{"id":42085,"date":"2021-06-21T12:15:38","date_gmt":"2021-06-21T15:15:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=42085"},"modified":"2021-06-21T12:15:38","modified_gmt":"2021-06-21T15:15:38","slug":"poesiaentregeracrejane-nascimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=42085","title":{"rendered":"Rejane Nascimento: &#039;Poesia entre gera\u00e7\u00f5es&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F42085&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F42085&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_36311\" aria-describedby=\"caption-attachment-36311\" style=\"width: 113px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/132775612_3756208527776914_2472977644395323420_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"36311\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=36311\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/132775612_3756208527776914_2472977644395323420_n.jpg\" data-orig-size=\"960,720\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"132775612_3756208527776914_2472977644395323420_n\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Rejane Nascimento&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/132775612_3756208527776914_2472977644395323420_n.jpg\" class=\" wp-image-36311\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/132775612_3756208527776914_2472977644395323420_n-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"113\" height=\"113\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-36311\" class=\"wp-caption-text\">Rejane Nascimento<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Poesia entre gera\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG-20210620-WA0062-e1624288198819.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"42087\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=42087\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG-20210620-WA0062-e1624288198819.jpg\" data-orig-size=\"250,250\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"IMG-20210620-WA0062\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG-20210620-WA0062-e1624288198819.jpg\" class=\" wp-image-42087 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG-20210620-WA0062-e1624288198819.jpg\" alt=\"\" width=\"303\" height=\"303\" \/><\/a><\/p>\n<p>Neste texto venho contar uma hist\u00f3ria de uma arte engolida pelo n\u00e3o olhar. Dentro de mim a arte sempre esteve presente, hoje sinto minha sensibilidade como algo grande e positivo, mas um dia ela j\u00e1 foi um peso, confundida com uma sensa\u00e7\u00e3o de incapacidade. Eu n\u00e3o compreendia muito o porqu\u00ea desta\u00a0 ang\u00fastia, mas sempre coloquei para fora estes sentimentos atrav\u00e9s de desenhos; n\u00e3o eram desenhos perfeitos, mas feitos com que havia dentro do cora\u00e7\u00e3o. O tempo foi passando e descobri a \u2018arte de escrever\u2019; sentia a necessidade de um grito e aos poucos fui transformando tudo em versos onde eu exibia minhas alegrias, ang\u00fastias e tudo que surgia.<\/p>\n<p>Os versos chegavam, eu experimentava uma necessidade grande de colocar para fora, acordava de madrugada inquieta, escrevia e sentia um grande al\u00edvio, voltando ao meu descanso com leveza. Neste per\u00edodo, eu estava descobrindo sobre a import\u00e2ncia da escrita.<\/p>\n<p>Certo dia, conversando com uma pessoa da fam\u00edlia, uma tia, j\u00e1 na terceira idade, fiz grandes descobertas com rela\u00e7\u00e3o a um escrever engolido pela vida. Gosto de escutar os mais velhos. Deparei-me com uma bela hist\u00f3ria de uma menina cheia de sonhos. Nesta oportunidade ela contou muito sobre suas mem\u00f3rias familiares. Eu n\u00e3o sabia que ela, inicialmente, escrevia m\u00fasicas e poesias e tinha o grande desejo do reconhecimento. Usava as palavras de forma simples e singela, mostrava atrav\u00e9s desse dom a sabedoria que a vida lhe deu, sem muito recurso de estudos; do seu jeito, expressava seus sentimentos, dizia com a alma o que pensava e sentia. Entendi este dia que recebi uma \u2018aula da vida\u2019 e que escrever poesias \u00e9 fazer magia, \u00e9 criar um novo mundo, \u00e9 expressar o que temos de mais oculto sutilmente.<\/p>\n<p>Narrou morar em um lugar que ainda n\u00e3o tinha escola; neste per\u00edodo a m\u00e3e lhe ensinava. Quando surgiu a primeira escola ela tinha 8 anos. A primeira professora trabalhava muito com poesias, e minha tia, ainda menina, era a aluna sempre escolhida para recitar. No seu mundo infantil viajava, sonhava com a poesia. A vida engoliu este sonho de forma bruta por muito tempo.<\/p>\n<p>Quando lancei meu livro, ela sentiu uma alegria imensa, recebi muitos elogios, mas percebi tamb\u00e9m uma agita\u00e7\u00e3o; era como se eu tivesse acendido algo dentro dela. Este per\u00edodo foi uma per\u00edodo de grande produ\u00e7\u00e3o, a inspira\u00e7\u00e3o a desinquietava, sua voz que um dia foi calada, gritava atrav\u00e9s dos seus versos. \u00a0Ela colocava para fora seus sentimentos, usando a escrita como recurso para acalmar sua alma desassossegada, ansiosa, que precisava transbordar o que ficou tanto tempo guardado. Mais ou menos uns oito meses depois do lan\u00e7amento do meu livro, aos 74 anos, ela estava lan\u00e7ando seu primeiro livro, realizando o sonho de uma vida inteira. E mesmo em um hist\u00f3ria de grandes perdas familiares, conseguia novamente olhar para vida; era como se acendesse dentro dela uma luz que trouxesse for\u00e7a para olhar para a vida\u00a0 novamente.<\/p>\n<p>Neste per\u00edodo, quando eu estava contando esta hist\u00f3ria a uma amiga, ela citou o fio de ouro de Ariadne, que na mitologia grega significa o caminho para sair do labirinto da morte. O fio de Ariadne guia tamb\u00e9m a transgeracionalidade ao caminho do horizonte, que deseja e oferta come\u00e7os; fiquei muito emocionada e grata por isso. Sempre que encontro minha tia, ela recorda que, quando eu a presentei com meu livro, sentiu uma emo\u00e7\u00e3o muito forte; era como se tivesse renascido. Tem muito mais nesta hist\u00f3ria, mas vou finalizar\u00a0 com uma poesia que escrevi em homenagem \u00e1s mulheres da minha fam\u00edlia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gera\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Somos de gera\u00e7\u00f5es diferentes<\/p>\n<p>Com la\u00e7os profundos a nos ligar.<\/p>\n<p>Temos nosso lugar<\/p>\n<p>Que necessitamos ocupar,<\/p>\n<p>Mas sem pesos carregar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aprendi que, para obter amor,<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 preciso sacrificar.<\/p>\n<p>Ancestrais est\u00e3o presentes atrav\u00e9s de n\u00f3s.<\/p>\n<p>Que possamos honr\u00e1-los saudavelmente,<\/p>\n<p>No que o passado traz para n\u00f3s.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na minha fam\u00edlia, vejo mulheres guerreiras,<\/p>\n<p>Cada uma \u00e0 sua maneira.<\/p>\n<p>Observo uma nova gera\u00e7\u00e3o come\u00e7ando,<\/p>\n<p>E a cada dia decifrando o que n\u00e3o \u00e9 saud\u00e1vel, e desemaranhando,<\/p>\n<p>E levando valores que valem a pena serem transmitidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Contudo, guardo a for\u00e7a de um saud\u00e1vel amor<\/p>\n<p>Que continuar\u00e1 e passar\u00e1 de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<p>E hoje cobre meu cora\u00e7\u00e3o com tanto vigor,<\/p>\n<p>De tal modo que n\u00e3o tenho medo de transmiti-lo,<\/p>\n<p>Podendo reconhec\u00ea-lo como um grande valor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Rejane Nascimento<\/h3>\n<p>rejane.d@hotmail.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Poesia entre gera\u00e7\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"author":26,"featured_media":42087,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[2456,6864,7440],"class_list":["post-42085","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-cronica","tag-poesia-entre-geracoes","tag-rejane-nascimento"],"aioseo_notices":[],"views":819,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG-20210620-WA0062-e1624288198819.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":37761,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=37761","url_meta":{"origin":42085,"position":0},"title":"Rejane Nascimento: &#039;Psicologia e Poesia&#039;","author":"Rejane Nascimento","date":"14 de fevereiro de 2021","format":false,"excerpt":"Psicologia e Poesia Poesia usa palavras que v\u00eam do cora\u00e7\u00e3o, Psicologia usa a palavra como solu\u00e7\u00e3o, Poesia tira a amargura, Psicologia torna a vida menos dura, Em ambas, a palavra \u00e9 via de cura. \u00a0 Na poesia, podemos descarregar, Na psicologia, iremos nos encontrar; A poesia sempre ir\u00e1 nos tocar,\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/132775612_3756208527776914_2472977644395323420_n-150x150.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":49139,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=49139","url_meta":{"origin":42085,"position":1},"title":"Rejane Nascimento: &#039;Vida&#039;","author":"Rejane Nascimento","date":"15 de mar\u00e7o de 2022","format":false,"excerpt":"Escrevi alguns versos Quase sempre rimei Repleta de integridade Aguardei firmemente a tal felicidade, Constru\u00ed poesias enfeitadas pela vida; Mesmo quando sentia muita saudade Deslizava fielmente a colorida caneta. 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