{"id":3465,"date":"2015-10-11T23:58:30","date_gmt":"2015-10-12T02:58:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=3465"},"modified":"2015-10-11T23:58:30","modified_gmt":"2015-10-12T02:58:30","slug":"artigo-de-marcelo-paiva-pereira-permacultura-uma-ideia-a-sustentabilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=3465","title":{"rendered":"Artigo de Marcelo Paiva Pereira: &#039;Permacultura: uma id\u00e9ia \u00e0 sustentabilidade&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F3465&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F3465&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><strong>Marcelo Paiva Pereira: &#8216;PERMACULTURA: UMA IDEIA \u00c0 SUSTENTABILIDADE&#8217;<\/strong><!--more--><\/h2>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/permacultura.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-3466\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/permacultura.jpg\" alt=\"permacultura\" width=\"101\" height=\"92\" \/><\/a>A sustentabilidade \u00e9 o tema em voga na \u00e9poca atual, objeto de discuss\u00f5es e sugest\u00f5es de m\u00e9todos para seu alcance. Na d\u00e9cada de 70 do s\u00e9culo XX dois australianos criaram a Permacultura, com o escopo de atingir a sustentabilidade das sociedades humanas (as cidades) e do meio ambiente natural. O presente texto a\u00a0abordar\u00e1, ainda que superficialmente, como abaixo segue.<\/p>\n<p>DA PERMACULTURA<\/p>\n<p>A permacultura surgiu na Austr\u00e1lia, na primeira metade da d\u00e9cada de 70 do s\u00e9culo XX, criada por Bill Mollison e David Holmgren, e \u00e9 um conjunto transdisciplinar de diversos conhecimentos que tem por objeto o uso racional do espa\u00e7o e por finalidade atingir a sustentabilidade do meio ambiente natural e artificial (as cidades). Suas premissas s\u00e3o a progressiva redu\u00e7\u00e3o do consumo de energia e recursos e a inevit\u00e1vel redu\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n<p>A fonte prim\u00e1ria \u2013 ou primeira \u2013 da permacultura \u00e9 o Manejo da Terra e da Natureza, da qual a agricultura permanente e sustent\u00e1vel \u00e9 a elementar que a caracteriza e a expande para seis outras \u00e1reas do conhecimento, na sequ\u00eancia, a saber:<\/p>\n<ol>\n<li>Espa\u00e7o constru\u00eddo;<\/li>\n<li>Ferramentas e tecnologia;<\/li>\n<li>Cultura e educa\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Sa\u00fade e bem-estar espiritual;<\/li>\n<li>Economia e finan\u00e7as;<\/li>\n<li>Posse da terra e comunidade;<\/li>\n<\/ol>\n<p>Essas sete \u00e1reas do conhecimento formam uma espiral progressiva (ou evolutiva) pela qual dever\u00e3o integrar umas com as outras, ainda que incerto e vari\u00e1vel este processo. A permacultura faz caminho evolutivo, que se inicia no n\u00edvel pessoal e local, segue ao n\u00edvel coletivo e global e submete aquelas \u00e1reas aos princ\u00edpios \u00e9ticos e de design oriundos da supra mencionada fonte prim\u00e1ria. Referidos princ\u00edpios tem origens na natureza e nas sociedades sustent\u00e1veis da era pr\u00e9-industrial.<\/p>\n<p>S\u00e3o princ\u00edpios \u00e9ticos:<\/p>\n<ol>\n<li>Do cuidado com a Terra: todos devem zelar pela preserva\u00e7\u00e3o ou pela diminui\u00e7\u00e3o dos danos ao solo, \u00e1gua e florestas;<\/li>\n<li>Do cuidado com as pessoas: todos devem zelar pela pr\u00f3pria sa\u00fade e melhorar os relacionamentos com os entes familiares, parentes e outras pessoas;<\/li>\n<li>Da partilha justa: todos devem estabelecer limites para o consumo, reprodu\u00e7\u00e3o dos animais para cria\u00e7\u00e3o e corte e redistribuir o excedente da produ\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Esses princ\u00edpios s\u00e3o gerais e comuns a todas as \u201cculturas de lugar\u201d (culturas tradicionais e ind\u00edgenas), as quais integraram as sociedades com a natureza do local ao longo do tempo. S\u00e3o sociedades tribais, alde\u00e3s, camponesas, de vilarejos, vilas e de pequenas cidades.<\/p>\n<p>Os princ\u00edpios de design s\u00e3o em doze, distribu\u00eddos em dois grupos: a) do n\u00edvel pessoal e local; b) do n\u00edvel coletivo e social.<\/p>\n<p>S\u00e3o princ\u00edpios de design do n\u00edvel pessoal e local:<\/p>\n<ol>\n<li>Da intera\u00e7\u00e3o: a intera\u00e7\u00e3o entre as pessoas e a natureza se faz necess\u00e1ria para se observar os padr\u00f5es de comportamento (sobreviv\u00eancia e exist\u00eancia) das esp\u00e9cies, adaptando-os \u00e0s nossas sociedades e modos de vida locais;<\/li>\n<li>Da produ\u00e7\u00e3o do capital natural: deve-se substituir as fontes n\u00e3o renov\u00e1veis de energia (combust\u00edveis f\u00f3sseis) por fontes renov\u00e1veis, \u00fateis e necess\u00e1rias para reconstruir o capital natural, como s\u00e3o exemplos a energia solar, e\u00f3lica, reaproveitamento dos res\u00edduos agr\u00edcolas, comerciais e industriais, tanques de \u00e1gua, etc., com vistas \u00e0 sobreviv\u00eancia das gera\u00e7\u00f5es futuras;<\/li>\n<li>Do rendimento contempor\u00e2neo: o capital natural deve ser produzido contemporaneamente, com vistas a assegurar a sobreviv\u00eancia das gera\u00e7\u00f5es presentes;<\/li>\n<li>Da auto-regulagem: resulta das rea\u00e7\u00f5es da natureza \u00e0s a\u00e7\u00f5es \u2013 e omiss\u00f5es \u2013 humanas no meio ambiente artificial (as cidades) e natural; quanto menos reagir, maior ser\u00e1 a regulagem dos sistemas humanos de produ\u00e7\u00e3o; a auto-regulagem, entretanto, n\u00e3o exige a auto-sufici\u00eancia dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o, mas ser\u00e1 favorecida porque aumentar\u00e1 o poder de recupera\u00e7\u00e3o (resili\u00eancia) do meio ambiente natural;<\/li>\n<li>Dos recursos renov\u00e1veis: para assegurar a continuidade dos recursos, deve-se utilizar as fontes da natureza sem consumi-las, ou reduzindo o consumo delas para que possam se reproduzir em tempo h\u00e1bil, sem preju\u00edzo da fauna e flora; tamb\u00e9m dever\u00e1 fazer uso de animais dom\u00e9sticos para servi\u00e7os agr\u00edcolas e de transporte;<\/li>\n<li>Do reaproveitamento: deve-se evitar o desperd\u00edcio, de modo a n\u00e3o deixar res\u00edduos, com o reaproveitamento dos bens consumidos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>S\u00e3o princ\u00edpios de design do n\u00edvel coletivo e social:<\/p>\n<ol>\n<li>Da escolha de padr\u00f5es: as sociedades humanas devem escolher quais padr\u00f5es obtidos da natureza para seguir, em prol da vida em sociedade e em harmonia com o meio ambiente; s\u00e3o padr\u00f5es de comportamento que repetem modelos (formas definidas) de vida natural, como s\u00e3o as florestas e a organiza\u00e7\u00e3o vegetal nelas contidas; est\u00e1 relacionado com o princ\u00edpio da intera\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Da integra\u00e7\u00e3o: deve-se realizar a conex\u00e3o simbi\u00f3tica ou cooperativa entre a natureza e as sociedades humanas para evitar danos ao meio ambiente e rea\u00e7\u00f5es austeras contra nossas sociedades; est\u00e1 relacionado com o princ\u00edpio da auto-regulagem;<\/li>\n<li>Da menor escala: toda a economia produzida dever\u00e1 ser local, reduzida \u00e0s atividades regionais, permitindo a auto-sufici\u00eancia dessas comunidades; a propor\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o ser\u00e1 dada pela comunidade do local; est\u00e1 relacionado com o princ\u00edpio da produ\u00e7\u00e3o do capital natural, do rendimento contempor\u00e2neo e dos recursos renov\u00e1veis;<\/li>\n<li>Da diversidade: deve-se acolher as mais diversas esp\u00e9cies de vida vegetal, animal e, tamb\u00e9m, sociocultural das nossas comunidades (distribu\u00eddas em aldeias, vilas, cidades e megacidades); a finalidade \u00e9 garantir a simbiose entre os vegetais, refor\u00e7ar os sistemas naturais de defesa e resist\u00eancia \u00e0s pragas agr\u00edcolas, fortalecer as florestas e atribuir a cada comunidade (ou sociedade) humana a biodiversidade regional; est\u00e1 relacionado com o princ\u00edpio da intera\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Da faixa de borda: deve-se acolher as por\u00e7\u00f5es da natureza que se encontram fora do foco das aten\u00e7\u00f5es, como s\u00e3o as bordas ou margens de rios e lagos, que s\u00e3o tratadas como gravames ao desenvolvimento das sociedades humanas; elas devem ser acolhidas e tratadas com a mesma intera\u00e7\u00e3o, integra\u00e7\u00e3o e diversidade de outras \u00e1reas da natureza; relaciona-se com o princ\u00edpio da auto-regulagem;<\/li>\n<li>Do design adaptado: todos os sistemas produtivos das nossas sociedades dever\u00e3o ser planejados \u2013 desenhados \u2013 tendo-se como foco a intera\u00e7\u00e3o e a integra\u00e7\u00e3o com a natureza e da diversidade de esp\u00e9cies; assim, dever\u00e3o estar em coopera\u00e7\u00e3o com a natureza e sob controle; relaciona-se com o princ\u00edpio da auto-regulagem.<\/li>\n<\/ol>\n<p>DA CONCLUS\u00c3O<\/p>\n<p>A permacultura surgiu na \u00e9poca da primeira crise do petr\u00f3leo, ocorrida em 1973, pondo em xeque o mundo daquela \u00e9poca, que dependia do petr\u00f3leo como fonte principal de energia. Em raz\u00e3o desse panorama pol\u00edtico, econ\u00f4mico, tecnol\u00f3gico e social, eram catastr\u00f3ficas as previs\u00f5es para o futuro que se aproximava.<\/p>\n<p>A proposta sugerida pelos dois australianos que a criaram tem como premissa esse futuro apocal\u00edptico, sem recursos e entendido como resultado de tecnologias devastadoras, sem conter ou diminuir os danos \u00e0 natureza. Sobre essas premissas a permacultura desenvolve sua principiologia.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos seus princ\u00edpios, estes atuam em conjunto, refor\u00e7am e comp\u00f5em o suporte da sustentabilidade do meio ambiente. O da intera\u00e7\u00e3o \u00e9 o mais valioso, porque influi em outros tr\u00eas (da escolha de padr\u00f5es, da diversidade e da faixa de borda), que estabelece a necessidade de adaptar \u00e0s nossas comunidades os padr\u00f5es de comportamento das esp\u00e9cies na natureza, para garantir a harmonia e o equil\u00edbrio entre o meio ambiente natural e o artificial.<\/p>\n<p>Finalmente, a permacultura \u00e9 uma ideia \u00e0 sustentabilidade porque a principiologia dela confere suporte \u00e0 sustentabilidade, sem perda ou desvio do objeto e da finalidade. Nada a mais.<\/p>\n<p>Marcelo Augusto Paiva Pereira.<\/p>\n<p>(o autor \u00e9 aluno de gradua\u00e7\u00e3o da FAUUSP)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FONTES DE PESQUISA<\/p>\n<p>FCA.UNESP.BR. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.fca.unesp.br\/Home\/Extensao\/GrupoTimbo\/permaculturaFundamentos.pdf\">http:\/\/www.fca.unesp.br\/Home\/Extensao\/GrupoTimbo\/permaculturaFundamentos.pdf<\/a>. Acessado aos 30.08.2015.<\/p>\n<p>PERMACULTURA.UFSC.BR. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/permacultura.ufsc.br\/o-que-e-permacultura\/\">http:\/\/permacultura.ufsc.br\/o-que-e-permacultura\/<\/a>. Acessado aos 08.10.2015.<\/p>\n<p>SETELOMBAS.COM.BR. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.setelombas.com.br\/permacultura\/filosofia-da-permacultura\/\">http:\/\/www.setelombas.com.br\/permacultura\/filosofia-da-permacultura\/<\/a>. Acessado aos 03.10.2015.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marcelo Paiva Pereira: &#8216;PERMACULTURA: UMA IDEIA \u00c0 SUSTENTABILIDADE&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[5358,5537,6736],"class_list":["post-3465","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-marcelo-paiva-pereira","tag-meio-ambiente","tag-permacultura"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":3131,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=3131","url_meta":{"origin":3465,"position":0},"title":"Artigo de Marcelo Paiva Pereira: &#039;Arquitetura sustent\u00e1vel: edificando o meio ambiente&#039;","author":"Helio Rubens","date":"2 de setembro de 2015","format":false,"excerpt":"Marcelo Paiva Pereira: 'ARQUITETURA SUSTENT\u00c1VEL: EDIFICANDO O MEIO AMBIENTE' A arquitetura sustent\u00e1vel \u00e9 um ramo da arquitetura e urbanismo e um novo conceito com vistas a preservar o meio ambiente natural em benef\u00edcio das presentes e futuras gera\u00e7\u00f5es, garantindo o conforto ambiental a que todos tem direito. 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