{"id":20630,"date":"2018-09-02T10:39:26","date_gmt":"2018-09-02T13:39:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=20630"},"modified":"2018-09-02T10:39:26","modified_gmt":"2018-09-02T13:39:26","slug":"o-leitor-participa-arvelos-vieira-da-academia-cruzeirense-de-letras-e-artes-com-a-cronica-a-pinguela-do-manaca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=20630","title":{"rendered":"O leitor participa: Arvelos Vieira, da Academia Cruzeirense de Letras e Artes, com a cr\u00f4nica &#039;A pinguela do manac\u00e1&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F20630&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F20630&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/35647566_1720312601338717_3491204882843566080_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20631 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/35647566_1720312601338717_3491204882843566080_n.jpg\" alt=\"\" width=\"114\" height=\"134\" \/><em>&#8220;A pinguela (tronco ou prancha que serve de ponte sobre um rio), nas proximidades da esta\u00e7\u00e3o de Manac\u00e1, localizada em solos passaquatrenses, tem exist\u00eancia de longa data, e \u00e9 para l\u00e1 que nos reportaremos dando corpo \u00e0 nossa hist\u00f3ria.&#8221;<\/em><\/a><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/40432280_1837286746307968_3502012794381795328_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-20632 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/40432280_1837286746307968_3502012794381795328_o-300x218.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"218\" \/><\/a>A pinguela (tronco ou prancha que serve de ponte sobre um rio), nas proximidades da esta\u00e7\u00e3o de Manac\u00e1, localizada em solos passaquatrenses, tem exist\u00eancia de longa data, e \u00e9 para l\u00e1 que nos reportaremos dando corpo \u00e0 nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>A cidade \u00e9 a mineira Passa Quatro no ano de 1946!<br \/>\nMeu pai, Adolpho Vitor, de mem\u00f3ria saudosa, ent\u00e3o com 12 anos de idade, vivia feliz e comodamente naquela cidade, ao lado dos seus pais e irm\u00e3os, na casa da esta\u00e7\u00e3o, onde seu pai, o meu av\u00f4, Adolpho Arvelos Vieira, homem de decis\u00e3o, estatura mediana, mas bravo como um c\u00e3o, era o chefe da esta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Vov\u00f4, entre a partida e a chegada de um trem \u00e0 sua esta\u00e7\u00e3o, sempre dava uma escapada \u00e0 sua resid\u00eancia, colada \u00e0 ag\u00eancia para uma prosa, um cafezinho, um belisco ou mesmo distribuir tarefas \u00e0 sua prole, que o respeitava como ningu\u00e9m, dentre ela, o meu pai. Vov\u00f4 fazia isso com frequ\u00eancia.<\/p>\n<p>Minha av\u00f3 Hilda, mulher religiosa fervorosa, al\u00e9m dos afazeres dom\u00e9sticos que lhe competia e do esmero cuidado com os filhos, regularmente preparava deliciosos quitutes que dividiam espa\u00e7o caprichosamente na bem montada cesta de vime, com frutos variados, doces e salgados, que meu pai os vendiam nas janelas ou corredores das composi\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias, quando estacionadas na plataforma da esta\u00e7\u00e3o, para manuten\u00e7\u00e3o da lend\u00e1ria \u201cMaria Fuma\u00e7a\u201d, assim como embarque e desembarque dos passageiros. Valores auferidos que ajudavam nas despesas do lar.<\/p>\n<p>Fui num desses dias de 1946 que, papai, ao passar pelo carro restaurante de uma dessas composi\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias, captou uma conversa nada interessante, de influentes senhores da \u00e9poca, pol\u00edticos importantes, capitaneados pelo Coronel Tib\u00farcio, vulto lend\u00e1rio dos mais influentes na regi\u00e3o mineira, com resid\u00eancia fixa em Passa Quatro. Era um homem proeminente.<\/p>\n<p>Nesse di\u00e1logo, papai ouviu tristemente que arquitetavam friamente a retirada do meu av\u00f4 da chefia da esta\u00e7\u00e3o de Passa Quatro para dar lugar a um outro, que fazia parte do grupo pol\u00edtico desses respeit\u00e1veis senhores. O Coronel Tib\u00farcio tinha voz ativa junto \u00e0 dire\u00e7\u00e3o da Rede Mineira de Via\u00e7\u00e3o, em Belo Horizonte, logo, ele tinha carta branca para qualquer decis\u00e3o que fosse do seu interesse. Como podem observar, as \u201carma\u00e7\u00f5es pol\u00edticas\u201d j\u00e1 v\u00eam de longa data &#8230;<\/p>\n<p>Papai ficou, deveras, revoltado com o que ouviu, sem nunca ter contado para o seu velho pai. Sabia s\u00ea-lo um homem genioso, r\u00e9deas curtas, meio burr\u00e3o; logo, se conhecimento tomasse daquela decis\u00e3o, certamente iria tirar satisfa\u00e7\u00e3o e o resultado disso certamente n\u00e3o seria nada bom. Meu av\u00f4 morreu sem saber da sua \u201cpuxada de tapete\u201d, e papai com essa est\u00f3ria \u201catravessada na garganta\u201d.<\/p>\n<p>Como antigamente palavra de Coronel era sin\u00f4nimo de \u201ccumpra-se\u201d, n\u00e3o demorou muito para que meu av\u00f4, classificado como Chefe de Esta\u00e7\u00e3o de 1\u00aa classe, fosse removido para uma simples esta\u00e7\u00e3ozinha de ro\u00e7a, localizada no meio do mato, conhecida por Manac\u00e1 (para atendimento da zona rural de Passa Quatro!), quase sem nenhum estrutura, como \u00e1gua encanada, luz, rede de esgoto, banheiro e outros, como era comum nessas localidades, ao contr\u00e1rio da maravilha que \u00e9 hoje. Nesse \u00e9poca, banhos eram nos rios e necessidades fisiol\u00f3gicas no mato, ou mesmo no rio, havia a op\u00e7\u00e3o de escolha (rsrsrs).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/40508802_1837286399641336_3488787052479119360_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-20633 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/40508802_1837286399641336_3488787052479119360_n.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"238\" \/><\/a>Pois bem! A revolu\u00e7\u00e3o foi total na vida do meu av\u00f4 e sua fam\u00edlia, que tiveram que disponibilizar a ampla, confort\u00e1vel e gratuita resid\u00eancia da esta\u00e7\u00e3o que residiam no centro da cidade, para dar lugar ao \u201cprotegido\u201d do Coronel Tib\u00farcio, passando a fam\u00edlia a morar em resid\u00eancia alugada e meu av\u00f4 a amargar 4 quil\u00f4metros di\u00e1rios de caminhada, \u00e0s 5 horas da manh\u00e3, beirando a ferrovia, para chegar \u00e0 esta\u00e7\u00e3o do Manac\u00e1 e receber a primeira composi\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria vinda de Cruzeiro, e outros 4 km ao anoitecer, para retornar a sua resid\u00eancia, mudan\u00e7a essa que acabou sobrando tamb\u00e9m para o meu pai, ent\u00e3o moleque, nos seus 12, 13 anos de idade, que teve como incumb\u00eancia levar o almo\u00e7o, cuidadosamente preparado pela minha av\u00f4 em caldeir\u00e3o amarado e embrulhado em pano de prato, para o meu av\u00f4, na esta\u00e7\u00e3o de Manac\u00e1, diariamente no meio do dia.<\/p>\n<p>Como todo menino normal, enquanto o meu av\u00f4 almo\u00e7ava dentro da ag\u00eancia, papai se ocupava com brincadeiras banais, utilizando daquilo que encontrava ao seu redor, e foi numa dessas ocasi\u00f5es que, brincando sobre a pinguela do Manac\u00e1 de onde atirava pedras ao rio, assustou-se com a sombra do meu av\u00f4 \u00e0s suas costas. Como papai tinha pavor de \u00e1gua, pois n\u00e3o sabia nadar, e julgando que meu av\u00f4 pudesse atir\u00e1-lo dentro do rio, vez que vov\u00f4 era dotado de brincadeiras imprevis\u00edveis e, \u00e0s vezes, at\u00e9 abrutalhadas (n\u00f3s netos que o digamos, rsrsrs!), instintivamente, agarrou-se \u00e0s pernas do meu av\u00f4, que, desequilibrado, caiu sobre ele e os dois foram parar nas correntezas volumosas das \u00e1guas do rio Passa Quatro (hoje apenas filetes de \u00e1gua de um vasto passado!).<\/p>\n<p>Na queda, o vov\u00f4 bateu com a perna esquerda violentamente sobre uma pedra fraturando-a, e esta nunca mais voltou a normalidade, obrigando-o a fazer uso por todo o resto da sua vida de uma bengala para locomover-se, sem contar que foi v\u00edtima tamb\u00e9m de um enfisema subcut\u00e2neo nessa mesma perna, que nunca mais cicatrizou e ele sofreu a vida todo com a consequ\u00eancia e os curativos regulares que eram penosos.<\/p>\n<p>E assim papai nunca perdoou-se pelo acidente sofrido pelo meu av\u00f4, seu pai, como tamb\u00e9m nunca perdoou o Coronel Tib\u00farcio que, por capricho pol\u00edtico, privou um excelente profissional de desfrutar com direito e justi\u00e7a, do conforto que a sua profiss\u00e3o vinha lhe permitindo por conquista digna do seu trabalho e compet\u00eancia, e jamais atrav\u00e9s de prote\u00e7\u00e3o e apadrinhamento politico.<\/p>\n<p>A maior conquista que um homem pode almejar na vida \u00e9 a aposentadoria, pr\u00eamio que o meu av\u00f4 conseguiu no ano de 1950, ap\u00f3s 44 anos de trabalhos ininterruptos na ferrovia, sendo Jacutinga a \u00faltima esta\u00e7\u00e3o que o recebeu como profissional.<\/p>\n<p>Quando eu vim ao mundo no ano 1955, passei a conviver com o meu av\u00f4, com ele novamente residindo em Passa Quatro, dessa vez em uma casinha \u201cmeia \u00e1gua\u201d, constru\u00edda por ele, com dinheiro de sua aposentadoria, no bairro Copacabana, que, com o passar dos anos ele foi ampliando-a at\u00e9 tornar-se do seu gosto e conforto. E a bengala, sempre a sua fiel e insubstitu\u00edvel companheira.<\/p>\n<p>Lembro-me do Dr. Castro, m\u00e9dico de todos, do Serafim, o mago da farm\u00e1cia (vivo nos dias atuais na altura dos seus 96 anos de idade!) que t\u00e3o bem fez para v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es, e do aplicador de inje\u00e7\u00f5es, An\u00edbal, que andava como ningu\u00e9m pelos quatro cantos da cidade numa perna s\u00f3, tendo a outra substitu\u00edda por uma muleta de madeira.<\/p>\n<p>Todos eles, quando acionados, davam atendimento com muita aten\u00e7\u00e3o e presteza ao meu av\u00f4. Portanto, desde pequeno convivi com essa gente, aprendendo a respeit\u00e1-la e admir\u00e1-la.<\/p>\n<p>Antes de virmos para Cruzeiro, residimos em Passa Quatro at\u00e9 ano de 1963, no bairro Copacabana, umas 3 casas acima da do meu av\u00f4 e tamb\u00e9m na rua do Vinagre, \u00e9poca em que a luz el\u00e9trica estava chegando na cidade.<\/p>\n<p>A maioria das ruas eram de terra batida e, quando chovia, tirando as po\u00e7as d\u2019\u00e1guas enormes dificultando o caminhar, t\u00ednhamos que disputar espa\u00e7o com uma infinidade de sapos e pererecas, que a orquestravam um coaxar infernal e tamb\u00e9m o brilho m\u00e1gico dos vaga-lumes, que nos deixavam extasiados, face a quantidade e o riscar na escurid\u00e3o, coisas n\u00e3o mais vistas nos dias de hoje, desconhecidas pela atual gera\u00e7\u00e3o. Meus pais mudaram-se para Cruzeiro, por\u00e9m nossas presen\u00e7as eram sagradas em quase todos os finais de semana naquela terrinha, quando grande parte da fam\u00edlia (filhos, genros, noras e netos), reuniam-se em torno de nossos ancestrais.<\/p>\n<p>Tempos felizes que na minha inoc\u00eancia de menino eu julgava que se tratava de um n\u00f3 indissol\u00favel, mas que vi desatado t\u00e3o logo os velhos patriarcas e anfitri\u00f5es foram convocados para o andar \u201csuperior\u2019, ap\u00f3s cumprida a miss\u00e3o que lhes fora reservada por \u201cEle\u201d, o nosso criador, arquiteto do universo. Meu av\u00f4 Adolpho desencarnou em 1969 e minha av\u00f3 Hilda em 1970.<\/p>\n<p>A seguir, a minha emo\u00e7\u00e3o, em forma de poesia, descrita no ano de 2004, data da inaugura\u00e7\u00e3o do Trem da Serra, ao chegar e deparar com a pinguela do Manac\u00e1. hist\u00f3ria que \u00e9 parte da minha REALIDADE COMO ELA \u00c9!<\/p>\n<p>A PINGUELA DO MANAC\u00c1<\/p>\n<p>Em Passa Quatro terra querida,<br \/>\nEstava eu na esta\u00e7\u00e3o da ferrovia,<br \/>\nPreparado e feliz para a partida,<br \/>\nDo retorno do trem que acontecia!<\/p>\n<p>Era dia de S\u00e3o Sebasti\u00e3o,<br \/>\nA inaugura\u00e7\u00e3o do Trem da Serra,<br \/>\nE tamb\u00e9m grande foi a emo\u00e7\u00e3o,<br \/>\nDo povo querido da minha terra!<\/p>\n<p>Num longo e melodioso apito,<br \/>\nA Maria Fuma\u00e7a p\u00f4s-se a andar,<br \/>\nE num resfolegar todo seu atrevido,<br \/>\nFez muita gente as l\u00e1grimas derramar!<\/p>\n<p>Chorar de emo\u00e7\u00e3o e alegria,<br \/>\nPor estar vendo um sonho realizado,<br \/>\nDaquele trem que se fora um dia,<br \/>\nRefer\u00eancia de um saudoso passado!<\/p>\n<p>E o trem partiu da esta\u00e7\u00e3o,<br \/>\nTendo como destino o Manac\u00e1,<br \/>\nE no sacolejar da composi\u00e7\u00e3o,<br \/>\nPermitia a todos se confraternizar!<\/p>\n<p>Chegando no fim da linha<br \/>\nNaquela esta\u00e7\u00e3o singela,<br \/>\nQual n\u00e3o foi a surpresa minha,<br \/>\nDeparar-me com a pinguela!<\/p>\n<p>Pinguela que tem hist\u00f3ria,<br \/>\nDe um passado n\u00e3o muito recente,<br \/>\nQue guardei vivo na mem\u00f3ria,<br \/>\nPor ser hist\u00f3ria da minha gente!<\/p>\n<p>E assim a emo\u00e7\u00e3o aflorou-me na hora,<br \/>\nPor do meu av\u00f4 e pai eu ter lembrado,<br \/>\nDo acidente que se tornou hist\u00f3ria,<br \/>\nEpis\u00f3dio pertencente ao passado!<\/p>\n<p>Este \u00e9 um marcante acontecido,<br \/>\nQue n\u00e3o poderia em branco passar,<br \/>\nMas que estava meio adormecido,<br \/>\nAt\u00e9 eu ver a pinguela do MANAC\u00c1!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;A pinguela (tronco ou prancha que serve de ponte sobre um rio), nas proximidades da esta\u00e7\u00e3o de Manac\u00e1, localizada em solos passaquatrenses, tem exist\u00eancia de longa data, e \u00e9 para l\u00e1 que nos reportaremos dando corpo \u00e0 nossa hist\u00f3ria.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1115,2456],"class_list":["post-20630","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-arvelos-vieira","tag-cronica"],"aioseo_notices":[],"aioseo_head":"\n\t\t<!-- All in One SEO 4.9.8 - 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