{"id":28470,"date":"2019-07-10T22:54:12","date_gmt":"2019-07-11T01:54:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=28470"},"modified":"2019-07-10T22:54:12","modified_gmt":"2019-07-11T01:54:12","slug":"maria-dolores-tucunduva-nove-de-julho-data-significativa-para-nos-paulistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=28470","title":{"rendered":"Maria Dolores Tucunduva: &#039;Nove de Julho Data Significativa Para N\u00f3s Paulistas !&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F28470&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F28470&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><div>\n<div class=\"_1t_p clearfix\">\n<div class=\"_41ud\">\n<div class=\"clearfix _o46 _3erg _29_7 direction_ltr text_align_ltr\">\n<div id=\"js_3c\" class=\"_3058 _ui9 _hh7 _6ybn _s1- _52mr _3oh-\" data-tooltip-content=\"Ter\u00e7a 11:26\" data-hover=\"tooltip\" data-tooltip-position=\"left\">\n<div style=\"text-align: center;\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Nove de Julho Data Significativa Para  N\u00f3s Paulistas !\n\nA Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados.\nA repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba.\nO Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista.\nOs comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.\"><\/p>\n<figure id=\"attachment_23879\" aria-describedby=\"caption-attachment-23879\" style=\"width: 240px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/maria-dolores-tucunduva-o-triste-final-de-dom-pedro-ii\/foto-maria-dolores-tucunduva\/\" rel=\"attachment wp-att-23879\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"23879\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=23879\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Foto-Maria-Dolores-Tucunduva.jpg\" data-orig-size=\"240,240\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Foto Maria Dolores Tucunduva\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Maria Dolores Tucunduva&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Foto-Maria-Dolores-Tucunduva.jpg\" class=\"size-full wp-image-23879\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Foto-Maria-Dolores-Tucunduva.jpg\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"240\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-23879\" class=\"wp-caption-text\">Maria Dolores Tucunduva<\/figcaption><\/figure>\n<h2><strong>Nove de Julho Data Significativa Para N\u00f3s Paulistas !<\/strong><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"_aok\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Nove de Julho Data Significativa Para  N\u00f3s Paulistas !\n\nA Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados.\nA repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba.\nO Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista.\nOs comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<div class=\"_aok\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Nove de Julho Data Significativa Para  N\u00f3s Paulistas !\n\nA Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados.\nA repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba.\nO Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista.\nOs comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.\"><span class=\"_3oh- _58nk\">A Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.\u00a0 <\/span><\/div>\n<div class=\"_aok\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Nove de Julho Data Significativa Para  N\u00f3s Paulistas !\n\nA Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados.\nA repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba.\nO Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista.\nOs comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.\"><span class=\"_3oh- _58nk\">As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. <\/span><\/div>\n<div class=\"_aok\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Nove de Julho Data Significativa Para  N\u00f3s Paulistas !\n\nA Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados.\nA repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba.\nO Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista.\nOs comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.\"><span class=\"_3oh- _58nk\">No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados. A repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. <\/span><\/div>\n<div class=\"_aok\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Nove de Julho Data Significativa Para  N\u00f3s Paulistas !\n\nA Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados.\nA repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba.\nO Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista.\nOs comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.\"><span class=\"_3oh- _58nk\">No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. <\/span><\/div>\n<div class=\"_aok\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Nove de Julho Data Significativa Para  N\u00f3s Paulistas !\n\nA Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados.\nA repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba.\nO Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista.\nOs comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.\"><span class=\"_3oh- _58nk\">Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba. <\/span><\/div>\n<div class=\"_aok\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Nove de Julho Data Significativa Para  N\u00f3s Paulistas !\n\nA Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados.\nA repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba.\nO Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista.\nOs comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.\"><span class=\"_3oh- _58nk\">O Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. <\/span><\/div>\n<div class=\"_aok\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Nove de Julho Data Significativa Para  N\u00f3s Paulistas !\n\nA Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados.\nA repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba.\nO Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista.\nOs comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.\"><span class=\"_3oh- _58nk\">Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista. Os comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio de Janeiro e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. <\/span><\/div>\n<div class=\"_aok\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Nove de Julho Data Significativa Para  N\u00f3s Paulistas !\n\nA Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932 aconteceu em S\u00e3o Paulo e foi uma insurrei\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao novo quadro pol\u00edtico que se instaurou no pa\u00eds ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.As elites paulistas, as classes mais favorecidas pelo sistema que vigorou na Primeira Rep\u00fablica, almejavam, com essa agita\u00e7\u00e3o, reaver o dom\u00ednio pol\u00edtico que haviam perdido com a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Al\u00e9m deste fato, a demora do governo provis\u00f3rio de Get\u00falio Vargas em convocar a Assembl\u00e9ia Constituinte suscitava muita insatisfa\u00e7\u00e3o, especialmente no Estado de S\u00e3o Paulo. No come\u00e7o do ano de 1932, o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Democr\u00e1tico (PD) lan\u00e7am uma campanha a favor da Carta Constitucional do pa\u00eds e do t\u00e9rmino da interfer\u00eancia federal nos estados.\nA repercuss\u00e3o popular \u00e9 grande, o sentimento de patriotismo brota nos cora\u00e7\u00f5es paulistas, tornando mais forte o ideal de liberdade e a disposi\u00e7\u00e3o de se lutar por ele. No dia 23 de maio de 1932, durante a realiza\u00e7\u00e3o de um ato pol\u00edtico no centro da cidade de S\u00e3o Paulo, a pol\u00edcia co\u00edbe os manifestantes, ocasionando a morte de quatro estudantes. Em homenagem a esses quatro jovens, o movimento passa a chamar-se MMDC \u2013 iniciais de Martins, Miragaia, Dr\u00e1usio e Camargo, os mortos \u2013 e amplia a base de apoio entre a classe m\u00e9dia. Em 9 de julho come\u00e7a a rebeli\u00e3o armada, est\u00e1 deflagrada a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Um grande n\u00famero de civis ingressa espontaneamente no corpo de infantaria e \u00e9 transferido para as tr\u00eas grandes frentes de batalha, no limite entre Minas Gerais, Paran\u00e1 e Vale do Para\u00edba.\nO Estado se mobiliza, milhares de pessoas de todas as classes sociais doam pratarias, j\u00f3ias e alian\u00e7as para ajudar financeiramente a revolu\u00e7\u00e3o e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Fiesp \u2013 incumbiu as empresas brasileiras de fabricar armamento militar. Organiza\u00e7\u00f5es civis forneciam fardas, aux\u00edlio, alimento e ajudavam na inscri\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios. Todo o Estado, unido, trabalhava com garra para a vit\u00f3ria da causa paulista.\nOs comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertoldo Klinger e Euclydes Figueiredo, no entanto, sabiam que as for\u00e7as federais eram superiores. Eles contam com a uni\u00e3o e a ajuda garantida por outros estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas o apoio n\u00e3o chega, e S\u00e3o Paulo \u00e9 cercado pelas tropas legalistas. Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.\"><span class=\"_3oh- _58nk\">Ap\u00f3s ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o ex\u00edlio dos l\u00edderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendi\u00e7\u00e3o em 3 de outubro de 1932.<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nove de Julho Data Significativa Para N\u00f3s Paulistas !<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[7534],"class_list":["post-28470","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-revolucao-de-32"],"aioseo_notices":[],"views":612,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":9770,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=9770","url_meta":{"origin":28470,"position":0},"title":"Maria Dolores Tucunduva &#8211; &#039;25 de abril-Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos em Portugal&#039;","author":"Helio Rubens","date":"26 de abril de 2017","format":false,"excerpt":"Maria Dolores Tucunduva - '25 de abril-Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos em Portugal' Data 25 de abril de 1974 Resultado Fim do regime Estado Novo In\u00edcio do Processo Revolucion\u00e1rio em Curso Instaura\u00e7\u00e3o da Democracia Revolu\u00e7\u00e3o de 25 de Abril, conhecida, efetivamente, como Revolu\u00e7\u00e3o dos cravos1 , refere-se a um per\u00edodo da hist\u00f3ria\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/maria-dolores-tucunduva.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":11429,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=11429","url_meta":{"origin":28470,"position":1},"title":"Cap\u00e3o Bonito ter\u00e1 exposi\u00e7\u00e3o para comemorar a Revolu\u00e7\u00e3o de 32","author":"Helio Rubens","date":"6 de julho de 2017","format":false,"excerpt":"Cap\u00e3o Bonito ter\u00e1 exposi\u00e7\u00e3o para comemorar a Revolu\u00e7\u00e3o de 32 \u00a0 SEMANA DA REVOLU\u00c7\u00c3O DE 32 Para resgatar uma das mais importantes datas hist\u00f3ricas do Estado de S\u00e3o Paulo - o 9 de Julho -, a cidade de Cap\u00e3o Bonito organizar\u00e1 uma exposi\u00e7\u00e3o especial com objetos da Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/cartaz-32-211x300.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":13734,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=13734","url_meta":{"origin":28470,"position":2},"title":"Maria Dolores Tucunduva: &#039;Empatia&#039;","author":"Helio Rubens","date":"11 de outubro de 2017","format":false,"excerpt":"Maria Dolores Tucunduva: 'Empatia' \u00a0 Se eu fosse apontar uma \u00daNICA causa para os males do mundo, n\u00e3o hesitaria em apontar a falta generalizada de EMPATIA. 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