de que um membro, Gaspar Rodrigues, teve carta de armas por vir dos \u00abGarcias de Godim\u00bb, e com armas que se costumam atribuir a todos os demais Garcias, por prov\u00e1vel ignor\u00e2ncia dos Reis d&#8217;Armas que est\u00e3o contidas numa carta de 26 de Janeiro de 1543.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Nome de batismo por vezes usado como nome de fam\u00edlia. Garcia tem por forma patron\u00edmica\u00a0<em>Garcez<\/em>\u00a0(Antenor Nascentes, II, 122). Sobrenome ibero do vascon\u00e7o \u00ab<em>harsea<\/em>\u00bb, o urso (Anu\u00e1rio Geneal\u00f3gico Latino, IV, 22). Galiza: o genealogista, frei Jos\u00e9 S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra\u00a0<em>Linajes y Blasones de<\/em>Galicia, dedica-se ao estudo desta fam\u00edlia [Pozo &#8211; Linajes de Galicia]. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, encontra-se a de Miguel Garcia, n. por volta de 1566, que deixou descend\u00eancia, a partir de 1597, com Maria da Cunha (Rheingantz, II, 231). Rheingantz registra mais 19 fam\u00edlias com este sobrenome nos s\u00e9cs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descend\u00eancia no Rio de Janeiro. Em S\u00e3o Paulo, entre as mais antigas, registra-se a de Miguel Garcia, fal. em 1640, que foi cas. com Maria Fernandes (AM, Piratininga, 83). Registra-se, tamb\u00e9m, a numerosa e importante fam\u00edlia de Garcia Rodrigues e sua mulher Isabel Velho, naturais do Porto, Portugal, que mereceram um cap\u00edtulo da obra do genealogista Silva Leme, em sua Nobiliarchia Paulistana &#8211; T\u00edtulo Garcias Velhos. Vieram a S. Vicente trazendo em sua companhia filhos e filhas. Entre os descendentes do casal, registram-se: I &#8211; a filha, Maria Rodrigues, natural do Porto, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da numeros\u00edssima fam\u00edlia Pires (v.s.), de S\u00e3o Paulo; II &#8211; a filha, Isabel Velho, natural do Porto, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da numeros\u00edssima fam\u00edlia Moreira (v.s.), de S\u00e3o Paulo; III &#8211; o filho, padre Garcia Rodrigues Velho, vig\u00e1rio da matriz de S\u00e3o Paulo; e IV &#8211; a filha, Agostinha Rodrigues Velho, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da numeros\u00edssima fam\u00edlia Jorge Velho (v.s.), de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<h1 style=\"font-weight: 400;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/1?ui=2&amp;ik=d4016f14b7&amp;attid=0.0.3&amp;permmsgid=msg-f:1608165196480936864&amp;th=165159b9cc647ba0&amp;view=fimg&amp;sz=w1600-h1000&amp;attbid=ANGjdJ8mwFt8uFRzpuseLMcA2X-x1fVmqEq44Y3g2gkSE7jkchkJIQeoDQd1NBemfGRg4B9oiM7kZdoJtkG2bAiw5wEed1WmpctspixwPN22dRtL1gkNK6lKPb1ANp8&amp;disp=emb\" alt=\"clip_image002[3]\" \/><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><em><strong>L<\/strong><strong>opes,\u00a0<\/strong><strong>L<\/strong><strong>opez<\/strong><\/em><\/span><\/span><\/h1>\n<p style=\"font-weight: 400;\">sobrenome de origem luso-espanhol. \u00c9 este um patron\u00edmico, motivo pelo qual existir\u00e3o in\u00fameras fam\u00edlias que o adoptaram por apelido sem terem a menor liga\u00e7\u00e3o entre elas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">De duas fam\u00edlias Lopes, no entanto, \u00e9 poss\u00edvel tra\u00e7ar a genealogia e verificar os ramos: os Lopes de Ciudad Rodrigo, de um ramo passou ao nosso pa\u00eds no s\u00e9c. XV, e os que derivam de Jo\u00e3o Lopes, cavaleiro da Casa da Infanta D. Joana, beatificada como Santa Joana, filha de D. Afonso V.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Tendo servido este monarca na defesa de Arzila e conquista das cidades de T\u00e2nger e Anaf\u00e9, o Africano concedeu-lhe em 6 de Junho de 1476 carta de novas armas<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Da baixa latinidade Lupici. Aparece a forma\u00a0<em>Lupicus<\/em>\u00a0numa inscri\u00e7\u00e3o. Forma antiga:\u00a0<em>Lopez<\/em>. Nunes d\u00e1 uma forma\u00a0<em>Lopiz<\/em>, em documento do s\u00e9culo XI (Antenor Nascentes, II, 177). Patron\u00edmicos s\u00e3o apelidos que consistem numa deriva\u00e7\u00e3o do prenome paterno. No latim ib\u00e9rico constituiu-se esse tipo de apelido com o sufixo \u201c-<em>\u00edcus<\/em>\u201d no genitivo, isto \u00e9, \u201c-<em>\u00edci<\/em>\u201d. \u00c9 quase certo que se trata de um sufixo ib\u00e9rico \u201c-<em>ko<\/em>\u201d, indicativo de descend\u00eancia, com as desin\u00eancias latinas da 2\u00aa declina\u00e7\u00e3o. Assim, por evolu\u00e7\u00e3o fon\u00e9tica temos no portugu\u00eas medieval &#8211;<em>ez<\/em>\u00a0(escrito &#8211;<em>es<\/em>, porque \u00e1tono) &#8211;<em>iz<\/em>, &#8211;<em>az<\/em>\u00a0(escrito -as, quando \u00e1tono). Por exemplo: Lopes (que vem de Lopo), Fernandes (filho de Fernando) e Perez ou Peres ou Pires (filho de Pero, variante arcaica de Pedro). Brasil: Assim como os demais patron\u00edmicos antigos &#8211; Eanes, Fernandes, Henriques, etc. &#8211; este sobrenome espalhou-se, desde os primeiros anos de povoamento do Brasil, por todo o seu vasto territ\u00f3rio. Sobrenome de in\u00fameras fam\u00edlias espalhadas por todo o Brasil: Cear\u00e1, Par\u00e1, Pernambuco, Para\u00edba, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paran\u00e1, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Alagoase S\u00e3o Paulo, entre outras. No Rio de Janeiro, entre as quase 140 fam\u00edlias com este sobrenome, dos s\u00e9culos XVI e XVII, temos: Afonso Lopes [c.1601- ?]; Fern\u00e3o Lopes [c.1641 &#8211; 1711, RJ]; Jo\u00e3o Lopes [c.1618- ?]; Luiz Lopes [c.1566, Lisboa, Portugal- ?]; Miguel Lopes [c.1627 &#8211; a.1679]; Manuel Lopes Alvares [c.1571- ?]; Jo\u00e3o Lopes do Lago, capit\u00e3o [c.1622 &#8211; a.1665]; Crist\u00f3v\u00e3o Lopes Leit\u00e3o, capit\u00e3o [c.1610 &#8211; 1676]; Jo\u00e3o Lopes Pinto, licenciado [c.1556- ?]; etc. Quase todos deixaram descend\u00eancia (Rheingantz, II, 404). No Rio Grande do Sul, entre as mais antigas, registra-se a de Pedro Lopes [de Chaves], fal. em 1738, na Col\u00f4nia do Sacramento, onde deixou gera\u00e7\u00e3o, por volta de 1722, com Maria Gon\u00e7alves [da vila de Mugadouro]. Em Pirin\u00f3polis, Goi\u00e1s, descendem do padre Sime\u00e3o Estilita Lopes Zedes [c.1835, Luzi\u00e2nia, GO &#8211; 1899, Pirin\u00f3polis, GO], que deixou gera\u00e7\u00e3o, por volta de 1862, com Margarida Gon\u00e7alves do Amor Divino [c.1839, Luzi\u00e2nia, GO &#8211; 1897, Pirin\u00f3polis, GO] (J.Jayme, Pirin\u00f3polis, III, 361). Em S\u00e3o Paulo, entre as mais antigas: Francisco Lopes (1558, S. Vicente), J\u00e1come Lopes (1581, Santos) e Marcos Lopes (1599, S. Paulo) (AM, Piratininga, 105). Fam\u00edlia de origem espanhola, \u00e0 qual pertence o relojoeiro F\u00e9lix Lopes, que passou para Santa Catarina, por volta de 1814, em companhia de sua esposa e 6 filhos (Registro de Estrangeiros, 1808, 191). Sobrenome de uma fam\u00edlia origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde foi Jos\u00e9 da Costa Lopes, nasc. por volta de 1719, na Freguesia de Nossa Sernhora da Gra\u00e7a, Ilha de S\u00e3o Miguel, Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores. Filho de Marcos Lopes e de Maria da Costa.<\/span><\/p>\n<h1 style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><em><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>SANCHEZ<\/strong><\/span><\/em><\/span><\/h1>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Su origen, historia y hechos. Esta noble y esclarecida familia, al igual que otras originarias de los primeros tiempos de la Reconquista, tom\u00f3 su apellido del nombre Sancho, usado por ilustres castellanos, aragoneses y navarros de notoria hidalgu\u00eda y antiguedad, dando lugar al apellido S\u00e1nchez. Se trata, pues, de un apellido patron\u00edmico que, desde lejanos tiempos comenz\u00f3 a extenderse por Asturias, Le\u00f3n, Galicia, la Montana de Santander, La Rioja, Castilla, Navarra, Arag\u00f3n, Murcia, Valencia y Andaluc\u00eda, para continuar alcanzando, con extraordinaria difusi\u00f3n, las restantes regiones espa\u00f1olas. No es mucho lo que se sabe sobre el origen del apellido S\u00e1nchez. La \u00fanica fuente de informaci\u00f3n fiable, ser\u00eda el acreditado y erudito genealogista Garc\u00eda Alonso de Torres, cronista de los Reyes Cat\u00f3licos y que en su manuscrito &#8220;Espejo de la Nobleza&#8221; indica que el tronco y el progenitor de este linaje fue don Rodrigo S\u00e1nchez que fund\u00f3 casa, continu\u00e1ndose su descendencia hasta Fort\u00fan S\u00e1nchez, ricohombre del rey don Sancho I de Navarra. Es imposible rese\u00f1ar uno por uno los hechos memorables que tuvieron por protagonistas a caballeros de este ilustre apellido, dado que ello significar\u00eda reproducir toda la historia de Espa\u00f1a. El historiador Pedro Vitales que, en el a\u00f1o 1.774, era doctor teol\u00f3gico por la Universidad Sertoriana y que a s\u00ed mismo se daba el t\u00edtulo de &#8220;Prior de Gurrea y Can\u00f3nigo de Montearag\u00f3n&#8221;, en un manuscrito titulado &#8220;Registro de Armas y Divisas de Arag\u00f3n&#8221; dice: &#8220;Sancho S\u00e1nchez fue con el rey don Pedro, el primero de este apellido que intervino en la conquista de Barbastro, en el a\u00f1o 1.100 y as\u00ed es nombrado entre los ricoshombres. M\u00e1s tarde, en el a\u00f1o 1.118, dos caballeros llamados Lope S\u00e1nchez de Ogaure y Galindo S\u00e1nchez de Belchite, ricos hombres, intervinieron en la conquista de Zaragoza. En el a\u00f1o 1.266 fue Justicia de Arag\u00f3n don Pedro S\u00e1nchez. Se tiene por tradici\u00f3n que descend\u00eda de un hijo bastardo del rey don Sancho Garc\u00eda de Arag\u00f3n y Navarra, seg\u00fan la Cr\u00f3nica de Navarra, (A\u00f1o 880). Lope S\u00e1nchez est\u00e1 en el a\u00f1o 1.137 con el pr\u00edncipe don Ram\u00f3n Berenguer en la Concordia que hizo con el rey de Castilla. Se conoce tambi\u00e9n, como privado del rey don Sancho Abarca, un ricohombre llamado Fortunio S\u00e1nchez, se\u00f1or de Bolta\u00f1a. Sobre los or\u00edgenes del apellido S\u00e1nchez, a\u00fan teniendo en cuenta la opini\u00f3n del genealogista Garc\u00eda Alonso al afirmar como primero de dicho apellido a don Rodrigo S\u00e1nchez, al que sucedi\u00f3 Fort\u00fan S\u00e1nchez, ricohombre del rey Sancho I de Navarra, (a\u00f1o 926), viene a resultar que ese mismo a\u00f1o naci\u00f3 el rey de Navarra, Garc\u00eda II S\u00e1nchez (muerto en 970), hijo y sucesor de Sancho I Garc\u00e9s, o lo que es igual que el Sancho del padre se convirti\u00f3 en el S\u00e1nchez del hijo. Por tanto, parece ser que, en contra de los afirmado por Garc\u00eda Alonso, no fue Rodrigo S\u00e1nchez el primero de este apellido, si se tiene en cuenta que ning\u00fan lazo de parentesco le un\u00eda al rey de Navarra, y, para mayor abundacia, consta como fecha de nacimiento de otro S\u00e1nchez, asimismo rey de Navarra (Garc\u00eda III S\u00e1nchez, &#8220;El Tembl\u00f3n&#8221;, el a\u00f1o 994, hijo y sucesor de Sancho Abarca. No mucho tiempo despu\u00e9s, en el a\u00f1o 1.054, se encuentra a Garc\u00eda IV, S\u00e1nchez III, llamado &#8220;el de N\u00e1jera&#8221;, hijo y sucesor de Sancho III &#8220;el Mayor&#8221;. Es interesante el dato de que este rey, al igual que Garc\u00eda III S\u00e1nchez, tiene por padre a un Sancho lo que evidencia que el nombre se ha convertido en apellido. Este apellido aparece en los reyes de Navarra tres veces; Garc\u00eda II, S\u00e1nchez; Garc\u00eda III, S\u00e1nchez y Garc\u00eda IV, S\u00e1nchez. En contra de lo afirmado, el genealogista Garc\u00eda Garraffa, en su diccionario de apellidos, mantiene una opini\u00f3n contraria, al indicar que, al igual que ocurre con otros patron\u00edmicos, se han apellidado y se apellidan S\u00e1nchez, incontables familias de distinto origen y procedencia sin nexo de sangre ni parentesco, se\u00f1alando que una investigaci\u00f3n a este respecto ser\u00eda in\u00fatil intentarla, siendo posible la de aquellas que existen memorias ciertas e indicadoras, en mayor o menor grado, de su condici\u00f3n hidalga, de las comarcas y lugares donde tuvieron sus casas solariegas, de las prerrogativas y distinciones alcanzadas, de los cargos honor\u00edficos o de gobierno desempe\u00f1ados por sus ascendientes en las comarcas donde residieron y sobre todo, de las probanzas que hicieron y ejecutorias que ganaron. En suma: cuanto de esas familias perduran datos concretos o claros indicios, que orientan la labor paciente del investigador. ASTURIAS. Parece ser que el solar originario de los S\u00e1nchez asturianos se encuentra en el lugar de Cangas de On\u00eds, aunque tambi\u00e9n en dicha regi\u00f3n existieron otros dos linajes muy antiguos: Uno, en el Concejo de Gij\u00f3n y otro en la villa de Ribadesella. SANTANDER. Entre las casas S\u00e1nchez de la Monta\u00f1a de Santander figuran: Arnuero, Santo\u00f1a, Queveda, del Ayuntamiento de Santillana, Torrelavega, e Ivio, o Herrera de Ivio, del Ayuntamiento de Mazcuerras, Cabu\u00e9rniga. Tambi\u00e9n existieron otras casas en la merindad de Trasmiera. LA RIOJA y NAVARRA. Los origenes por La Rioja y Navarra se encuentran en: Tudela (Navarra), Logro\u00f1o, Cornago, y la villa navarra de Cascante. ARAGON. Como en Le\u00f3n y Castilla, muchos S\u00e1nchez alcanzaron fama y poder\u00edo en la Reconquista. Fueron ricoshombres, esforzados guerreros y desempe\u00f1aron cargos prominentes. Pero su origen, el solar y el tronco del que proceden, se desconoce en la mayor\u00eda de los casos. Acompa\u00f1aron a Jaime I en la conquista de los reinos de Valencia y Murcia, donde dejaron descendientes que fueron creando distintas casas en aquellas regiones. &#8220;Del tronco de Alfonso II de Arag\u00f3n, sali\u00f3 Fernando S\u00e1nchez, conde de Perpi\u00f1\u00e1n y del Rosell\u00f3n, t\u00edo vuestro en segundo grado, hombre grande en sus operaciones, aunque por las asechanzas de muchos envidiosos, con vos tuvo sus reyertas. Pero os desenga\u00f1\u00f3 el rey, vuestro padre, y se hizo la paz entre los dos. Su hijo natural, a quien sacasteis de pila y en el d\u00eda os sirve con gran valor, pinta en su escudo por armas las de Arag\u00f3n y el lambel de plata que le asignasteis&#8221;. Estas palabras fueron pronunciadas por mos\u00e9n Jaime Fabrer y se encuentran consignadas en sus &#8220;Trovas&#8221; dirigidas al pr\u00edncipe don Pedro, luego Pedro III de Arag\u00f3n. Aqu\u00ed se habla de un hijo natural, es decir del habido entre un hombre libre y una mujer soltera y no debe confundirse con bastard\u00eda, puesto que ambos pueden contraer matrimonio a\u00fan despu\u00e9s de nacido el hijo, con lo cual este queda legitimado. MURCIA y ALICANTE. El rey de Castilla don Alfonso X hizo el repartimiento de tierras a los caballeros que ayudaron en la conquista de Murcia, seg\u00fan consta en el libro original sobre dicho reparto. Figuran varios caballeros S\u00e1nchez, y tal reparto de tierras se hizo entre gentes hidalgas de Castilla, Arag\u00f3n y Catalu\u00f1a. De ah\u00ed el origen distinto de algunas casas de Murcia y su provincia. Una, en la ciudad de Lorca, oriunda de Trasmiera, Santo\u00f1a (Santander). Otra, en la poblaci\u00f3n de Murcia, procede de Santillana, asimismo de Santander. En lo que se refiere a Alicante, el origen se localiza en Pero S\u00e1nchez que fue justicia en 1.570 y 1.573. Dicha casa solariega, se encontraba situada a espaldas del Hospital d esta ciudad. ANDALUCIA. Fueron muy numerosas las casas S\u00e1nchez en Andaluc\u00eda. Mencionaremos algunas de ellas: una en la Villa de Borgem, Colmenar, M\u00e1laga, en la ciudad de Alhama de Granada y en la villa de Alahur\u00edn, provincia de M\u00e1laga, en Mijas, Marbella. Ascendiente de esta familia fue Alonso de Toledo hermano del abuelo paterno de Santa Teresa de Jes\u00fas. En Puerto de Santa Mar\u00eda huho otra familia de la que proceden los establecidos en Trinidad (Cuba), desde el primer tercio del siglo XVIII. EXTREMADURA. Desde tiempos muy antiguos consta la existencia de una casa en Alburquerque (Badajoz).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Tratando-se de um patron\u00edmico, ser\u00e3o bastante numerosas as fam\u00edlias que o adoptaram por apelido sem estarem ligadas entre si por qualquer tipo de la\u00e7os. Dois ramos de Sanchez espanh\u00f3is que passaram a Portugal tiveram o foro de fidalgos de cota de armas. Um deles, derivado de Pedro Alvarez Sanchez, fidalgo da Estremadura, deu origem aos Sanches ditos de Vila Vi\u00e7osa, por a\u00ed se terem radicado.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0Armas<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">De azul, um castelo de ouro, rematado por uma bandeira de prata e ladeado por duas caldeiras de ouro. Embora registadas em Portugal, n\u00e3o se conhece o timbre destas armas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Outros Sanches, descendentes de Sanchez castelhanos, usam: escudo partido, sendo o primeiro de azul, sete estrelas de ouro postas uma, duas, uma, duas e uma, e o segundo de azul tamb\u00e9m, uma banda de vermelho perfilada de ouro e acompanhada de duas flores-de-lis do mesmo. Timbre: uma das estrelas do escudo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um ramo destes Sanchez usou as mesmas armas, com uma bordadura cosida de vermelho, carregada de oito aspas de ouro. Timbre: uma aspa do escudo, carregada ao centro com uma estrela tamb\u00e9m do escudo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Outros Sanchez-Sanches que se radicaram no Porto, usaram: de azul, um galo de sua cor, real\u00e7ado de ouro, sobre um monte de sua cor e, neste, um ramo de verde. Timbre: o galo cantante. Por fim, os Sanches ditos da Ameixoeira, que parecem estar ligados com os de Vila Vi\u00e7osa, usam: escudo partido, sendo o primeiro de vermelho, um castelo de prata, aberto e iluminado de azul, e o segundo tamb\u00e9m de vermelho, um pend\u00e3o de ouro, hasteado do mesmo, ondulante para a sinistra e acompanhado em ponta por uma caldeira, igualmente de ouro. Timbre: um bra\u00e7o de prata em pala, empunhando um pend\u00e3o de ouro.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0T\u00edtulos, Morgados e Senhorios<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Condes de Silva Sanches<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Viscondes de Sanches de Baena<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Viscondes de Sanches de Frias<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Viscondes de Santo Ant\u00f3nio de Lourido<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello: &#8216;ATENDIMENTOS N\u00daMEROS 1047,1048 E 1049&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[657,3712,4152],"class_list":["post-20237","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-afranio-mello","tag-familias","tag-genealogia"],"aioseo_notices":[],"views":520,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":31852,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=31852","url_meta":{"origin":20237,"position":0},"title":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a fam\u00edlia Olite","author":"ADM","date":"8 de junho de 2020","format":false,"excerpt":"Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a fam\u00edlia Olite ATENDIMENTO N\u00daMERO 1.235 Prezados H\u00e9lio e Sra.Gleice Soares, Em atendimento ao pedido do meu amigo e Editor do ROL \u2013 Regi\u00e3o On Line, fiz a pesquisa do sobrenome OLITE nos arquivos Geneal\u00f3gicos e na Internet e passo para o seu conhecimento. OLITE..............\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/afranio-150x150-1.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":38051,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=38051","url_meta":{"origin":20237,"position":1},"title":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a fam\u00edlia Moraes Rosa","author":"ADM","date":"25 de fevereiro de 2021","format":false,"excerpt":"Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a fam\u00edlia MORAES ROSA ATENDIMENTO N\u00daMERO \u00a01.337 Clara, Boa tarde \u00a0Vou enviar os seus arquivos aos poucos, pois este primeiro \u00e9 muito grande. e onde est\u00e1 citada sua \u00a0ascendente. \u00a0Eu faria uma impress\u00e3o desse arquivo. 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