{"id":30840,"date":"2020-04-05T16:41:44","date_gmt":"2020-04-05T19:41:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=30840"},"modified":"2020-04-05T16:41:44","modified_gmt":"2020-04-05T19:41:44","slug":"marcelo-augusto-paiva-pereira-arquitetura-vernacular-uma-obra-de-raiz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=30840","title":{"rendered":"Marcelo Augusto Paiva Pereira: &#039;Arquitetura vernacular: uma obra de raiz&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F30840&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F30840&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_30841\" aria-describedby=\"caption-attachment-30841\" style=\"width: 207px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Nova-foto-em-7-de-agosto-2019-207x300-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"30841\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=30841\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Nova-foto-em-7-de-agosto-2019-207x300-1.jpg\" data-orig-size=\"207,300\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Nova-foto-em-7-de-agosto-2019-207&amp;#215;300 (1)\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Marcelo A. Paiva Pereira&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Marcelo A. Paiva Pereira&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Nova-foto-em-7-de-agosto-2019-207x300-1.jpg\" class=\"wp-image-30841 size-medium\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Nova-foto-em-7-de-agosto-2019-207x300-1-207x300.jpg\" alt=\"\" width=\"207\" height=\"300\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-30841\" class=\"wp-caption-text\">Marcelo A. Paiva Pereira<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Arquitetura vernacular: uma obra de raiz<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/imagem-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-30842 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/imagem-1-300x206.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"206\" \/><\/a>Arquitetura vernacular \u00e9 o nome atribu\u00eddo \u00e0s obras populares de qualquer cultura e em qualquer regi\u00e3o. O presente texto a abordar\u00e1, mesmo suscintamente, como abaixo segue.<\/p>\n<p>A palavra \u201cvernacular\u201d deriva do latim \u201c<em>vernaculum<\/em>\u201d e significa dom\u00e9stico, nativo ou ind\u00edgena. Referida fonte latina surgiu da palavra \u201c<em>verna<\/em>\u201d \u2013 de prov\u00e1vel origem etrusca \u2013 que significa \u201cescravo nativo\u201d ou \u201cescravo nascido em casa\u201d. Ao tempo do Imp\u00e9rio Romano a palavra \u201c<em>vernae<\/em>\u201d indicava a linguagem vulgar (falada pelo povo).<\/p>\n<p>Introduzida na \u00f3rbita da arquitetura, qualificou-a de arquitetura dom\u00e9stica ou nativa, com o fito de apontar para as obras produzidas pelas comunidades que se fixaram em determinados locais ou regi\u00f5es e l\u00e1 criaram ra\u00edzes (dom\u00e9stica) ou, ent\u00e3o, \u00e0quelas origin\u00e1rias dos locais ou regi\u00f5es (nativa). Todas, por\u00e9m, de natureza vulgar (popular).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/imagem-3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-30843 alignright\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/imagem-3-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/a>Em qualquer desses casos a arquitetura vernacular \u00e9 uma forma de constru\u00e7\u00e3o resultante do ambiente em que se insere, depende dos recursos e meio ambiente social e natural do local, da cultura e da condi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da comunidade local. \u00c9 uma arquitetura rural, emp\u00edrica, pr\u00e1tica, transmitida entre gera\u00e7\u00f5es, n\u00e3o h\u00e1 a atua\u00e7\u00e3o de arquitetos ou engenheiros e \u00e9 pr\u00f3pria de \u00e9poca e lugar espec\u00edficos. Representa a linguagem (identidade) de cada comunidade ou grupo.<\/p>\n<p>Ela tem fulcro no conhecimento da comunidade (tecnologia aut\u00f3ctone), tem o objetivo de atender \u00e0s necessidades dos indiv\u00edduos e da comunidade (ou grupo) e faz foco nas fun\u00e7\u00f5es que deve realizar o tipo do edif\u00edcio, sem vistas \u00e0 est\u00e9tica (esta \u00e9 consequ\u00eancia da conclus\u00e3o da obra e n\u00e3o sua elementar).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/imagem-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-30844 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/imagem-2-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/a>O emprego dos materiais \u00e9 racionalizado para a disponibilidade de m\u00e3o-de-obra local e n\u00e3o h\u00e1 excessos (\u00e9 reduzida a agress\u00e3o ao meio ambiente). As obras resultantes s\u00e3o simples e pr\u00e1ticas, sejam residenciais ou destinadas a outros fins. A arquitetura vernacular se comp\u00f5e de um conjunto de conhecimentos elaborados pela experi\u00eancia dos membros da comunidade e pela transmiss\u00e3o \u00e0s gera\u00e7\u00f5es sucessivas (tradi\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>Por ter origem popular, a arquitetura vernacular n\u00e3o tem regras pr\u00e9-estabelecidas, n\u00e3o \u00e9 escola arquitet\u00f4nica nem corrente art\u00edstica, assim como n\u00e3o \u00e9 estilo espec\u00edfico. Ela n\u00e3o se comp\u00f5e de padr\u00f5es ou regras pr\u00e9-concebidas de estilo. Nas cidades incorpora \u00e0 sua origem elementos do ambiente urbano, o que a configura num h\u00edbrido, um mosaico de elementos constitutivos.<\/p>\n<p>Por vezes \u00e0 arquitetura vernacular \u00e9 atribu\u00eddo o sin\u00f4nimo de \u201carquitetura primitiva\u201d e \u201carquitetura tradicional\u201d. A arquitetura primitiva tem tra\u00e7os de similitude, mas n\u00e3o \u00e9 a arquitetura vernacular. Pode, entretanto, ser uma esp\u00e9cie mais antiga dela, uma ramifica\u00e7\u00e3o. \u00c9 tradicional porque se comp\u00f5e da tradi\u00e7\u00e3o em suas comunidades (ou grupos).<\/p>\n<p>Aludida arquitetura evolui com o tempo e se adapta aos lugares em que se insere. Pode ser aplicada a certos tipos de constru\u00e7\u00f5es ou \u00e0 arquitetura em pa\u00edses desenvolvidos e em sociedades urbanas. S\u00e3o exemplos os Bangal\u00f4s de Chicago (Estados Unidos da Am\u00e9rica), as \u201c<em>Malay Houses<\/em>\u201d (Mal\u00e1sia) e as habita\u00e7\u00f5es das favelas nas grandes cidades, al\u00e9m de outras.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A arquitetura vernacular \u00e9 uma obra de raiz porque tem sua fonte na cultura popular, cujo conhecimento da comunidade (ou grupo) \u00e9 transmitido pelas gera\u00e7\u00f5es sucessivas (tradi\u00e7\u00e3o) e tem o objetivo de atender \u00e0s necessidades de moradia e sobreviv\u00eancia dos indiv\u00edduos e da comunidade (ou grupo).<\/p>\n<p>Ela n\u00e3o \u00e9 principiol\u00f3gica porque n\u00e3o cria doutrina nem ci\u00eancia. \u00c9 arquitetura popular e depende dos recursos e meio ambiente do local, da cultura (tecnologia aut\u00f3ctone) e da condi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da comunidade (ou grupo) local. Nada a mais.<\/p>\n<p><strong>Tabela da arquitetura vernacular<\/strong><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"283\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Arquitetura Popular<\/td>\n<td width=\"283\">Forma de constru\u00e7\u00e3o resultante do ambiente social e natural; execu\u00e7\u00e3o emp\u00edrica, sem regras pr\u00e9-estabelecidas; n\u00e3o \u00e9 escola arquitet\u00f4nica nem corrente art\u00edstica; n\u00e3o \u00e9 planejada nem conduzida por arquiteto ou engenheiro.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">&nbsp;<\/p>\n<p>Depende de cultura local<\/td>\n<td width=\"283\">\u00c9 elaborada pela cultura da comunidade (tecnologia aut\u00f3ctone); visa atender \u00e0s necessidades individuais e da comunidade; transmite-se pela tradi\u00e7\u00e3o e \u00e9 duradoura.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">&nbsp;<\/p>\n<p>Depende dos materiais do local<\/td>\n<td width=\"283\">Utiliza-se dos materiais encontrados no local ou regi\u00e3o (madeira, pedras, terra, folhas, gelo, etc); n\u00e3o h\u00e1 excessos e n\u00e3o agride o meio ambiente.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depende do ambiente social e natural do local<\/td>\n<td width=\"283\">Depende do clima e das condi\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas e topogr\u00e1ficas do local; adapta-se aos locais em que se insere; \u00e9 tendenciosamente sustent\u00e1vel (depende dos materiais utilizados e da quantia deles; das necessidades individuais e da densidade populacional da comunidade).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"283\">Depende da condi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da comunidade do local<\/td>\n<td width=\"283\">O emprego dos materiais \u00e9 racionalizado \u00e0 disponibilidade de m\u00e3o-de-obra no local; as obras s\u00e3o simples e pr\u00e1ticas.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Marcelo Augusto Paiva Pereira\u00a0<\/strong>&#8211; paiva-pereira@bol.com.br<\/p>\n<p>(O autor \u00e9 arquiteto e urbanista)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FONTES DE PESQUISA<\/strong><\/p>\n<p>BONDUKI, Nabil Georges. Habita\u00e7\u00e3o de Interesse Social. FAUUSP. De 03.08 a 07.12.2015. Anota\u00e7\u00f5es de aulas. N\u00e3o publicadas;<\/p>\n<p>BRASILIACONCRETA.COM.BR: <a href=\"http:\/\/brasiliaconcreta.com.br\/o-que-e-arquitetura-vernacula\/\">http:\/\/brasiliaconcreta.com.br\/o-que-e-arquitetura-vernacula\/<\/a>. Acessado aos 05.03.2020;<\/p>\n<p>44ARQUITETURA.COM.BR: <a href=\"http:\/\/44arquitetura.com.br\/2019\/08\/arquitetura-vernacular\/\">http:\/\/44arquitetura.com.br\/2019\/08\/arquitetura-vernacular\/<\/a>. Acessado aos 05.03.2020;<\/p>\n<p>UGREEN.COM.BR: <a href=\"https:\/\/www.ugreen.com.br\/arquitetura-vernacular\/\">https:\/\/www.ugreen.com.br\/arquitetura-vernacular\/<\/a>. Acessado aos 05.03.2020;<\/p>\n<p>PT.WIKIPEDIA.ORG: <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Arquitetura_vernacular\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Arquitetura_vernacular<\/a>. Acessado aos 05.03.2020;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/WWW.VITRUVIUS.COM.BR\">WWW.VITRUVIUS.COM.BR<\/a>: <a href=\"https:\/\/www.vitruvius.com.br\/revistas\/read\/arquitextos\/17.201\/6431\">https:\/\/www.vitruvius.com.br\/revistas\/read\/arquitextos\/17.201\/6431<\/a>. Acessado aos 05.04.2020.<\/p>\n<p>FONTES DAS IMAGENS<\/p>\n<ul>\n<li>Bangal\u00f4s de Chicago (E.U.A.):<\/li>\n<\/ul>\n<p>44ARQUITETURA.COM.BR: <a href=\"http:\/\/44arquitetura.com.br\/2019\/08\/arquitetura-vernacular\/\">http:\/\/44arquitetura.com.br\/2019\/08\/arquitetura-vernacular\/<\/a>. Acessado aos 05.03.2020;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>\u201c<em>Malay Houses<\/em>\u201d (Mal\u00e1sia):<\/li>\n<\/ul>\n<p>44ARQUITETURA.COM.BR: <a href=\"http:\/\/44arquitetura.com.br\/2019\/08\/arquitetura-vernacular\/\">http:\/\/44arquitetura.com.br\/2019\/08\/arquitetura-vernacular\/<\/a>. Acessado aos 05.03.2020;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Habita\u00e7\u00f5es das favelas (grandes cidades):<\/li>\n<\/ul>\n<p>AVENTURASNAHISTORIA.UOL.COM.BR: <a href=\"https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/noticias\/reportagem\/historia-brasil-favelas-cariocas.phtml\">https:\/\/aventurasnahistoria.uol.com.br\/noticias\/reportagem\/historia-brasil-favelas-cariocas.phtml<\/a>. Acessado aos 05.04.2020;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Arquitetura vernacular: uma obra de raiz<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1047,1094,5345],"class_list":["post-30840","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-arquitetura-vernacular","tag-artigo","tag-marcelo-a-paiva-pereira"],"aioseo_notices":[],"views":764,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":65018,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=65018","url_meta":{"origin":30840,"position":0},"title":"A arquitetura e o tempo","author":"Marcelo Paiva Pereira","date":"13 de mar\u00e7o de 2024","format":false,"excerpt":"Desde as primeiras civiliza\u00e7\u00f5es temos transformado os espa\u00e7os onde vivemos. 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O presente texto abordar\u00e1, mesmo superficialmente, as caracter\u00edsticas da referida, como abaixo segue. 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