{"id":2225,"date":"2015-06-08T14:24:58","date_gmt":"2015-06-08T17:24:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=2225"},"modified":"2015-06-08T14:24:58","modified_gmt":"2015-06-08T17:24:58","slug":"as-aparencias-enganam-seu-filhoa-pode-estar-com-serios-problemas-e-voce-nao-ter-percebido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=2225","title":{"rendered":"As apar\u00eancias enganam; seu filho\/a pode estar com s\u00e9rios problemas e voc\u00ea n\u00e3o ter percebido."},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F2225&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F2225&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 class=\"titulo\">Mat\u00e9ria de autoria da rep\u00f3rter Daniela Jacinto publicada no jornal Cruzeiro do Sul \u00e9 esclarecedora e muito util. Vale a pena acessar!<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<h2 id=\"principal\" class=\"titulo\">Por tr\u00e1s do sil\u00eancio, um grito de dor<\/h2>\n<h5 id=\"linhao\">Adolescentes se cortam para aliviar a alma. Eles n\u00e3o fazem para chamar a aten\u00e7\u00e3o, pelo contr\u00e1rio, escondem. H\u00e1 pais que nem sabem o que est\u00e1 acontecendo<\/h5>\n<div id=\"fotomateria\"><a href=\"http:\/\/www.cruzeirodosul.inf.br\/galeria\/176486\"><img decoding=\"async\" class=\"fotomateria\" src=\"http:\/\/img.cruzeirodosul.inf.br\/img\/2015\/06\/07\/media\/176486_1.jpg\" alt=\"\" width=\"324\" border=\"0\" \/><span class=\"legenda comfotopri\">A automutila\u00e7\u00e3o tem sido o recurso usado para diminuir o sofrimento. A verdade \u00e9 que a dor pode ser temporariamente aliviada, mas depois v\u00ea a culpa e a tristeza de carregar cicatrizes, que ficam para sempre &#8211; DIVULGA\u00c7\u00c3O<\/span><\/a><\/p>\n<p class=\"maisfotos\"><a href=\"http:\/\/www.cruzeirodosul.inf.br\/galeria\/176486\">Mais fotos&#8230;<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"materiatexto\">\n<div class=\"materiatexto\">\n<p><strong>Daniela Jacinto<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"mailto:daniela.jacinto@jcruzeiro.com.br\">daniela.jacinto@jcruzeiro.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De repente est\u00e1 aquele calor e a prefer\u00eancia \u00e9 por usar uma blusa de manga comprida. O que pode aparentar apenas um estado febril, esconde algo a mais: machucados e mais machucados, que antes mesmo de cicatrizarem, voltam a ser cultivados, com mais cortes por cima. Os lugares atingidos s\u00e3o aqueles que podem ser cobertos como bra\u00e7os, barriga e pernas. No rosto, um sorriso porque a vida continua. Na intimidade, aquele que sofre coloca sua m\u00e1scara social para sair \u00e0s ruas e mais uma vez fingir. Sim, fazer de conta que tudo est\u00e1 bem, porque ningu\u00e9m se importa. Quando a dor \u00e9 grande, mas n\u00e3o h\u00e1 o que se fazer, o al\u00edvio est\u00e1 nos cortes. \u00c9 esse o pensamento de quem pratica a automutila\u00e7\u00e3o, atitude registrada com maior frequ\u00eancia dos 12 aos 18 anos, fase da adolesc\u00eancia, mas h\u00e1 casos de crian\u00e7as e adultos tamb\u00e9m recorrendo a essa atitude. Geralmente o &#8220;cutting&#8221;, como \u00e9 conhecido em ingl\u00eas, \u00e9 feito por v\u00edtimas de agress\u00e3o como estupro, bullying, maus-tratos em casa, dificuldade em lidar com as frustra\u00e7\u00f5es, as perdas (por morte ou t\u00e9rmino de relacionamentos) e vontade de se punir porque engordou, como esclarece o psiquiatra Marcus Leal Feitoza. Depois dos cortes vem a culpa e a tristeza de carregar cicatrizes, que ficam para sempre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A automutila\u00e7\u00e3o \u00e9 definida como qualquer comportamento intencional envolvendo agress\u00e3o direta ao pr\u00f3prio corpo sem inten\u00e7\u00e3o de suic\u00eddio. Tamb\u00e9m est\u00e3o inclu\u00eddas na automutila\u00e7\u00e3o pr\u00e1ticas como bater em si mesmo, arranhar, socar paredes, se queimar, furar, esmurrar e beliscar. H\u00e1 tamb\u00e9m quem arranque os cabelos, a sobrancelha, morda as pr\u00f3prias m\u00e3os, l\u00e1bios, l\u00edngua, ou bra\u00e7os.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na internet, um artigo publicado na Wikipedia, define que os praticantes do &#8220;cutting&#8221; n\u00e3o possuem qualquer expectativa com rela\u00e7\u00e3o ao futuro, pois se consideram incapazes de alcan\u00e7ar qualquer coisa realmente boa &#8212; raz\u00e3o pela qual se surpreendem muito quando alcan\u00e7am grandes feitos, como passar no vestibular. Ainda que acontecimentos do g\u00eanero lhes sejam de grande benef\u00edcio, n\u00e3o s\u00e3o o bastante para que abandonem as pr\u00e1ticas autoagressivas, o que faz com que retornem \u00e0 mesma falta de expectativa a respeito da vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O psiquiatra Marcus Leal Feitoza conta que faz atendimento nas Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade (UBSs), em dois Centros de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial (Caps), sendo um voltado a \u00e1lcool e drogas, al\u00e9m de prestar assist\u00eancia no Hospital Vera Cruz, trabalhar no Ambulat\u00f3rio de Sa\u00fade Mental de Votorantim e ainda atender em consult\u00f3rio particular, mas onde mais v\u00ea casos de automutila\u00e7\u00e3o \u00e9 nos Caps. Ele afirma que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma estat\u00edstica a respeito do n\u00famero de casos em Sorocaba e nem no Brasil, mas tem visto ocorrer com muita frequ\u00eancia. Mais em mulheres do que em homens.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com o m\u00e9dico, apesar de a grande maioria dos casos de automutila\u00e7\u00e3o ser praticada por adolescentes, ele tamb\u00e9m atende bastante ocorr\u00eancia envolvendo adultos. S\u00e3o pessoas que come\u00e7aram a praticar na adolesc\u00eancia e ainda n\u00e3o conseguiram parar, mas as idades n\u00e3o passam dos 30 anos. A pr\u00e1tica pode envolver v\u00e1rios transtornos psiqui\u00e1tricos, diz Marcus. &#8220;Pode ser que a pessoa apresente um quadro depressivo, transtorno bipolar, esquizofrenia, depend\u00eancia qu\u00edmica, anorexia&#8230; Antes os m\u00e9dicos acreditavam ser era mais comum ocorrer em quem tivesse a S\u00edndrome de Bordeline [transtorno ps\u00edquico marcado pela impulsividade e instabilidade de afetos], mas hoje j\u00e1 se sabe que n\u00e3o \u00e9 apenas nesse caso&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Marcus afirma que a automutila\u00e7\u00e3o \u00e9 geralmente praticada por pessoas impulsivas, e isso faz com que n\u00e3o consigam se controlar quando surge novamente a vontade de se cortar. &#8220;O corte causa a essas pessoas uma sensa\u00e7\u00e3o de al\u00edvio, por isso elas trocam a dor emocional pela f\u00edsica. Quando isso ocorre, o organismo libera endorfina, a mesma subst\u00e2ncia que \u00e9 liberada na atividade f\u00edsica, por isso \u00e9 que o automutilador sente certo prazer naquilo, at\u00e9 passar a crise&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tem pessoas que por alguma altera\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, acrescenta Marcus, podem liberar mais endorfina que outras, gerando ainda mais prazer. &#8220;Funciona como o mecanismo que ocorre com os dependentes qu\u00edmicos, gera como se fosse uma fissura mesmo, se torna um comportamento viciante&#8221;, explica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quem passa pelo problema pode receber ajuda por meio de tratamento medicamentoso e psicoterapia. &#8220;O tratamento pode ajudar a pessoa se estabilizar emocionalmente e dessa forma pode deixar de se cortar&#8221;, diz Marcus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A associa\u00e7\u00e3o psicoterapia e medica\u00e7\u00e3o &#8212; informa a Wikipedia &#8212; tem se mostrado eficaz nos casos de automutila\u00e7\u00e3o. A psicoterapia, nestes casos, tem como um dos objetivos ajudar o paciente a identificar outras formas de lidar com frustra\u00e7\u00f5es que sejam mais eficazes do que seu comportamento. Ainda n\u00e3o h\u00e1 medica\u00e7\u00e3o espec\u00edfica indicada para que o paciente pare de se mutilar, entretanto, a medica\u00e7\u00e3o pode ser indicada para al\u00edvio dos sintomas depressivos e ansiosos, que podem colaborar para um comportamento mais saud\u00e1vel. H\u00e1 tamb\u00e9m medica\u00e7\u00f5es que s\u00e3o usadas para diminuir a impulsividade e que ajudam o paciente a resistir \u00e0 vontade de se machucar, caso esta apare\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"materiadoimpresso\">Not\u00edcia publicada na edi\u00e7\u00e3o de 07\/06\/15 do Jornal Cruzeiro do Sul, na p\u00e1gina 001 do caderno E &#8211; o conte\u00fado da edi\u00e7\u00e3o impressa na internet \u00e9 atualizado diariamente ap\u00f3s as 12h.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mat\u00e9ria de autoria da rep\u00f3rter Daniela Jacinto publicada no jornal Cruzeiro do Sul \u00e9 esclarecedora e muito util. 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