{"id":28843,"date":"2019-07-30T12:40:15","date_gmt":"2019-07-30T15:40:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=28843"},"modified":"2019-07-30T12:40:15","modified_gmt":"2019-07-30T15:40:15","slug":"marcelo-pereira-cidades-medievais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=28843","title":{"rendered":"Marcelo Paiva Pereira: &#039;Cidades Medievais&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F28843&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F28843&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><\/h2>\n<figure id=\"attachment_28889\" aria-describedby=\"caption-attachment-28889\" style=\"width: 226px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/nova-foto-31-jul-19\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"28889\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=28889\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/nova-foto-31-jul-19.jpg\" data-orig-size=\"271,359\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"nova foto 31 jul 19\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Marcelo Paiva Pereira&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Marcelo Augusto Paiva Pereira&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/nova-foto-31-jul-19.jpg\" class=\"size-medium wp-image-28889\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/nova-foto-31-jul-19-226x300.jpg\" alt=\"\" width=\"226\" height=\"300\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-28889\" class=\"wp-caption-text\">Marcelo Augusto Paiva Pereira<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\">CIDADES MEDIEVAIS<!--more--><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_28846\" aria-describedby=\"caption-attachment-28846\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/marcelo-pereira-cidades-medievais\/cidades\/\" rel=\"attachment wp-att-28846\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-28846\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Cidades-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-28846\" class=\"wp-caption-text\">Modelo de cidade da Baixa Idade M\u00e9dia.<br \/>Desenho de autoria de Marcelo A. Paiva Pereira.<\/figcaption><\/figure>\n<p>As cidades medievais tem diversas origens, das quais as invas\u00f5es germ\u00e2nicas (s\u00e9culo V), \u00e1rabes (s\u00e9culo VIII) e normandas (s\u00e9culo IX) s\u00e3o causas externas, enquanto o renascimento comercial e urbano s\u00e3o causas internas. Todas tiveram influ\u00eancia, na raz\u00e3o dos interesses econ\u00f4micos e sociais. O presente texto abordar\u00e1, mesmo superficialmente, as origens dessas cidades, como abaixo segue.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Surgiram as cidades medievais do esvaziamento das cidades (\u201c<em>cit\u00e9s<\/em>\u201d) romanas e das \u201cgranjas capitalistas\u201d, quando das invas\u00f5es b\u00e1rbaras do Imp\u00e9rio Romano (476), conduzidas por Odoacro, e o \u00eaxodo urbano. Posteriormente, surgiram das cidades de ades\u00e3o e das bastides (ou da bastida).<\/p>\n<p>Ao ocuparem as cidades romanas, ergueram os castelos dos conquistadores e as muralhas, inicialmente de madeira ou de terra com rochas. Essas cidades tinham plano urbano organizado em quadr\u00edculas.<\/p>\n<p>Ao ocuparem as \u201cgranjas capitalistas\u201d, transformaram-nas nos primeiros feudos, cujos senhores feudais implantaram seus castelos e as habita\u00e7\u00f5es dos castel\u00f5es (servi\u00e7ais dos castelos) e as cercaram por muralhas \u2013 de pedra para os castelos \u2013 de madeira para a \u00e1rea ocupada pelas outras habita\u00e7\u00f5es. Referidas eram implantadas desordenadamente, porque tinham natureza de vila campesina e n\u00e3o de cidade (\u201c<em>cit\u00e9<\/em>\u201d).<\/p>\n<p>As cidades de ades\u00e3o tem origem em castelos ou mosteiros que, pela proximidade com n\u00facleos urbanos maiores ou mais poderosos, a eles aderiram e formaram uma s\u00f3 cidade; podiam ser amuralhadas ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>Na Alta Idade M\u00e9dia os elementos da cidade medieval eram o castelo, a muralha (muro, torres e port\u00f5es), cintur\u00f5es externos e internos e pontes levadi\u00e7as. Tinham natureza defensiva.<\/p>\n<p>Ao surgir a cidade de bastida, na comuna de \u201c<em>Aigues Mortes<\/em>\u201d no s\u00e9culo XII (Baixa Idade M\u00e9dia), as cidades medievais adquiriram outra configura\u00e7\u00e3o: deixaram de ser campesinas para serem urbanas e se separaram das \u00e1reas rurais pelas muralhas, que reordenou a urbaniza\u00e7\u00e3o delas.<\/p>\n<p>Bastida \u00e9 uma cidade de natureza defensiva, planejada com padr\u00e3o urbano romano (organizada em quadr\u00edculas) e cercada com muralhas de pedras. Erguida ao S da Fran\u00e7a, pr\u00f3xima de \u201c<em>Montpellier<\/em>\u201d, serviu de paradigma \u00e0s novas cidades medievais.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o social e urbana das cidades medievais teve transforma\u00e7\u00f5es ao longo do tempo, resultantes do crescimento demogr\u00e1fico experimentado nos s\u00e9culos XII ao XV. De um inicial conjunto de habita\u00e7\u00f5es aos castel\u00f5es, distribu\u00eddas num emaranhado de caminhos (d\u00e9dalo urbano), adquiriram planejamento em quadr\u00edculas, muralhas de pedras e no per\u00edodo da Baixa Idade M\u00e9dia acolheram artes\u00e3os, comerciantes, ordens mendicantes (dominicanos, franciscanos, carmelitas e agostinianos), Igrejas, pra\u00e7as, mercados, hospitais e universidades.<\/p>\n<p>Ao longo do per\u00edodo medieval os senhores feudais admitiam alguma mobilidade mercantil ao redor do lado externo dos burgos (muros), na regi\u00e3o dos seus feudos. Assim faziam para tributar a mercancia desses alde\u00f5es e aumentar o tesouro do senhor feudal.<\/p>\n<p>O surgimento das cidades acolheu a mercancia pelos citadinos (habitantes); mas, as que eram muito fortificadas retardaram o desenvolvimento da mercancia, porque as defesas obstaram as vias de transporte das mercadorias.<\/p>\n<p>As muralhas, constru\u00eddas para a defesa dos castelos e dos castel\u00f5es, inicialmente de madeira, foram substitu\u00eddas por pedras, como as de bastida e as de Paris \u2013 estas erguidas por Filipe Augusto \u2013 ambas no s\u00e9culo XII. Excepcionalmente, Londres (\u201c<em>Longinium<\/em>\u201d) foi amuralhada com pedras pelos romanos em 60 d.C. (s\u00e9culo I) ap\u00f3s ser destru\u00edda pelos bret\u00f5es. Os romanos a abandonaram em 410 (s\u00e9culo V) e no s\u00e9culo XI tornou-se capital da Inglaterra.<\/p>\n<p>A cidade de \u00c8ze foi constru\u00edda ao S da Fran\u00e7a, pr\u00f3xima de \u201c<em>Nice<\/em>\u201d, na regi\u00e3o mediterr\u00e2nea de \u201c<em>C\u00f4te D\u2019Azur<\/em>\u201d e seguiu a natureza defensiva das outras cidades. Mas, diferentemente delas, foi camuflada para enganar os \u00e1rabes, no per\u00edodo de expans\u00e3o do Isl\u00e3.<\/p>\n<p>A tessitura urbana das cidades da Baixa Idade M\u00e9dia passou a ter espa\u00e7o ordenado e dependente das fun\u00e7\u00f5es religiosa, econ\u00f4mica e pol\u00edtica exercidas nos pontos de refer\u00eancia, que orientavam a distribui\u00e7\u00e3o das ruas, constru\u00e7\u00f5es e a circula\u00e7\u00e3o de pessoas, bens e servi\u00e7os, como segue:<\/p>\n<ol>\n<li>Fun\u00e7\u00e3o religiosa: Igrejas, par\u00f3quias e conventos de ordens mendicantes;<\/li>\n<li>Fun\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica: pra\u00e7a central, mercados, moinhos, canais e rios;<\/li>\n<li>Fun\u00e7\u00e3o pol\u00edtica: castelo, pa\u00e7o municipal, pelourinho e pat\u00edbulo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Os principais pontos de refer\u00eancia a todas eram a Igreja, a pra\u00e7a central e o mercado. As cidades medievais tamb\u00e9m acolhiam, no interior de suas muralhas, peda\u00e7os de campo, terrenos cultivados, prados, espa\u00e7os vazios e camponeses refugiados.<\/p>\n<p>As ruas mais importantes eram denominadas ruas p\u00fablicas e a intersec\u00e7\u00e3o delas era conhecida por cruz. Da\u00ed o cruzamento entre elas era importante ponto de refer\u00eancia. Os of\u00edcios eram fontes de nomea\u00e7\u00e3o das ruas ou dos locais onde se concentravam, como a rua dos sapateiros ou a da selaria. Tamb\u00e9m separavam as ruas dos mercadores das atividades de menor import\u00e2ncia, como a rua das tendeiras e das mostardeiras.<\/p>\n<p>Prostitutas e judeus eram mal vistos pelos citadinos medievais. Mesmo assim, nomeavam as ruas ou locais de concentra\u00e7\u00e3o de suas comunidades, os quais eram afastados das por\u00e7\u00f5es centrais das cidades e se embrenhavam pela periferia intramuros. Eram as ruas da putaria e da judiaria, das quais as primeiras ficavam mais pr\u00f3ximas de alguma das portas das cidades.<\/p>\n<p>O a\u00e7ougue era uma atividade restrita a local recatado e a edif\u00edcio pr\u00f3prio, distintos dos locais dos demais of\u00edcios, devido aos cheiros e insalubridade que nele havia. Mesmo dentro das muralhas, ficava afastado dos n\u00facleos urbanos.<\/p>\n<p>As portas das cidades eram pontos de ruptura das defesas e por isso recebiam nomes que invocavam a fraqueza desse ponto ou a prote\u00e7\u00e3o celestial ou divina. S\u00e3o exemplos a Porta da Trai\u00e7\u00e3o e a Porta de Santa Luzia.<\/p>\n<p>CONCLUS\u00c3O<\/p>\n<p>As cidades medievais experimentaram v\u00e1rias origens e causas, que culminaram na elabora\u00e7\u00e3o urbana mais ordenada a partir do s\u00e9culo XII, quando do surgimento da bastida, cidade planejada para ser de defesa e com plano urbano organizado em quadr\u00edculas, que ordenava a distribui\u00e7\u00e3o dos locais de refer\u00eancia urbana e das atividades intramuros.<\/p>\n<p>De pequenas cidades campesinas e organizadas em d\u00e9dalo urbano, o crescimento demogr\u00e1fico dos s\u00e9culos XII ao XV as transformaram em cidades, cujas muralhas de pedras as separaram das \u00e1reas rurais, organizadas em quadr\u00edculas e com mais elementos de urbaniza\u00e7\u00e3o, representados pelas par\u00f3quias (Igrejas, pra\u00e7as e mercados), hospitais e universidades, al\u00e9m do acolhimento de diversos artes\u00e3os e of\u00edcios.<\/p>\n<p>A distribui\u00e7\u00e3o dos ambientes urbanos era definido pelas fun\u00e7\u00f5es religiosa, econ\u00f4mica e pol\u00edtica, e tamb\u00e9m pelos of\u00edcios, a insalubridade do a\u00e7ougue e a identidade dos citadinos. A distribui\u00e7\u00e3o das classes se fazia pela ordem social (clero, aristocracia e povo), base dos tr\u00eas estados ou estamentos da sociedade medieval e da moderna, extinta pela Revolu\u00e7\u00e3o Francesa (1789). Nada a mais.<\/p>\n<p>Marcelo Augusto Paiva Pereira<\/p>\n<p>(o autor \u00e9 arquiteto e urbanista)<\/p>\n<p>BIBLIOGRAFIA<\/p>\n<p>ANDRADE, A. A. Horizontes Urbanos Medievais, p. 83 a 96. Editora Livros Horizonte, Lisboa, 2003.<\/p>\n<p>LE GOFF, J. O Apogeu da Cidade Medieval. Crescimento e tomada de consci\u00eancia urbana, p. 3 a 54. Editora Martins Fontes, SP, 1992.<\/p>\n<p>SENNET, R. Carne e Pedra: o corpo e a cidade da civiliza\u00e7\u00e3o ocidental. O Medo do Contato, p. 180 a 210. Editora Record, S\u00e3o Paulo, 2001.<\/p>\n<p>PASTERNAK, S. BUENO, B. P. S. Estudos de Urbaniza\u00e7\u00e3o I. FAUUSP. De 03.08 a 28.11.2011. N\u00e3o publicadas.<\/p>\n<p>GRANDE ENCICLOP\u00c9DIA DELTA LAROUSSE, editora Delta S.A., Rio de Janeiro, 1971, volume 2, p. 791;<\/p>\n<p>GRANDE ENCICLOP\u00c9DIA DELTA LAROUSSE, editora Delta S.A., Rio de Janeiro, 1971, volume 6, p. 2646.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CIDADES MEDIEVAIS<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1934],"class_list":["post-28843","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-cidades-medievais"],"aioseo_notices":[],"views":1069,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":9343,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=9343","url_meta":{"origin":28843,"position":0},"title":"Marcelo Paiva Pereira: &#039;Drag\u00f5es&#039;","author":"Helio Rubens","date":"10 de abril de 2017","format":false,"excerpt":"Marcelo Augusto Paiva Pereira: 'DRAG\u00d5ES' \u00a0 Aos 05 de mar\u00e7o de 2006, no hor\u00e1rio entre 20 e 22 horas, o \u201cDiscovery Channel\u201d \u2013 um dos v\u00e1rios canais privados \u2013 transmitiu o intitulado document\u00e1rio \u201cDrag\u00f5es: uma fantasia que se torna realidade\u201d, exibindo as pesquisas realizadas por uma equipe do Museu Brit\u00e2nico\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Marcelo-Paiva1-300x200.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":72306,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=72306","url_meta":{"origin":28843,"position":1},"title":"Que cidades foram constru\u00eddas?","author":"Marcelo Paiva Pereira","date":"5 de mar\u00e7o de 2025","format":false,"excerpt":"Os efeitos clim\u00e1ticos que t\u00eam submetido nossas cidades neste s\u00e9culo serviram para refletir sobre as constru\u00eddas desde o fim do s\u00e9culo XIX, quando a ci\u00eancia...","rel":"","context":"Em &quot;artigos&quot;","block_context":{"text":"artigos","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9398"},"img":{"alt_text":"Imagem criada por IA no Bing, 05 de mar\u00e7o de 2025, \u00e0s 10:13 PM","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG3-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG3-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG3-1.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/OIG3-1.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":54698,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54698","url_meta":{"origin":28843,"position":2},"title":"Marcelo Augusto Paiva Pereira: &#039;Atl\u00e2ntida&#039;","author":"Marcelo Paiva Pereira","date":"24 de abril de 2023","format":false,"excerpt":"Atl\u00e2ntida Atl\u00e2ntida significa filha de Atlas em grego antigo. \u00c9 uma mitol\u00f3gica ilha que afundou numa \u00fanica noite em raz\u00e3o de um maremoto. 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