{"id":38962,"date":"2021-03-26T08:16:44","date_gmt":"2021-03-26T11:16:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=38962"},"modified":"2021-03-26T08:16:44","modified_gmt":"2021-03-26T11:16:44","slug":"com-direcao-de-gabriel-miziara-e-texto-de-maria-giulia-pinheiro-alteridade-estreia-dia-16-de-abril-e-faz-seis-apresentacoes-on-line-e-gratuitas-ate-dia-25-do-mesmo-mes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=38962","title":{"rendered":"Alteridade estreia dia 16 de abril e faz seis apresenta\u00e7\u00f5es on-line e gratuitas at\u00e9 dia 25 do mesmo m\u00eas"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F38962&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F38962&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h4 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/com-direcao-de-gabriel-miziara-e-texto-de-maria-giulia-pinheiro-alteridade-estreia-dia-16-de-abril-e-faz-seis-apresentacoes-on-line-e-gratuitas-ate-dia-25-do-mesmo-mes\/alteridade_baixa_-7\/\" rel=\"attachment wp-att-38963\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-38963 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Alteridade_baixa_-7-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"630\" height=\"420\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/1DgedV_9Ew8V99KiQXhhaXFs2KTNa9vPm?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/1DgedV_9Ew8V99KiQXhhaXFs2KTNa9vPm?usp%3Dsharing&amp;source=gmail&amp;ust=1616842315214000&amp;usg=AFQjCNG-J0TnfsLOUc_kAA32YjckXr4ktg\">Link para download de fotos<\/a><\/h4>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><em>Em Alteridade, a voz de uma mulher estuprada e sua trajet\u00f3ria de restabelecimento s\u00e3o o ponto de partida para a discuss\u00e3o sobre a \u00e9tica que nos rege<\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Na pe\u00e7a, uma mulher \u00e9 estuprada. Por qu\u00ea? Quem ou o que permite que isso continue? Qual \u00e9 o discurso que legitima que o estupro aconte\u00e7a tanto e t\u00e3o silenciosamente? A Cultura do Estupro \u00e9 a l\u00f3gica dominante, perpetuada por um imagin\u00e1rio e por a\u00e7\u00f5es das mais cotidianas. Quantas coisas uma mulher passa ao longo de um dia que s\u00e3o da mesma natureza do estupro, ainda que em menor grau?<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Maria Giulia Pinheiro, sobre o texto Alteridade<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Durante sete unidades drama\u0301ticas denominadas \u201cci\u0301rculos\u201d, a personagem narra a viole\u0302ncia a que foi submetida, a tentativa de se restabelecer, a noti\u0301cia da gravidez, a opc\u0327a\u0303o do aborto, a culpa, a ilegalidade de escolher, a dissociac\u0327a\u0303o entre lei e corpo e o rompimento com a velha mitologia patriarcal.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A voz dessa mulher perpassa as diversas camadas da Sociedade do Estupro e vai, pelo arque\u0301tipo de Alteridade, encontrando aberturas para a reconstruc\u0327a\u0303o de si.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ela (Elas, N\u00f3s?) tenta se restabelecer, encontrar um jeito de se sentir bem no mundo, um espa\u00e7o seu. Ela vive a dor do trauma, colocando pra fora a viol\u00eancia que viveu, e nessa experi\u00eancia, acaba rompendo com a velha l\u00f3gica patriarcal na qual vivia. Um assunto essencial, em um pa\u00eds que tem 50 mil casos de estupro por ano.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00a0\u00a0Constituir-se como outro. Uma das defini\u00e7\u00f5es poss\u00edveis de alteridade, existente no dicion\u00e1rio de filosofia de Abbagnano. O texto de Maria Giulia Pinheiro vem sob esse nome. A personagem \u00e9 uma mulher sem nome, sem idade, sem classe social porque, no texto, n\u00e3o \u00e9 isso que a define. O que a define \u00e9 a viol\u00eancia, o estupro que ela sofreu, as consequ\u00eancias dessa viol\u00eancia em seu corpo e todos os pensamentos e sentimentos que da viol\u00eancia derivam. O encontro da personagem com uma sociedade que tem a cultura do estupro institucionalizada, e sua jornada em busca de se refazer na descoberta da alteridade. O refazer-se passa por perceber que eu e outro somos. Alteramos nossas trajet\u00f3rias, somamos ou subtra\u00edmos for\u00e7as, nossas e dos outros, que em algum momento se tornam n\u00f3s. O texto traz vozes dessa mulher, ou de muitas mulheres, no caso desse projeto aparece na boca de duas mulheres, duas atrizes. A personagem est\u00e1 na emerg\u00eancia de refazer-se. Nesse momento artistas das artes c\u00eanicas est\u00e3o na emerg\u00eancia de se refazer, de fazer, de continuar a existir numa situa\u00e7\u00e3o onde encontrar o outro \u2013 esse encontro t\u00e3o caro ao teatro \u2013 \u00e9 um risco.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O texto de Maria Giulia \u00e9 um fluxo de palavras. Nele, a personagem se entende ao jorrar essas palavras em um fluxo de consci\u00eancia. Nesta pandemia, onde o encontro dos corpos foi impedido, nos vimos pura palavra que, pelas janelas dos computadores, celulares, tablets, zooms, whatsapps, skypes e tais, promoveram e promovem um simulacro necess\u00e1rio ao encontro que nos \u00e9, com toda a raz\u00e3o, negado.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Pelas palavras nos encontramos. Pelas palavras, a mulher, no texto, se encontra. Pelas palavras, aqui, artistas, texto, janelas, e p\u00fablico se encontrar\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>\u00a0\u00a0A equipe de cria\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Nessa empreitada de navegar por caminhos t\u00e3o conhecidos em um meio t\u00e3o desconhecido, ter uma tripula\u00e7\u00e3o que trabalha junto h\u00e1 20 anos \u00e9 uma seguran\u00e7a na jornada.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Na trajet\u00f3ria conjunta, o trato com a palavra une a equipe criativa. O trio faz um teatro da palavra desde que se conheceu na origem da Cia Elevador de Teatro Panor\u00e2mico, da qual s\u00e3o co-fundadores. Tamb\u00e9m os une o conceito de Alteridade. Em 20 anos de trabalho, grande parte dele foi constru\u00eddo sobre o Campo de Vis\u00e3o, exerc\u00edcio e linguagem c\u00eanica desenvolvida por Marcelo Lazzaratto na Cia. Elevador de Teatro Panor\u00e2mico. O Campo de Vis\u00e3o estuda e se desenvolve, antes de tudo, na alteridade. No ser e criar a partir do outro.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cAlteridade \u00e9 um mergulho pela viv\u00eancia de uma mulher presa na lama violenta do machismo estrutural. Uma queda, um jorro, uma raiva, um choro, um desentender e um reentender, um levante. Uma jornada por dentro da mulher violada.\u201d (Carolina Fabri)<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEssa pe\u00e7a \u00e9 um jogo entre tr\u00eas mulheres e as palavras: Maria as escreveu, Carolina e Marina as dizem, as vivem, as contam; e um homem que as escuta.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">(Carolina Fabri)<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cFui tomada por esse texto logo nas primeiras linhas. Um soco no est\u00f4mago, uma ang\u00fastia, l\u00e1grimas, e ao mesmo tempo um encantamento est\u00e9tico pela forma precisa e po\u00e9tica em que ele se apresenta. Na hora liguei pra Marina: bora contar essa hist\u00f3ria?\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cDesde o primeiro momento que lemos o texto de Maria Giulia, sentimos que essa narrativa, uma mulher se narrando em fluxo de consci\u00eancia, seria um bom ponto de partida para experimentar o teatro on-line .\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">(Carolina Fabri)<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Quando li Alteridade pela primeira vez pensei: essas palavras est\u00e3o se movendo e nosso trabalho \u00e9 entender a que velocidade cada uma delas se move. Algumas correm, outras caminham muito devagar, e quando voc\u00ea se d\u00e1 conta, algumas est\u00e3o paradas, olhando pra voc\u00ea.\u00a0 Algumas ficam paradas olhando pra voc\u00ea por v\u00e1rios dias. \u00c9 um assombro.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">(Marina Vieira)<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Por que um homem na dire\u00e7\u00e3o?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Porque acreditam intrinsicamente no processo de alteridade: dentro da ideia de soma de vis\u00f5es e percep\u00e7\u00f5es diferentes, Marina e Carolina colocaram na dire\u00e7\u00e3o\/encena\u00e7\u00e3o Gabriel Miziara como o duplo complementar, numa vis\u00e3o arquet\u00edpica de puls\u00f5es femininas e masculinas, tamb\u00e9m porque Miziara vem pesquisando esses conceitos em sua trajet\u00f3ria individual. Sem, de maneira nenhuma, atribuir a for\u00e7a masculina e a feminina aos g\u00eaneros ou sexos dos integrantes, trazem aqui um jogo com as posi\u00e7\u00f5es, tendo as atrizes-idealizadoras como for\u00e7a central, geradoras dos estados, ve\u00edculo da voz da autora e criadoras de imagens e atmosferas e o diretor-encenador no papel de animus, que organiza e estabelece as regras do jogo para que ele junto \u00e0 puls\u00e3o, se estabele\u00e7a no exterior.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cN\u00e3o h\u00e1 mim sem outro. N\u00e3o h\u00e1 outro sem mim\u201d. (trecho de Alteridade)<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>\u00a0\u00a0Breves palavras sobre a encena\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00a0\u00a0A op\u00e7\u00e3o da encena\u00e7\u00e3o \u00e9 pela simplicidade. Entender onde a palavra pode ganhar mais for\u00e7a e express\u00e3o para al\u00e9m da que j\u00e1 est\u00e1 colocada nas imagens textuais. Uma mesa e duas cadeiras s\u00e3o o cen\u00e1rio onde as duas atrizes est\u00e3o lado a lado, sempre olhando para frente, como se estivessem numa sala de depoimento de delegacia. Uma ilumina\u00e7\u00e3o fria, todo o entorno escuro e duas mulheres cobertas de lama. Gotas de \u00e1gua pingam na cabe\u00e7a delas, uma tortura silenciosa, assim como, a lembran\u00e7a do estupro e seus desdobramentos que acompanhamos na narrativa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cO texto de Maria Giulia Pinheiro, tem for\u00e7a em si, n\u00e3o vi a necessidade de uma encena\u00e7\u00e3o elaborada. O que nos interessa, \u00e9 ouvir o texto passando pelas atrizes, ver os olhos das atrizes e a dor que esta mulher carrega.\u201d (Gabriel Miziara)<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201c\u00c9 um prazer imenso poder trabalhar novamente com Carol e Marina. S\u00e3o mais de 20 anos de parceria art\u00edstica e somente esta trajet\u00f3ria \u00e9 que permite que a simplicidade seja a chave da encena\u00e7\u00e3o. Conhecemos profundamente uns aos outros e a confian\u00e7a existente permite o mergulho profundo na poesia dura e tr\u00e1gica de Maria Giulia Pinheiro.\u201d (Gabriel Miziara)<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEste trabalho \u00e9 feito com o apoio de um fundo emergencial para artistas. No meio de uma pandemia que, cada dia mais nos mostra que somente juntos podemos transformar algo, cuidar de algo, poder estar pr\u00f3ximo de parceiras e parceiros, amigos e amigas t\u00e3o caros para voltarmos a trabalhar nossa utopia atrav\u00e9s do teatro, foi um alento e uma alegria.\u201d (Gabriel Miziara)<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Por que a escolha desse texto?<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Falar sobre a viol\u00eancia contra a mulher \u00e9 algo urgente. A cada 8 minutos uma mulher \u00e9 estuprada no Brasil.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O texto Alteridade, de Maria Giulia Pinheiro, \u00e9 o relato de uma mulher que ap\u00f3s sofrer um estupro, tenta entender e ressignificar a viol\u00eancia sofrida. A gravidez, o aborto, a culpa, a vergonha, o medo, caracter\u00edsticas presentes neste tipo de viv\u00eancia, s\u00e3o colocados na boca de sua\/suas protagonistas atrav\u00e9s de fluxos de consci\u00eancia e, assim, temos a dimens\u00e3o interna e externa da viol\u00eancia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Muitas mulheres n\u00e3o conseguem falar sobre a viol\u00eancia sofrida, tanto se faz ainda mais urgentes atos de cria\u00e7\u00e3o como Alteridade, onde a voz de uma pode ser a voz de todas. A pe\u00e7a \u00e9 um grito que necessita ser ouvido e compartilhado para que possamos caminhar em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 quebra deste pacto de sil\u00eancio que permite que mulheres ainda estejam vulner\u00e1veis \u00e0 viol\u00eancia que ocorre diariamente.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00c9 uma proposta de entendimento deste eu\/outro, que n\u00e3o se livra deste ato \u00e0 partir da nega\u00e7\u00e3o do fato e sim no mergulho profundo no mesmo, para que desta fric\u00e7\u00e3o, desta rela\u00e7\u00e3o intercambial que a alteridade traz, possa surgir\/ser algo al\u00e9m do bin\u00f4mio v\u00edtima\/algoz.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Sinopse do espeta\u0301culo<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em Alteridade, a voz de uma mulher estuprada e sua trajet\u00f3ria de restabelecimento s\u00e3o o ponto de partida para a discuss\u00e3o sobre a \u00e9tica que nos rege. O espet\u00e1culo \u00e9 o jogo c\u00eanico entre as artistas, o novo meio de comunica\u00e7\u00e3o que a pandemia imp\u00f4s &#8211; o teatro on-line e o texto hom\u00f4nimo de Maria Giulia Pinheiro.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Durante sete unidades drama\u0301ticas denominadas \u201cci\u0301rculos\u201d, ela narra a viole\u0302ncia a que foi submetida, a tentativa de se restabelecer, a noti\u0301cia da gravidez, a opc\u0327a\u0303o do aborto, a culpa, a ilegalidade de escolher, a dissociac\u0327a\u0303o entre lei e corpo e o rompimento com a velha mitologia patriarcal.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A voz dessa mulher perpassa as diversas camadas da Sociedade do Estupro e vai, pelo arque\u0301tipo de Alteridade, encontrando aberturas para a reconstruc\u0327a\u0303o de si.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ela (Elas, N\u00f3s?) tenta se restabelecer, encontrar um jeito de se sentir bem no mundo, um espa\u00e7o seu. Ela vive a dor do trauma, colocando pra fora a viol\u00eancia que viveu, e nessa experi\u00eancia, acaba rompendo com a velha l\u00f3gica patriarcal na qual vivia. Um assunto essencial, em um pa\u00eds que tem 50 mil casos de estupro por ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Ficha T\u00e9cnica:<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Texto: Maria Giulia Pinheiro<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dire\u00e7\u00e3o: Gabriel Miziara<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Elenco: Carolina Fabri e Marina Vieira<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Produ\u00e7\u00e3o: Canto Produ\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Fotos: Vin\u00edcius Berger<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Servi\u00e7o:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Apresenta\u00e7\u00f5es 16,17, 18, 23,24 e 25 de abril.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Sextas e s\u00e1bados \u00e0s 20h e domingos \u00e0s 18h.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Na plataforma Sympla<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: 14 anos<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dura\u00e7\u00e3o: 35 minutos<\/p>\n<div class=\"yj6qo\"><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Link para download de fotos Em Alteridade, a voz de uma mulher estuprada e sua trajet\u00f3ria de restabelecimento s\u00e3o o ponto de partida para a discuss\u00e3o sobre a \u00e9tica que nos rege<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[784,1682,3435,5418],"class_list":["post-38962","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-alteridade","tag-carolina-fabri","tag-espetaculo","tag-maria-giulia-pinheiro"],"aioseo_notices":[],"views":435,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":74497,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=74497","url_meta":{"origin":38962,"position":0},"title":"Alter Nativa \u2013 II Feira Anarquista de S\u00e3o Paulo","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"23 de julho de 2025","format":false,"excerpt":"O document\u00e1rio mostra a realiza\u00e7\u00e3o da II Feira Anarquista de S\u00e3o Paulo, que ocorreu em 2011. 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DICA= A higiene oral\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"Foto de Jose Otavio Vasques Ayres.","src":"https:\/\/ci5.googleusercontent.com\/proxy\/rUFrjteCOPUdWg0UBAXCz-fXo1r8wb6xrDWobxb3TrHNIazDXPivAWaV2DtEUVojIxjOWazHzmYbUSrE8jrpkwBg0MEQ2sF7EhTYO3f50ApjPl_Sln3C-r4UHv95NCrtm1pnvxIYQHtjW8iZu6MF_dvwDcet-P6puT0vuzWLSp08jQgOZALUlv48QBm99_IK5om1iPP-JP-dU3lSHM2eKECR4hHVNpA=s0-d-e1-ft#https:\/\/scontent-mia1-1.xx.fbcdn.net\/v\/t1.0-9\/13435490_249540092081748_1623077916494742723_n.jpg?oh=3ba4409c078fe320e28822b8c8e2ac81&oe=57CDE18C","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":5234,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=5234","url_meta":{"origin":38962,"position":5},"title":"Artigo do Dr. Jos\u00e9 Ot\u00e1vio Vasques Ayres: &#039;Terceira Idade &#8211; problemas de ouvido&#039;","author":"Helio Rubens","date":"13 de junho de 2016","format":false,"excerpt":"DR JOS\u00c9 OT\u00c1VIO VASQUES AYRES : 'TERCEIRA IDADE - PROBLEMAS DE OUVIDO' ORELHAS Ferimentos que n\u00e3o cicatrizam devem ser examinados, pela possibilidade de c\u00e2ncer de pele, especialmente em pessoas de pele mais clara e que se expuseram muito ao sol. OUVIDO EXTERNO ROLHA DE CERUME. Com a idade aumenta a\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"m\u00e9dico ouvido","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/m%C3%A9dico-ouvido.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/38962","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=38962"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/38962\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=38962"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=38962"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=38962"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}