{"id":42055,"date":"2021-06-20T12:23:10","date_gmt":"2021-06-20T15:23:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=42055"},"modified":"2021-06-20T12:23:10","modified_gmt":"2021-06-20T15:23:10","slug":"anonimo-muitas-vezes-foi-mulher-transmissao-dos-solos-autorais-femininos-criatura-uma-autopsia-inventario-e-quebra-cabec%cc%a7a","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=42055","title":{"rendered":"An\u00f4nimo Muitas Vezes Foi Mulher:  Transmiss\u00e3o dos solos autorais femininos &#039;Criatura, Uma Auto\u0301psia&#039;, &#039;Inventa\u0301rio&#039; e &#039;Quebra-Cabec\u0327a&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F42055&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F42055&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h4 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/anonimo-muitas-vezes-foi-mulher-transmissao-dos-solos-autorais-femininos-criatura-uma-autopsia-inventario-e-quebra-cabec%cc%a7a\/image1-2-3\/\" rel=\"attachment wp-att-42056\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"42056\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=42056\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/image1-2.jpg\" data-orig-size=\"1298,865\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image1 (2)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/image1-2.jpg\" class=\" wp-image-42056 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/image1-2-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"734\" height=\"489\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/1ChfRnYfO4kufjVUSr7F4aSz2WZEh8QM-?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/1ChfRnYfO4kufjVUSr7F4aSz2WZEh8QM-?usp%3Dsharing&amp;source=gmail&amp;ust=1624286543930000&amp;usg=AFQjCNH5e0iT0wJLyPo_GqDubZeF4LxU0g\">link para download de fotos &#8211; cr\u00e9dito Danilo Apoena<\/a><\/h4>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><em>Tr\u00eas espet\u00e1culos solo, tr\u00eas atrizes-autoras\u00a0 investigando tr\u00eas artistas criadoras vivendo em tr\u00eas s\u00e9culos distintos e lidando com o ato da cria\u00e7\u00e3o e o hist\u00f3rico silenciamento de autorias femininas<\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<div dir=\"ltr\">\n<div class=\"gmail_quote\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\">Idealizado por <strong>Bruna Longo<\/strong> e contemplado pela 11\u00aa Edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio Z\u00e9 Renato de apoio\u00a0\u00e0 produ\u00e7\u00e3o e desenvolvimento da atividade\u00a0teatral\u00a0para a cidade de S\u00e3o Paulo, o projeto <strong>An\u00f4nimo Muitas Vezes Foi Mulher<\/strong> traz tr\u00eas espet\u00e1culos autorais femininos (<strong>Criatura &#8211; Uma Aut\u00f3psia, Invent\u00e1rio e Quebra-Cabe\u00e7a<\/strong>) em transmiss\u00e3o gratuita pelas plataformas de quatro teatros da capital: Cacilda Becker, Arthur Azevedo, Jo\u00e3o Caetano e Alfredo Mesquita. Os tr\u00eas espet\u00e1culos foram gravados no palco do Espa\u00e7o Cia. da Revista pela mesma equipe de v\u00eddeo (Bruta Flor Filmes), composta unicamente por mulheres com olhares e talentos \u00fanicos na constru\u00e7\u00e3o de uma narrativa \u00e1udio visual e teatral.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O mais antigo registro de autoria declarada em um texto e\u0301 um poema sume\u0301rio de 2300 a.C. Muitos filo\u0301sofos debruc\u0327aram-se sobre a questa\u0303o da importa\u0302ncia da autoria para a apreciac\u0327a\u0303o de uma obra de arte. Ate\u0301 o Renascimento, quando a perseguic\u0327a\u0303o a livros here\u0301ticos exigia identificac\u0327a\u0303o de uma identidade a ser condenada, a ideia de autoria era considera irrelevante. Michel Foucault considerava a noc\u0327a\u0303o do autor como um momento crucial da individualizac\u0327a\u0303o na histo\u0301ria das ideias mas, no final da de\u0301cada de 60, propunha uma volta a\u0300 irreleva\u0302ncia da autoria, o que ele chamava de desaparecimento do autor, como um feno\u0302meno em que ja\u0301 na\u0303o importa quem escreve, ja\u0301 que a obra basta por si mesma. &#8220;Que importa quem fala?&#8221; questionou em 1969. A pergunta sugere que o nome do autor parece se apagar em proveito de uma coletividade. No entanto, Foucault reconhece no indivi\u0301duo o lugar origina\u0301rio da escrita. O nome do autor e\u0301 um nome pro\u0301prio e traz com ele sua histo\u0301ria pessoal, o empirismo que criou a pro\u0301pria obra. Quando filo\u0301sofos questionam e de certa forma celebram o desaparecimento do autor o fazem certamente sem levar em conta os privile\u0301gios do sujeito e ignorando todas as minorias cujas vozes autorais foram suprimidas e oprimidas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Criatura, Uma Auto\u0301psia<\/strong>, espet\u00e1culo de <strong>Bruna Longo<\/strong>, fricciona a vida de <strong>Mary Shelley<\/strong> e sua obra mais famosa, <strong>Frankenstein<\/strong>. Mary Shelley publicou-o de forma ano\u0302nima em 1818. Era inconcebi\u0301vel para a e\u0301poca uma mulher (ainda mais uma jovem mulher de 18 anos) ter escrito uma obra que fugia do padra\u0303o cla\u0301ssico de literatura para mulheres. O livro foi atribui\u0301do a seu parceiro, o ce\u0301lebre poeta Percy Bysshe Shelley, visto a dedicato\u0301ria a William Godwin, pai de Mary, de quem Shelley era disci\u0301pulo. Mesmo com a edic\u0327a\u0303o de 1831 trazendo o nome da autora e prefa\u0301cio sobre a origem do romance, ainda hoje existem teorias que questionam sua autoria. Mary passou boa parte de sua vida definida pelos que a cercavam. Sobrenomes famosos que ela carregou, primeiro como filha de Mary Wollstonecraft e William Godwin, depois como companheira de Shelley. A atriz-criadora Bruna Longo, durante o processo de pesquisa e ensaios para o espeta\u0301culo viu-se mergulhada nesses questionamentos. Frankenstein e\u0301 um romance sobre o ato da criac\u0327a\u0303o e sobre busca por identidade e pertencimento. Os questionamentos da atriz encontram ressona\u0302ncia nas obras de duas outras artistas-criadoras: Erica Montanheiro e Camila dos Anjos, cujos espeta\u0301culos, tambe\u0301m solos autorais, investigam a condic\u0327a\u0303o de mulheres-criadoras em uma sociedade patriarcal.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Camille Claudel<\/strong> (1864-1943), em quem <strong>Erica Montanheiro<\/strong> inspirou-se para criar Inventa\u0301rio, dirigido por Eric Lenate, passou 30 anos encarcerada em uma institui\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica. Antes de ser internada, ela viveu durante muitos anos a\u0300 sombra de dois homens, seu irm\u00e3o escritor Paul Claudel e seu amante escultor Auguste Rodin, de quem ela foi aprendiz e assistente. Diante de uma rela\u00e7\u00e3o abusiva com Rodin (que era casado e mantinha Camille como sua amante) e das dificuldades de firmar-se economicamente, de encontrar o reconhecimento simb\u00f3lico e material, apesar de seu imenso talento como escultora, Claudel se posicionou fortemente contra aquela organiza\u00e7\u00e3o social patriarcal. Foi rotulada como desajustada, abandonada, silenciada &#8211; a\u00e7\u00f5es de extrema viol\u00eancia que a fizeram, num ato de coragem e revolta, destruir boa parte da pr\u00f3pria obra art\u00edstica.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Quebra-Cabe\u00e7a<\/strong>, de <strong>Camila dos Anjos<\/strong> com orienta\u00e7\u00e3o de encena\u00e7\u00e3o de Nelson Baskerville, e\u0301 um espet\u00e1culo autobiogr\u00e1fico e documental, um olhar da atriz sobre a pr\u00f3pria hist\u00f3ria pessoal e profissional, que exp\u00f5e as frustra\u00e7\u00f5es, as expectativas e as consequ\u00eancias de ter come\u00e7ado a trabalhar ainda crian\u00e7a. Como se afirmar enquanto mulher, artista e criadora quando se cresce nos est\u00fadios de TV e palcos? Como tomar para si mesma a responsabilidade de autoria da pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o quando o mundo patriarcal ainda enxerga as mulheres como coadjuvantes dentro da organiza\u00e7\u00e3o social?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">&#8220;Que importa quem fala? Quanto importa quem fala quando o individuo e\u0301 uma mulher escrevendo em um g\u00eanero liter\u00e1rio considerado masculino e obrigada a publicar sua obra de forma an\u00f4nima? Saber que Frankenstein foi escrito por uma jovem de 18 anos na\u0303o afeta a apreciac\u0327a\u0303o da obra? Na\u0303o faz mesmo parte da obra? A obra destrui\u0301da de Camille Claudel, suas pec\u0327as atribui\u0301das a Auguste Rodin e o fim precoce de sua carreira por conta de sua sau\u0301de mental sa\u0303o ta\u0303o relevantes para sua histo\u0301ria como artista quanto as obras que sobreviveram. O esgotamento da mulher Camila ao se perceber \u2018s\u00f3\u0301 atriz\u2019 e mais nada e o ato de tomar posse da pro\u0301pria narrativa criando um espeta\u0301culo autoral vem de encontro a essa busca por uma identidade criadora e propositora.\u201d Comenta Bruna Longo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">E\u0301 impossi\u0301vel tamb\u00e9m separar as mulheres Bruna Longo, Erica Montanheiro e Camila dos Anjos da escolha pelo formato de espeta\u0301culo solo autoral como ferramenta de resiste\u0302ncia criativa e autonomia sobre suas obras. Em uma se\u0301rie de palestras que viriam a se tornar o livro &#8220;Um Teto Todo Seu&#8221;, Virginia Woolf escreveu que &#8220;uma mulher deve ter dinheiro e um quarto pro\u0301prio para poder escrever ficc\u0327a\u0303o&#8221;. As condic\u0327o\u0303es para a criac\u0327a\u0303o de uma obra de arte talvez na\u0303o tenham mudado muito, mas tendo vencido diversas das conjunturas de depende\u0302ncia legal e financeira a que Woolf remete, sobram ainda a constante luta por espac\u0327o em instituic\u0327o\u0303es majoritariamente lideradas por homens, a experie\u0302ncia de silenciamento em processos de criac\u0327a\u0303o, a supressa\u0303o de autoria de ideias e projetos. Mary, Camille, Bruna, Erica e Camila (como mulher e personagem) na\u0303o procuravam ou procuram suas vozes. Procuravam e procuram espac\u0327o para que suas vozes fossem e sejam ouvidas, sem cerceamentos. Buscam ter seu valor simbo\u0301lico reconhecido para que este torne-se tambe\u0301m valor econo\u0302mico. \u201cVale apontar que somos tre\u0302s artistas mulheres brancas e cisge\u0302nero, conscientes dos nossos lugares na escala de privile\u0301gios\u201d, conclui Bruna.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>An\u00f4nimo Muitas Vezes Foi Mulher<\/strong>:<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Transmiss\u00e3o dos solos autorais femininos Criatura, Uma Auto\u0301psia, Inventa\u0301rio e Quebra-Cabec\u0327a<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Idealizac\u0327a\u0303o: Bruna Longo<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Direc\u0327a\u0303o de Produc\u0327a\u0303o: Selene Marinho<br \/>\nProduc\u0327a\u0303o Executiva: Marcela Horta<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Montagem e cenot\u00e9cnica: Evas Carreteiro<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Registro Audiovisual: Bruta Flor Filmes<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dire\u00e7\u00e3o de Fotografia: Cac\u00e1 Bernardes<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dire\u00e7\u00e3o de Imagem e Montagem: Bruna Lessa<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Projeto gr\u00e1fico: Kleber Montanheiro<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Tradu\u00e7\u00e3o em libras: Mirian Caxil\u00e9<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Fotos: Danilo Apoena<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Assessoria de Imprensa: Pombo Correio<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Website: <a href=\"http:\/\/www.brunalongo.weebly.com\/anonimo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.brunalongo.weebly.com\/anonimo&amp;source=gmail&amp;ust=1624286543930000&amp;usg=AFQjCNEmP7q0L9rT7YW5DJS4qSJ_M5W4AA\">http:\/\/www.brunalongo.weebly.<wbr \/>com\/anonimo<\/a><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>SINOPSE<\/strong>: Idealizado por Bruna Longo e contemplado pela 11\u00aa Edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio Z\u00e9 Renato de apoio\u00a0\u00e0 produ\u00e7\u00e3o e desenvolvimento da atividade\u00a0teatral\u00a0para a cidade de S\u00e3o Paulo, o projeto An\u00f4nimo Muitas Vezes Foi Mulher traz tr\u00eas espet\u00e1culos autorais femininos (Criatura \u2013 Uma Aut\u00f3psia, Invent\u00e1rio e Quebra-Cabe\u00e7a) em transmiss\u00e3o gratuita pelas plataformas de quatro teatros da capital: Cacilda Becker, Arthur Azevedo, Jo\u00e3o Caetano e Alfredo Mesquita. Tr\u00eas espet\u00e1culos solo, tr\u00eas atrizes-autoras (Bruna Longo, Erica Montanheiro e Camila dos Anjos), investigando tr\u00eas artistas criadoras (Mary Shelley, Camile Claudel e Camila dos Anjos &#8211; em espet\u00e1culo autobiogr\u00e1fico) vivendo em tr\u00eas s\u00e9culos distintos (XIX, XX, XXI) e lidando com o ato da cria\u00e7\u00e3o e o hist\u00f3rico silenciamento de autorias femininas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>CRIATURA, UMA AUTOPSIA, de Bruna Longo\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>SINOPSE<\/strong>: Criatura, Uma Auto\u0301psia, espeta\u0301culo solo de Bruna Longo, e\u0301 uma fricc\u0327a\u0303o entre o romance Frankenstein, Ou O Prometeu Moderno e a vida de sua autora Mary Wollstonecraft Godwin (Shelley).<\/p>\n<p dir=\"ltr\">BRUNA LONGO \u00e9 atriz, diretora de movimento e pesquisadora corporal formada pela Universidade de Londres. Realizou dire\u00e7\u00e3o de movimento e trabalhou como atriz em mais de vinte espet\u00e1culos no Brasil, Europa e Estados Unidos. Colaborou com companhia dinamarquesa Odin Teatret dirigida por Eugenio Barba, de 2006 a 2010, e foi membro da Cia. da Revista, de S\u00e3o Paulo, de 2010 a 2016. Criadora do espet\u00e1culo de teatro f\u00edsico Cada Qual no Seu Barril, com Daniela Flor (indicado a seis pr\u00eamios FEMSA, incluindo espet\u00e1culo e atriz para Bruna) e do solo Criatura, Uma Aut\u00f3psia, fric\u00e7\u00e3o entre a vida de Mary Shelley e seu romance Frankenstein, indicada como melhor atriz no Pr\u00eamio Aplauso Brasil 2019.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>FICHA TECNICA:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Concepc\u0327a\u0303o, dramaturgia e atuac\u0327a\u0303o: Bruna Longo<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Assistentes: Giovanna Borges e Leti\u0301cia Esposito<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cena\u0301rio: Bruna Longo e Kleber Montanheiro<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cenote\u0301cnica: Evas Carreteiro e Nani Brisque com arte de Victor Grizzo<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Figurinos: Kleber Montanheiro<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Objetos: Bruna Longo com colaborac\u0327a\u0303o de Larissa Matheus<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Desenho e opera\u00e7\u00e3o de luz: Rodrigo Silbat<br \/>\nOperac\u0327a\u0303o de Som: Leticia Esposito<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Trilha sonora: Bruna Longo<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: 14 anos<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dura\u00e7\u00e3o: 60 minutos<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Website: <a href=\"http:\/\/www.brunalongo.weebly.com\/criatura\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.brunalongo.weebly.com\/criatura&amp;source=gmail&amp;ust=1624286543930000&amp;usg=AFQjCNEbtsRQbQslVnLXJ10L1jwMezz4jA\">http:\/\/www.brunalongo.weebly.<wbr \/>com\/criatura<\/a><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>INVENTARIO, de Erica Montanheiro\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>SINOPSE<\/strong>: Um ser que um dia foi Camille Claudel est\u00e1 presa em um lugar sufocante e fala consigo mesma. Ela se prepara para deixar aquele lugar. Durante esta prepara\u00e7\u00e3o, aos poucos se d\u00e1 conta de que j\u00e1 deixou o mundo f\u00edsico e que est\u00e1 se tornando um espectro. Neste processo, acessa suas mem\u00f3rias, recebe a visita de afetos e desafetos, e busca compreender seu destino e o legado que deixar\u00e1 para o mundo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">ERICA MONTANHEIRO \u00e9 atriz, dramaturga e diretora. Foi integrante da Cia. Os Fofos Encenam desde 2004 e participou de espet\u00e1culos sob dire\u00e7\u00e3o de Johana Albuquerque, Kleber Montanheiro, Cynthia e D\u00e9bora Falabella,, entre outros. Vencedora do Pr\u00eamio FEMSA 2008 na categoria melhor atriz coadjuvante por Sonho de uma noite de ver\u00e3o, dire\u00e7\u00e3o Kleber Montanheiro e indicada ao Pr\u00eamio S\u00e3o Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2014 na categoria melhor atriz coadjuvante por O rei e a coroa enfeiti\u00e7ada. Como atriz, integrou o elenco de Histeria (pr\u00eamio Aplauso Brasil 2017 de melhor atriz coadjuvante), O libertino (2011) e A Noite de 16 de janeiro (2018), todos com dire\u00e7\u00e3o de J\u00f4 Soares. Dirigiu o espet\u00e1culo Voc\u00eas que me habitam, de autoria pr\u00f3pria em parceria com Gustavo Colombini, e Dois a duas, escrito por Maria Fernanda Barros Batalha (Pr\u00eamio APCA de teatro na categoria melhor espet\u00e1culo para p\u00fablico jovem).<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>FICHA TECNICA:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Concepc\u0327a\u0303o, dramaturgia, atuac\u0327a\u0303o: Erica Montanheiro<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Direc\u0327a\u0303o: Eric Lenate<br \/>\nAssiste\u0302ncia de direc\u0327a\u0303o: Mateus Monteiro<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Figurinos e visagismo: Leopoldo Pacheco e Carol Badra<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Arquitetura ce\u0302nica: Erica Montanheiro, Kleber Montanheiro e Eric Lenate<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Desenho de luz da \u2013 temporada de estr\u00e9ia: Aline Santini<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Montagem e Opera\u00e7\u00e3o de Luz: Clara Camarez<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Trilha sonora, sonoplastia e engenharia de som: L. P. Daniel<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Canc\u0327o\u0303es originais: Lui\u0301sa Gouve\u0302a<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Montagem e Opera\u00e7\u00e3o de som: Rodrigo Florentino<br \/>\nVi\u0301deo-projec\u0327o\u0303es: Laerte Ke\u0301ssimos<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Montagem e Operac\u00e3o de proje\u00e7\u00e3o: VJ Alexandre Gonzalez<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Preparac\u0327a\u0303o mu\u0301sico-vocal: Cida Moreira<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Direc\u0327a\u0303o de produc\u0327a\u0303o &#8211; temporada de estr\u00e9ia: Leonardo Devitto<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa:\u00a014 anos<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dura\u00e7\u00e3o: 60 minutos<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>QUEBRA-CABEC\u0327A, de Camila dos Anjos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>SINOPSE<\/strong>: Quebra-Cabe\u00e7a\u00a0\u00e9 um mon\u00f3logo autobiogr\u00e1fico e documental da atriz Camila dos Anjos, sobre sua trajet\u00f3ria singular: seu in\u00edcio como atriz mirim e sua inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia trafegando pelas vias da ind\u00fastria cultural. A atriz, que concentra a sua atividade atual no teatro, exp\u00f5e as consequ\u00eancias de ter come\u00e7ado a trabalhar t\u00e3o cedo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Camila dos Anjos \u00e9 atriz e produtora. Estreou aos doze anos na televis\u00e3o, participando de diversas s\u00e9ries e novelas. Foi dirigida no teatro por Ulysses Cruz, Marco Ant\u00f4nio P\u00e2mio, S\u00e9rgio Ferrara, Andr\u00e9 Garolli,\u00a0Aury Porto, M\u00e1rio Bortolotto, entre outros. Em 2015, recebeu o Pr\u00eamio de Atriz Revela\u00e7\u00e3o no \u201cMelhores do Teatro R7\u201d, pelo espet\u00e1culo \u201cPropriedades Condenadas\u201d. Ganhou o \u201cPr\u00eamio Cenym\u201d de teatro como Melhor Atriz coadjuvante e foi indicada ao pr\u00eamio Bibi Ferreira\u00a0 por \u201cO le\u00e3o no inverno\u201d, de James Goldman, com dire\u00e7\u00e3o de Ulysses Cruz em 2019. Em 2020, ganhou o \u201cPr\u00eamio Cenym\u201d de teatro como Melhor Atriz coadjuvante pela\u00a0\u201cInferno \u2013 Um Interl\u00fadio Expressionista, inspirado no texto \u201cNot About Nightingales\u201d\u00a0de Tennessee Williams. Trabalhou como atriz, produtora, tradutora e idealizadora nos espet\u00e1culos: \u201cPropriedades Condenadas\u201d (\u201cEsta Propriedade est\u00e1 condenada\u201d e \u201cPor que voc\u00ea fuma tanto, Lily?\u201d \/ SESC Consola\u00e7\u00e3o) e \u201cA Cat\u00e1strofe do sucesso\u201d (\u201cFala comigo como a chuva e me deixa escutar\u201d e \u201cMister Paradise\u201d \/ Instituto Capobianco), ambos com textos de Tennessee Williams e dire\u00e7\u00e3o de Marco Ant\u00f4nio P\u00e2mio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>FICHA TECNICA:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dramaturgia e atuac\u0327a\u0303o: Camila dos Anjos<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Direc\u0327a\u0303o Musical: Daniel Maia<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Desenho de luz: Marisa Bentivegna<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cena\u0301rio: Ce\u0301sar Resende<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Figurino: Marichilene Artisevskis<br \/>\nProjec\u0327o\u0303es em Vi\u0301deo: Raimo Benedette<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ilustrac\u0327o\u0303es: Nelson Baskerville<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Equipe Vi\u0301deo: Pedro Cortese e Mariana Bonfanti<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Realizac\u0327a\u0303o Vi\u0301deo: Estu\u0301dio B<br \/>\nOperac\u0327a\u0303o de Som: Marcela Horta<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Operac\u0327a\u0303o de Luz: Rodrigo Silbat<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Opera\u00e7\u00e3o de Proje\u00e7\u00e3o: Daniel Gonzales<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Vozes em off:<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Bruna Longo<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cesar Resende<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Eric Lenate<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Leopoldo Pacheco<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Rafael De Bona<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: 14 anos<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dura\u00e7\u00e3o: 60 minutos<\/p>\n<p dir=\"ltr\">SERVI\u00c7O:<\/p>\n<p dir=\"ltr\">TEATRO CACILDA BECKER<\/p>\n<p dir=\"ltr\">CRIATURA, UMA AUT\u00d3PSIA<\/p>\n<p dir=\"ltr\">DIAS: 02, 03 e 04 de julho de 2021<br \/>\nHOR\u00c1RIOS: Sexta e S\u00e1bado &#8211; 21h | Domingo &#8211; 19h<\/p>\n<p dir=\"ltr\">VALOR DO INGRESSO: Gratuito \u2013 Online<\/p>\n<p dir=\"ltr\">PLATAFORMA: Sympla<\/p>\n<p dir=\"ltr\">ACESSIBILIDADE: Libras no Espet\u00e1culo de domingo<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>INVENT\u00c1RIO<\/strong><br \/>\nDIAS: 09, 10 e 11 de julho de 2021<\/p>\n<p dir=\"ltr\">HOR\u00c1RIOS: Sexta e S\u00e1bado &#8211; 21h | Domingo &#8211; 19h<\/p>\n<p dir=\"ltr\">VALOR DO INGRESSO: Gratuito \u2013 Online<\/p>\n<p dir=\"ltr\">PLATAFORMA: Sympla<\/p>\n<p dir=\"ltr\">ACESSIBILIDADE: Libras no Espet\u00e1culo de domingo<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>QUEBRA-CABE\u00c7A<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">DIAS: 16, 17 e 18 de julho de 2021<\/p>\n<p dir=\"ltr\">HOR\u00c1RIOS: Sexta e S\u00e1bado &#8211; 21h | Domingo &#8211; 19h<\/p>\n<p dir=\"ltr\">VALOR DO INGRESSO:<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"iX\">&#8230;<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>link para download de fotos &#8211; cr\u00e9dito Danilo Apoena Tr\u00eas espet\u00e1culos solo, tr\u00eas atrizes-autoras\u00a0 investigando tr\u00eas artistas criadoras vivendo em tr\u00eas s\u00e9culos distintos e lidando com o ato da cria\u00e7\u00e3o e o hist\u00f3rico silenciamento de autorias femininas<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":42056,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[937,1489,2429,4656,7273,8220],"class_list":["post-42055","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-anonimo-muitas-vezes-foi-mulher","tag-bruna-longo","tag-criatura-uma-autopsia","tag-inventario","tag-quebra-cabeca","tag-teatro"],"aioseo_notices":[],"views":602,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/image1-2.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":54898,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54898","url_meta":{"origin":42055,"position":0},"title":"Bruna Longo faz novas apresenta\u00e7\u00f5es gratuitas do solo Criatura, Uma Aut\u00f3psia nos Teatros Arthur Azevedo e Alfredo Mesquita","author":"Veronica Moreira","date":"11 de maio de 2023","format":false,"excerpt":"Projeto ainda prev\u00ea a circula\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo por outros quatro teatros municipais da capital paulista, ciclo de bate-papos e uma oficina A atriz Bruna Longo provoca uma fric\u00e7\u00e3o entre o romance Frankenstein, ou O Prometeu Moderno e a vida de sua autora, Mary Wollstonecraft Godwin (Shelley), no solo Criatura, Uma\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-33.png?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":61830,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=61830","url_meta":{"origin":42055,"position":1},"title":"\u00daltimas apresenta\u00e7\u00f5es da temporada 2023 do espet\u00e1culo\u00a0Criatura, Uma Aut\u00f3psia\u00a0","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"5 de outubro de 2023","format":false,"excerpt":"Bruna Longo provoca uma fric\u00e7\u00e3o entre o romance Frankenstein, ou O Prometeu Moderno e a vida de sua autora, Mary Shelley, no solo \u2018Criatura, Uma Aut\u00f3psia\u2019","rel":"","context":"Em &quot;Arte&quot;","block_context":{"text":"Arte","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9286"},"img":{"alt_text":"Cena da pe\u00e7a 'Criatura, uma aut\u00f3psia'","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/unnamed-3.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/unnamed-3.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/unnamed-3.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/unnamed-3.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":76421,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=76421","url_meta":{"origin":42055,"position":2},"title":"Texto Liter\u00e1rio","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"27 de outubro de 2025","format":false,"excerpt":"Quando crian\u00e7a, adorava brincar com os jogos de quebra-cabe\u00e7as*. Passava horas a fio tentando montar a imagem que aparecia em cada foto ou desenho.","rel":"","context":"Em &quot;Sem categoria&quot;","block_context":{"text":"Sem categoria","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=1"},"img":{"alt_text":"Imagem criada porIA do Grok","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/download-9.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/download-9.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/download-9.jpeg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/download-9.jpeg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":65665,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=65665","url_meta":{"origin":42055,"position":3},"title":"Quebra-cabe\u00e7a","author":"Lee Oliveira","date":"19 de abril de 2024","format":false,"excerpt":"Um conto futurista, que fala sobre rela\u00e7\u00f5es interpessoais entre um extraterrestre e um humano, seus experimentos e muito mais. Tamb\u00e9m aborda as inseguran\u00e7as...","rel":"","context":"Em &quot;Contos&quot;","block_context":{"text":"Contos","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9607"},"img":{"alt_text":"Capa do conto Quebra Cabe\u00e7a, de Eduardo Machado pela Editira Leia Livro Nacional","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/20240215_152435.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/20240215_152435.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/20240215_152435.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/20240215_152435.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/20240215_152435.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/20240215_152435.jpg?resize=1400%2C800&ssl=1 4x"},"classes":[]},{"id":52009,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52009","url_meta":{"origin":42055,"position":4},"title":"Reflex\u00f5es em forma de versos para cada dia do ano","author":"Veronica Moreira","date":"22 de setembro de 2022","format":false,"excerpt":"http:\/\/baixar em alta resolu\u00e7\u00e3o Colet\u00e2nea da poeta Juliana Valentim re\u00fane textos inspiradores sobre dor e amor, solid\u00e3o e relacionamentos Ideal para ler em uma volta completa ao redor do sol,\u00a0Palavras que dan\u00e7am ao redor do sol, da poeta\u00a0Juliana Valentim,\u00a0\u00e9 um convite para os leitores se aconchegarem em suas linhas cheias\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/dan%C3%A7a.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":64896,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=64896","url_meta":{"origin":42055,"position":5},"title":"O perigo da \u2018machosfera&#8217;: estamos regredindo?","author":"Leticia Mariana","date":"8 de mar\u00e7o de 2024","format":false,"excerpt":"Copa do Mundo Feminina, filme da boneca Barbie nos cinemas, protagonismo da mulher em alta nas redes sociais e reais. Cada vez mais n\u00f3s, mulheres, temos o...","rel":"","context":"Em &quot;artigos&quot;","block_context":{"text":"artigos","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9398"},"img":{"alt_text":"A sociedade est\u00e1 regredindo?","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/OIG4-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/42055","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=42055"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/42055\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/42056"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=42055"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=42055"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=42055"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}