{"id":39873,"date":"2021-04-18T16:12:12","date_gmt":"2021-04-18T19:12:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=39873"},"modified":"2021-04-18T16:12:12","modified_gmt":"2021-04-18T19:12:12","slug":"eliana-hoenhe-pereira-era-assim-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=39873","title":{"rendered":"Eliana Hoenhe Pereira: &#039;Era assim&#8230;&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F39873&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F39873&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_35787\" aria-describedby=\"caption-attachment-35787\" style=\"width: 148px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/no-quadro-de-colunistas-do-rol-a-sensibilidade-social-e-literaria-de-eliana-hoenhe-pereira\/foto-2-2\/\" rel=\"attachment wp-att-35787\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"35787\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=35787\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Foto-2.jpg\" data-orig-size=\"540,540\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Foto 2\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Eliana Hoenhe Pereira&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Foto-2.jpg\" class=\" wp-image-35787\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Foto-2-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"148\" height=\"148\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-35787\" class=\"wp-caption-text\">Eliana Hoenhe Pereira<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Era assim&#8230;\u00a0<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Um conto alusivo \u00e0 d\u00e9cada de 50\/60 &#8211;\u00a0<\/strong><strong>Rua da\u00a0<\/strong><strong>Boiada\u00a0<\/strong><strong>&#8211; Cruzeiro\/SP<\/strong><\/h2>\n<p><!--more-->Na d\u00e9cada de 50, era quase inexistente caminh\u00f5es para o transporte de gado a ser levado de um lugar para o outro. Ele era conduzido por homens denominados condutores ou boiadeiros; estes guiavam os bovinos at\u00e9 o destino final, que poderia ser o de uma fazenda para o matadouro ou para a esta\u00e7\u00e3o de trem, onde seriam enviados para outras cidades. Havia sempre um boiadeiro ou pe\u00e3o que ia \u00e0 frente, tocando o berrante, que servia, naturalmente, para acalmar o gado e impedir que se espalhasse.<\/p>\n<p>A Rua da Boiada, como era conhecida pelos moradores, fora a rota essencial para transporte de gado, mas seu logradouro era Bertolino Cipriano Pinto, que recebeu essa nomenclatura em homenagem a esse homem que foi um grande pecuarista da \u00e9poca e propriet\u00e1rio de muitas terras. Descendente de uma fam\u00edlia provedora, pioneira e tradicional da cidade de Cruzeiro, interior paulista do Vale do Para\u00edba. A rua, atualmente, \u00e9 a principal via do bairro Vila dos Expedicion\u00e1rios.<\/p>\n<p>A rua era de terra, larga e n\u00e3o havia ilumina\u00e7\u00e3o, esta, somente no interior das casas dos moradores. As casas ficavam de um lado, e do outro, somente mato e brejos, habitados por sapos, r\u00e3s, formigueiros e outros bichos. Alguns falavam que tamb\u00e9m tinha escorpi\u00f5es e que era perigoso ir para aquelas bandas.\u00a0 Ah! vale lembrar que\u00a0 havia uma parte\u00a0 mais habitada\u00a0 onde ficava o campinho,\u00a0 onde \u00a0os\u00a0 meninos\u00a0 \u00a0gostavam de jogar bola . Existia tamb\u00e9m, pr\u00f3ximo ao campo, uma olaria (lugar onde se fabricava tijolos de barro) e, anexo a ela, morava uma fam\u00edlia que \u201cdava duro no barro na transforma\u00e7\u00e3o de tijolos\u201d.\u00a0 \u00a0Eles n\u00e3o faziam contato com a vizinhan\u00e7a. Chamavam a aten\u00e7\u00e3o pelo tom de pele e pelas manchas e pintas esbranqui\u00e7adas bem definidas em algumas partes do corpo, a exemplo do rosto, bra\u00e7os e pernas. Era vis\u00edvel o quanto os vizinhos tinham medo deles e n\u00e3o se arriscavam chegar perto.<\/p>\n<p>Hora de passar a boiada, era a hora de correr para dentro de casa, fechar os port\u00f5es e pegar a cadeira, coloc\u00e1-la na frente da janela, subir e assistir ao desfile dos bois. Alguns, desajeitados, esbarravam-se nos muros das casas ou nos port\u00f5es \u2018desembestados\u2019, assustando a plateia.\u00a0 Um e outro ficavam para tr\u00e1s, sendo necess\u00e1rio o boiadeiro busc\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Na Rua da Boiada os quintais das casas eram grandes e com muitas \u00e1rvores frut\u00edferas. Na casa de Liz, cada um dos irm\u00e3os tinha a sua de prefer\u00eancia e se esbaldavam na \u00e9poca do fruto. Tamb\u00e9m era palco de muitos cen\u00e1rios:\u00a0 sabugos de milho verde e chuchus eram transformados em girafas, cachorros e outros. Mas era na rua que as coisas pegavam fogo. \u00c0 tardezinha as crian\u00e7as marcavam ponto. Iam chegando de mansinho, parecia que todas as casas tinham um representante. Engra\u00e7ado, os antigos tinham a mania de \u2018inho\u2019: Luizinho, Vardinho, Edinho, Pedrinho, Zildinha, Cidinha, Betinha, e muitos eram os \u2018inhos e inhas\u2019. \u201cMam\u00e3e posso ir\u201d, \u00a0passar anel, corre cotia, amarelinha e tantas outras brincadeiras. Assim que se cansavam, voltavam para as suas casas para descansar os corpinhos suados que, na maioria das vezes, pulavam para camas e s\u00f3 iam acordar no dia seguinte<\/p>\n<p>As crian\u00e7as da \u2018Rua da Boiada\u2019 acordavam cedo e eram estimuladas pelos pais a irem tomar leite, tirada das tetas da vaquinha na hora, na fazenda do Non\u00f4 (Cipriano), que ficava no final da rua. Cada crian\u00e7a levava sua canequinha, alguns at\u00e9 colocavam um punhadinho de Toddy para causar inveja.<\/p>\n<p>Tomar leite na fazenda era o m\u00e1ximo para a sa\u00fade e para o bolso dos pais tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>A Rua da Boiada (Rua Bertolino Cipriano Pinto) \u00e9 cortada por um \u2018Riozinho\u2019, como era chamado. Outrora, cedeu \u00e1guas cristalinas para as lavadeiras que moravam \u00e0s suas margens. O \u2018Riozinho enchia de alegrias as crian\u00e7as que nele iam nadar escondidos dos pais e at\u00e9 mesmo em cultos evang\u00e9licos, como batizado.<\/p>\n<p>De tempo em tempo acontecia os batismos, e era um dia muito esperado, n\u00e3o faltava p\u00fablico infantil para ficar de \u2018bituca\u2019 para assistir. A crian\u00e7ada ficava na Ponte, torcendo para alguma pessoa se afogar. Era s\u00f3 gargalhadas.<\/p>\n<p>Que tristeza me d\u00e1 v\u00ea-lo hoje t\u00e3o desprezado, na mis\u00e9ria, pedindo por socorro.<\/p>\n<p>Na Rua da Boiada era comum as crian\u00e7as se recolherem mais cedo em dias de lua cheia, principalmente quando caia em uma sexta feira\u00a0\u00a0 \u201cDia de Lobisomem\u201d. O Senhor Antonio, marido da Tianinha, era um deles. O av\u00f4 de Liz, Sr. Salvador, era conhecido na regi\u00e3o, tinha tido a experi\u00eancia, \u201cdiziam\u201d(?), mas o forte mesmo era o ataque aos cachorros da rua. Nesses dias, eles uivavam exageradamente por volta da meia-noite. Hora pesada e perigosa! \u00a0Ningu\u00e9m se atrevia a sair na rua. O neg\u00f3cio era cobrir a cabe\u00e7a e ficar bem quietinho debaixo das cobertas.<\/p>\n<p>\u2018Piloto\u2019 era ao cachorro da Dona Filhinha, ra\u00e7a Policial, conhecido por toda vizinhan\u00e7a, pelas hist\u00f3rias de valentia, vivia arrumando confus\u00e3o.\u00a0 Em uma noite enluarada de sexta-feira, Piloto sofrera ataque de lobisomem e fora encontrado morto no dia seguinte, bem cedinho, com v\u00e1rias perfura\u00e7\u00f5es pelo corpo.<\/p>\n<p>Na Rua da Boiada, em noite de luar, as crian\u00e7as saiam das casas para ca\u00e7arem vagalumes. Vagalumes s\u00e3o insetos min\u00fasculos, dotados de \u2018lanternas luminosas\u2019. Sua luz pode ser vista \u00e0 dist\u00e2ncia e encanta a todos que o v\u00ea. Verdadeira obra de Deus. As crian\u00e7as, adoravam pegar o \u2018bichinho\u2019 e esfregar suas lanternas (traseiro) sobre as roupas para que, por um curto per\u00edodo de tempo, permanecesse a brilhar; isso lhe trariam sorte, contudo, tinha que ter cuidado para n\u00e3o levar as m\u00e3os aos olhos, \u2018para n\u00e3o ficarem cegos\u2019.<\/p>\n<p>Na Rua da Boiada existia uma casa de n\u00famero 516. Uma casa de esquina, pintada da cor verde. A casa era simples, por\u00e9m revestida de aconchego e muito amor. Tinha um enorme jardim na frente onde se destacavam as d\u00e1lias amarelas e as margaridas, dentre\u00a0 as demais flores. Ah! o Sr. Oswaldo, av\u00f4 de Liz, suas m\u00e3os exalavam o\u00a0 perfumes delas. M\u00e3os aben\u00e7oadas, onde tudo que plantava florescia. Quanta saudade! Como esquecer! Uma hist\u00f3ria de vida, de l\u00e1grimas, sorrisos, suor e esperan\u00e7as&#8230;<\/p>\n<p>Hoje, a Rua Bertolino Cipriano Pinto, que outrora era conhecida pelos moradores como Rua da Boiada, \u00e9 totalmente povoada por resid\u00eancias. A saudade ficar\u00e1 para sempre no cora\u00e7\u00e3o daquelas pessoas que, durante a d\u00e9cada de 50\/ 60, tiveram o privil\u00e9gio de ter morado ali. A casa de n\u00famero 516 n\u00e3o tem mais jardim.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Eliana Hoenhe Pereira<\/strong><\/h4>\n<p>eliana.hoenhe1@hotmail.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era assim&#8230;\u00a0 Um conto alusivo \u00e0 d\u00e9cada de 50\/60 &#8211;\u00a0Rua da\u00a0Boiada\u00a0&#8211; Cruzeiro\/SP<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1427,2314,3162],"class_list":["post-39873","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-boiadeiros","tag-conto","tag-eliana-hoenhe-pereira"],"aioseo_notices":[],"views":416,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":36368,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=36368","url_meta":{"origin":39873,"position":0},"title":"Eliana Hoenhe Pereira: &#039;Era assim&#8230;&#039;","author":"Eliana Hoenhe Pereira","date":"5 de janeiro de 2021","format":false,"excerpt":"Era assim... 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