{"id":29279,"date":"2019-09-12T09:13:19","date_gmt":"2019-09-12T12:13:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=29279"},"modified":"2019-09-12T09:13:19","modified_gmt":"2019-09-12T12:13:19","slug":"carlos-carvalho-cavalheiro-maria-quiteria-e-a-luta-pela-independencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=29279","title":{"rendered":"Carlos Carvalho Cavalheiro: Maria Quit\u00e9ria e a luta pela independ\u00eancia"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F29279&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F29279&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_26459\" aria-describedby=\"caption-attachment-26459\" style=\"width: 194px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andre-Pinto-2018-1-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"26459\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=26459\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andr\u00e9-Pinto-2018-1-2.jpg\" data-orig-size=\"219,338\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Andr\\u00e9 Pinto Fotografia&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1532262722&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;\\u00a9 2018 Andr\\u00e9 Pinto Fotografia&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Carlos Carvalho Cavalheiro\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Carlos Carvalho Cavalheiro&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Carlos Carvalho Cavalheiro&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andr\u00e9-Pinto-2018-1-2.jpg\" class=\"size-medium wp-image-26459\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andre-Pinto-2018-1-2-194x300.jpg\" alt=\"\" width=\"194\" height=\"300\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-26459\" class=\"wp-caption-text\">Carlos Cavalheiro<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Maria Quit\u00e9ria e a luta pela independ\u00eancia<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0Ao ver uma gravura com o retrato de Maria Quit\u00e9ria, um leigo em Hist\u00f3ria do Brasil poderia perguntar: &#8220;Por que essa mulher, vestida com uma farda do Ex\u00e9rcito, \u00e9 considerada hero\u00edna da Independ\u00eancia se a mesma foi pacificamente proclamada por Dom Pedro?&#8221;. Ao contr\u00e1rio do que se pensa (ou do que por muito tempo foi difundido como verdadeiro) o processo de independ\u00eancia do Brasil n\u00e3o foi pac\u00edfico. Lutas intensas entre brasileiros e portugueses ocorreram antes e depois do grito do Ipiranga. Tampouco Dom Pedro I foi a figura primordial e essencial desse processo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Ele nem ao menos era um convicto adepto da separa\u00e7\u00e3o do Brasil de Portugal como deixa transparecer em muitas de suas cartas:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0&#8220;Eu ainda me lembro, e me lembrarei sempre do que Vossa Majestade me disse, antes de partir, dois dias, no seu quarto: (Pedro, se o Brasil se separar, antes seja para ti, que me h\u00e1s de respeitar do que para algum desses aventureiros). Foi chegado o momento de quase separa\u00e7\u00e3o, e estribado eu nas eloq\u00fcentes e singelas palavras expressadas por Vossa Majestade, tenha marchado adiante do Brasil, que tanto me tem honrado&#8221;. (&#8230;) &#8220;Aqui consta-me que querem aclamar Vossa Majestade Imperador do Reino Unido, e a mim Rei do Brasil. Eu, Senhor, se isto acontecer receberei aclama\u00e7\u00f5es, porque me n\u00e3o hei de op\u00f4r \u00e0 vontade de pedir licen\u00e7a a Vossa Majestade para aceitar, porque eu sou bom Filho, e fiel s\u00fadito. Ainda que isto aconte\u00e7a, <\/span><b>o que espero que n\u00e3o,<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> conte Vossa Majestade que eu serei Rei do Brasil, mas tamb\u00e9m gozarei da honra de ser de Vossa Majestade s\u00fadito, ainda que em particular seja, para mostrar a Vossa Majestade a minha considera\u00e7\u00e3o, gratid\u00e3o, e amor filial tributado livremente&#8230;&#8221;. (Carta de Dom Pedro a seu pai Dom Jo\u00e3o VI, datada de 19 de junho de 1822).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Tr\u00eas meses antes da &#8220;Proclama\u00e7\u00e3o&#8221;, Dom Pedro diz a seu pai que n\u00e3o \u00e9 de sua inteira vontade tornar-se Rei do Brasil e tampouco que haja a separa\u00e7\u00e3o entre os dois pa\u00edses! Bastaram noventa dias para ele mudar de ideia!\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Diversos grupos tinham interesse na independ\u00eancia do Brasil. Comerciantes que haviam enriquecido com a mudan\u00e7a do Brasil, de col\u00f4nia para Reino Unido, bem como latifundi\u00e1rios \u2013 que poderiam, sem o Pacto Colonial, vender sua produ\u00e7\u00e3o a quem pagasse melhor; e ainda, a Inglaterra \u2013 que preferia um Brasil sem a intermedia\u00e7\u00e3o de Portugal \u2013 al\u00e9m de grupos pol\u00edticos, ma\u00e7ons e tantos outros estavam entre os que se interessavam pela nossa emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Com o apoio desses grupos e pressionado pelas Cortes portuguesas, que exigiam seu retorno a Portugal, Dom Pedro n\u00e3o teve alternativa sen\u00e3o a de proclamar a Independ\u00eancia em 7 de setembro de 1822.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Entretanto, na Bahia, o clima entre brasileiros e portugueses era de tens\u00e3o. Isso se acentuou quando In\u00e1cio Lu\u00eds Madeira de Melo, comandante das armas da prov\u00edncia, oprimindo o povo baiano que apoiava Dom Pedro (em especial no epis\u00f3dio do &#8220;Fico&#8221;), ordena que seus soldados invadam o convento da Lapa onde se acreditava estarem escondidos patriotas brasileiros. No dia 19 (alguns autores citam como dia 20) de fevereiro eles assaltam o convento. S\u00f3ror Joana Ang\u00e9lica num ato heroico tenta impedi-los, mas \u00e9 covardemente assassinada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Em 17 de junho de 1822 Dom Pedro escreve aos baianos: &#8220;os honrados brasileiros preferem a morte \u00e0 escravid\u00e3o, v\u00f3s n\u00e3o sois menos: tamb\u00e9m o deveis fazer conosco, entoardes vivas &#8211; \u00e0 independ\u00eancia <\/span><b>moderada<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> do Brasil &#8211; ao nosso bom e am\u00e1vel monarca El-Rei o senhor Dom Jo\u00e3o VI e \u00e0 nossa assembleia geral constituinte e legislativa do reino do Brasil&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Os baianos organizam seu ex\u00e9rcito e em 25 de julho de 1822 come\u00e7a a guerra pela independ\u00eancia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0A falta de documentos precisos faz com que pormenores da vida da hero\u00edna Maria Quit\u00e9ria de Jesus sejam desconhecidos ou mesmo divergentes entre um e outro estudo hist\u00f3rico. N\u00e3o encontramos data precisa de seu engajamento no Ex\u00e9rcito. Dos textos estudados alguns nos levam a crer que seu alistamento ocorreu antes do sete de setembro de 1822. Outros, por\u00e9m, dizem claramente que ela participou somente da guerra para <\/span><b>consolida\u00e7\u00e3o da independ\u00eancia<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, ou seja, depois de j\u00e1 haver sido proclamada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Maria Quit\u00e9ria nasceu (e aqui h\u00e1 algumas d\u00favidas quanto a data) em 1792, numa fazenda denominada de &#8220;Serra da Agulha&#8221;, pr\u00f3xima ao Rio Peixe, freguesia de S\u00e3o Jos\u00e9 de Itapororocas, hoje pertencente a Feira de Santana, no Rec\u00f4ncavo baiano. Era filha de Gon\u00e7alo Alves de Almeida e de Joana Maria de Jesus. Seu pai era criador de gado e cultivador de algod\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Certo dia um emiss\u00e1rio do Conselho Interino de Governo pernoitou na fazenda de Gon\u00e7alo de Almeida, a fim de obter ades\u00e3o para a causa da independ\u00eancia. Por\u00e9m, o velho Gon\u00e7alo n\u00e3o possu\u00eda filhos homens adultos que pudessem servir \u00e0 causa. Quanto aos seus escravos acreditava que n\u00e3o havia interesse deles nessa luta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0As palavras do emiss\u00e1rio sobre a independ\u00eancia, no entanto, deixam Maria Quit\u00e9ria entusiasmada. Foge ent\u00e3o de sua casa, vestindo roupas de seu cunhado e alista-se no Ex\u00e9rcito com o nome de Jos\u00e9 Cordeiro de Medeiros. Passou ent\u00e3o a ser conhecida como &#8220;Soldado Medeiros&#8221;. Com as buscas de seu pai nos postos de alistamento \u00e9 depois descoberta sua verdadeira identidade. Por\u00e9m, n\u00e3o obstante os apelos do pai, ela continua na guerra da independ\u00eancia. Seu pai, magoado, considera-a morta e amea\u00e7a deserd\u00e1-la. Maria \u00e9 irredut\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Depois de descoberta a sua identidade \u00e9 transferida para o batalh\u00e3o dos &#8220;Periquitos&#8221;, assim chamados por sua farda com punhos e golas verdes. Maria destacou-se com bravura durante as batalhas. Capturou um oficial portugu\u00eas na Ilha de Itaparica, sendo por isso promovida a 2\u00ba Cadete. Na Lagoa do Abaet\u00e9, em Itapu\u00e3, prendeu um sargento e um soldado portugu\u00eas. Este ato rendeu-lhe a promo\u00e7\u00e3o a 1\u00ba Cadete. Nessa mesma batalha morreu o furriel Jo\u00e3o Jos\u00e9 Luiz, com quem estava casada. Durante as batalhas, Maria Quit\u00e9ria v\u00ea um negro escravo amarrado a um tronco com o corpo besuntado de mel para que os insetos lhe comessem. Indignada, vai at\u00e9 a presen\u00e7a do senhor daquele escravo e consegue a sua liberta\u00e7\u00e3o mediante um compromisso de pagar por ele certa quantia em dinheiro. Mesmo n\u00e3o possuindo esse dinheiro e sem expectativas de consegui-lo at\u00e9 o final da guerra, Maria aceita o acordo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0O auge de sua intrepidez ocorreu na foz do Paragua\u00e7u, onde liderando um grupo de mulheres, com \u00e1gua at\u00e9 os seios, lutou contra os portugueses que ali tentavam desembarcar.\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 No dia 20 de Agosto de 1823, Maria Quit\u00e9ria chega ao Rio de Janeiro e na presen\u00e7a do Imperador comunica a consolida\u00e7\u00e3o da independ\u00eancia na Bahia. Nessa ocasi\u00e3o recebe a ins\u00edgnia de Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro e o soldo de alferes de linha. Consta ainda que ela pediu a Dom Pedro I uma carta de alforria ao negro escravo que ela conhecera durante as batalhas e tamb\u00e9m outra em que pede para que seu pai a perdoe.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Seu pai n\u00e3o a perdoou<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Ela contraiu n\u00fapcias novamente, agora com Gabriel Pereira de Brito, um lavrador pobre. Teve uma filha &#8211; Maria da Concei\u00e7\u00e3o. Esquecida, pobre, cega e doente Maria Quit\u00e9ria de Jesus &#8220;Medeiros&#8221; morreu em 21 de agosto de 1853. At\u00e9 hoje, durante as comemora\u00e7\u00f5es de setembro, pouco (ou nada) se fala dessa grande hero\u00edna que n\u00e3o encontrou obst\u00e1culos que a impedissem de lutar por um Brasil livre. Sacrificou tudo o que possu\u00eda em prol de sua p\u00e1tria.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 na sua Bahia, no dia 2 de julho, que Maria Quit\u00e9ria \u00e9 lembrada. Nessa data, que os baianos comemoram a independ\u00eancia, algu\u00e9m se lembra dessa valente hero\u00edna que lutou pela liberdade de seu pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<strong>Carlos Carvalho Cavalheiro<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">carlosccavalheiro@gmail.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Quit\u00e9ria e a luta pela independ\u00eancia<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-29279","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao"],"aioseo_notices":[],"views":619,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":33593,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=33593","url_meta":{"origin":29279,"position":0},"title":"FEBACLA cria a Comenda Maria Quit\u00e9ria &#8211; Hero\u00edna da P\u00e1tria e a outorga ser\u00e1 realizada no II Encontro Nacional das Academias de Letras, Ci\u00eancias e Artes do Brasil e da FEBACLA","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"2 de setembro de 2020","format":false,"excerpt":"A Comenda Maria Quit\u00e9ria - 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