{"id":20543,"date":"2018-08-28T11:11:25","date_gmt":"2018-08-28T14:11:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=20543"},"modified":"2018-08-28T11:11:25","modified_gmt":"2018-08-28T14:11:25","slug":"o-leitor-participa-caique-ferraz-de-15-anos-com-o-conto-serial-killer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=20543","title":{"rendered":"O leitor participa: Caique Ferraz, de 15 anos, com o conto: &#039;Serial Killer&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F20543&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F20543&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/16298594_601609406696974_4660062797810423484_n-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20544 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/16298594_601609406696974_4660062797810423484_n-1-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"136\" height=\"136\" \/><em>&#8220;Fechei os olhos e, em pouco tempo, adormeci. Todavia, como se estivesse acordado, comecei a ouvir vozes estranhas&#8230;&#8221;<\/em><\/a><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_20545\" aria-describedby=\"caption-attachment-20545\" style=\"width: 265px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/40273339_333850717351265_8697008203998691328_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20545\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/40273339_333850717351265_8697008203998691328_n-300x280.jpg\" alt=\"\" width=\"265\" height=\"247\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-20545\" class=\"wp-caption-text\">Ilustra\u00e7\u00e3o do autor<\/figcaption><\/figure>\n<p>Depois de me mudar de casa, de escola e at\u00e9 mesmo de cidade, fiquei muito s\u00f3, pois n\u00e3o tinha nenhum amigo pr\u00f3ximo para conversar ou brincar e nada para fazer, al\u00e9m de desenhar no meu quarto ou me deitar sobre a grama do quintal e ler um livro. \u00a0Eu me sentia realmente sozinho naquele novo endere\u00e7o.<\/p>\n<p>Aquela tarde estava com o ambiente pesado, mas t\u00e3o pesado que acabei indo tirar um cochilo.<\/p>\n<p>Fechei os olhos e, em pouco tempo, adormeci. Todavia, como se estivesse acordado, comecei a ouvir vozes estranhas&#8230; Talvez pudesse ser os nossos novos vizinhos, que eu ainda n\u00e3o havia conhecido. Mas, n\u00e3o era s\u00f3 isso, tinha algo me incomodando, uma imagem no meu sonho que n\u00e3o conseguia entender nem explicar o seu formato, e, al\u00e9m disso, cheirava queimado.<\/p>\n<p>Na mesma hora acordei! Estava assustando, tremendo e suando frio. E sabia que aquilo era s\u00f3 um pesadelo, pois todos os temos, mas sempre os associamos a alguma coisa que conhecemos ou vimos, e nada do que eu conhecia ou j\u00e1 havia visto tinha o mesmo formato daquela coisa.<\/p>\n<p>\u201cTudo bem\u201d, disse para mim mesmo. E des\u00e7o para a cozinha para tomar um copo de leite e comer algumas bolachas. Nesse instante, minha m\u00e3e entra na cozinha e pede pra que eu leve o lixo para fora.<\/p>\n<p>Terminado o caf\u00e9 da manha, pego o lixo e vou at\u00e9 a frente de casa para coloca-lo no lat\u00e3o. Vejo que est\u00e1 tudo calmo; olho para os lados e n\u00e3o vejo ningu\u00e9m. Sentindo frio, voltei rapidamente para a casa, entrei e me sentei na cadeira.<\/p>\n<p>Minha m\u00e3e entra novamente na cozinha e eu acabo perguntando a ela:<br \/>\n\u2014 Por que aqui est\u00e1 tudo t\u00e3o calmo?<\/p>\n<p>E ela me responde:<\/p>\n<p>\u2014 Aqui sempre foi assim, n\u00e3o h\u00e1 muitas pessoas.<\/p>\n<p>Eu aproveito a &#8220;corrente&#8221; e pergunto novamente:<\/p>\n<p>\u2014 Nossos vizinhos novos s\u00e3o barulhentos, n\u00e3o s\u00e3o?<\/p>\n<p>\u2014 Vizinhos? \u2014 Ela responde, estranhando a pergunta, como se eu n\u00e3o soubesse do que estava falando.<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9, m\u00e3e, vizinhos. Eu estava tentando dormir e comecei a ouvir vozes, devia ser deles.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, ela responde, j\u00e1 n\u00e3o prestando muita aten\u00e7\u00e3o na minha d\u00favida:<\/p>\n<p>\u2014 N\u00f3s n\u00e3o temos vizinhos.<\/p>\n<p>Aquilo foi o suficiente para me congelar por alguns segundos. Eu fiquei pensando: &#8220;Como, assim, n\u00e3o temos vizinhos? Quem foi que estava falando \u00e0quela hora que eu estava no meu quarto? Minha m\u00e3e? N\u00e3o podia ser ela!&#8221;<\/p>\n<p>Minha m\u00e3e avisa que vai sair para fazer compras e pede que eu fique em casa, mas eu sequer consigo me mexer pra concordar com ela. Ela vira as costas e sai, e eu ainda estou congelado olhando para a porta da cozinha, esperando alguma resposta l\u00f3gica.<\/p>\n<p>Saio de minhas paranoias, penso um pouco em como achar a resposta, porque aquilo parecia t\u00e3o n\u00edtido, eu n\u00e3o estava sonhando, eu estava apenas de olhos fechados. Fui revistar a casa, quintal, quartos, banheiro, sala, lavanderia, por\u00e3o&#8230; Por\u00e3o! Com certeza era ali que eu acharia algo. E l\u00e1 fui eu.<\/p>\n<p>Fechado h\u00e1 muito tempo, l\u00e1 havia tralhas em cima de tralhas, n\u00e3o sabia por onde come\u00e7ar. Talvez pelas caixas. Abri uma por vez, e as \u00fanicas coisas que consegui achar foram roupas velhas, fantasias, alguns produtos esquisitos e um monte de teias e aranhas&#8230; ah, como eu odeio as aranhas!<\/p>\n<p>Tentei procurar nas gavetas da escrivaninha que havia ali; puxei cada uma, at\u00e9 que uma delas n\u00e3o abria e tive que arromba-la. Com todas as minhas for\u00e7as, \u00a0posicionei meu p\u00e9 na parte lateral da mesa e minhas duas m\u00e3os no puxador da gaveta e contei at\u00e9 tr\u00eas; no tr\u00eas, empurrei com toda for\u00e7a e acabei estourando o lacre, com a gaveta caindo no ch\u00e3o. Por\u00e9m, com ela, caiu algo mais: uma carta! Peguei-a e sai correndo dali.<\/p>\n<p>No meu quarto, vi que a carta tinha um n\u00famero digitado nela; parecia um c\u00f3digo ou uma marca e, no come\u00e7o, n\u00e3o me interessou seu conte\u00fado, mas, comecei a ler. Estava escrito mais ou menos assim:<\/p>\n<p>&#8220;25 de Junho de 1684<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 como escapar, ele est\u00e1 l\u00e1 fora, e ele vai me achar e, quando achar, virarei como os outros, queimados na chamin\u00e9 de sua casa, ou cortados em cubos para servi-lo em sua sopa. Ele parecia ser um vizinho bacana, uma pessoa nova que&#8230;&#8221;<\/p>\n<p>A outra parte da carta estava com sangue seco, n\u00e3o dava para ler, e, novamente, meu corpo n\u00e3o respondia aos meus comandos, estava paralisado. Por\u00e9m, tudo fazia tanto sentido, havia poucas pessoas no bairro e, no meu sonho, talvez fossem elas gritando por ajuda, e quanto \u00e0 imagem, bem, era ele, o assassino vestido com algumas de suas fantasias pronto para sua pr\u00f3xima v\u00edtima, mas o que mais me paralisou foi o fato que n\u00e3o fazia nem mesmo tr\u00eas meses que a pessoa que tinha escrito aquilo desapareceu&#8230;<\/p>\n<p>N\u00e3o sabia o que fazer. Por\u00e9m, ou\u00e7o o toque da campainha e, com o barulho, recobrando meus movimentos, subo para atender \u00e0 porta. Sequer olhando pelo \u2018olho m\u00e1gico\u2019 pra ver quem est\u00e1 do outro lado, abro a porta rapidamente.<\/p>\n<p>Era um homem grande, e se apresentava como sendo o carteiro. E queria apenas um copo de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Gentilmente, deixo-o entrar e nos dirigimos at\u00e9 a cozinha. E, enquanto encho o copo com \u00e1gua, pergunto-lhe:<\/p>\n<p>\u2014 Voc\u00ea trabalha por aqui nesse bairro?<\/p>\n<p>E ele responde com sua voz grossa:<\/p>\n<p>\u2014 Sim, s\u00f3 aqui \u00e9 que trabalho.<\/p>\n<p>\u2014 E sempre foi assim t\u00e3o calmo?<\/p>\n<p>\u2014 Antes n\u00e3o era assim, mas como nesta \u00e1rea havia muitos desaparecidos, muita gente se mudou.<\/p>\n<p>Suspirando e pensando, pergunto novamente:<\/p>\n<p>\u2014 Voc\u00ea mora neste bairro?<\/p>\n<p>\u2014 Sim, j\u00e1 faz uns quatro meses.<\/p>\n<p>Entrego o copo de \u00e1gua e observo que ele tem um tipo de tatuagem, mas n\u00e3o d\u00e1 para ver direito. Entretanto, ao estender o bra\u00e7o pra tomar a \u00e1gua, consigo ver a tatuagem e, espantado, constato que s\u00e3o os mesmos n\u00fameros colocados na carta!<\/p>\n<p>Com o cora\u00e7\u00e3o disparado, caio em mim que ele era o assassino, o cara do meu pesadelo!<\/p>\n<p>&#8220;Como fui t\u00e3o burro de deixar ele entrar?&#8221; Ele vai me matar!&#8221; Eram as \u00fanicas coisas que eu conseguia pensar.<\/p>\n<p>Bebendo a \u00e1gua, por\u00e9m, ele percebe que tem algo de estranho comigo e pergunta:<\/p>\n<p>\u2014 Est\u00e1 tudo bem, garoto?<\/p>\n<p>\u2014 Estou! \u2014 respondo a meia voz, pois minha garganta est\u00e1 travada e boca seca.<\/p>\n<p>\u2014 Acho que voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 \u2014 ele me diz, desconfiado.<\/p>\n<p>\u2014 Estou bem! \u2014 respondo, com o cora\u00e7\u00e3o apertado.<\/p>\n<p>Apesar do p\u00e2nico que estou sentindo, e enquanto ele termina de beber a \u00e1gua, viro meu corpo e pego uma faca sem ele perceber. Em seguida, ele se dirige a mim e coloca a m\u00e3o sobre meu ombro, apertando-o fortemente. E diz, com voz incisiva:<\/p>\n<p>\u2014 Voc\u00ea n\u00e3o vai a lugar algum!<\/p>\n<p>Minha \u00fanica rea\u00e7\u00e3o \u00e9 tentar esfaque\u00e1-lo, mas ele me desarmar, agarra minha m\u00e3o, me arrasta para meu quarto, me prende na cama, e come\u00e7a a me socar.<\/p>\n<p>N\u00e3o tem nada que eu possa fazer, somente rezar e esperar at\u00e9 que eu n\u00e3o aguente mais e morra. Ele, parando de me bater, fala que vai pegar suas ferramentas e sai do quarto.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s ele se retirar, olho para os lados e vejo minha tesoura em cima do criado-mudo; fa\u00e7o um esfor\u00e7o para peg\u00e1-la com a boca e, depois de conseguir peg\u00e1-la, passo para a m\u00e3o e consigo cortar o pano que me prendia e a escondo.<\/p>\n<p>Nisso, ele volta, estende suas ferramentas sobre a minha escrivaninha, pega a faca para me matar e se posiciona perto de mim. Eu o xingo, mas ele j\u00e1 se prepara para desferir a facada. Todavia, na dist\u00e2ncia em que ele se encontra, dou-lhe um golpe com a tesoura e furo o olho dele.<\/p>\n<p>Gritando de dor, ele cai no ch\u00e3o. E eu corto rapidamente os restos dos panos que me prendiam na cama, saio correndo e ligo pra pol\u00edcia. Rapidamente, narro o que estava acontecendo e forne\u00e7o o meu endere\u00e7o. Do outro lado da linha, o atendente informa que uma viatura j\u00e1 seria deslocada at\u00e9 minha resid\u00eancia.<\/p>\n<p>Por cautela, vou me esconder no por\u00e3o. Mas o assassino, apesar da dor intensa, vem atr\u00e1s de mim querendo vingan\u00e7a e, desconfiando de onde eu estava escondido, desce devagar os degraus da escada, repetindo com um trejeito pr\u00f3prio de um psicopata: \u2500 Eu vou te pegar!<\/p>\n<p>Escondido atr\u00e1s de algumas caixas, pela proximidade dele, eu podia ouvi-lo respirando, ofegantemente.<\/p>\n<p>Meu cora\u00e7\u00e3o gelou e, conspirando aparentemente contra mim, me assusto com uma aranha que estava subindo pelo meu corpo. Por um reflexo, me levanto, atrapalhado, bato nas caixas e elas caem sobre ele, permitindo, desta forma, que eu possa fugir.<\/p>\n<p>Tranco-me no meu quarto e constato que a pol\u00edcia est\u00e1 demorando a chegar. Nesse momento, ele bate na porta, socando-a at\u00e9 rach\u00e1-la.<\/p>\n<p>Apavorado, percebo, no entanto, as ferramentas dele sobre a escrivaninha. Escolho o machado e me preparo para o pior. Ele, com um chute possante, arromba a porta, mas, antes de ele conseguir me alcan\u00e7ar, eu vou pra cima e lhe dou uma machadada na barriga. Com o impacto, ele fica inconsciente e come\u00e7a a se ajoelhar. E eu, num supremo instinto de autopreserva\u00e7\u00e3o e evidente autodefesa, dou-lhe outro golpe, agora na cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Ele cai e n\u00e3o se mexe mais. Sim, ele morre ali mesmo, numa po\u00e7a de sangue&#8230; pelas m\u00e3os de um menino!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Caique Ferraz<\/strong> &#8211; caiqueferraz@lexmediare.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Fechei os olhos e, em pouco tempo, adormeci. Todavia, como se estivesse acordado, comecei a ouvir vozes estranhas&#8230;&#8221;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1535,2314,6182],"class_list":["post-20543","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-caique-ferraz","tag-conto","tag-o-leitor-participa"],"aioseo_notices":[],"views":571,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":13435,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=13435","url_meta":{"origin":20543,"position":0},"title":"Escritores, poetas e amigos prestigiaram o lan\u00e7amento de &#039;Mutamtus&#039;, 26.\u00ba livro do escritor e colunista do ROL \u00c9lcio M\u00e1rio Pinto","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"2 de outubro de 2017","format":false,"excerpt":"Escritores, poetas e amigos prestigiaram o lan\u00e7amento de 'Mutamtus', 26.\u00ba livro do escritor e colunista do ROL \u00c9lcio M\u00e1rio Pinto \u00a0 No dia 1.\u00ba de outubro, no Est\u00fadio Lexmediare, em Sorocaba, o escritor e colunista do ROL \u00c9lcio M\u00e1rio Pinto lan\u00e7ou sua 26.\u00aa obra: 'Mutamtus', tr\u00eas contos, cujo objetivo, segundo\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/21686339_1574139569316851_3613319061114665509_n-300x225.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":17742,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=17742","url_meta":{"origin":20543,"position":1},"title":"Uma noite muito especial para a Literatura Infantil: o lan\u00e7amento do livro &#039;Bilo: a salvadora de livros&#039;, do escritor \u00c9lcio M\u00e1rio Pinto","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"22 de abril de 2018","format":false,"excerpt":"\"No dia em que o Brasil comemora o Livro Infantil e o nascimento de\u00a0Monteiro Lobato (1882-1948), festejamos o amor \u00e0 leitura e \u00e0 Literatura com este lan\u00e7amento.\" \u00a0 Na memor\u00e1vel noite de 18 de abril de 2018, quarta-feira, no Est\u00fadio Cultural LEXMEDIARE, em Sorocaba, lan\u00e7amos nossa 34\u00aa publica\u00e7\u00e3o - \u201cBilo:\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/13301-1-194x300.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":17676,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=17676","url_meta":{"origin":20543,"position":2},"title":"O escritor \u00c9lcio M\u00e1rio Pinto dissemina a literatura em Angatuba, sua terra natal!","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"18 de abril de 2018","format":false,"excerpt":"No dia\u00a008 de abril de 2018, o escritor \u00c9lcio M\u00e1rio Pinto, ao lado de sua apoiadora cultural e escritora Adriana da Rocha Leite e do jovem ilustrador Caique Ferraz, estiveram em Angatuba, levando o projeto 'O Escritor na Casa do Leitor', bem como distribuindo o livro 'Socratisa: parteira de livros,\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/FOTO-2-225x300.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":7757,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7757","url_meta":{"origin":20543,"position":3},"title":"Recomenda\u00e7\u00e3o de livro: BEM-TE-VI, de \u00c9lcio Mario Pinto","author":"Helio Rubens","date":"22 de janeiro de 2017","format":false,"excerpt":"O livro tem pref\u00e1cio de Glauco D'Elia Branco e ilustra\u00e7\u00f5es de Caique Ferraz O livro foi prefaciado pelo poeta ga\u00facho-sorocabano Glauco D'Elia Branco falecido h\u00e1 pouco tempo, e conta a hist\u00f3ria de um menino que vivenciou em sua plenitude sua inf\u00e2ncia e aprendeu a amar a natureza. 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