{"id":33476,"date":"2020-08-28T19:43:23","date_gmt":"2020-08-28T22:43:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=33476"},"modified":"2020-08-28T19:43:23","modified_gmt":"2020-08-28T22:43:23","slug":"carlos-carvalho-cavalheiro-sociedade-indolor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=33476","title":{"rendered":"Carlos Carvalho Cavalheiro: &#039;Sociedade indolor&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F33476&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F33476&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_26459\" aria-describedby=\"caption-attachment-26459\" style=\"width: 133px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andre-Pinto-2018-1-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"26459\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=26459\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andr\u00e9-Pinto-2018-1-2.jpg\" data-orig-size=\"219,338\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Andr\\u00e9 Pinto Fotografia&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1532262722&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;\\u00a9 2018 Andr\\u00e9 Pinto Fotografia&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Carlos Carvalho Cavalheiro\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Carlos Carvalho Cavalheiro&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Carlos Carvalho Cavalheiro&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andr\u00e9-Pinto-2018-1-2.jpg\" class=\" wp-image-26459\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andre-Pinto-2018-1-2-194x300.jpg\" alt=\"\" width=\"133\" height=\"206\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-26459\" class=\"wp-caption-text\">Carlos Cavalheiro<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Sociedade indolor<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/images.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-33477 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/images-300x128.jpg\" alt=\"\" width=\"625\" height=\"266\" \/><\/a><\/p>\n<p>Vivemos um momento em que os seres humanos desenvolveram a ojeriza ao sentimento de dor. Provavelmente esta constata\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja original. \u00c9 poss\u00edvel que algu\u00e9m j\u00e1 a tenha feito com maior erudi\u00e7\u00e3o argumentativa. No entanto, \u00e9 uma reflex\u00e3o \u00fatil para os tempos em que vivemos e que, por isso, se justifica a sua repeti\u00e7\u00e3o: \u00e9 uma li\u00e7\u00e3o a ser ensinada e aprendida, uma esp\u00e9cie de guia de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>As sociedades mais antigas reconheciam o valor do sentimento da dor como pr\u00e9-requisito para as passagens das diversas fases da vida, o que hoje poder\u00edamos chamar de alcance do sucesso. Os meninos espartanos, por exemplo, eram retirados de suas casas aos sete anos de idade para se prepararem ao exerc\u00edcio da defesa de sua p\u00e1tria. A partir de um rigoroso programa de educa\u00e7\u00e3o, cujo objetivo era formar o soldado perfeito, essas crian\u00e7as sofriam terr\u00edveis prova\u00e7\u00f5es. Muitas delas n\u00e3o aguentavam os exerc\u00edcios e morriam. Os que sobravam se convertiam em combatentes temidos.<\/p>\n<p>Obviamente que n\u00e3o \u00e9 objetivo aqui querer louvar um programa educacional como esse. Seria um anacronismo sem limites. Cada situa\u00e7\u00e3o a seu respectivo tempo, mas \u00e9 um exemplo, dentro da argumenta\u00e7\u00e3o, do quanto as sociedades antigas n\u00e3o temiam a dor. Ao contr\u00e1rio, sabiam que toda mudan\u00e7a exige a supera\u00e7\u00e3o do medo, da dor e do medo da dor.<\/p>\n<p>As propagandas da televis\u00e3o nos vendem a n\u00e3o-dor. Analg\u00e9sicos disputam o mercado a partir da rapidez da solu\u00e7\u00e3o do problema. N\u00e3o temos mais dor de cabe\u00e7a, dores musculares, dor no dente, febre, dores abdominais. Em segundos, o al\u00edvio imediato. Bom, dor \u00e9 tamb\u00e9m um sinal de que algo n\u00e3o est\u00e1 bem. Imagine a seguinte situa\u00e7\u00e3o: seu carro apresenta um barulho estranho aos seus ouvidos. Provavelmente, algo na mec\u00e2nica do autom\u00f3vel n\u00e3o vai bem. Ent\u00e3o, como solu\u00e7\u00e3o, voc\u00ea compra um protetor auricular. Pronto! N\u00e3o se ouve mais o barulho. \u00c9 fato. Mas o problema continua, mascarado por sua pseudo-surdez.<\/p>\n<p>Outro dia um casal reclamava num programa de TV, desses que desnudam a intimidade alheia, do filho de dez anos de idade que ainda dormia na mesma cama que os pais. Eram praticamente tr\u00eas corpos desenvolvidos, um deles em acelerada fase de crescimento, disputando um espa\u00e7o planejado para dois adultos. A m\u00e3e confessou que a ideia se originou a partir da \u201cconsulta\u201d a um \u201cpsic\u00f3logo\u201d do Youtube. Ele vendeu a an\u00e1lise de que a crian\u00e7a \u2013 enquanto beb\u00ea rec\u00e9m-nascido \u2013 se sentiria acolhida com a presen\u00e7a dos pais no leito. Assim, a crian\u00e7a foi crescendo e se mantendo ao lado dos pais durante as noites de sono. Por\u00e9m, agora, aos dez anos, n\u00e3o conseguia mais dormir sozinha.<\/p>\n<p>A m\u00e3e j\u00e1 tentara fazer a crian\u00e7a dormir em sua pr\u00f3pria cama, o pai tamb\u00e9m, mas a crian\u00e7a chorava, se deprimia, e os pais cediam. N\u00e3o queriam sofrer novamente a dor do parto. A L\u00edngua Portuguesa tem l\u00e1 os seus caprichos e permite, desse modo, constru\u00e7\u00f5es imag\u00e9ticas interessantes. Apesar da improv\u00e1vel correspond\u00eancia etimol\u00f3gica, o substantivo parto (no sentido de dar \u00e0 luz) e o verbo partir (quebrar em partes ou deslocar-se), em portugu\u00eas nos permite a rela\u00e7\u00e3o de ambas as palavras com a dor.<\/p>\n<p>O nascimento exige dor. O beb\u00ea vive confortavelmente dentro da placenta. N\u00e3o sente frio, nem fome, praticamente nada o incomoda. De repente, tudo se transforma: perde aquele l\u00edquido confort\u00e1vel que o envolvia, \u00e9 obrigado a respirar de outra forma, ouve barulhos ensurdecedores, uma luz intensa fere seus olhos. A dor do parto n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 da m\u00e3e. Mas foi isso que permitiu o crescimento do beb\u00ea.<\/p>\n<p>Evitar esse crescimento por n\u00e3o querer passar pela dor \u00e9 como imaginar a situa\u00e7\u00e3o absurda da crian\u00e7a que se recusa a nascer! Agarra-se, como pode, dentro do ventre da m\u00e3e e n\u00e3o se permite \u00e0 experi\u00eancia do nascimento. Por analogia, ao n\u00e3o permitir que a crian\u00e7a \u201cpartisse\u201d (abandonasse o leito dos pais), os genitores evitavam a dor do \u201cparto\u201d (nascimento), mas n\u00e3o permitiam o amadurecimento do filho.<\/p>\n<p>Estudar exige sacrif\u00edcios, ter um corpo saud\u00e1vel requer exerc\u00edcios, a aquisi\u00e7\u00e3o de erudi\u00e7\u00e3o exige tempo e dedica\u00e7\u00e3o. Tudo isso nos impede do prazer imediato e, por isso, nos causa dor. Mas \u00e9 necess\u00e1rio que sintamos dor para atingirmos nossos objetivos maiores.<\/p>\n<p>Em tempos de pandemia, sentimos a dor da perda daquilo que est\u00e1vamos acostumados a fazer. N\u00e3o podemos mais caminhar pelas ruas sem respeitar o distanciamento social e sem usarmos m\u00e1scaras. N\u00e3o podemos mais visitar entes queridos, nem externar nosso afeto por meio de beijos e abra\u00e7os. N\u00e3o podemos participar de aglomera\u00e7\u00f5es, tomar um chopp ao final da tarde, assistirmos a um jogo de futebol no est\u00e1dio&#8230; N\u00e3o podemos e isso nos causa dor. Mas \u00e9 o que, tamb\u00e9m, nos t\u00eam mantido vivos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Carlos Carvalho Cavalheiro<\/strong><\/p>\n<p>25.08.2020<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sociedade indolor<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1094,1233,1651,2982,8047],"class_list":["post-33476","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-artigo","tag-ausencia","tag-carlos-carvalho-cavalheiro","tag-dor","tag-sociedade"],"aioseo_notices":[],"views":494,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":17590,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=17590","url_meta":{"origin":33476,"position":0},"title":"Carlos Carvalho Cavalheiro: &#039;Livro sobre sociedade portuguesa ser\u00e1 lan\u00e7ado em maio&#039;","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"12 de abril de 2018","format":false,"excerpt":"O livro 'Sorocaba Lusitana: 120 anos da Sociedade Beneficente e Recreativa Vasco da Gama', de autoria dos irm\u00e3os Carlos Carvalho Cavalheiro e Marcelo Carvalho Cavalheiro, ser\u00e1 lan\u00e7ado no dia 22 de maio, data da funda\u00e7\u00e3o da sociedade, em sess\u00e3o solene a ser realizada na C\u00e2mara Municipal de Sorocaba \u00e0s 19\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/capa_frente-1-214x300.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":18453,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=18453","url_meta":{"origin":33476,"position":1},"title":"Os irm\u00e3os Carlos e Marcelo Carvalho Cavalheiro apresentam, na C\u00e2mara Municipal de Sorocaba, o livro &#039;Sorocaba lusitana: 120 anos da sociedade beneficente e recreativa Vasco da Gama&#039;","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"20 de maio de 2018","format":false,"excerpt":"A apresenta\u00e7\u00e3o do livro ocorrer\u00e1 no dia 22 de maio - data de funda\u00e7\u00e3o da Sociedade Vasgo da Gama -, \u00e0s 19h00, em sess\u00e3o solene na C\u00e2mara Municipal de Sorocaba \u00a0 O livro 'Sorocaba Lusitana: 120 anos da Sociedade Beneficente e Recreativa Vasco da Gama', de autoria dos irm\u00e3os Carlos\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/capa_frente-1-214x300.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":19715,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=19715","url_meta":{"origin":33476,"position":2},"title":"Os irm\u00e3os Carlos e Marcelo Carvalho Cavalheiro lan\u00e7am livro sobre sociedade portuguesa","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"15 de julho de 2018","format":false,"excerpt":"\"Um bate-papo gostoso, num clima agrad\u00e1vel\", assim definiram os irm\u00e3os Carlos e Marcelo Carvalho Cavalheiro o lan\u00e7amento do livro 'Sociedade lusitana:120 anos da Sociedade Beneficente e Recreativa Vasco da Gama', ocorrida no dia 13 de julho, na Biblioteca Infantil de Sorocaba \u00a0 A Biblioteca Infantil de Sorocaba foi o espa\u00e7o\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/capa_frente-1-214x300.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":19480,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=19480","url_meta":{"origin":33476,"position":3},"title":"&#039;Sorocaba Lusitana&#039; 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