{"id":20334,"date":"2018-08-19T12:19:22","date_gmt":"2018-08-19T15:19:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=20334"},"modified":"2018-08-19T12:19:22","modified_gmt":"2018-08-19T15:19:22","slug":"goncalves-viana-tristezas-do-jeca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=20334","title":{"rendered":"Gon\u00e7alves Viana: &#039;Tristezas do Jeca&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F20334&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F20334&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/VIANA-1-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20335 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/VIANA-1-2-197x300.jpg\" alt=\"\" width=\"124\" height=\"189\" \/><em>&#8220;<span style=\"font-weight: 400;\">E l\u00e1 ia o trem chacoalhante, avan\u00e7ando pela noite escura e fria, sem se dar conta do que estava se desenrolando daquele drama que vivia o desesperado chefe de fam\u00edlia.&#8221;<\/span><\/em><\/a><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Numa noite fria de agosto, uma fam\u00edlia: um casal e seus tr\u00eas filhos chegam \u00e0 esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria de Ribeir\u00e3o Preto. Logo, vem o trem, e o homem sobe as malas, a sua esposa e os filhos, acomodando-os dentro do vag\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O trem parte, o sacolejar da composi\u00e7\u00e3o sobre o leito f\u00e9rreo vai cerrando os olhinhos das crian\u00e7as, que se entregam aos bra\u00e7os de Morfeu. Aquele ritmo mon\u00f3tono, e constante, acabou tamb\u00e9m, por vencer a senhora.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_20336\" aria-describedby=\"caption-attachment-20336\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/ANGELINO-DE-OLIVEIRA-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20336 size-full\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/ANGELINO-DE-OLIVEIRA-1.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"251\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-20336\" class=\"wp-caption-text\">Angelino de Oliveira<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Somente restou acordado aquele chefe de fam\u00edlia. Ele, sozinho, naquela noite fria, passou a sentir-se tomado por profunda ang\u00fastia, uma agonia que invadia todo o seu ser. Afinal, ele estava deixando Ribeir\u00e3o Preto, onde tinha uma situa\u00e7\u00e3o est\u00e1vel \u2013 emprego fixo (era escriv\u00e3o de pol\u00edcia), casa, as crian\u00e7as matriculadas em boas escolas \u2013 e ir para Botucatu, com vistas a algo incerto, onde iria montar um consult\u00f3rio odontol\u00f3gico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ele gostava muito de Botucatu, local em que j\u00e1 havia morado por mais de vinte anos, mas n\u00e3o tinha mais nenhum v\u00ednculo com essa cidade, nenhum lugar para ir. \u00c0 medida que ia pensando em tudo isso, mais angustiado ficava&#8230; Era muito grande a responsabilidade, afinal, tinha esposa e tr\u00eas filhos e, se n\u00e3o desse certo, como iria se arranjar?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E l\u00e1 ia o trem chacoalhante, avan\u00e7ando pela noite escura e fria, sem se dar conta do que estava se desenrolando daquele drama que vivia o desesperado chefe de fam\u00edlia.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_20337\" aria-describedby=\"caption-attachment-20337\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/ESTA\u00c7\u00c3O-FERROVI\u00c1RIA-DE-MAIRINQUE-SP.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20337 size-medium\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/ESTA\u00c7\u00c3O-FERROVI\u00c1RIA-DE-MAIRINQUE-SP-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-20337\" class=\"wp-caption-text\">Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria de Mairinque<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De repente, uma luzinha surgiu l\u00e1 na frente e foi aumentando, at\u00e9 revelar-se, \u00e0 beira da linha, uma esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria, onde o letreiro iluminado anunciava o nome de uma cidade: MAIRINQUE. Era o fim da linha para ele, e a fam\u00edlia. Ali, eles tinham que fazer uma baldea\u00e7\u00e3o para, de \u00f4nibus, chegarem at\u00e9 Botucatu, seu destino final.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ele acordou a esposa: \u2500 Acorde meu bem, chegamos a Mairinque, me ajude a descer as malas e as crian\u00e7as!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Desceram numa plataforma longa, mal iluminada, fria e vazia. Instant\u00e2neo, surgiu, assim como do nada, um carregador que foi logo colocando as malas em um carrinho de m\u00e3o. Enquanto fazia isso, aquele carregador ia assobiando uma can\u00e7\u00e3o. A mulher, ao ouvir aquela melodia, olhou para o marido, ele estava paralisado, estupefato.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma garoa fina come\u00e7ava a cair, o que aumentava ainda mais o frio, deixando todos enregelados, enquanto o carregador, ainda assobiando aquela can\u00e7\u00e3o, come\u00e7ou a caminhar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aquele senhor, chamando o carregador, perguntou: \u2500 Voc\u00ea sabe que m\u00fasica \u00e9 essa, que voc\u00ea est\u00e1 assobiando?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2500 Sei, sim senhor, \u00e9 <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Tristezas do Jeca<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2500 E voc\u00ea sabe de quem \u00e9 essa m\u00fasica?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u2500 Sei, tamb\u00e9m. \u00c9 de um compositor de Botucatu, um caboclo muito bom e um grande m\u00fasico, Angelino de Oliveira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ent\u00e3o, aquele senhor, muito emocionado, abriu as represas de suas emo\u00e7\u00f5es e se desmanchou em um choro convulso e sem fim, deixando todos, \u00e2 sua volta, abismados. E com a voz embargada, explicou: &#8211; Esse caboclo bom, que voc\u00ea disse, o Angelino, sou eu. A\u00ed foi a vez do carregador se debulhar em l\u00e1grimas e abra\u00e7ar comovido o Angelino, pois ele, o carregador, se sentia retratado na letra daquela can\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pois \u00e9! Esse senhor nasceu em Itaporanga\/SP, em 21 de abril de 1888. Era filho \u00fanico, e seus pais se mudaram para Botucatu, quando ele tinha apenas seis anos.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_20339\" aria-describedby=\"caption-attachment-20339\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/hqdefault-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20339 size-medium\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/hqdefault-1-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-20339\" class=\"wp-caption-text\">Patr\u00edcio Teixeira<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Autodidata, tocava viol\u00e3o, guitarra portuguesa, violino e trombone. Por volta de 1917, formou um conjunto, o Trio Viguipi. Em 1918, apresentou, em primeira audi\u00e7\u00e3o, a sua c\u00e9lebre can\u00e7\u00e3o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Tristezas do Jeca.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> Em 1926, a Odeon lan\u00e7ou-a com Patr\u00edcio Teixeira, e que se tornou um enorme sucesso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sua discografia \u00e9 pequena em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua produ\u00e7\u00e3o. Como era muito bo\u00eamio, nunca se preocupou em gravar ou guardar suas m\u00fasicas. Se n\u00e3o fosse o cuidado de uns poucos amigos, n\u00e3o se salvariam nem as oitenta composi\u00e7\u00f5es relacionadas em sua discografia. \u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><b><i>Gon\u00e7alves Viana.<\/i><\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Tristeza-do-Jeca.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-20338 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Tristeza-do-Jeca-214x300.jpg\" alt=\"\" width=\"214\" height=\"300\" \/><\/a>TRISTEZAS DO JECA<\/b><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nestes versos t\u00e3o singelos<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Minha bela, meu am\u00f4<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Pra mec\u00ea quero cont\u00e1<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">O meu sofr\u00ea, a minha d\u00f4<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Eu sou como o sabi\u00e1<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Que quando canta \u00e9 s\u00f3 tristeza<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Desde o g\u00e1io onde ele est\u00e1,<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nesta viola eu canto e gemo de verdade<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cada toada representa uma sodade. <\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Eu nasci naquela serra<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Num ranchinho \u00e0 beira ch\u00e3o<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Todo cheio de buraco<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Donde a lua faz clar\u00e3o<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">E quando chega a madrugada<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">L\u00e1 no mato a passarada<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Principia o barulh\u00e3o<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nesta viola eu canto e gemo de verdade<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cada toada representa uma sodade.<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">L\u00e1 no mato tudo \u00e9 triste<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Desd\u2019o jeito de fala<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Quando riscam na viola<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">D\u00e1 vontade de chor\u00e1<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o tem quem cante alegre<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Tudo vive padecendo<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cantando pra se alivi\u00e1<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nesta viola eu canto e gemo de verdade<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cada toada representa uma sodade.<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Vou par\u00e1 co\u2019a minha viola<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 n\u00e3o posso mais cant\u00e1<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Pois o Jeca quando canta<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Tem vontade de chor\u00e1<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">E o choro que vai caindo<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Devagar vai se sumindo <\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Como as \u00e1guas vai pro mar<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nesta viola eu canto e gemo de verdade<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cada toada representa uma sodade.<\/span><\/i><\/p>\n<p><b><i>(Angelino de Oliveira) <\/i><\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;E l\u00e1 ia o trem chacoalhante, avan\u00e7ando pela noite escura e fria, sem se dar conta do que estava se desenrolando daquele drama que vivia o desesperado chefe de fam\u00edlia.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":20336,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[894,1094,4206,5912,8492],"class_list":["post-20334","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-angelino-de-oliveira","tag-artigo","tag-goncalves-viana","tag-musica-sertaneja","tag-tristezas-do-jeca"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":21225,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=21225","url_meta":{"origin":20334,"position":0},"title":"Gon\u00e7alves Viana: &#039;O 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