{"id":28057,"date":"2019-06-24T17:01:27","date_gmt":"2019-06-24T20:01:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=28057"},"modified":"2019-06-24T17:01:27","modified_gmt":"2019-06-24T20:01:27","slug":"marcelo-paiva-pereira-a-construcao-da-cidade-o-mito-fundador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=28057","title":{"rendered":"Marcelo Paiva Pereira: &#039;A constru\u00e7\u00e3o da cidade: o mito fundador&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F28057&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F28057&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_10780\" aria-describedby=\"caption-attachment-10780\" style=\"width: 136px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/12181-2\/marcleo-paiva-pereira\/\" rel=\"attachment wp-att-10780\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-10780\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/marcleo-paiva-pereira-247x300.jpg\" alt=\"\" width=\"136\" height=\"165\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-10780\" class=\"wp-caption-text\">Marcelo Augusto Paiva Pereira<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>A CONSTRU\u00c7\u00c3O DA CIDADE: O MITO FUNDADOR<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/marcelo-paiva-pereira-a-construcao-da-cidade-o-mito-fundador\/domus-italica\/\" rel=\"attachment wp-att-28058\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-28058 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Domus-Italica-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a>Desde os prim\u00f3rdios da Idade Antiga, as cidades s\u00e3o constru\u00eddas para satisfazer as necessidades e interesses das sociedades. Os fundamentos ontol\u00f3gicos das cidades s\u00e3o a natureza (ou origem), o tempo, o espa\u00e7o, a condi\u00e7\u00e3o humana e as regras institu\u00eddas, as quais resultam da identidade e da complexidade das v\u00e1rias culturas que as ergueram.<\/p>\n<p>As concep\u00e7\u00f5es metaf\u00edsicas (ess\u00eancia das coisas, como s\u00e3o os conceitos, no\u00e7\u00f5es, cren\u00e7as, afetividades, imagens e expectativas) s\u00e3o a identidade hist\u00f3rica de cada cultura e servem de suporte para conhecer e compreender o passado. Neste contexto, as concep\u00e7\u00f5es de espa\u00e7o dependem do conceito de mito \u2013 cren\u00e7a na exist\u00eancia do surreal \u2013 para justificar as cidades.<\/p>\n<p>O mito era elemento psicol\u00f3gico e cultural dos povos antigos. Na Idade Antiga, mitos e ideologias eram fontes de normas de ordena\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o na arquitetura e no urbanismo. \u00c0 cidade ou \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de qualquer edif\u00edcio atribu\u00edam o <em>\u201cstatus\u201d<\/em> de ato ritual. Edificar era ato de poder e os ritos de implanta\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o eram ritos de soberania.<\/p>\n<p>Os ritos com os quais se erguiam as cidades e edif\u00edcios eram cumpridos por reis e sacerdotes em obedi\u00eancia a modelos ancestrais ou celestiais e conectavam o mundo material das cidades com as concep\u00e7\u00f5es metaf\u00edsicas (transcendentes). Dentre os modelos celestiais havia o princ\u00edpio do curso do sol, que definiu as primeiras bases do espa\u00e7o regrado e as normas espec\u00edficas de distribui\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o (dividiam o espa\u00e7o e definiam a hierarquia social). Pal\u00e1cios e templos eram fontes de produ\u00e7\u00e3o normativa e das realiza\u00e7\u00f5es urbanas.<\/p>\n<p>Nas sociedades gregas a esfera do sagrado \u2013 templos e altares \u2013 definia o espa\u00e7o na delimita\u00e7\u00e3o do n\u00facleo simb\u00f3lico e o separava da \u00e1rea de habita\u00e7\u00e3o, com\u00e9rcio, servi\u00e7os e dos limites urbanos. Em raz\u00e3o da esfera do sagrado organizar somente o n\u00facleo simb\u00f3lico, as outras \u00e1reas urbanas eram mal distribu\u00eddas, sem ordem ou racionalidade na organiza\u00e7\u00e3o espacial.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo V a.C., o arquiteto Hip\u00f3damo de Mileto redesenhou o Pireu (porto de Atenas) sob plano ortogonal com quadras ordenadas em forma de grade, que em seguida o utilizou para reformar as cidades de Mileto, Priene e Olinto (estas se tornaram modelos urbanos hipod\u00e2micos).<\/p>\n<p>Hip\u00f3damo entendia o projeto urbano como fonte de uma ordem social racional. Nele influiu a ideologia da isonomia (simetria e proporcionalidade), ideal geom\u00e9trico da igualdade que, institucionalizado, legitimou a democracia cl\u00e1ssica e mensurou a ordem social. As escolas dele e de Hip\u00f3crates (\u201cpai\u201d da medicina) acolhiam as propriedades do corpo, a ordem do espa\u00e7o e a circula\u00e7\u00e3o dos elementos. Com estes conceitos Hip\u00f3damo entendia a cidade ordenada como o lugar do corpo sadio.<\/p>\n<p>Da atua\u00e7\u00e3o de Hip\u00f3damo resultou uma nova teoria urban\u00edstica, pela qual o plano urbano \u00e9 desenhado em medidas de propor\u00e7\u00e3o entre elas (isonomia geom\u00e9trica), ao encontro da nova ideologia da cidade (isonomia social e institucional), que Alexandre Magno a difundiu.<\/p>\n<p>Na sociedade romana o mito da funda\u00e7\u00e3o de Roma \u2013 rito fundador \u2013 era a norma pela qual o rei (<em>\u201crex\u201d<\/em>) realizava com linhas retas o tra\u00e7ado do territ\u00f3rio nacional (reino do sagrado) e o separavam do estrangeiro (reino do profano).<\/p>\n<p>O centro da cidade era definido por duas retas ortogonais, em que uma fixava a orienta\u00e7\u00e3o norte-sul (<em>\u201ccardus\u201d<\/em>), enquanto a outra fixava a orienta\u00e7\u00e3o leste-oeste (<em>\u201cdecumanus\u201d<\/em>). No cruzamento de ambas estava o <em>\u201cumbilicus\u201d<\/em> e sob ele estava o <em>\u201cmundus\u201d<\/em>, c\u00e2mara subterr\u00e2nea na qual enterravam-se oferendas em favor dos deuses. Os limites das cidades chamavam-se <em>\u201cpromerius\u201d<\/em>. O rito fundador era imitado para definir o centro urbano, a distribui\u00e7\u00e3o das quadras e ruas e posicionar as habita\u00e7\u00f5es (<em>\u201cdomus italica\u201d<\/em>).<\/p>\n<p>As habita\u00e7\u00f5es romanas \u2013 <em>\u201cdomus italica\u201d <\/em>\u2013 eram um modelo de origem etrusca, constitu\u00edam-se do <em>\u201cimpluvium\u201d <\/em>(reposit\u00f3rio das \u00e1guas pluviais), o <em>\u201cperistilo\u201d<\/em> (espa\u00e7o aberto contornado por colunas); o <em>\u201catrium\u201d<\/em> (corredores circundantes do <em>\u201cimpluvium\u201d<\/em>) e a <em>\u201cvilla\u201d<\/em> (conjunto de c\u00e9lulas habitacionais ao redor do <em>\u201catrium\u201d<\/em>e do <em>\u201cimpluvium\u201d<\/em>). O desenho arquitet\u00f4nico era introspectivo (voltado para o centro das habita\u00e7\u00f5es), recebia \u00e1gua e luz naturais (fontes da vida) e as distribu\u00eda pelos espa\u00e7os de circula\u00e7\u00e3o e de moradia.<\/p>\n<p>S\u00e9culos se passaram desde a Idade Antiga at\u00e9 a atualidade. Neste per\u00edodo, em muitas foram as descobertas (como as novas rotas comerciais), muitas inova\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, cient\u00edficas e muitas cidades foram erguidas, principalmente no novo mundo que surgia, a Am\u00e9rica. Neste continente encontra-se nosso pa\u00eds e Bras\u00edlia (capital federal), que tamb\u00e9m tem o pr\u00f3prio mito de funda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Bras\u00edlia, o mito de funda\u00e7\u00e3o \u00e9 a vis\u00e3o prof\u00e9tica de Dom Bosco, padroeiro da cidade, que previu a constru\u00e7\u00e3o da capital federal no planalto central do Brasil. Sem \u00f3bice deste mito, a legisla\u00e7\u00e3o p\u00e1tria previa a constru\u00e7\u00e3o da capital no centro do pa\u00eds para protege-la de invas\u00f5es estrangeiras, desenvolver e integrar todas as regi\u00f5es, inclusive as mais long\u00ednquas.<\/p>\n<p>Foi na administra\u00e7\u00e3o de Juscelino Kubitschek \u2013 1956 a 1961 \u2013 que a expectativa se realizou, na forma do plano piloto desenhado por L\u00facio Costa e preenchido com os edif\u00edcios desenhados por Oscar Niemeyer. Ambos pertenceram \u00e0 escola modernista, que veio ao Brasil em fevereiro de1922 com a Semana de Arte Moderna, ocorrida em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>O modernismo reorganizou o espa\u00e7o para suprir as necessidades oriundas da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial e do capitalismo. Diante da nova sociedade que surgia, os objetivos do planejamento urbano foram a moradia, o trabalho, a circula\u00e7\u00e3o e o lazer. Pretendia-se por um novo estilo de vida, igualit\u00e1ria, que modificou por inteiro o tecido urbano e introduziu novos (conceitos de) edif\u00edcios (por exemplo, o uso do a\u00e7o e, posteriormente, do concreto).<\/p>\n<p>O projeto e a constru\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia seguiram esses objetivos, princ\u00edpios informadores do modernismo na primeira metade do s\u00e9culo XX, e prometia ser o s\u00edmbolo da ordem, progresso e desenvolvimento os quais o pa\u00eds estava conhecendo. Assim como nas sociedades da Idade Antiga, no Brasil de meados do s\u00e9culo XX havia as cren\u00e7as e expectativas de surgir uma na\u00e7\u00e3o forte e soberana.<\/p>\n<p>CONCLUS\u00c3O<\/p>\n<p>Na Idade Antiga as cidades eram constru\u00eddas conforme os mitos e ideologias que compunham modelos ancestrais ou celestiais, vers\u00f5es aprior\u00edsticas da tipologia urbana a ser seguida pelo rei ou sacerdote. Gregos e romanos pensaram a constru\u00e7\u00e3o da cidade sob o modelo ancestral, mas os gregos as redesenharam com suporte na isonomia geom\u00e9trica, enquanto os romanos as desenharam com suporte nas linhas que demarcavam os limites da cidade (<em>\u201cpromerius\u201d<\/em>), do centro (<em>\u201cumbilicus\u201d <\/em>e <em>\u201cmundus\u201d<\/em>) e das habita\u00e7\u00f5es (<em>\u201cdomus italica\u201d<\/em>).<\/p>\n<p>Na Idade Contempor\u00e2nea, Bras\u00edlia surgiu como a realiza\u00e7\u00e3o de uma profecia em concomit\u00e2ncia aos interesses pol\u00edticos e econ\u00f4micos de desenvolver o pa\u00eds \u00e0 luz do modernismo, que em 1922 se instalou no Brasil e atendeu aos desejos de modificar os projetos urbanos e os costumes sociais, com vistas \u00e0 uma nova ordem social e ao progresso do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em suma, a constru\u00e7\u00e3o da cidade tem origem nos prim\u00f3rdios da Idade Antiga e desde aquele per\u00edodo havia regras de elabora\u00e7\u00e3o que emanavam dos poderes de soberania ou da ordem social, com o objetivo de criar um Estado forte, rico, desenvolvido e soberano. A diferen\u00e7a para a \u00e9poca atual est\u00e1 na justifica\u00e7\u00e3o: enquanto naquele tempo eram os mitos e ritos suas bases, atualmente s\u00e3o os interesses econ\u00f4micos, sociais e pol\u00edticos. Nada a mais.<\/p>\n<p>Marcelo Augusto Paiva Pereira.<\/p>\n<p>(o autor \u00e9 arquiteto e urbanista)<\/p>\n<p>FONTES DE PESQUISA<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.lume.ufrgs.br\/bitstream\/handle\/10183\/31509\/000289093.pdf?sequence=1\">https:\/\/www.lume.ufrgs.br\/bitstream\/handle\/10183\/31509\/000289093.pdf?sequence=1<\/a>. Acessado aos 23.06.2016.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/docplayer.com.br\/12212327-Arquitetura-modernista-e-a-transformacao-do-espaco-urbano-uma-reflexao-sobre-a-construcao-de-brasilia-e-suas-contradicoes.html\">http:\/\/docplayer.com.br\/12212327-Arquitetura-modernista-e-a-transformacao-do-espaco-urbano-uma-reflexao-sobre-a-construcao-de-brasilia-e-suas-contradicoes.html<\/a>. Acessado aos 27.06.2016.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Hip%C3%B3damo_de_Mileto\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Hip%C3%B3damo_de_Mileto<\/a>. Acessado aos 27.06.2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cSITE\u201d DA IMAGEM<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.slideshare.net\/AngySilva\/roman-houses-131954442\">https:\/\/pt.slideshare.net\/AngySilva\/roman-houses-131954442<\/a>. Acessado aos 24.06.2019.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A CONSTRU\u00c7\u00c3O DA CIDADE: O MITO FUNDADOR<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[947,1045,1932,2297,5735],"class_list":["post-28057","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-antiguidade","tag-arquitetura","tag-cidades","tag-construcoes","tag-modernidade"],"aioseo_notices":[],"views":557,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":32192,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=32192","url_meta":{"origin":28057,"position":0},"title":"Marcelo Augusto Paiva Pereira: &#039;Urbi et orbi: por um novo urbanismo&#039;","author":"Marcelo Paiva Pereira","date":"25 de junho de 2020","format":false,"excerpt":"Urbi et orbi: por um novo urbanismo As cidades ao redor do mundo s\u00e3o o lugar no qual nossa esp\u00e9cie se realiza, na raz\u00e3o das nossas atividades. 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