{"id":23426,"date":"2018-12-25T11:31:28","date_gmt":"2018-12-25T13:31:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=23426"},"modified":"2018-12-25T11:31:28","modified_gmt":"2018-12-25T13:31:28","slug":"o-leitor-participa-arnelos-vieira-deus-existe-uma-historia-de-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=23426","title":{"rendered":"O Leitor Participa: Arnelos Vieira: &#039;Deus existe &#8211; uma hist\u00f3ria de Natal!&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F23426&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F23426&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h3 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/45469931_563576974077402_1182607751621115904_n-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-23395 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/45469931_563576974077402_1182607751621115904_n-1-227x300.jpg\" alt=\"\" width=\"101\" height=\"134\" \/><em>&#8220;Foi quando, ap\u00f3s um \u2018estalo\u2019, eu conversei e convenci minha esposa e funcion\u00e1rios, que revolucionar\u00edamos mais uma vez a noite de Cruzeiro.<\/em><\/a><em>&#8220;<\/em><\/h3>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/velho.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-23427 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/velho-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a>Minha mulher e eu \u00e9ramos propriet\u00e1rios do \u201cEmanuelle Bar\u201d, que inauguramos em julho de 1988, no centro da cidade de Cruzeiro. Tratava-se de um bar\/lanchonete\/dan\u00e7ante noturno que funcionou de ter\u00e7a a domingo a partir das 20 horas, at\u00e9 \u00e0s 5 da manh\u00e3, n\u00e3o raro, 6, 7 horas e \u00e0s vezes at\u00e9 um pouco mais nos finais de semana, dependendo do clima, das presen\u00e7as e da nossa disposi\u00e7\u00e3o f\u00edsica.<\/p>\n<p>Mas a atividade noturna sequencial dos anos seguidos nos saturou, levando-nos a encerr\u00e1-la ap\u00f3s o carnaval, na quarta-feira de cinzas de 1991.<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca os estabelecimentos comerciais do ramo encerravam suas atividades por volta das 23 horas do dia 24 de Dezembro. Essa data ainda era reservada para o recolhimento em fam\u00edlia com ou sem a tradicional \u201cceia da meia noite\u201d. Aqueles que n\u00e3o tinham o h\u00e1bito de organizarem ceias, geralmente iam para a cama mais cedo ou para a casa de parentes ou amigos, mas sempre respeitando a reuni\u00e3o em fam\u00edlia. \u2018Carnatal\u2019, muito comum nos dias atuais, naquela \u00e9poca, nem pensar.<\/p>\n<p>Foi quando, ap\u00f3s um \u2018estalo\u2019, eu conversei e convenci minha esposa e funcion\u00e1rios, que revolucionar\u00edamos mais uma vez a noite de Cruzeiro. J\u00e1 hav\u00edamos criado um bar decente dispon\u00edvel noite \u00e0 dentro, tornando-o destaque e lembrado com saudades at\u00e9 hoje. N\u00f3s manter\u00edamos aberto o \u2018Emanuele Bar\u2019 durante toda a madrugada de Natal, contando com o \u201cp\u00f3s-ceia\u201d e quebrando outro tabu na cidade com muita m\u00fasica, alegria e anima\u00e7\u00e3o at\u00e9 o dia raiar.<\/p>\n<p>Conversei com clientes e a aceita\u00e7\u00e3o foi geral, inclusive com muitas as promessas do comparecimento maci\u00e7o.<\/p>\n<p>Fui para as duas emissoras de r\u00e1dio da cidade, onde divulguei com entusiasmo a mais nova novidade, contando com a corrobora\u00e7\u00e3o dos nossos amigos radialistas e apresentadores nos seus mais diversos programas. As pessoas nos cercavam nas ruas empolgadas com a nossa decis\u00e3o e acenavam favoravelmente com suas presen\u00e7as ap\u00f3s os compromissos familiares.<\/p>\n<p>Sabedores que seriamos a novidade e os \u201c\u00fanicos\u201d da noite, dobramos e at\u00e9 triplicamos tudo aquilo que disponibiliz\u00e1vamos para o funcionamento rotineiro do bar. Para ter-se ideia, compr\u00e1vamos em m\u00e9dia 50 caixas de cervejas por semana, nessa ocasi\u00e3o, foram 70; em m\u00e9dia eram 30 frangos por semana, nessa oportunidade adquirimos 50, e assim com todos os demais produtos de consumo. Fizemos uma faxina especial no sal\u00e3o, as toalhas das mesas foram substitu\u00eddas por novas, confeccionadas pela minha esposa. Minha cabe\u00e7a parecia m\u00e1quina registradora, imaginando os \u201ccifr\u00f5es\u201d que essa noite especial nos proporcionaria.<\/p>\n<p>E eis que \u00e9 chegado o grande momento. Abrimos o \u2018Emanuelle Bar\u2019 exatamente \u00e0s 20 horas do dia 24 de Dezembro. M\u00fasica ambiente, o entusiasmo a flor da pele de todos n\u00f3s, propriet\u00e1rios e funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p>Deu meia noite, hav\u00edamos vendido apenas 3 caixas de cervejas, outras 67 encontravam-se distribu\u00eddas em dois freezers e um grande balc\u00e3o frigor\u00edfico que mant\u00ednhamos no corredor como suporte. Mesmo assim nos confraternizamos, fam\u00edlia e funcion\u00e1rios. Colocamos nossas crian\u00e7as para dormir, e seguimos entusiasmados pelo que estava por acontecer.<\/p>\n<p>Confesso que a priori nos sentimos frustrados, pois esper\u00e1vamos um movimento razo\u00e1vel at\u00e9 \u00e0s 23 horas, mas tudo bem, nossos esfor\u00e7os estavam voltados mesmo era para a partir das 2 horas da madrugada.<\/p>\n<p>E deu 2, 3, 4, 5 horas, fracasso total, a frustra\u00e7\u00e3o desabou sobre todos n\u00f3s.<\/p>\n<p>Das 70 caixas de cervejas haviam sido consumidas n\u00e3o mais que 10. A cozinha se mantinha quase que intacta, pois pouqu\u00edssimas vezes fora acionada. Geladeiras, freezers e at\u00e9 a geladeira da nossa resid\u00eancia localizada no fundo do bar, n\u00e3o cabiam mais nada, lotadas que estavam de carnes, lingui\u00e7as, queijos, baicons, calabresas, etc.<\/p>\n<p>Por volta das 5h30, com as fei\u00e7\u00f5es transtornadas, pedi \u00e0 cozinheira que me fizesse o \u201cprato do chefe\u201d, que constava de quatro fatias de p\u00e3o pullmann, queijo mussarela, presunto, fil\u00e9 de boi, dois ovos, alface, tomate e maionese, enquanto tomava um copo duplo de cacha\u00e7a acompanhado de cerveja, inconformado e blasfemando pelo momento que est\u00e1vamos vivendo.<\/p>\n<p>De costas para a rua, ouvi tr\u00eas batidas cadenciadas com os n\u00f3s dos dedos, num vidro imenso que separava o interior do estabelecimento com o externo. Virei-me e deparei com um anci\u00e3o, estatura mediana, barba longa e cabelos desgrenhados, brancos, por\u00e9m amarelados pela falta de asseio, trajes surrados e maltrapilhos, segurando um saco de estopa em uma das m\u00e3os.<\/p>\n<p>Foi \u00e0 gota d\u2019\u00e1gua que levou-me a explodir todo o furor que se encontrava atravessado na minha garganta. Deixei rapidamente o balc\u00e3o do bar, dei um murro na porta de vai e vem, daquelas tipo sal\u00e3o de filmes de faroeste que acessava \u00e0 rua, dirigi-me aos berros contra o assustado e acuado anci\u00e3o (Com essas mesmas palavras!) \u2013 \u2018Porra, o que o senhor quer aqui? &#8230;\u2019<\/p>\n<p>Ele, com um olhar calmo, por\u00e9m assustado, sofrido, quase que balbuciando disse-me \u2013 \u201cMeu filho, por favor, estou faminto. D\u00ea-me um peda\u00e7o de p\u00e3o!\u201d<\/p>\n<p>Eu senti o ch\u00e3o sumir debaixo dos meus p\u00e9s, o ar faltou-me nos pulm\u00f5es, meus olhos inundaram-se de l\u00e1grimas, um n\u00f3 do\u00eddo de arrependimento apertou minha garganta quase impedindo a minha fala. Pela minha cabe\u00e7a passou em segundos um turbilh\u00e3o de pensamentos; meus filhos dormindo felizes com os brinquedos de Papai Noel, minhas geladeiras e freezers, empaturradas de comida, meus funcion\u00e1rios bem alimentados, minha fam\u00edlia saud\u00e1vel, e aquele senhor, numa Noite de Natal, sem ningu\u00e9m com quem confraternizar-se, sem um canto sequer para encostar, implorando por um peda\u00e7o de p\u00e3o! &#8230;<\/p>\n<p>Peguei o saco de estopa que ele carregava, segurei levemente em um de seus bra\u00e7os e lhe disse \u2013 \u201cEntre, o senhor vai assentar-se a minha mesa e comer\u00e1 comigo. Ser\u00e1 meu convidado de Natal\u201d.<\/p>\n<p>Ele quis resistir, dizendo \u2013 \u201cMas eu estou sujo, mal vestido, n\u00e3o posso entrar na sua casa e nem sentar \u00e0 sua mesa\u201d.<\/p>\n<p>Retruquei \u2013 \u201cNada disso, o senhor vai cear comigo, \u00e9 o meu convidado especial de Natal\u201d. E assim solicitei a minha cozinheira que fizesse um prato igual ao meu, para o nosso inesperado convidado.<\/p>\n<p>Nos cerca de uns 40 minutos que levou da prepara\u00e7\u00e3o do alimento at\u00e9 o seu consumo final, esse senhor comeu em sil\u00eancio, tomou refrigerante, e eu, sem abrir a boca, apenas observava-o. Depois de saciado ele levantou-se, e da mesma forma, em sil\u00eancio, pegou os seus pertences, deu a volta por tr\u00e1s de mim e com uma de suas m\u00e3os depositou-a em meu ombro, dizendo quase que em sussurro ao meu ouvido, com palavras cadenciadas e doces \u2013 \u201cMeu filho, na tua casa nunca haver\u00e1 de faltar nada. Deus sempre estar\u00e1 presente na sua vida\u201d, e saiu tomando rumo ignorado.<\/p>\n<p>Meditando suas palavras, levantei-me segundos depois e dirigi-me a rua, na esperan\u00e7a de v\u00ea-lo mais uma vez, por\u00e9m ele j\u00e1 havia desaparecido como se fosse fuma\u00e7a. Naquele momento, pensativo, eu assistia o dia amanhecendo e ouvindo os passarinhos despertando numa sinfonia de pios insistentes, numa \u00e1rvore existente na porta de entrada do nosso estabelecimento, e vivenciando uma sensa\u00e7\u00e3o de paz interior, uma calmaria h\u00e1 muito n\u00e3o experimentada e meio que inebriado com aquele acontecido incomum, fui trazido a realidade quando a Carminha, minha mulher, aproximou-se pegando um de meus bra\u00e7os e disse \u2013 \u201cVamos entrar? &#8230;, o pessoal est\u00e1 querendo ir embora\u201d, referindo-se aos nossos colaboradores.<\/p>\n<p>Ao voltar minhas costas para a rua com a inten\u00e7\u00e3o de arriar a porta de correr do nosso estabelecimento, isso, j\u00e1 por volta de umas 6h30 da manh\u00e3, para nossa surpresa come\u00e7ou a chegar e estacionar ve\u00edculos que n\u00e3o paravam mais. Era gente a dar com pau, vinda de todos os cantos da regi\u00e3o; Cachoeira Paulista, Lavrinhas, Queluz, Passa Quatro, e tamb\u00e9m de Cruzeiro. Parecia que haviam combinado de chegarem juntos. Dos dois lados da rua era s\u00f3 ve\u00edculos estacionando.<\/p>\n<p>Olhamo-nos assustados, funcion\u00e1rios e n\u00f3s, propriet\u00e1rios, sem acreditar que aquilo estava acontecendo. O sorriso aflorou em nossas faces, e o \u00e2nimo tomou conta de todos, levando-nos a arrega\u00e7ar as mangas e partir para a luta, numa corrente pra frente.<\/p>\n<p>Resumindo; at\u00e9 as 13 horas dia do dia 25, as 24 mesas dispon\u00edveis no sal\u00e3o mantiveram-se ocupadas. A cozinha se perdia nas filas de pedidos de por\u00e7\u00f5es, caldos e canjas, as bebidas eram servidas celeremente. No final da festa, com o sal\u00e3o j\u00e1 fechado, est\u00e1vamos mo\u00eddos de tanto trabalhar, mas todo o nosso estoque de cervejas havia sido consumido, quase n\u00e3o sobraram comest\u00edveis nas geladeiras, a cozinha parecia que havia sido tomada por um vendaval, tamanha a bagun\u00e7a e o \u201ccaixa\u201d, abarrotado de dinheiro. At\u00e9 ent\u00e3o eu nunca havia visto tanto dinheiro junto.<\/p>\n<p>Como explicar esse ocorrido? &#8230;<\/p>\n<p>Algumas pessoas afirmam ter sido a presen\u00e7a de Deus em nossas vidas, na figura desse andarilho, que nos recompensou pelo fato de termos lhe dado aten\u00e7\u00e3o. Mas eu acredito numa vers\u00e3o mais l\u00f3gica. Mesmo revoltado e frustrado pela situa\u00e7\u00e3o vivida at\u00e9 aquele momento, ao manter o bar aberto motivado pela presen\u00e7a misteriosa daquele nosso visitante especial, permitiu que essas incont\u00e1veis pessoas n\u00e3o batessem com a \u201ccara na porta\u201d, e assim, numa surpreendente invas\u00e3o eles superlotaram e devastaram todo o estoque de consumo do nosso \u2018Emanuele Bar\u2019, como nunca havia acontecido antes. Tivesse eu apenas atendido o anci\u00e3o na porta e mandado ele seguir, nada disso teria acontecido.<\/p>\n<p>E assim vivemos esse momento m\u00e1gico de intensa e rara felicidade, proporcionando-nos uma excelente soma de \u201ccifr\u00f5es\u201d que se esva\u00edram no cumprimento de compromissos e aquisi\u00e7\u00e3o de bens de consumo, por\u00e9m a experi\u00eancia inesquec\u00edvel desse Natal, perpetuou-se para sempre em nossos cora\u00e7\u00f5es, fazendo-nos acreditar que realmente DEUS EXISTE; ele est\u00e1 no meio de n\u00f3s, nos nossos atos, atitudes, desejos e na nossa capacidade de perceber e sensibilizar que a vida \u00e9 muito mais e maior do que imaginamos e que as solu\u00e7\u00f5es para os nossos problemas, que muitas vezes as vemos inalcan\u00e7\u00e1veis, geralmente est\u00e3o do nosso lado, bem pr\u00f3ximo e n\u00e3o percebemos! &#8230;<\/p>\n<p>QUE TENHAM TODOS UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO PROF\u00cdCUO, DE MUITA PAZ, SA\u00daDE, MUITOS SONHOS REALIZADOS, AMOR E, PRINCIPALMENTE, O CORA\u00c7\u00c3O SEMPRE ABERTO PARA RECEBER NOVAS EMO\u00c7\u00d5ES!\u00a0 &#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Arnelos Vieira &#8211;\u00a0<\/strong><span class=\"qu\" tabindex=\"-1\" role=\"gridcell\"><span class=\"go\">arvelosvieiraneto@gmail.com<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Foi quando, ap\u00f3s um \u2018estalo\u2019, eu conversei e convenci minha esposa e funcion\u00e1rios, que revolucionar\u00edamos mais uma vez a noite de Cruzeiro.&#8220;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1115,2750,6182],"class_list":["post-23426","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-arvelos-vieira","tag-deus","tag-o-leitor-participa"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":25886,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=25886","url_meta":{"origin":23426,"position":0},"title":"O leitor participa: Arvelos Vieira: &#039;A import\u00e2ncia da ferrovia no contexto geral: Cruzeiro foi terra de abate bovino e feminino&#039;","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"4 de abril de 2019","format":false,"excerpt":"'A import\u00e2ncia da ferrovia no contexto geral: Cruzeiro foi terra de abate bovino e feminino' Nas d\u00e9cadas de 40, 50, 60 e ... 70, o Frigor\u00edfico Cruzeiro, da cidade de Cruzeiro\/SP, foi um dos maiores da regi\u00e3o, do estado e acredito, at\u00e9 mesmo do pa\u00eds. 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A lama da insensatez Novamente a lama da insensatez, Desliza por vales e plan\u00edcies, Violenta, arrebatando tudo outra vez, Um mar de trag\u00e9dia, dor e imundices! \u00a0 N\u00e3o bastasse a destrui\u00e7\u00e3o\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/ado-183x300.png?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":8248,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=8248","url_meta":{"origin":23426,"position":5},"title":"Prefeitura de Tatui apoiar\u00e1 carnaval de rua alternativo","author":"Helio Rubens","date":"16 de fevereiro de 2017","format":false,"excerpt":"\u00a0 PREFEITURA REALIZAR\u00c1 EXPOSI\u00c7\u00c3O, MATIN\u00caS\u00a0E APOIAR CARNAVAL ALTERNATIVO \u00a0 A Prefeitura de Tatu\u00ed realizar\u00e1 uma exposi\u00e7\u00e3o mom\u00edstica e tamb\u00e9m matin\u00eas carnavalescas e ir\u00e1 apoiar o carnaval de rua alternativo neste ano. 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