{"id":30749,"date":"2020-03-26T09:18:58","date_gmt":"2020-03-26T12:18:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=30749"},"modified":"2020-03-26T09:18:58","modified_gmt":"2020-03-26T12:18:58","slug":"arqueologa-separa-as-maiores-e-mais-importantes-epidemias-da-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=30749","title":{"rendered":"Arque\u00f3loga separa as maiores e mais importantes epidemias da hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F30749&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F30749&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_30750\" aria-describedby=\"caption-attachment-30750\" style=\"width: 225px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/joana-freitas-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-30750 size-medium\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/joana-freitas-2-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-30750\" class=\"wp-caption-text\">Joana Freitas<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><b>Joana Freitas tra\u00e7a uma pequena cronologia das epidemias e pandemias que mais nos afetaram enquanto humanidade<\/b><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/pandemia-e1584028534732.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-30751\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/pandemia-e1584028534732-300x174.jpg\" alt=\"\" width=\"759\" height=\"440\" \/><\/a><\/p>\n<p>O homem \u00e9 um exemplo se supera\u00e7\u00e3o nas linhas evolutivas. N\u00e3o \u00e9ramos fisicamente dominadores nem est\u00e1vamos no topo das cadeias alimentares. \u00c9ramos ca\u00e7adores mas presa f\u00e1cil tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o do nosso c\u00e9rebro, as capacidade intelectuais e de cogni\u00e7\u00e3o deram-nos a vantagem.<\/p>\n<p>Durante mil\u00eanios, feitos de avan\u00e7os e retrocessos, a esp\u00e9cie humana prosperou e ocupou os quatro cantos do planeta. A uma capacidade adaptativa gigante juntou-se a sobreviv\u00eancia assente na coes\u00e3o de grupo. H\u00e1 cerca de 10.000 anos atr\u00e1s come\u00e7am a aparecer as primeiras sociedade sedent\u00e1rias poss\u00edveis pela domestica\u00e7\u00e3o, embora insipiente, de plantas e animais.<\/p>\n<p>Aqui, neste preciso momento, o homem assinava com o destino. Popula\u00e7\u00f5es crescentes e fixas num local, conviv\u00eancia di\u00e1ria com os animais domesticados e todos os parasitas a eles associados, formaram as condi\u00e7\u00f5es perfeitas para as primeiras epidemias.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da humanidade ser\u00e1 agora marcada por epis\u00f3dios epid\u00eamicos e pand\u00eamicos que dizimaram milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>As epidemias podem ser equiparadas a grandes guerras no que toca a perdas humanas e materiais e, a sua exist\u00eancia, teve a capacidade de mudar o rumo da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Estamos no s\u00e9culo IV, entre 527\u2013565, o imperador Justiniano tem o dom\u00ednio do imp\u00e9rio bizantino. A peste bub\u00f3nica assola o imp\u00e9rio e trespassa as suas fronteiras. Mata entre 30 a 50 milh\u00f5es de pessoas, provavelmente metade da popula\u00e7\u00e3o mundial \u00e0 \u00e9poca. Esta epidemia marca um fim de uma \u00e9poca.<\/p>\n<p>O imp\u00e9rio romano nunca mais ser\u00e1 unificado, \u00e9 o in\u00edcio da era negra da \u00e9poca medieval.<\/p>\n<p>S\u00e9culos mais tarde, mais precisamente entre 1343e 1351 (auge), outro surto de peste bub\u00f4nica varre a \u00c1sia e Europa matando cerca de 80 milh\u00f5es de pessoas. Esta epidemia \u00e9 vastamente conhecida como a famosa peste negra. Esta peste foi t\u00e3o avassaladora que a Europa precisou de cerca de 200 anos para restabelecer os seus n\u00edveis populacionais.<\/p>\n<p>No entanto, ocorreram mudan\u00e7as sociais e culturais importantes como produto desta devastadora epidemia. Com um n\u00famero t\u00e3o elevado de mortes, o n\u00edvel de vida dos sobreviventes subiu efetivamente. Havia mais postos de trabalho dispon\u00edveis, mais habita\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, mais terra para cultivo mas menos bocas para alimentar.<\/p>\n<p>A n\u00edvel religioso a igreja cat\u00f3lica enfrenta uma vaga crescente de misticismo que desafia as duas doutrinas. Algumas minorias, como os judeus por exemplo, come\u00e7am a ser perseguidos e acusados de serem os causadores da peste que se cr\u00ea ter tido in\u00edcio na China.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XV os europeus, aquando das conquistas em territ\u00f3rios americanos, levavam dentro de si a arma mais letal de todas.\u00a0 Foram hospedeiros de v\u00edrus mortais para as popula\u00e7\u00f5es locais, entre os quais, a gripe, sarampo, mal\u00e1ria, c\u00f3lera, tifo, peste bub\u00f4nica e, o mais mort\u00edfero de todos, a var\u00edola.<\/p>\n<p>A var\u00edola foi respons\u00e1vel pela morte de milh\u00f5es de nativo americanos sendo que, em cem anos, a sua popula\u00e7\u00e3o passou de 60 milh\u00f5es para cerca de 6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>O impacto foi t\u00e3o grande que h\u00e1 cientistas que estudam a possibilidade de ter existido uma altera\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica por conta desta ocorr\u00eancia. Al\u00e9m de menos emiss\u00f5es de CO2 e da floresta ter crescido exponencialmente, coincidentemente o sol entrava numa fase de baixa atividade levando a uma queda na temperatura mundial.\u00a0 Desta vez, a Europa pagou a fatura e viveu tempos de fome pois a altera\u00e7\u00e3o na temperatura fez perder muitas colheitas.<\/p>\n<p>J\u00e1 no s\u00e9culo XIX temos uma pandemia de c\u00f3lera. Entre os anos de 1817 e 1823, com in\u00edcio de foco na \u00cdndia, a c\u00f3lera dizima milh\u00f5es de pessoas. Dessa data at\u00e9 1961 existiram um total de sete epidemias de c\u00f3lera. Este v\u00edrus continua ativo, infeta milhares de pessoas todos os anos e \u00e9 respons\u00e1vel por at\u00e9 140.000 mortes anualmente.<\/p>\n<p>J\u00e1 no s\u00e9culo XX (1918), ap\u00f3s a primeira guerra mundial, aparece a mais conhecida gripe espanhola. Esta pandemia de H1N1 infectou cerca de 500 milh\u00f5es de pessoas e matou cerca de 50 milh\u00f5es globalmente. Como j\u00e1 foi referido, esta epidemia ocorre no final da primeira grande guerra e as condi\u00e7\u00f5es para a travar eram quase nulas.<\/p>\n<p>No entanto, o esfor\u00e7o para compreender e tratar pandemias come\u00e7a a aparecer tendo forte impacto no melhoramento dos sistemas p\u00fablicos de sa\u00fade. N\u00e3o esquecendo que h\u00e1 v\u00edrus ativos que todos os anos matam milh\u00f5es. Dos melhores exemplos temos o HIV ou a mal\u00e1ria.<\/p>\n<p>O surto de covid-19 que vivemos na atualidade n\u00e3o \u00e9 algo novo na humanidade, faz antes parte dos nossos ciclos. Contudo, mesmo com toda a tecnologia dispon\u00edvel compreendemos que podemos falhar, que n\u00e3o conseguimos salvar todos ou travar a epidemia com a efic\u00e1cia com que gostar\u00edamos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Joana Freitas tra\u00e7a uma pequena cronologia das epidemias e pandemias que mais nos afetaram enquanto humanidade<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1094,4779,6544],"class_list":["post-30749","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-artigo","tag-joana-freitas","tag-pandemias"],"aioseo_notices":[],"views":575,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":54310,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54310","url_meta":{"origin":30749,"position":0},"title":"Andreia Caires: &#039;Um di\u00e1rio especial&#039;","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"26 de mar\u00e7o de 2023","format":false,"excerpt":"Um di\u00e1rio especial Joana abriu as cortinas que fizeram algumas mariposas voarem desesperadas. 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