{"id":2471,"date":"2015-07-06T01:06:25","date_gmt":"2015-07-06T04:06:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=2471"},"modified":"2015-07-06T01:06:25","modified_gmt":"2015-07-06T04:06:25","slug":"genealogia-afranio-mello-atende-gratuitamente-pedidos-de-leitores-e-desta-vez-fornece-informacoes-sobre-a-familia-silveira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=2471","title":{"rendered":"Genealogia: Afranio Mello atende gratuitamente pedidos de leitores e desta vez fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a familia Silveira"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F2471&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F2471&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><p><strong><u>Afr\u00e2nio Mello &#8211; ATENDIMENTO N\u00daMERO 492<\/u><\/strong><!--more--><\/p>\n<p>Caro F\u00e1bio,<\/p>\n<p>N\u00e3o resisti e estou enviado para voc\u00ea o arquivo geneal\u00f3gico do seu sobrenome.<\/p>\n<p>S\u00e3o 17 p\u00e1ginas e 3 bras\u00f5es.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode fazer belos quadros dos bras\u00f5es e coloc\u00e1-los em sua sala.<\/p>\n<p>Muitos de seus amigos e parentes que o visitarem v\u00e3o ficar encantados.<\/p>\n<p>Veja quantos famosos usam esse sobrenome, incluso voc\u00ea ,amigo de extrema<\/p>\n<p>import\u00e2ncia para todos os que escrevem e pretendem que seus escritos se<\/p>\n<p>transformem em livros.<\/p>\n<p>Grande abra\u00e7o<\/p>\n<p>Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello<br \/>\nIHGGI \/ ROL &#8211; Jornal On Line<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-2472\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira.jpg\" alt=\"Silveira\" width=\"138\" height=\"278\" \/><\/a>Silveira<\/strong>, sobrenome de origem portuguesa. Nome de origens topon\u00edmicas, haver\u00e1 mais do que uma fam\u00edlia a t\u00ea-lo adotado por apelido. Aquela que se encontra documentada desde \u00e9pocas mais remotas deriva de Vasco Louren\u00e7o de Silveira, provavelmente filho de um Louren\u00e7o Gon\u00e7alves, que morreu antes de Dezembro de 1330, e foi senhor da quinta e pa\u00e7o da Silveira, no termo do Redondo. Esta fam\u00edlia era da nobreza dos escudeiros nobres e a respectiva chefia recaiu na Casa dos Condes da Sortelha.<\/p>\n<p>Alguns nobili\u00e1rios apontam a origem desta fam\u00edlia em Gon\u00e7alo Vasques Silveira, fidalgo, senhor da herdade de Silveira em 1378. Outras fontes indicam Dom Fernando Afonso da Silveira, embaixador em Castela em 1423, casado com D. Catarina Teixeira, camareira-mor da Infanta D. Isabel, e pai de D. Jo\u00e3o Fernandes da Silveira, primeiro Bar\u00e3o de Alvito, vedor da Fazenda de D. Jo\u00e3o II. Guilherme van der Hagen, fidalgo alem\u00e3o que veio com fam\u00edlia, servi\u00e7ais e pertences para Faial, recebeu armas pr\u00f3prias de D. Jo\u00e3o II e passou a denominar-se Guilherme Vandraga da Silveira.Outros Silveiras prov\u00eam do Dr. Afonso da Silveira, embaixador em Castela em 1423, estando a sua representa\u00e7\u00e3o e chefia da fam\u00edlia que fundou na Casa dos Bar\u00f5es e Marqueses de Alvito.<\/p>\n<p>Outros Silveiras ainda, radicados nos A\u00e7ores, descendem do flamengo Wilhelm van der Hagen que traduziu o nome de Hagen para &#8220;Vandaraga&#8221; e, depois, Silveira.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-2473\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira1.jpg\" alt=\"Silveira1\" width=\"149\" height=\"182\" \/><\/a>\u00c9 uma fam\u00edlia que se estende por todas as ilhas dos A\u00e7ores com excep\u00e7\u00e3o da Graciosa, onde os Silveiras a\u00ed estabelecidos constituem um ramo dos Silveira do continente.<\/p>\n<p>De <em>silveira<\/em>, subst. comum &#8211; silva, moita de silvas designa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias plantas medicinais da fam\u00edlia das Ros\u00e1ceas [Antenor Nascentes, II, 282]. Diversas s\u00e3o as origens deste sobrenome. Entre outras, por ado\u00e7\u00e3o feita pelo holand\u00eas Wilhem van der Haagen ou Haghe, quando passou \u00e0 Ilha Terceira (A\u00e7ores), no s\u00e9culo XV, passando a assinar-se Guilherme da Silveira. Dele descendem milhares de Silveiras e Silveiras Bruns, dos quatro cantos do Brasil. Este ocorrido, deveras importante e talvez desesperador para alguns, vem mostrar que uma quantidade impressionante de fam\u00edlias que se assinam Silveira, v\u00eam pagando um bom dinheiro pela aquisi\u00e7\u00e3o de um desenho do Bras\u00e3o de Armas, sem saberem que n\u00e3o t\u00eam nenhuma rela\u00e7\u00e3o com a fam\u00edlia Silveira, de Portugal, pois s\u00e3o de origem flamenga. Outro grupo familiar com este sobrenome, procede da herdade e torre de Silveira, da qual era propriet\u00e1rio, junto \u00e0 vila de Assumar, em Portugal. Outra fam\u00edlia Silveira, procede dos Pestanas e ambas descendem de Giraldo Sempayor, que ganhou \u00c9vora aos mouros, no tempo de D. Afonso Henriques, 1.\u00ba rei de Portugal, em 1139. O solar desta fam\u00edlia \u00e9 o morgado da Silveira, na prov\u00edncia do Alentejo (Anu\u00e1rio Geneal\u00f3gica Latino, I, 88). Ilha das Flores: sobre a hist\u00f3ria desta fam\u00edlia e sua passagem pela Ilha das Flores, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua <em>Hist\u00f3ria Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas<\/em>, Livro IX &#8211; <em>Das Ilhas das Flores, e Corvo; &amp; das que se espera descobrir de novo<\/em>, Cap\u00edtulo IV &#8211; <em>Da qualidade, ou <\/em>nobreza<em> das fam\u00edlias que povo\u00e0ra\u00f5 as Flores <\/em>[Antonio Cordeiro, <em>Hist\u00f3ria Insulana<\/em>, Livro VIII, Ilha das Flores]. Ilha de S. Miguel: o genealogista portugu\u00eas Gaspar Fructuoso, em sua Hist\u00f3ria Geneal\u00f3gica de Sam Miguel [Saudades da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta fam\u00edlia [Gaspar Fructuoso, Saudades da Terra, p. 40]. Ilha do Fayal: sobre a hist\u00f3ria desta fam\u00edlia e sua passagem pela Ilha do Fayal, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua <em>Hist\u00f3ria Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas<\/em>, Livro VIII &#8211; <em>Das Ilhas do Fayal, e Pico<\/em>, Cap\u00edtulo IV &#8211; <em>Dos outros primeyros, &amp; mais nobres Povoadores do Fayal, Utras, &amp; Quadros, Silveyras, &amp; Cunhas, &amp; Boemias <\/em>[Antonio Cordeiro, <em>Hist\u00f3ria Insulana<\/em>, Livro VIII, Ilha do Fayal]. Ilha Terceira: sobre a hist\u00f3ria desta fam\u00edlia e sua passagem pela Ilha Terceira, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua <em>Hist\u00f3ria Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas<\/em>, Livro VI &#8211; <em>Da Real Ilha Terceira, <\/em>Cabe\u00e7a<em> das Terceiras<\/em>, Cap\u00edtulo XXI &#8211;<em>Dos Castellosbrancos, Carvalaes, Lobos, Silveyras, Espinolas, Lemos, &amp; dos Betencores, Dornellas, &amp; outros <\/em>[Antonio Cordeiro, Hist\u00f3ria Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Brasil: Sobrenome de uma fam\u00edlia origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passou Pascoal da Silveira, nasc. por volta de 1720, na Freguesia do Esp\u00edrito Santo da Feteira, concelho de Horta, Ilha do Faial, bispado de Angra, Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores. Filho de Bernardo da Silveira e de Isabel de Faria. Casada, em primeiras n\u00fapcias, com Maria do Esp\u00edrito Santo, natural da mesma freguesia da Feteira. Sobrenome de uma fam\u00edlia de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro, para onde passou o desembargador Dr. Matias da Silveira Botelho nasc. em Leiria, por volta de 1706 e fal. no Rio a 01.01.1756 (22 dias ap\u00f3s o enlace) filho de Jo\u00e3o Gon\u00e7alves Dias e de D. Mariana da Silveira. Casado, no Rio (Candel\u00e1ria 6\u00ba, 41v) a 10.12.1755 (em casa da noiva) com Ant\u00f4nia Viana de Castro, nasc. no Rio (Candel\u00e1ria 3\u00ba, 66) a 30.12.1706 (bat. a 09.01.1707) e fal. no Rio a 04.01.1778. Era dona da ch\u00e1cara, e capela de N. S. da Madre de Deus, no Valongo. Filha do tenente-Coronel Salvador Viana da Rocha, patriarca da Fam\u00edlia Viana do Amaral (v.s.), do Rio de Janeiro [Carlos Rheingantz, Primeiras Fam\u00edlias do Rio de Janeiro, Tomo I]. Sobrenome de uma fam\u00edlia de origem portuguesa, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 27.01.1884, Manoel Cabral da Silveira, natural de Portugal, 21 anos de idade, com destino \u00e0 capital do Estado de S\u00e3o Paulo. Veio em companhia de sua esposa, Maria do Carmo da Silveira, natural de Portugal, 18 anos de idade, e das filhas: 1. Ermelinda Rosa, natural de Portugal, 24 anos de idade; 2. Marianna de Jesus, natural de Portugal, 26 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes &#8211; S\u00e3o Paulo, Livro 002, p. 003 &#8211; 27.01.1884]. Sobrenome de uma fam\u00edlia estabelecida de origem portuguesa estabelecida em Santa Catarina, a qual pertence D. Luiz Maur\u00edcio da Silveira, Fidalgo da Casa Real de Portugal, Com gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Tom\u00e1sia Francisca Valadares Alboim. Entre os descendentes do casal, registram-se: I- o filho Braz Nicolau da Silveira [01.12.1813, Santa Catarina &#8211; 06.09.1886, Rio de Janeiro, RJ], que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Maria Rosa de S\u00e3o Jo\u00e3o, filha de Jo\u00e3o Alves Pereira da Costa e de Joana Maria da Trindade; II- o neto D. Braz Nicolau da Silveira [1853 &#8211; 14.04.1913, Rio de Janeiro, RJ], filho do item I. Com gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Margarida Maria Maurity [10.12.1864, Rio de Janeiro, RJ -], bisneta de Lino Jos\u00e9 Maurity [1751, Lisboa &#8211; 1814, Lisboa], patriarca desta fam\u00edlia Maurity (v.s.), que se estabeleceu no Rio de Janeiro; III- o bisneto D. Alvaro Maurity da Silveira, filho do item II; IV- a bisneta D. Alice Maurity da Silveira [c. 1890, Rio de Janeiro, RJ -], filha do item II. Casada, a 30.06.1909, Rio de Janeiro, RJ, com Feliciano Ferreira Maia [c. 1887, Rio de Janeiro, RJ -], filho de Joaquim Ferreira Maia e de Henriqueta da Silva. Sobrenome de uma fam\u00edlia estabelecida de origem portuguesa estabelecida em Santa Catarina, a qual pertence D. Luiz Maur\u00edcio da Silveira, Fidalgo da Casa Real de Portugal, Com gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Tom\u00e1sia Francisca Valadares Alboim. Entre os descendentes do casal, registram-se: I- o filho Braz Nicolau da Silveira [01.12.1813, Santa Catarina &#8211; 06.09.1886, Rio de Janeiro, RJ], que deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Maria Rosa de S\u00e3o Jo\u00e3o, filha de Jo\u00e3o Alves Pereira da Costa e de Joana Maria da Trindade; II- o neto D. Braz Nicolau da Silveira [1853 &#8211; 14.04.1913, Rio de Janeiro, RJ], filho do item I. Com gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Margarida Maria Maurity [10.12.1864, Rio de Janeiro, RJ -], bisneta de Lino Jos\u00e9 Maurity [1751, Lisboa &#8211; 1814, Lisboa], patriarca desta fam\u00edlia Maurity (v.s.), que se estabeleceu no Rio de Janeiro; III- o bisneto D. Alvaro Maurity da Silveira, filho do item II; IV- a bisneta D. Alice Maurity da Silveira [c. 1890, Rio de Janeiro, RJ -], filha do item II. Casada, a 30.06.1909, Rio de Janeiro, RJ, com Feliciano Ferreira Maia [c. 1887, Rio de Janeiro, RJ -], filho de Joaquim Ferreira Maia e de Henriqueta da Silva. Sobrenome de uma fam\u00edlia origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passou Ana Maria da Silveira, nasc. por volta de 1720, na Freguesia de Nossa Senhora da Luz da Ribeira dos Flamengos, concelho de Horta, bispado de Angra, Ilha do Faial, Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores. Filha de Jo\u00e3o Garcia Pereira e de Maria da Silveira. Casada com Antonio Pereira de Souza. Sobrenome de uma fam\u00edlia origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passou Marta Maria da Silveira, nasc. por volta de 1747, na Freguesia de S\u00e3o Jo\u00e3o da Batalha do Pico, Ilha do Pico, Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores. Filha de Jos\u00e9 Pereira e de Maria Silveira (do Pico). Casada com Sebasti\u00e3o da Silva Ferreira. Sobrenome de uma fam\u00edlia origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passou Ursula Francisca de Santa Rosa, nasc. por volta de 1746, na Freguesia de S\u00e3o Pedro, Ilha Terceira, Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores. Filha de Francisco Silveira e Catarina da Concei\u00e7\u00e3o Casada, em primeiras n\u00fapcias, com Claudio Brand\u00e3o; em segundas n\u00fapcias, em 1766, com Manuel Cota de Melo. Sobrenome de uma fam\u00edlia origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, estabelecida no Esp\u00edrito Santo, para onde passou em<br \/>\n1813, Manuel Caetano Silveira, 40 anos de idade, em companhia de sua esposa, Ana de Jesus, 32 anos de idade, e os filhos: Maria, 6 anos de idade; Jos\u00e9, 4 anos de idade, e Guilhermina, 11 meses de idade. Foram destinados para a Capitania do Esp\u00edrito Santo, para onde partiram na lancha Dom Jardim, sob a dire\u00e7\u00e3o do Mestre Ant\u00f4nio Jos\u00e9 de Oliveira. Seu nome consta da <em>Rela\u00e7\u00e3o dos Casais de Ilheus que vier\u00e3o das ilhas na 2\u00aa Remessa em o Bergantin Rosario do qual he Capit\u00e3o Sergio Francisco Ferreira, para serem destribu\u00eddos para diver\u00e7os lugares com declara\u00e7\u00e3o das terras para onde for\u00e3o remethidos, na conformidade dos primeiros vindos para o mesmo fim<\/em>. Em Minas Gerais, de origem portuguesa, entre outras, destaca-se a importante fam\u00edlia do Dr. Jos\u00e9 da Silveira e Souza [Tomar &#8211; 1793, S. Jo\u00e3o del Rei], filho de Pantale\u00e3o de Souza e de Maria de Nazar\u00e9. Advogado, atuante em S\u00e3o Jo\u00e3o del Rei, onde deixou numerosa descend\u00eancia de seu cas. com Maria Josefa Bueno da Cunha [ &#8211; 1806, S. J. del Rei], neta de Amador Bueno da Veiga. Entre os 10 filhos do casal, destaca-se a poetisa B\u00e1rbara Eliodora, que foi cas., em 1781, com o inconfidente Alvarenga Peixoto. No Rio Grande do Sul, origin\u00e1ria das ilhas portuguesas, registra-se a fam\u00edlia do Capit\u00e3o Francisco Pires Casado, que deixou numerosa descend\u00eancia do seu casamento, por volta de 1722, com Felipa Ant\u00f4nia da Silveira. Alguns dos seus descendentes passaram para o Brasil, entre eles: I &#8211; o filho, o Capit\u00e3o-Mor de Ordenan\u00e7a Francisco Pires Casado [1724, Ilha do Pico &#8211; 06.12.1803, Rio Grande, RS], que deixou numerosa descend\u00eancia de seu cas., c.1754, no Rio Grande (RS), com Mariana Eufr\u00e1sia da Silveira [1732, Ilha do Faial &#8211; 09.04.1822, Rio Grande, RS], irm\u00e3 de Mateus In\u00e1cio da Silveira, outro patriarca dos Silveira, do Rio Grande do Sul, por seu casamento, por volta de 1750, com Maria Ant\u00f4nia. Os descendentes deste casal Francisco e Mariana, foram aparentados, entre outras, com as seguintes fam\u00edlias: Rebelo de Paiva, Gomes Viana, Rodrigo de Carvalho, Camar\u00e1, \u00c1vila e Chaves Barcelos; II &#8211; o filho, o Capit\u00e3o In\u00e1cio Ant\u00f4nio da Silveira [1743, Ilha do Pico &#8211; 04.02.1819, Pelotas, RS], que passou para o Rio Grande do Sul, onde deixou numerosa descend\u00eancia de seu cas., em 1781, Rio Grande (RS), com sua sobrinha, Maur\u00edcia In\u00e1cia da Silveira [22.09.1758, Rio Grande, RS &#8211; 16.12.1821, Pelotas, RS], filha de seu irm\u00e3o, o Capit\u00e3o-Mor de Ordenan\u00e7a Francisco Pires Casado, citado acima no item I. Os descendentes deste casal, In\u00e1cio e Maur\u00edcia, foram aparentados, entre outras, com as seguintes fam\u00edlias: Martins Viana, Silva Bastos, Oliveira Castro, Aquino, Moreira, Antunes Maciel e Soares de Paiva. Em S\u00e3o Paulo, entre outras, cabe registrar a fam\u00edlia do Governador Ant\u00f4nio Raposo da Silveira [Lisboa, Portugal &#8211; 1663, SP], que foi armado Cavaleiro de S. Tiago, por servi\u00e7os prestados na defesa de um baluarte da fortaleza de \u00c1gueda, nas \u00cdndias, em 1641, e que recebeu do Rei a propriedade do of\u00edcio de Juiz de \u00d3rf\u00e3os de S\u00e3o Paulo, que deu em dote de casamento a seu genro. Foi Capit\u00e3o-Mor e Ouvidor da Capitania de S\u00e3o Paulo. Deixou numerosa descend\u00eancia de seu cas. com Maria Raposo de Siqueira [-1709, SP], neta de Ant\u00f4nio Raposo, patriarca desta fam\u00edlia Raposo (v.s.), de S\u00e3o Paulo (SL, III, 5, 336). Linha Africana: Sobrenome tamb\u00e9m adotado por fam\u00edlias de origem africana. No Rio Grande do Sul, registra-se a de Joaquim Silveira, \u00abpreto forro\u00bb, cas., 25.02.1805, no Rio Grande, RS, com Mariana Gon\u00e7alves, \u00abpreta forra\u00bb (L.\u00ba3.\u00ba??, fl. 85).<\/p>\n<p><strong>Linha de Degredo<\/strong>: Registra-se a senten\u00e7a dada, a 31.08.1644, pelo Rei ao Desembargador Francisco Branco da Silveira. Foi condenado em dez (10) anos de degredo para o Brasil, sem beca, mas, como houvera discrep\u00e2ncia de opini\u00f5es \u00abfoi el Rey &#8230; por isso \u00e0 Rella\u00e7\u00e3o e leu esta condena\u00e7\u00e3o e n\u00e3o asinou por ser muito tarde e se duvidar se s\u00f3, ou com Juises\u00bb.<\/p>\n<p><strong>Crist\u00e3os Novos<\/strong>: Sobrenome tamb\u00e9m adotado por judeus, desde o batismo for\u00e7ado \u00e0 religi\u00e3o Crist\u00e3, a partir de 1497. Para o Rio de Janeiro, ver a fam\u00edlia Vale da Silveira (Wolff, Dic.I, 186).<\/p>\n<p><strong>Nobreza Titular<\/strong>: Manuel Joaquim Silveira, foi agraciado, em 07.05.1868, com o t\u00edtulo nobili\u00e1rquico de conde de S\u00e3o Salvador.<\/p>\n<p><strong>Her\u00e1ldica: I<\/strong> &#8211; um escudo em campo de prata, com 3 faixas de vermelho. Timbre: um urso de negro, armado de vermelho, sainte de uma capela de silvas de verde, preluzida de prata; II &#8211; Outra forma: um escudo em campo de prata, com 3 faixas de vermelho e bordadura tamb\u00e9m de prata carregada de um ramo de silva, de verde. Timbre: um urso de negro, armado de vermelho, sainte de uma capela de silvas de verde, preluzida de prata; III &#8211; dos A\u00e7ores: um escudo partido: primeiro, em campo de ouro, uma \u00e1rvore de duas copas, de verde, firmada num contra-chefe do mesmo; segundo: em campo negro, um le\u00e3o de prata, armado, linguado e coroado de ouro; IV &#8211; outra forma: um escudo em campo de ouro, duas coticas onduladas, de vermelho, acompanhadas de 6 flores-de-lis de vermelho, postas 3 e 3. Timbre: uma pomba de prata (Armando de Mattos &#8211; Brason\u00e1rio de Portugal, II, 129). S\u00e9culo XVI: I &#8211; \u00c1lvaro da Silveira, morador em Borba. Bras\u00e3o de Armas, datado de 23.12.1534. Registrado na Chancelaria do Rei D. Jo\u00e3o III, Livro X, fl. 26: um escudo em campo de prata, com tr\u00eas faixas de vermelho. Elmo: de prata aberto, guarnecido de ouro. Paquife: de prata e vermelho. Timbre: meio urso preto cortado em sangue sobre uma capela de silvas florida de prata. Diferen\u00e7a: uma flor-de-lis de azul com o p\u00e9 de ouro. Filho de Francisco da Silveira, e neto de Jo\u00e3o \u00c1lvares da Silveira (Sanches de Baena, Archivo Her\u00e1ldico, I, 14). Her\u00e1ldica- S\u00e9culo XVIII: Ant\u00f4nio da Cunha e Silveira, citado acima. Carta de Bras\u00e3o de Armas passada em 25.01.1719. Registrada a fl. 64 do Livro IV do Registro dos Bras\u00f5es da Nobreza: um escudo esquartelado: no 1\u00ba quartel, as armas da fam\u00edlia Correia: em campo de ouro, umas correias vermelhas trespassadas umas por outras; no 2\u00ba quartel as armas da fam\u00edlia Esp\u00ednola: em campo de prata uma faixa enxaquetada de vermelho e ouro, e em chefe um espinho verde; no 3\u00ba quartel, as armas da fam\u00edlia Cunha, em campo de ouro, nove cunhas azuis, postas em tr\u00eas palas com as pontas para cima; no 4\u00ba quartel, as armas da fam\u00edlia Silveira, em campo de prata, tr\u00eas faixas vermelhas. Elmo: de prata, aberto, guarnecido de ouro. Paquife: dos metais e cores das armas. Timbre: da fam\u00edia Correia, que s\u00e3o dois bra\u00e7os armados atados com uma correia vermelha pelos pulsos. Diferen\u00e7a: uma estrela de prata;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Silveira da Mota<\/strong>, Importante e antiga fam\u00edlia estabelecida na Bahia, procedente do Cap. Ant\u00f4nio Luiz da Mota, nat. da Bahia, que deixou larga descend\u00eancia, do seu cas., c.1721, com Maria Ana da Franca Corte Real, nat. da Bahia. Entre os seus descendentes: I &#8211; o neto, Dr. In\u00e1cio Francisco Silveira da Mota [c.1746, BA -], bach. em Direito [Coimbra, 1770], tendo feito leitura a 07.10.1778; II &#8211; o bisneto, o desembargador Joaquim In\u00e1cio da Silveira da Mota, desembargador dos Agravos da Casa da Suplica\u00e7\u00e3o e Juiz dos Feitos da Coroa e Fazenda, que, a 19.10.1828, obteve a aposentadoria como Conselheiro do Conselho da Fazenda, com o vencimento integral. Deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Ana Luiza da Gama; III &#8211; o terceiro neto, Senador Jos\u00e9 In\u00e1cio da Silveira Mota [15.02.1807, Vila Boa de Goi\u00e1s &#8211; 15.10.1893, Rio, RJ], filho do casal anterior, que iniciou em Lisboa sua educa\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria. Bacharel em Direito [1833] e Doutor em Direito pela Faculdade de S\u00e3o Paulo [1834]. Quando estudante de direito, fundou, ao lado de Francisco Bernardino Ribeiro e Carlos Carneiro de Mendon\u00e7a, a <em>Sociedade Philomatica<\/em>, sendo o redator da respectiva revista, cujo primeiro n\u00famero saiu em 1833. Oficial da Secretaria do Governo Provincial de S\u00e3o Paulo [1834]. Lente Substituto da faculdade de Direito de S\u00e3o Paulo [1834]. Catedr\u00e1tico [1842]. Diretor da Instru\u00e7\u00e3o P\u00fablica em S\u00e3o Paulo [1852]. Professor Jubilado da mesma Faculdade [1856]. Conselheiro. Deputado Provincial por S\u00e3o Paulo [1850-1851, 1852-1853, 1854-1855 e 1856-1857]. Deputado \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral por S\u00e3o Paulo: 8.\u00aa Leg. [1850-1852] e 9.\u00aa Leg. [1853-1854]. Senador do Imp\u00e9rio por Goi\u00e1s [1855]. Consultor da Secretaria de Justi\u00e7a. OOR??. Conselheiro do Imp\u00e9rio. Advogado do Conselho de Estado; IV &#8211; o terceiro neto, Dr. In\u00e1cio Francisco da Silveira Mota [26.07.1815, Vila Boa de Goi\u00e1s -18.04.1885, Quissam\u00e3, RJ], irm\u00e3o do anterior. Magistrado. Presidente das Prov\u00edncias do Piau\u00ed e Cear\u00e1. Agraciado sucessivamente, com os t\u00edtulos [Dec. 16.01.1875] de bar\u00e3o de Vila Franca e de [Dec. 22.09.1877] bar\u00e3o com honras de grandeza da Vila Franca. N\u00e3o deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Francisca de Velasco Castro Carneiro [- 14.06.1885], baronesa com honras de grandeza da Vila Franca, irm\u00e3 do Visconde de Araruama; V &#8211; o terceiro neto, Dr. Joaquim In\u00e1cio da Silveira Mota [02.05.1818, BA &#8211; 19.08.1891, Rio, RJ], irm\u00e3o dos anteriores. Doutor em Medicina (Alemanha), Deputado Provincial por S\u00e3o Paulo. Deputado \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral Legislativa pelo Paran\u00e1: 11.\u00aa leg. [1861-1863]. Vice Presidente da Prov\u00edncia do Paran\u00e1. Diretor da Instru\u00e7\u00e3o P\u00fablica do Paran\u00e1. Nobreza Titular: VI &#8211; o quarto neto, Artur da Silveira Mota [26.05.1843, S\u00e3o Paulo, SP &#8211; 06.06.1914, Rio, RJ], oficial de marinha. Aspirante de marinha [04.03.1859]. Guarda-Marinha [30.01.1860]. 2.\u00ba Tenente [28.03.1866]. 1.\u00ba Tenente [28.03.1866]. Capit\u00e3o-Tenente [21.01.1867]. Capit\u00e3o de Fragata [14.03.1868]. Capit\u00e3o de Mar e Guerra [02.12.1869]. Chefe de Divis\u00e3o [02.12.1878]. Chefe de Esquadra [03.03.1880]. Vice-Almirante reformado [31.10.1887] &#8211; reintegrado no servi\u00e7o ativo [1900]. Almirante [10.05.1902]. Reformado segunda vez [15.02.1911]. Medalha de Prata da Campanha Oriental [16.10.1866]. Medalha de Prata da rendi\u00e7\u00e3o de Uruguaiana [16.10.1866]. Medalha de Ouro da Passagem de Humait\u00e1 [01.05.1869]. Medalha Geral da Campanha do Paraguai [18.11.1872]. Medalha de Ouro de M\u00e9rito e Filantropia de Portugal [15.06.1872]. Medalha de M\u00e9rito Militar da Campanha do Paraguai [05.07.1888]. Medalha de Ouro por 30 anos de servi\u00e7o sem nota [11.06.1902]. Cavaleiro da Ordem de Cristo [03.01.1866]. Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro [21.06.1867]. Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro [28.12.1867]. Dignit\u00e1rio da Imperial Ordem do Cruzeiro [14.03.1868]. Cavaleiro da Ordem de S\u00e3o bento de Aviz [31.07.1874]. Gr\u00e3-Cruz do Duplo Frag\u00e3o da China [24.09.1880]. Conselheiro do Imp\u00e9rio [03.06.1882]. Ordem da \u00c1guia Vermelha de 2.\u00aa Classe da Pr\u00fassia [21.06.1884]. Agraciado com o t\u00edtulo [Dec. 19.08.1884] de bar\u00e3o de Jaceguai. N\u00e3o deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com casado, a 09.02.1870, em Buenos Aires, com Luiza Glech, italiana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Silveira e Souza<\/strong>, sobrenome de origem portuguesa estabelecida em Minas Gerais, para onde passou o comiss\u00e1rio Jos\u00e9 da Silveira e Souza, [Vila de Tomar, Portugal &#8211; S\u00e3o Jo\u00e3o del Rei, MG], bach. em Direito, pela Universidade de Coimbra. Irm\u00e3o da Ordem Terceira de S. Francisco de S. Jo\u00e3o del Rei. Deixou numerosa descend\u00eancia do seu cas., a 28.06.1806, em S\u00e3o Jo\u00e3o del Rei, MG, com Maria Josefa Bueno da Cunha, natural de S\u00e3o Jo\u00e3o del Rei, neta do Capit\u00e3o-Mor Amador Bueno da Veiga, patriarca desta fam\u00edlia Bueno da Cunha (v.s.), de S\u00e3o Paulo. Entre os descendentes deste casal, registram-se: I &#8211; a filha, famosa poetisa B\u00e1rbara Heliodora Guilhermina da Silveira Bueno [SP &#8211; d.1792], mulher \u00abde uma beleza rara, de uma educa\u00e7\u00e3o esmerada e cultora mimosa da poesia, soube inspirar veemente paix\u00e3o ao poeta, Dr. In\u00e1cio Jos\u00e9 de Alvarenga Peixoto (v.s.), e retribuindo a afei\u00e7\u00e3o que lhe inspirara. com ele se casou (Blake, I, 381); e II &#8211; a filha, Iria Claudia Umbelina da Silveira, nat. de S\u00e3o Jo\u00e3o del Rei, que foi cas., a 17.04.1789, em S\u00e3o Jo\u00e3o del Rei, com o Coronel Matias Gon\u00e7alves Moinhos de Vilhena, filho do Cap.-Mor Matias Gon\u00e7alves Moinhos de Vilhena, patriarca desta fam\u00edlia Moinhos de Vilhena (v.s.), de Minas Gerais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Silveira Eir\u00f3,<\/strong> sobrenome de uma fam\u00edlia de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 07.04.1884, Joaquim Silveira Eir\u00f3, natural da Espanha, procedente de Vigo, 21 anos de idade, com destino \u00e0 capital do Estado de S\u00e3o Paulo [Hospedaria dos Imigrantes &#8211; S\u00e3o Paulo, Livro 002, p. 039 &#8211; 07.04.1884].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Silveira Frade<\/strong>, sobrenome de uma importante e antiga fam\u00edlia do Par\u00e1, de abastados propriet\u00e1rios na Ilha de Maraj\u00f3. Teve princ\u00edpio em Rodrigo da Silveira Frade [c.1695 &#8211; ?], que deixou numerosa descend\u00eancia de seu cas. com Maria Josefa Ant\u00f4nia de Seixas. Entre os seus descendentes, registram-se: I &#8211; o filho, Florentino da Silveira Frade [1722, Tomar &#8211; Par\u00e1], Coronel Inspetor Geral da Ilha Grande de Joanes (Maraj\u00f3), com a finalidade de fiscalizar os servi\u00e7os das Fazendas e a cobran\u00e7a dos d\u00edzimos (1757); e II- o bisneto, Ten. Coronel Ant\u00f4nio Pereira da Silveira Frade [c.1802, Ilha de Maraj\u00f3, PA &#8211; 1892], agraciado com o t\u00edtulo (Dec. 03.02.1883) de bar\u00e3o de Muan\u00e1, com direito ao uso do Bras\u00e3o de Armas (Carlos Barata &#8211; Fam\u00edlias do Par\u00e1, XI, 180). Her\u00e1ldica(Ant\u00f4nio Pereira da Silveira Frade &#8211; 18.08.1883): em campo de prata, 3 faixas vermelhas, sobre elas um escudinho de ouro com um emblema de ind\u00fastria com sua cor natural. Coroa de bar\u00e3o, paquife das cores e metal do escudo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Silveira Franco<\/strong>, sobrenome estabelecida em S\u00e3o Paulo. A uni\u00e3o dos dois sobrenomes teve princ\u00edpio no Cap.-Mor Lucas de Siqueira Franco, 1.\u00ba Cap.-Mor de Atibaia, filho do Cap. In\u00e1cio de Siqueira Ferr\u00e3o e de Catarina Franco do Prado, e, por via desta, neto do Cap. Louren\u00e7o Franco Viegas, portugu\u00eas, chefe desta fam\u00edlia Franco, em S\u00e3o Paulo. Deixou gera\u00e7\u00e3o de seu cas., c.1740, com Isabel da Silveira Camargo, filha de Francisco de Camargo Pimentel e de Isabel da Silveira Cardoso, e, por via desta, bisneta do Cap.-Mor Ant\u00f4nio Raposo da Silveira, patriarca desta fam\u00edlia Silveira (v.s.), de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Silveira Lins<\/strong>, importante fam\u00edlia de abastados propriet\u00e1rios de engenhos, membros da \u00abaristocracia rural a\u00e7ucareira\u00bb, estabelecida em Pernambuco. A uni\u00e3o dos dois sobrenomes teve princ\u00edpio em Henrique Marques Lins [1800, PE &#8211; 1877, PE], oitavo filho de Crist\u00f3v\u00e3o Lins, patriarca do terceiro ramo da fam\u00edlia Lins (v.s.), de Pernambuco. Foi agraciado, sucessivamente, com os t\u00edtulos de bar\u00e3o de Utinga (1.\u00ba) por Decreto de 14.03.1860; elevado a Visconde de Utinga por Decreto de 17.11.1876. Deixou numerosa descend\u00eancia de seu cas., em 1824, em Pernambuco, com Ant\u00f4nia Francisca Veloso da Silveira [1807 &#8211; 1879, PE], viscondessa de Utinga, filha de Jos\u00e9 Veloso da Silveira. Entre os descendentes do casal: I &#8211; o filho, Belmiro da Silveira Lins [1827-1880], que foi agraciado com o t\u00edtulo [Dec. 09.09.1874] de bar\u00e3o de Escada; II &#8211; o filho, Florismundo Marques Lins [1838-1895], que foi agraciado com o t\u00edtulo [Dec. 30.05.1888] de bar\u00e3o de Utinga (2.\u00ba); e III &#8211; a filha, Teodolinda da Silveira Lins [01.08.1834, PE &#8211; 06.10.1903, Recife, PE], que, por seu casamento na importante fam\u00edlia Caldas Lins (v.s.), de Pernambuco, tornou-se a baronesa de Ara\u00e7agi, e depois, Viscondessa do Rio Formoso.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2474\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira2-300x239.jpg\" alt=\"Silveira2\" width=\"300\" height=\"239\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Silveira Lobo<\/strong>,\u00a0 sobrenome de uma antiga fam\u00edlia da Para\u00edba, com ramifica\u00e7\u00f5es em Minas Gerais, que teve princ\u00edpio no conhecido pol\u00edtico e ex-presidente da Para\u00edba, Manuel Lobo de Miranda Henriques [Fins do s\u00e9c. XVIII, PB &#8211; 1856, Recife, PE], deputado. Participou da revolu\u00e7\u00e3o de Pernambuco de 1817. Presidente das Prov\u00edncias de Alagoas [1831] e do Rio Grande do Norte [1833]. Foi vice-presidente da Para\u00edba (1838 e 1839). Membro da importante fam\u00edlia Miranda Henriques (v.s.), da Para\u00edba. Deixou numerosa descend\u00eancia de seu cas., c.1822, com Ana Norberta da Silveira, filha do revolucion\u00e1rio e m\u00e1rtir Francisco Jos\u00e9 da Silveira, enforcado e esquartejado, por sua participa\u00e7\u00e3o na Revolu\u00e7\u00e3o de Pernambuco, no Campo do Er\u00e1rio, em Recife, em 1817. Daquele casal, nasceram os primeiros Silveira Lobo, que passaram a Minas Gerais (RT, ZC, 502). Foram pais, entre outros, de: I &#8211; Senador Francisco de Paula da Silveira Lobo [1826, PB &#8211; 29.04.1886, MG], bacharel em Direito [PB-1846]. Juiz Municipal de Mariana (MG). Deputado \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral, por Minas Gerais, em 4 legislaturas [1857, 1861, 1864 e 1867], Senador [MG-1869]. Ministro da Marinha [1865] e Fazenda [1866]. Pres. da Assembl\u00e9ia Geral. Pres. das Prov\u00edncias de Pernambuco [1866] e Minas Gerais [1878]; II &#8211; o republicano hist\u00f3rico, Dr. Aristides L\u00f4bo [Aristides da Silveira L\u00f4bo &#8211; 12.02.1838, Mamanguape, PB &#8211; 27.03.1896, MG], bacharel em Direito pela Faculdade de Pernambuco [1859]. Professor, jornalista e pol\u00edtico. Deputado \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral Legislativa, por Alagoas, em duas legislaturas [1864-1866 e 1867-1870]. Promotor na Corte [RJ]. Juiz em Minas Gerais. Redator do <em>\u00cdris Acad\u00eamico<\/em>, Recife, PE. Signat\u00e1rio do Manifesto Republicano de 1870. Redator do jornal <em>A Rep\u00fablica<\/em>[1870]. Colaborou na <em>Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo<\/em> e <em>Di\u00e1rio Popular<\/em>. Primeiro Ministro da Justi\u00e7a na Rep\u00fablica [1889]. Senador da Rep\u00fablica [1892-1895] pelo Rio de Janeiro. Constituinte de 1891. Membro da Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o, Poderes e Diplomacia, no Senado; e III &#8211; Dr. Dem\u00f3stenes da Silveira L\u00f4bo, bach. em Direito [PE-1859], deputado provincial por Pernambuco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2475\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira3-239x300.jpg\" alt=\"Silveira3\" width=\"239\" height=\"300\" \/><\/a>Silveira Martins<\/strong>, fam\u00edlia estabelecida no <strong><em>Rio Grande do Sul<\/em><\/strong>. A uni\u00e3o dos dois sobrenomes teve princ\u00edpio em Carlos Silveira [c.1794, Encruzilhada, RS &#8211; 1873, Bag\u00e9, RS], filho de Joaquim Silveira de Souza e de Mariana In\u00e1cia Ramos. Deixou numerosa descend\u00eancia de seu cas., c.1820, com Maria Joaquina das Dores Martins [1803, Rio Pardo, RS &#8211; 1890, Pelotas, RS], filha de Jo\u00e3o Ant\u00f4nio Martins. Foram pais, entre outros, do Dr. Gaspar Silveira Martins [05.08.1834, faz, Acegu\u00e1, Uruguai &#8211; 23.07.1901, Montevid\u00e9u, Uruguai], bacharel em Ci\u00eancias Jur\u00eddicas e Sociais pela Faculdade de Direito de S\u00e3o Paulo [1856], Juiz Municipal da Corte [RJ-1859], Deputado provincial [RS-1862]. Fundou em Porto Alegre, RS, a folha liberal, <em>Reforma<\/em> [1868]. Deputado \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral Legislativa, pelo Rio Grande do Sul, em duas legislaturas: 14.\u00aa [1872-1875] e 17.\u00aa [1878-1879]. Senador do Imp\u00e9rio, pelo Rio Grande do Sul [1880-1889]. Ministro da Fazenda [1878-1879] e Presidente da Prov\u00edncia do Rio Grande do Sul [1889]. Conselheiro do Imp\u00e9rio. Conselheiro de Estado Extraordin\u00e1rio. Chefe Civil da Revolu\u00e7\u00e3o de 1893.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Silveira Melo,<\/strong>\u00a0 fam\u00edlia estabelecida em S\u00e3o Paulo. A uni\u00e3o dos dois sobrenomes teve princ\u00edpio em Rafael da Silveira Vieira, morador em Piracicaba, filho de Ant\u00f4nio da Silveira Vilas-Boas e de (cas. 1768) Isabel Vieira Pedroso, falecida em 1829. Deixou numerosa descend\u00eancia, em Piracicaba (SP), de seu cas., c. 1828, com Cust\u00f3dia de Mello C\u00e9sar, filha do Cap. -Mor Manuel de Melo Rego, Capit\u00e3o-Mor de Faxina, e de Isabel de Arruda C\u00e9sar. Cust\u00f3dia, por parte de pai, \u00e9 terceira neta do Alf. Manuel de Mello R\u00eago, patriarca desta fam\u00edlia Melo Rego (v.s.), de S\u00e3o Paulo; e por parte da m\u00e3e, \u00e9 bisneta do mesmo Alf. Manuel de Melo Rego, e bisneta de Francisco C\u00e9sar de Miranda, patriarca desta fam\u00edlia C\u00e9sar (v.s.), de S\u00e3o Paulo. Entre os descendentes do casal, registram-se: I- a filha Ana da Silveira Melo, de quem descendem os Silveira Corr\u00eaa (v.s.), de S\u00e3o Paulo; II- o filho comendador Joaquim da Silveira Melo, natural de Piracicaba. Deixou gera\u00e7\u00e3o dos seus dois casamentos: o primeiro, com Ana Teolinda da Silveira, filha de Antonio Flor\u00eancio da Silveira e de Marciana da Silveira Ferraz, e o segundo, com sua cunhada, Antonia Augusta da Silveira, irm\u00e3 da primeira esposa; III- a neta Maria da Silveira Melo, de quem descendem os Michelet (v.s.), de S\u00e3o Paulo (SL, IV, 151); IV- o neto Dr. Jo\u00e3o Batista Silveira Melo [20.10.1859, Piracicaba, SP &#8211; 21.01.1934, Limeira, SP], que deixou numerosa descend\u00eancia do seu cas., em 1888, em Piracicaba, com uma filha do Presidente Prudente de Moraes, membro da importante fam\u00edlia Moraes Barros (v.s.), em S\u00e3o Paulo; V- o neto Rafael da Silveira Melo [- 09.09.1895], filho do primeiro matrim\u00f4nio do item II. Chefe da fam\u00edlia Franco de Melo (v.s.), por seu cas. com Ana Franco de Morais; VI- o neto Dr. Joaquim da Silveira Melo, natural de Piracicaba, filho do primeiro matrim\u00f4nio do item II. Deixou gera\u00e7\u00e3o do seu cas. com Am\u00e9lia Corr\u00eaa [1868, Botucat\u00fai, SP &#8211; 08.11.1940, Santos, SP], filha de Antonio Corr\u00eaa Pacheco e de Ana C\u00e2ndida de Almeida Barros; VII- a bisneta Maria Teresa da Silveira Melo [12.11.1894, Piracicaba, SP -], deputada Estadual, Prefeita de Limeira, SP, e industrial com a firma de beneficiar caf\u00e9 &#8211; <em>M\u00e1quinas S\u00e3o Paulo<\/em>. Com gera\u00e7\u00e3o [Anu\u00e1rio Geneal\u00f3gico Latino, IV, p. 223].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2476\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira4-202x300.jpg\" alt=\"Silveira4\" width=\"202\" height=\"300\" \/><\/a>Silveira Mendon\u00e7a,<\/strong> importante e antiga fam\u00edlia estabelecida em Minas Gerais, \u00e0 qual pertence o brigadeiro Jo\u00e3o Gomes da Silveira Mendon\u00e7a [1781, S\u00e3o Miguel, MG &#8211; 02.07.1827], filho de Jo\u00e3o Gomes Pereira. O brigadeiro Silveira Mendon\u00e7a, foi bacharel em Ci\u00eancias F\u00edsicas e Naturais. Oficial do Ex\u00e9rcito. Assentou Pra\u00e7a no regimento de cavalaria de linha da capitania de Minas Gerais [28.03.1801]. Cadete [17.06.1801]. Alferes [17.09.1807]. Capit\u00e3o [24.08.1808]. Sargento-Mor [13.05.1811]. Tenente-Coronel. Coronel\u00a0 graduado [24.07.1816].\u00a0 Coronel efetivo [06.02.1818]. Brigadeiro graduado [18.03.1822]. Brigadeiro [12.10.1824]. Ajudante de ordens do general inspetor geral de artilharia e fundi\u00e7\u00f5es e inspetor da F\u00e1brica e fundi\u00e7\u00f5es e inpestor da F\u00e1btica de P\u00f3lvora da Estrela.\u00a0 Deputado Constituinte, por Minas Gerais [1823]. Senador do Imp\u00e9rio, por Minas Gerais [1826-1827]. Ministro do Estado dos Neg\u00f3cios da Guerra [1823-1824]. Conselheiro de Estado.\u00a0 Dignit\u00e1rio da Ordem do Cruzeiro. Agraciado, sucessivamente, com os t\u00edtulos de visconde com honras de grandeza do Fanado [Dec. De 12.10.1824] e Marqu\u00eas de Sabar\u00e1 [12.10.1826].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/silveira5.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-2477\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/silveira5.jpg\" alt=\"silveira5\" width=\"130\" height=\"129\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1><\/h1>\n<h1><\/h1>\n<h1>Armas<\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De prata, tr\u00eas faixas de vermelho. Timbre: um urso de prata, armado e lampassado de vermelho, sainte de uma capela de silvas de sua cor.<\/p>\n<p>Os Silveiras descendentes de Wilhelm van der Hagen usam: partido, o primeiro de ouro com uma \u00e1rvore de duas copas de verde, assente em um contra-chefe do mesmo; o segundo de negro, com um le\u00e3o de parat, armado, lampassado e coroado de ouro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1>T\u00edtulos, Morgados e Senhorios em Portugal<\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Bar\u00f5es da Escada \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Bar\u00f5es da Fonte Bela<\/p>\n<p>Bar\u00f5es da Fonte Bela \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Bar\u00f5es da Fonte do Mato<\/p>\n<p>Bar\u00f5es da Silveira \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Bar\u00f5es de Alvito<\/p>\n<p>Bar\u00f5es de Nossa Senhora da Oliveira \u00a0\u00a0\u00a0 Bar\u00f5es de Pa\u00falos<\/p>\n<p>Condes da Ericeira \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Condes da Fonte Bela<\/p>\n<p>Condes de Alvito \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Condes de Amarante<\/p>\n<p>Condes de Caparica \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Condes de Carvalhais<\/p>\n<p>Condes de Lumiares \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Condes de Oriola<\/p>\n<p>Condes de Rio Pardo \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Condes de S\u00e3o Vicente<\/p>\n<p>Condes de Sarzedas \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Condes de Sortelha<\/p>\n<p>Condes de Terena \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Condes de Unh\u00e3o<\/p>\n<p>Condes de Vila Nova de Portim\u00e3o \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Condes do Cabo de Santa Maria<\/p>\n<p>Condes do Prado \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Condes dos Fenais<\/p>\n<p>Marqueses das Minas \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Marqueses de Alvito<\/p>\n<p>Marqueses de Chaves \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Marqueses de Louri\u00e7al<\/p>\n<p>Marqueses de Ponte do Lima \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Marqueses de Valada<\/p>\n<p>Senhores de Alvito \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Senhores de Sarzedas<\/p>\n<p>Viscondes da Silveira \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Viscondes da V\u00e1rzea<\/p>\n<p>Viscondes de Canelas \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Viscondes de S\u00e3o Sebasti\u00e3o<\/p>\n<p>Viscondes de S\u00e3o Valentim \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Viscondes de Sousel<\/p>\n<p>Viscondes de Tinalhas \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Viscondes de Viamonte da Silveira<\/p>\n<p>Viscondes do Cabo de Santa Maria<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><\/h5>\n<h5>Cargos e Profiss\u00f5es no Reino de Portugal<\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Alcaides da Guarda<\/p>\n<p>Alcaides de Castelo Rodrigo<\/p>\n<p>Alcaides de Terena<\/p>\n<p>Alcaides de Viseu<\/p>\n<p>Capit\u00e3es de Diu<\/p>\n<p>Claveiros da Ordem de Cristo<\/p>\n<p>Comendadores de Arguim<\/p>\n<p>Escriv\u00e3es da Puridade<\/p>\n<p>Governadores do Rio de Janeiro<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Silveiras de Destaque em Portugal<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00c1lvaro da Silveira, claveiro da Ordem de Cristo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nascido por volta 1565<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Casamento :<\/strong><br \/>\nCom: Ana de Castro\u00a0 nascida por volta de 1570<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Filhos do Casamento :<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Fern\u00e3o da Silveira , faleceu ainda crian\u00e7a<\/li>\n<li>Francisco da Silveira, claveiro da Ordem de Cristo\u00a0 nascido por volta de 1590 casou-se em 1<sup>\u00aa<\/sup> n\u00fapcias com\u00a0\u00a0 Dona Cec\u00edlia Henriques,\u00a0 casou-se em 2<sup>\u00aa<\/sup> n\u00fapcias com\u00a0 Isabel de Morais<\/li>\n<li>Jo\u00e3o da Silveira, religioso da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho<\/li>\n<li>Manuel da Silveira, religioso da Ordem de S\u00e3o Francisco em Xabregas<\/li>\n<li>Rodrigo da Silveira, doutor em Teologia, deputado da Inquisi\u00e7\u00e3o de \u00c9vora<\/li>\n<li>Jer\u00f3nimo da Silveira<\/li>\n<li>Ant\u00f3nio da Silveira, religioso da Companhia de Jesus<\/li>\n<li>Sim\u00e3o da Silveira<\/li>\n<li>Helena de Castro nascida por volta de\u00a0 1600 casou-se com Ant\u00f3nio Teles de Menezes, 1\u00ba conde de Vila Pouca<\/li>\n<li>In\u00eas de Castro nc<\/li>\n<li>Joana de Castro nc<\/li>\n<li>Leonor de Castro nc<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Francisco da Silveira, claveiro da Ordem de Cristo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nascido por volta de\u00a0 1580<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Casamento I:<\/strong><br \/>\nCom: Dona Cec\u00edlia Henriques\u00a0 nascida por volta de 1580<\/p>\n<p><strong>Casamento II:<\/strong><br \/>\nCom: Isabel de Morais nascida por volta de\u00a0 1590<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Filhos do Casamento I:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Ana da Silveira nascida por volta de\u00a0 1610 casou-se\u00a0 em 1<sup>\u00aa<\/sup> n\u00fapcias com\u00a0 Francisco de Brito de Almeida\u00a0 casou-se em 2<sup>a<\/sup>\u00a0 n\u00fapcias com Dom Br\u00e1s de Castro<\/li>\n<li>Maria da Silveira nc (&#8220;foy falta de juizo e vindo para o Reyno viveo em Casa de sua tia a Condessa de Villa-Pouca)<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Filhos do Casamento II:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>N\u00e3o houve descend\u00eancia deste casamento<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li><strong> \u00c1lvaro da Silveira, governador do Rio de Janeiro<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>*nascido por volta de 1660<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pai:<\/strong> D. Ant\u00f3nio da Silveira (Sortelha)<br \/>\n<strong>M\u00e3e:<\/strong> Catarina de Lima *nascida por volta de 1625<\/p>\n<p><strong>Casamento I:<\/strong><br \/>\nCom: D. Brites Mariana de Menezes e Tavora * nascida em 12.12.1660<\/p>\n<p><strong>Casamento II:<\/strong> 1694<br \/>\nCom: D. Teresa de Bourbon *nascida por volta de em 1680<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Filhos do Casamento I:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>N\u00e3o houve descend\u00eancia deste casamento<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Filhos do Casamento II:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Brites de Bourbon * nascida por volta de 1710 casou-se com Dom Ant\u00f3nio de Almeida<\/li>\n<li>Maria de Bourbon * casou-se com Ant\u00f3nio de Miranda Henriques<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Cargos Ocupados<\/h3>\n<ul>\n<li>Governador do Rio de Janeiro<\/li>\n<li>Comendador de Santa Maria da Sortelha na Ordem de Cristo<\/li>\n<li>Mestre de Campo de Campo Maior<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Alberto Carlos da Silveira<\/strong><\/p>\n<p><strong>*Nascido em Faro, Lagos 25.2.1859 e falecido em Lisboa, Portugal em\u00a0 22.4.1927<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pai:<\/strong> Francisco Alberto da Silveira\u00a0 nascido por volta de 1830<br \/>\n<strong>M\u00e3e:<\/strong> Em\u00edlia Carolina * nascida por volta de 1830<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Casamento I:<\/strong><br \/>\nCom: Carlota Christian * nascida por volta de 1860<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Filhos do Casamento I:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Francisco Alberto da Silveira nascido em 12.11.1886 casou-se com Palmira Em\u00edlia Perestrelo de Alarc\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cargos Ocupados<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>General do ex\u00e9rcito<\/li>\n<li>Ministro da Guerra<\/li>\n<li>Deputado (1911 e 1928)<\/li>\n<li>Senador da rep\u00fablica<\/li>\n<li>Comandante da Pol\u00edcia de Lisboa<\/li>\n<li>Grande oficial da Ordem de S\u00e3o Bento de Avis<\/li>\n<li>Medalha militar de ouro de Comportamento Exemplar<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Francisco Alberto da Silveira<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nascido em 12.11.1886 e falecido em 24.4.1958<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Casamento :<\/strong> Lisboa, Lisboa 2.9.1911<br \/>\nCom: Palmira Em\u00edlia Perestrelo de Alarc\u00e3o nascida em 2.9.1891<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Filhos do Casamento :<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Alberto Alarc\u00e3o da Silveira * casou-se com Gracinda<\/li>\n<li>Maria Helena Perestrello d&#8217; Alarc\u00e3o Silveira\u00a0 casou-se com Fernando No\u00e9 Garrido dos Santos<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Filhos fora do casamento<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Manuel da Silveira<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira6.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-2478\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Silveira6.jpg\" alt=\"Silveira6\" width=\"208\" height=\"240\" \/><\/a>WILHELM VAN DER HAGHE OU<\/h4>\n<p><strong>HAEGEN GUILHERME DA SILVEIRA<\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n<p>Pode parecer incr\u00edvel, mas as origens dos SILVEIRA DE SOUZA s\u00e3o holandesas e n\u00e3o portuguesas como pode parecer. A explica\u00e7\u00e3o \u00e9 bem mais simples do que parece; sen\u00e3o vejamos.<\/p>\n<p>Provem esta fam\u00edlia de WILHELM VAN DER HAGEN, membros da nobreza flamenga que passou aos a\u00e7ores.<\/p>\n<p>Em 1466, D Duarte doou as ilhas para sua irm\u00e3 D. Isabel de Borgonha, duquesa de Flandres. Dando in\u00edcio assim, pelos flamengos que se recuperavam da Guerra dos Cem anos, a coloniza\u00e7\u00e3o oficial das ilhas a\u00e7orianas.<\/p>\n<p>Os Silveira s\u00e3o de origem Flamenga, descendentes de WILHELM VAN DER HAGHE OU HAEGEN ou VANDARAGA ou CASMACA, que no fim do s\u00e9culo XV, juntamente com sua mulher MARGARIDA DA ZAMBUJA, passou do Condado de Flandres , flagelada pela Guerra dos Cem Anos, (casa de Maestrich) para uma das nove ilhas Flamengas (como inicialmente ficou conhecido o arquip\u00e9lago) e depois ARQUIPELAGO DOS A\u00c7ORES (nome que alude \u00e0s \u00e1guias de asa redonda que fugiam aos bandos quando as embarca\u00e7\u00f5es portuguesas se aproximavam da costa).<br \/>\nPor volta do s\u00e9culo XV o nobre Flamengo WILLIAN VEM DER HAEGEN aportou, vindo de Flandres e de Portugal continental, na ilha de Fayal, com seus bens, fam\u00edlia, escravos, oficiais mec\u00e2nicos de todos os of\u00edcios e suas mulheres em dois barcos . N\u00e3o se adaptando \u00e0 ilha de Fayal, esteve na ilha Terceira e na das Flores e com licen\u00e7a da infanta D. Brites, viuva do infante D. Fernando, GUILHERME VAN DER HAEGEN foi povoar o TOPO, a ponta oriental da ilha de S. Jorge.<br \/>\nA primeira refer\u00eancia tida como hist\u00f3rica relativa a ilha de S\u00e3o Jorge data do final do s\u00e9culo XV .<\/p>\n<p>\u00c0 mulher de Guilherme Casmaca chama Frutuoso de Margarida da Sabuya; outros, de Azambuja; outros Sabina, Sabuia, e Sabuio. A senhora Margarida sup\u00f5e-se flamenga. E sendo raro ent\u00e3o que as mulheres usassem apelido diferente do que usavam seus maridos, n\u00e3o teria ela simplesmente o do homem com quem casara, que traduzido em portugu\u00eas era o de Silveira?<\/p>\n<p>Com efeito, \u00e9 graficamente semelhante Sylveyra com Sabuya, ou Zambuja, dando lugar ao erro de leitura ou de interpreta\u00e7\u00e3o, a m\u00e1 ou duvidosa caligrafia do referido apelido?<\/p>\n<p>O nobre flamengo William Van der Haegen, (mais tarde este nome foi traduzido para o portugu\u00eas como SILVEIRA), dando este nobre origem a todos os Silveiras de s\u00e3o Jorge e a grande parte dos que pelos A\u00e7ores e pelo mundo se espalharam. Tendo criado no Topo uma povoa\u00e7\u00e3o, veio nela a morrer, j\u00e1 com o seu nome traduzido para Guilherme da Silveira.<\/p>\n<p>O nome VAN DER HAEGEN traduziu-se para o portugu\u00eas no voc\u00e1bulo correspondente que era SILVEIRA, e que nada tem a ver com os SILVEIRAS de Portugal, tendo-se generalizado na ilha de S. Jorge em todas as classes sociais. Alguns conservaram a denomina\u00e7\u00e3o original porem rapidamente deturpada em VANDRAGA.<br \/>\nVAN DER HAEGEN, obteve de el-rei D. JO\u00c3O II, de que fala uma justifica\u00e7\u00e3o de nobreza, a confirma\u00e7\u00e3o do bras\u00e3o d\u00b4armas da fam\u00edlia VAN DER HAGHE que seus ascendentes usavam em FLANDRES.<\/p>\n<p>Obteve de D. Jo\u00e3o II carta de confirma\u00e7\u00e3o de armas que haviam os seus ascendentes usado na Flandres e a sua descend\u00eancia traduziu o nome para portugu\u00eas para o voc\u00e1bulo correspondente, que era Silveira. Alguns, no entanto, conservaram a denomina\u00e7\u00e3o primitiva, rapidamente deturpada em Vandraga ou Vandaraga. \u00c9 uma fam\u00edlia que se espalha por todas as ilhas A\u00e7orianas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Afr\u00e2nio Mello &#8211; ATENDIMENTO N\u00daMERO 492<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[656],"class_list":["post-2471","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-afranio"],"aioseo_notices":[],"aioseo_head":"\n\t\t<!-- All in One SEO 4.9.8 - aioseo.com -->\n\t<meta name=\"description\" content=\"Afr\u00e2nio Mello - ATENDIMENTO N\u00daMERO 492 Caro F\u00e1bio, N\u00e3o resisti e estou enviado para voc\u00ea o arquivo geneal\u00f3gico do seu sobrenome. S\u00e3o 17 p\u00e1ginas e 3 bras\u00f5es. Voc\u00ea pode fazer belos quadros dos bras\u00f5es e coloc\u00e1-los em sua sala. Muitos de seus amigos e parentes que o visitarem v\u00e3o ficar encantados. 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Neste edi\u00e7\u00e3o, familia MELLI.","author":"Helio Rubens","date":"24 de novembro de 2017","format":false,"excerpt":"Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello - ATENDIMENTO N\u00daMERO 929 Prezado Johny, boa tarde. Nunca havia escutado antes a men\u00e7\u00e3o do Sobrenome MELLI. N\u00e3o tenho esse sobrenome no meu arquivo. Nos Sites que costume pesquisar, nada encontrei. O que achei, sem custo, para manter o meu atendimento \u00e9 o que segue\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/afranio.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":3983,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=3983","url_meta":{"origin":2471,"position":1},"title":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a familia Matias","author":"Helio Rubens","date":"29 de dezembro de 2015","format":false,"excerpt":"Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTO N\u00daMERO 590 \u00a0 Cara Francisca,boa tarde quase noite. \u00a0 Os arquivos comppletos que envio atendem s\u00f3 aos solicitantes. 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Com prazer atendo seu pedido e vai anexado : MELLO....................................\u00a0 44 p\u00e1ginas e 2 bras\u00f5es ; SILVEIRA.................................\u00a0 17 p\u00e1ginas e 3 bras\u00f5es. Abaixo um resumo tirado dos arquivos principais. Para ilustra\u00e7\u00e3o\u00a0da publica\u00e7\u00e3o no jornal ROL\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":34471,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=34471","url_meta":{"origin":2471,"position":4},"title":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a fam\u00edlia Nunes","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"16 de outubro de 2020","format":false,"excerpt":"Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a fam\u00edlia NUNES ATENDIMENTO N\u00daMERO 1.300 Prezado Jos\u00e9 Luiz, bom dia. Atendendo sua solicita\u00e7\u00e3o envio o arquivo de genealogia do sobrenome NUNES. Voc\u00ea marca uma posi\u00e7\u00e3o no envio de arquivos via Jornal Cultural ROL. \u00c9 o atendimento\u00a0de n\u00famero 1.300 com um n\u00famero projetado de 32.500\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/afranio-150x150-1.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":5649,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=5649","url_meta":{"origin":2471,"position":5},"title":"Genealogia: Afr\u00e2nio Mello fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a familia SANTOS","author":"Helio Rubens","date":"22 de julho de 2016","format":false,"excerpt":"Afr\u00e2nio Franco de Oliveira Mello - ATENDIMENTO N\u00daMERO 759 \u00a0 Prezado Jos\u00e9, boa noite. Atendendo sua solicita\u00e7\u00e3o encaminho o arquvi do sobrenome SANTOS. SANTOS............................... 27 p\u00e1ginas e 11 bras\u00f5es e mais 9 bras\u00f5es em separado. Poder\u00e1 fazer in\u00fameros quadros com os bras\u00f5es e , tenha certeza, ficam muito bonitos. 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