{"id":38682,"date":"2021-03-18T09:57:53","date_gmt":"2021-03-18T12:57:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=38682"},"modified":"2021-03-18T09:57:53","modified_gmt":"2021-03-18T12:57:53","slug":"o-abc-de-palavras-africanas-faladas-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=38682","title":{"rendered":"O ABC de palavras africanas faladas no Brasil"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F38682&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F38682&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/o-abc-de-palavras-africanas-faladas-no-brasil\/unnamed-112\/\" rel=\"attachment wp-att-38683\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"38683\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=38683\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/unnamed-9.jpg\" data-orig-size=\"300,144\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"unnamed\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/unnamed-9.jpg\" class=\" wp-image-38683 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/unnamed-9-300x144.jpg\" alt=\"\" width=\"754\" height=\"362\" \/><i><\/i><\/a><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><i>No Dia Internacional da Elimina\u00e7\u00e3o da Discrimina\u00e7\u00e3o Racial (21 de mar\u00e7o), Doutora em Educa\u00e7\u00e3o e linguistas\u00a0da Babbel trazem um abeced\u00e1rio africano em homenagem \u00e0s heran\u00e7as lingu\u00edsticas brasileiras<\/i><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 incomum ouvir um portugu\u00eas dizendo que no Brasil se fala \u201cbrasileiro\u201d e n\u00e3o portugu\u00eas. Por mais estranha que pare\u00e7a essa afirma\u00e7\u00e3o \u2013 afinal, sabemos que o idioma oficial do Brasil \u00e9 o portugu\u00eas \u2013 h\u00e1 um fundo de verdade em reconhecer que h\u00e1 uma diferen\u00e7a entre a l\u00edngua falada no Brasil e a falada em Portugal. O \u201cportugu\u00eas brasileiro\u201d \u00e9 bem diferente da l\u00edngua m\u00e3e europeia e um dos motivos \u00e9 a rica heran\u00e7a cultural dos povos africanos e ind\u00edgenas no continente americano. \u201cIsso deve ser motivo de orgulho e n\u00e3o de discrimina\u00e7\u00e3o das etnias que tornaram a l\u00edngua brasileira distinta da sua origem europeia\u201d, comenta\u00a0<strong>Adriana Dantas, Doutora em Educa\u00e7\u00e3o e colaborada do aplicativo de idiomas Babbel.<\/strong><\/p>\n<p>Primeiro, a l\u00edngua portuguesa foi marcada pelas centenas de l\u00ednguas faladas pelos povos nativos que moravam no Brasil. At\u00e9 o s\u00e9culo XVIII, havia uma l\u00edngua geral baseada no tupi, o\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.babbel.com\/pt\/magazine\/nheengatu-a-lingua-nao-tao-perdida-comum-dos-indios-dos-escravos-e-dos-jesuitas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/pt.babbel.com\/pt\/magazine\/nheengatu-a-lingua-nao-tao-perdida-comum-dos-indios-dos-escravos-e-dos-jesuitas&amp;source=gmail&amp;ust=1616157010150000&amp;usg=AFQjCNGUysPqqG0_rWjHljAkuoxTXH_eew\">nheengatu<\/a>, que hoje ainda \u00e9 falada por algumas pessoas.<\/p>\n<p>Depois, o modo de falar no Brasil recebeu novas influ\u00eancias culturais com a chegada das diferentes l\u00ednguas das etnias africanas. Dentre elas, a fam\u00edlia lingu\u00edstica banto, proveniente de uma vasta regi\u00e3o que hoje cobre tr\u00eas pa\u00edses:\u00a0 Angola, Congo e Mo\u00e7ambique. S\u00e3o cerca de 300 l\u00ednguas entre quicongo, iorub\u00e1, umbundo e quimbundo. Diversas palavras vindas da fam\u00edlia lingu\u00edstica banto s\u00e3o usadas no cotidiano do brasileiro. Isso mostra como os africanos enriqueceram a cultura brasileira com seus conhecimentos. Essa sabedoria foi incorporada em v\u00e1rios termos falados no Brasil.<\/p>\n<p>De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), 55% da popula\u00e7\u00e3o no Brasil \u00e9 afrodescendente, sendo o pa\u00eds com mais descendentes de africanos fora da \u00c1frica. Assim, no Dia Internacional da Elimina\u00e7\u00e3o da Discrimina\u00e7\u00e3o Racial (21 de mar\u00e7o),\u00a0<strong>Adriana Dantas, Doutora em Educa\u00e7\u00e3o pela USP, e ling\u00fcistas da equipe did\u00e1tica da Babbel<\/strong>\u00a0trazem um abeced\u00e1rio africano em homenagem \u00e0s heran\u00e7as lingu\u00edsticas brasileiras, com palavras consultadas no Novo Dicion\u00e1rio Banto de Nei Lopes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Angu<\/strong>. Os africanos ensinaram os brasileiros a cozinhar o angu, que \u00e9 uma mistura de farinha de milho ou de mandioca com \u00e1gua para fazer pir\u00e3o. O termo vem do quimbundo\u00a0<em>hungu.<\/em><\/p>\n<p><strong>B<\/strong>\u00a0&#8211; <strong>Bazuca<\/strong>. O nome dado a essa arma de guerra tamb\u00e9m teve origem no banto. Essa palavra vem do termo\u00a0<em>basuka,<\/em>\u00a0que indica explodir ou ser incendiado em quicongo.<\/p>\n<p><strong>C<\/strong>\u00a0&#8211; <strong>Cacha\u00e7a<\/strong>. Essa bebida brasileira teve sua origem nas planta\u00e7\u00f5es de cana-de-a\u00e7\u00facar no tempo da escraviza\u00e7\u00e3o. Os negros eram respons\u00e1veis pela t\u00e9cnica de transformar a cana em a\u00e7\u00facar, que consistia em moer a cana, ferver o caldo pra resultar na rapadura, usada pra ado\u00e7ar alimentos. Esse caldo fermentado produzia a bebida, que ainda hoje \u00e9 t\u00e3o apreciada e usada para fazer a famosa caipirinha. A origem pode ter vindo da palavra\u00a0<em>kachasu\u00a0<\/em>da l\u00edngua nhungue que significa aguardente ou\u00a0<em>machacha,\u00a0<\/em>na l\u00edngua quimbundo, que indica bebida de fabrica\u00e7\u00e3o caseira.<\/p>\n<p><strong>D<\/strong>\u00a0&#8211; <strong>Dengo<\/strong> \u2013 Todo mundo gosta de um dengo. E n\u00e3o \u00e9 pra menos. O sentido dessa palavra \u00e9 \u201ccarinho\u201d; \u201cmanha\u201d. O termo vem da l\u00edngua quicongo\u00a0<em>ndengo<\/em>\u00a0que significa do\u00e7ura ou o que \u00e9 macio, sedoso.<\/p>\n<p><strong>E<\/strong>\u00a0&#8211; <strong>Engambelar<\/strong>. Ningu\u00e9m deseja ser engambelado porque ningu\u00e9m aprecia ser enganado. A palavra vem de \u201cengabelo\u201d, um termo religioso que nomeava uma oferenda de menor valor dada ao orix\u00e1 at\u00e9 que se pudesse troc\u00e1-la por uma de valor real. O termo vem de\u00a0<em>uyambelo<\/em>\u00a0da l\u00edngua umbundo que indica \u201coferta ao curandeiro\u201d.<\/p>\n<p><strong>F<\/strong>\u00a0&#8211; <strong>Fungar<\/strong>.\u00a0 Quem nunca passou pela experi\u00eancia de fungar o nariz, especialmente quando chora? Essa palavra vem do quicongo\u00a0<em>kufuna<\/em>\u00a0que tamb\u00e9m virou cafungar e indica fazer barulho com o nariz.<\/p>\n<p><strong>G<\/strong>\u00a0&#8211; <strong>Gingar<\/strong>. Se tem algo que o brasileiro gosta de se orgulhar \u00e9 o seu gingado. Os africanos n\u00e3o apenas ensinaram essa malemol\u00eancia como tamb\u00e9m deram nome a ela. Essa palavra vem do quimbundo\u00a0<em>junga<\/em>\u00a0que significa remexer, bambolear.<\/p>\n<p><strong>H<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Hungu<\/strong>. Tamb\u00e9m conhecido como berimbau. \u00c9 um instrumento musical utilizado pelos povos bantos como os nyanekas, quibundos, oyambos, khoisan.<\/p>\n<p><strong>I\u00a0<\/strong>\u2013\u00a0 <strong>Inhame<\/strong>. Esse alimento foi trazido pelos africanos e \u00e9 um dos tub\u00e9rculos mais nutritivos para incorporar na rotina alimentar. O termo veio do quicongo\u00a0<em>\u00f1ame<\/em>\u00a0que significa \u201cpara comer\u201d.<\/p>\n<p><strong>J<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Jagun\u00e7o<\/strong>. As novelas regionais sempre t\u00eam um jagun\u00e7o como capataz de algum fazendeiro. O termo pode ter vindo do quimbundo\u00a0<em>junguzu<\/em>\u00a0ou do iorub\u00e1\u00a0<em>jagun-jagun<\/em>\u00a0que significa soldado.<\/p>\n<p><strong>L<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Lengalenga<\/strong>. Essa palavra pra conversa chata, enfadonha foi adotada do termo\u00a0<em>ndenga-ndenga<\/em>, que em quicongo tem sentido de lentid\u00e3o, que n\u00e3o acaba nunca.<\/p>\n<p><strong>M<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Macumba<\/strong>. Era o nome de um instrumento musical usado em culto afro-brasileiro. Depois passou a ser utilizado para designar de forma gen\u00e9rica as religi\u00f5es de matriz africana. Origem no quicongo\u00a0<em>makumba<\/em>.<\/p>\n<p><strong>N<\/strong>\u00a0\u2013<strong> Nen\u00e9m<\/strong>. A palavra \u00e9 t\u00e3o fofa quanto o beb\u00ea que ela designa. Em bundo\u00a0<em>nene<\/em>\u00a0indica pequenino, pedacinho.<\/p>\n<p><strong>O<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Omung\u00e1<\/strong>. Outro nome dado para o sal. Vem do umbundo\u00a0<em>omongwa.<\/em><\/p>\n<p><strong>P\u00a0<\/strong>&#8211; <strong>Paparicar<\/strong>. Quem n\u00e3o gosta de ser paparicado? Essa palavra vem do quicongo\u00a0<em>papidika\u00a0<\/em>e significa mimar ou tratar com carinho excessivo. Pode tamb\u00e9m ter o sentido de tornar algu\u00e9m vaidoso, inflar o ego de uma pessoa.<\/p>\n<p><strong>Q<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Quitanda<\/strong>.\u00a0 \u00c9 uma vendinha de pequeno porte onde se encontra produtos frescos como frutas, verduras, etc. A palavra vem do quimbundo\u00a0<em>kitanda<\/em>\u00a0que significa mercado, feira.<\/p>\n<p><strong>R<\/strong>\u00a0\u2013<strong> Ranzinza<\/strong>. Quem nunca se deparou com algu\u00e9m ranzinza? Esse termo \u00e9 usado para uma pessoa rabugenta, birrenta. A palavra vem do quicongo\u00a0<em>nzinzi<\/em>\u00a0e indica mosca caseira.<\/p>\n<p><strong>S<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Samba<\/strong>. Esse ritmo \u00e9 a grande heran\u00e7a cultural dos africanos. Ele \u00e9 considerado a marca registrada do brasileiro. Vem do mesmo termo em quicongo para indicar uma dan\u00e7a e em bundo significava ferver, estar em ebuli\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>T<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Toca<\/strong>. Muitos animais vivem em toca, em buracos que s\u00e3o sua habita\u00e7\u00e3o. A palavra vem do bundo\u00a0<em>toko<\/em>.<\/p>\n<p><strong>U<\/strong>\u00a0\u2013<strong> Umbanda<\/strong>. \u00c9 uma religi\u00e3o de matriz africana que recebeu influ\u00eancias de outras religi\u00f5es como do cristianismo e espiritismo. O termo \u00e9 encontrado em umbundo e quimbundo significando a arte do curandeiro, m\u00e9dico tradicional.<\/p>\n<p><strong>V<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Vatap\u00e1<\/strong>. Essa iguaria trazida pelos africanos foi popularizada pelas baianas. Feito com camar\u00e3o, peixe desfiado, azeite e pimenta em uma massa de p\u00e3o amolecido \u00e9 um alimento obrigat\u00f3rio para todo o turista que visita a Bahia. Seu nome original veio do iorub\u00e1\u00a0<em>ehba-t\u00e1pa<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><strong>X<\/strong>\u00a0\u2013<strong> Xingar<\/strong>. Esse termo t\u00e3o usado para indicar o ato de proferir insultos a algu\u00e9m veio do quimbundo x<em>inga<\/em>, que significa ofender, blasfemar.<\/p>\n<p><strong>Z<\/strong>\u00a0\u2013<strong> Zabumba<\/strong>. \u00c9 um grande tambor, usado para acompanhar v\u00e1rios ritmos como o xote, o bai\u00e3o e o coco. Tanto em quicongo quanto em umbundo, o termo vem de\u00a0<em>mbumba<\/em>\u00a0que indica bater.<\/p>\n<p>\u201cEsse abeced\u00e1rio \u00e9 s\u00f3 um pequeno exemplo do quanto o portugu\u00eas brasileiro foi influenciado pelos africanos. O Brasil n\u00e3o adquiriu apenas novas palavras mas, juntamente com elas, ganhou tamb\u00e9m novos elementos culturais que marcam nossa sociedade\u201d, comenta a\u00a0<strong>Doutora em Educa\u00e7\u00e3o Adriana Dantas em colabora\u00e7\u00e3o com a Babbel<\/strong>.<\/p>\n<p>*As palavras foram consultadas no Novo Dicion\u00e1rio Banto de Nei Lopes, a 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o de 2012 da Editora Pallas.<\/p>\n<p><strong>Dra. Adriana Dantas<\/strong><strong><u><br \/>\n<\/u><\/strong>\u00c9 formada em Lingu\u00edstica pela Unicamp, concluiu seu mestrado em Filosofia pela USP e se tornou Doutora em Educa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pela USP.<\/p>\n<p><strong>Sobre a Babbel<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 12 anos, Markus Witte (Presidente Executivo do Conselho) e Thomas Holl (CTO) perceberam que na\u0303o havia como aprender um idioma on-line \u2014 um problema que eles decidiram solucionar. Em 2008, criaram a Babbel. Hoje, a empresa e\u0301 formada por 750 profissionais de mais de 60 pai\u0301ses, trabalhando na sede, em Berlim, e em Nova Iorque. O aplicativo de idiomas tem milh\u00f5es de assinantes pagantes.<\/p>\n<p>A equipe did\u00e1tica da Babbel \u00e9 formada por mais de 150 linguistas \u2013 o que torna possi\u0301vel uma abordagem eficiente, baseada em me\u0301todos empiricamente comprovados.\u00a0 Pesquisadores da Universidade de Yale, Universidade de Michigan e Universidade da Cidade de Nova Iorque tamb\u00e9m j\u00e1 comprovaram a efic\u00e1cia do aplicativo em diferentes estudos.<\/p>\n<p>No Brasil, a empresa atua desde 2014. Hoje, o mercado brasileiro \u00e9 o principal da Am\u00e9rica Latina, representando cerca de 50% de todas as assinaturas na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Dia Internacional da Elimina\u00e7\u00e3o da Discrimina\u00e7\u00e3o Racial (21 de mar\u00e7o), Doutora em Educa\u00e7\u00e3o e linguistas\u00a0da Babbel trazem um abeced\u00e1rio africano em homenagem \u00e0s heran\u00e7as lingu\u00edsticas brasileiras<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":38683,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[640,2800,6111],"class_list":["post-38682","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-adriana-dantas","tag-dia-internacional-da-eliminacao-da-discriminacao-racial","tag-o-abc-de-palavras-africanas-faladas-no-brasil"],"aioseo_notices":[],"views":773,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/unnamed-9.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":74544,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=74544","url_meta":{"origin":38682,"position":0},"title":"O Portugu\u00eas que a \u00c1frica fala","author":"Fidel Fernando","date":"29 de julho de 2025","format":false,"excerpt":"A l\u00edngua \u00e9 muito mais do que um instrumento de comunica\u00e7\u00e3o: \u00e9 um campo de disputas simb\u00f3licas, culturais e pol\u00edticas. 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