{"id":3034,"date":"2015-08-21T00:13:45","date_gmt":"2015-08-21T03:13:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=3034"},"modified":"2015-08-21T00:13:45","modified_gmt":"2015-08-21T03:13:45","slug":"artigo-de-ricardo-girata-ferreira-o-gay-a-margem-do-lugar-o-preconceito-no-movimento-da-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=3034","title":{"rendered":"Artigo de Ricardo Hirata Ferreira: &#039;O gay a margem do lugar. O preconceito no movimento da vida&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F3034&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F3034&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><strong>O GAY A MARGEM DO LUGAR. O PRECONCEITO NO MOVIMENTO DA VIDA.<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_876\" aria-describedby=\"caption-attachment-876\" style=\"width: 259px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/Foto-close.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-876\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/Foto-close.jpg\" alt=\"Ricardo Hirata Ferreira\" width=\"259\" height=\"194\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-876\" class=\"wp-caption-text\">Ricardo Hirata Ferreira<\/figcaption><\/figure>\n<p>Um dos principais problemas que afetam o mundo e o ser \u00e9 o processo de exclus\u00e3o perversa. A grande quest\u00e3o \u00e9 como lidar com ela. Uma pista \u00e9 estar disposto a compreender o grau de pertencimento e de deslocamento (na id\u00e9ia de deterioriza\u00e7\u00e3o humana for\u00e7ada\/forjada) nos diferentes lugares. Este texto, que \u00e9 apenas um momento carregado de intensidade, tem como pretens\u00e3o pensar o sujeito gay nos espa\u00e7os vividos, ou seja, nos espa\u00e7os onde a vida se realiza. O primeiro espa\u00e7o vivido ou lugar em que se encontra \u00e9 o seu pr\u00f3prio corpo. E aqui se considera o homem gay. Logo de in\u00edcio se esta pessoa \u00e9 identificada com o sexo biol\u00f3gico masculino j\u00e1 \u00e9 intimado a ser homem. \u00c9 carimbado com um nome que corresponde ao seu sexo biol\u00f3gico. Suas roupas e o que se espera dele, por exemplo, s\u00e3o determinadas pela fam\u00edlia ou por outra institui\u00e7\u00e3o que o cria e o educa. A cor azul \u00e9 marca expressiva desta condi\u00e7\u00e3o. \u00c9 ensinado a se portar como um menino. A crian\u00e7a n\u00e3o cabe nenhuma possibilidade de escolha, at\u00e9 pela falta de consci\u00eancia ampliada de sua exist\u00eancia.<\/p>\n<p>A institui\u00e7\u00e3o em qual nasce e cresce lhe imp\u00f5e a\u00e7\u00f5es que correspondam \u00e0s regras j\u00e1 existentes e consideradas normais de acordo com a cultura e a realidade vigente. J\u00e1 lhe \u00e9 embutido o papel que deve desempenhar na sociedade. O gay posteriormente pode perguntar se de fato \u00e9 um homem? Parte-se do pressuposto nesta breve an\u00e1lise que o territ\u00f3rio em quest\u00e3o \u00e9 o Brasil, a sociedade \u00e9 a capitalista de consumo e que a religi\u00e3o predominante \u00e9 a crist\u00e3 (e a tudo isto se leve em conta a divis\u00e3o de classes sociais). \u00c9 importante tamb\u00e9m ponderar que de maneira alguma a reflex\u00e3o proposta deva ser generalizada e nem tomada como \u00fanica verdade, uma vez que mesmo diante de um padr\u00e3o de homogeneiza\u00e7\u00e3o as possibilidades de exist\u00eancias e experi\u00eancias s\u00e3o diversas e in\u00fameras.<\/p>\n<p>De todos os modos a tend\u00eancia \u00e9 exigir do gay um comportamento heteronormativo e comportado. Em hip\u00f3tese alguma lhe \u00e9 permitido ser mulher. Outro questionamento, no entanto, surge: mas o que \u00e9 ser mulher? O lugar padr\u00e3o lhe diz e o aponta que seja homem. A for\u00e7a, os gestos, o jeito de falar, de se sentar, de comer, de andar, de sentir e de pensar segue um perfil. Sabendo que nos dias de hoje ocorre um maior alargamento no que se refere aos costumes pr\u00e9-estabelecidos. Todavia este alargamento \u00e9 question\u00e1vel e vari\u00e1vel a depender da especificidade do lugar em que se habita. Pode-se sugerir que o gay possa ser outra coisa para al\u00e9m do que \u00e9 ser homem ou mulher. Do definido ao indefinido tem-se uma gama de variedades e de nuances. Mesmo assim o que ainda impera \u00e9: a fila de meninos e a fila de meninas, o banheiro masculino e o banheiro feminino, a fun\u00e7\u00e3o de pai e a fun\u00e7\u00e3o de m\u00e3e, o garoto deve brincar de carrinho e a garota de boneca. O homem casa de terno e a mulher de vestido branco. Homens usam guarda chuva e as mulheres sombrinhas. S\u00f3 existiu Ad\u00e3o e Eva, muito se houve este tipo de fala que expressa uma cultura forte e arraigada.<\/p>\n<p>O lugar exige do sujeito gay uma identidade, este por sua vez entra em confronto com o lugar tentando propor outra identidade. Tudo que foge ao coletivo e ao padr\u00e3o aparentemente heterossexual bem demarcado \u00e9 radicalmente e\/ou sutilmente colocado a margem, intimamente reprovado, n\u00e3o aceito. O pr\u00edncipe e a princesa est\u00e3o presentes no imagin\u00e1rio profundo, apesar do sucesso do vil\u00e3o e da vil\u00e3. No cotidiano dos espa\u00e7os p\u00fablicos \u00e9 perfeitamente aceito e comum casais heterossexuais andarem de m\u00e3os dadas e se beijarem. No teatro e no cinema os personagens privilegiados s\u00e3o os mocinhos e as mocinhas, sem entrar no m\u00e9rito da ditadura da beleza do branco ocidental. O poder daqueles que det\u00e9m e produzem o conhecimento, a t\u00e9cnica e a informa\u00e7\u00e3o s\u00e3o vari\u00e1veis importantes em todos os contextos hist\u00f3ricos, mas do que nunca no atual. Neste sentido \u00e9 que se esbo\u00e7am quem e quais lugares est\u00e3o inclu\u00eddos, precariamente inclu\u00eddos ou exclu\u00eddos. Quais s\u00e3o os requisitos para pertencer mais ou menos neste ou naquele grupo? De que forma pessoas, lugares e pa\u00edses est\u00e3o dentro, parcialmente dentro e s\u00e3o postos para fora (apagados) do mundo contempor\u00e2neo?<\/p>\n<p>Em quais espa\u00e7os o gay se sente a vontade? Pertencer a um lugar ou a um territ\u00f3rio \u00e9 como estar em casa, ter um lar, se sentir abrigado, acolhido, protegido, entendido e integrado. O incomodo e a estranheza s\u00e3o suport\u00e1veis e fazem parte do viver. O processo de exclus\u00e3o, de marginaliza\u00e7\u00e3o, de segrega\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, \u00e9 alimentado e intensificado tamb\u00e9m pelo avan\u00e7o do preconceito vis\u00edvel e invis\u00edvel dentro e fora dos diversos grupos e dos lugares. A indigna\u00e7\u00e3o que surge, potencializa por sua vez a amplia\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o de mundo no lugar dos espa\u00e7os vividos e muitas vezes n\u00e3o percebidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ricardo Hirata Ferreira<\/p>\n<p>Doutor em Geografia Humana, FFLCH, USP.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O GAY A MARGEM DO LUGAR. O PRECONCEITO NO MOVIMENTO DA VIDA.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[7546],"class_list":["post-3034","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-ricardo-hirata"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":3311,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=3311","url_meta":{"origin":3034,"position":0},"title":"Artigo de Ricardo Hirata Ferreira: &#039;Pensar em outra cidade&#039;","author":"Helio Rubens","date":"18 de setembro de 2015","format":false,"excerpt":"Ricardo Hirata Ferreira: 'PENSAR OUTRA CIDADE' \u00a0 Qual cidade n\u00f3s queremos? 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