{"id":42442,"date":"2021-06-29T22:54:45","date_gmt":"2021-06-30T01:54:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=42442"},"modified":"2021-06-29T22:54:45","modified_gmt":"2021-06-30T01:54:45","slug":"lela-cia-nova-temporada-online-da-britanica-cordelia-lynn-estreia-versao-audiovisual-dia-2-de-julho-de-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=42442","title":{"rendered":"Lela &#038; Cia. \u2013 Nova Temporada Online, da brit\u00e2nica Cordelia Lynn, estreia vers\u00e3o audiovisual dia 2 de julho de 2021"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F42442&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F42442&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h5 style=\"text-align: center\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/lela-cia-nova-temporada-online-da-britanica-cordelia-lynn-estreia-versao-audiovisual-dia-2-de-julho-de-2021\/image1-6-2\/\" rel=\"attachment wp-att-42443\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-42443 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/image1-6-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"497\" height=\"331\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/1-wphvjRlZXeZexZdi1TXPeB-KQBv7HyI?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fotos de Leekyung Kim<\/a><\/h5>\n<h2 style=\"text-align: center\"><em>Com dire\u00e7\u00e3o de Alvise Camozzi, espet\u00e1culo apresenta mulher que tenta desesperadamente contar uma hist\u00f3ria, mas sempre \u00e9 interrompida por vozes masculinas<\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<div class=\"gs\">\n<div class=\"\">\n<div id=\":p7\" class=\"ii gt\">\n<div id=\":p8\" class=\"a3s aiL \">\n<div dir=\"ltr\">\n<div class=\"gmail_quote\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div class=\"gmail_quote\">\n<div dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\">Todos possuem voz e hist\u00f3ria, mas se conhecem apenas aquelas que n\u00e3o foram silenciadas. Inspirado em fatos reais, <strong>Lela &amp; Cia<\/strong>., da dramaturga brit\u00e2nica<strong> Cordelia Lynn,<\/strong> estreou em 2019 com uma temporada de grande sucesso. Agora, o espet\u00e1culo ganha vers\u00e3o audiovisual que faz temporada de 2 a 25 de julho, retirada de ingressos gratuitos pelo Sympla.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Com dire\u00e7\u00e3o de Alvise Camozzi, tradu\u00e7\u00e3o de Malu Bierrenbach (que tamb\u00e9m est\u00e1 no elenco ao lado de Conrado Caputo), a trama traz uma personagem que quer desesperadamente quer contar sua hist\u00f3ria. O mon\u00f3logo de Lela \u2013 ironicamente interrompido por vozes masculinas \u2013 manifesta os conflitos de um mundo estilha\u00e7ado pela viol\u00eancia. H\u00e1 aqui uma narrativa ocupada, e que sofre continuamente com as tentativas de ser silenciada.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Sobrevivendo a uma das grandes quest\u00f5es da dramaturgia \u2013 \u201cpor que esse texto e por que agora?\u201d &#8211;<strong> Lela &amp; Cia.<\/strong> \u00e9 um grito, em primeiro plano, sobre o que \u00e9 ser mulher; mas tamb\u00e9m \u00e9 a comprova\u00e7\u00e3o de que, mais do que falar, \u00e9 preciso ser ouvida \u2013 e fazer surgir, assim, um testemunho, que d\u00e1 coer\u00eancia \u00e0 pr\u00f3pria hist\u00f3ria e que tem por consequ\u00eancia o al\u00edvio ou o luto (possivelmente ambos).<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Adaptar-se \u00e9 a palavra-chave<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cSair do palco e ir para as telas\u2026 Os artistas logo entenderam que teriam que agir assim neste bi\u00eanio pand\u00eamico. N\u00e3o foi f\u00e1cil, por\u00e9m seria a \u00fanica forma de continuarmos nos expressando artisticamente. A linguagem, os tempos, a percep\u00e7\u00e3o, a resposta. Tudo muda. Nossa pe\u00e7a online n\u00e3o \u00e9 cinema e tampouco teatro.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00c9 melhor? Pior? Digo que foi o poss\u00edvel fazer neste momento de pandemia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Adaptar-se \u00e9 a palavra-chave. Na arte a novidade sempre \u00e9 bem-vinda pois estimula descobertas, que podemos abra\u00e7ar ou descart\u00e1-las mais adiante. Mas n\u00e3o vejo a hora de voltarmos para nossos velhos teatros\/espa\u00e7os c\u00eanicos onde a aglomera\u00e7\u00e3o com a plateia, viva e vibrante, \u00e9 o que faz o teatro ser este meio \u00fanico\u201d, diz <strong>Malu Bierrenbach,<\/strong> tamb\u00e9m idealizadora do projeto.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cAdaptar um espet\u00e1culo teatral para v\u00eddeo \u00e9 sempre complexo, pois a peculiaridade do teatro \u00e9 justamente ser ao vivo e s\u00f3 existe no tempo presente do seu ser agido (da sua realiza\u00e7\u00e3o), frente, em volta, no meio, juntamente ao p\u00fablico, que por sua vez, simultaneamente assiste. A participa\u00e7\u00e3o ao vivo do p\u00fablico \u00e9 outra condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria. A com-presen\u00e7a simult\u00e2nea entre a apresenta\u00e7\u00e3o (ou tamb\u00e9m representa\u00e7\u00e3o) e o p\u00fablico \u00e9 outro fator fundamental para permitir que a obra possa ser compreendida como teatro, e n\u00e3o como outra linguagem art\u00edstica.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para realizar um v\u00eddeo de um espet\u00e1culo o primeiro problema que surge \u00e9 justamente aquele de aceitar essa condi\u00e7\u00e3o de ruptura: a obra perde seu \u2018status\u2019 teatral para se tornar outra linguagem em v\u00eddeo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Penso que a riqueza das possibilidades que a experi\u00eancia do teatro proporciona seja t\u00e3o complexa e multiforme, que uma vez aplicada \u00e0s outras linguagens pode plasmar obras h\u00edbridas e surpreendentes. Minha opini\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o podemos falar de teatro em frente a um v\u00eddeo, mas de outra experi\u00eancia sens\u00edvel que podemos nomear diversamente.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O registro tenta devolver as atmosferas e as din\u00e2micas do espet\u00e1culo ao vivo. Nos v\u00eddeos que precisamos produzir para participar dos festivais de teatro, por exemplo, tentamos aproveitar os recursos que o meio audiovisual pode fornecer para evidenciar os aspectos que consideramos mais impactantes visualmente. As c\u00e2meras s\u00e3o aproximadas para evidenciar a atua\u00e7\u00e3o particularmente f\u00edsica por parte dos atores, por exemplo; usamos mais planos se a din\u00e2mica c\u00eanica \u00e9 complexa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">S\u00e3o muitas as possibilidades audiovisuais para devolver as sugest\u00f5es do que poderia ser o trabalho realizado vivo, apesar da sua ruptura fundamental, o que estamos assistindo no v\u00eddeo nunca ser\u00e1 teatro, o v\u00eddeo portanto ter\u00e1 uma fun\u00e7\u00e3o \u2018ilustrativa\u2019, ou evocativa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">No caso de<strong> Lela &amp; Cia<\/strong>., a quest\u00e3o principal \u00e9 que nenhuma dessas possibilidades pode devolver o princ\u00edpio fundamental no qual se sustenta o conceito de encena\u00e7\u00e3o, pois o espa\u00e7o no qual o espet\u00e1culo acontece \u00e9 um espa\u00e7o sonoro, improdutivo na tela. A polifonia de vozes masculinas que silenciam Lela, sua hist\u00f3ria, sua vers\u00e3o, sua confiss\u00e3o, pertencem ao espa\u00e7o. Uma d\u00fazia de caixas de som, aparentes, em cima de pedestais, formam uma instala\u00e7\u00e3o cenogr\u00e1fica e sonora. Nem sempre sabemos quando as caixas de som s\u00e3o acionadas pelo ator, quando se acionam sozinhas, se os sons que o p\u00fablico ouve saem todos daquelas caixas ou v\u00eam de outras escondidas, do jeito tal que talvez os sons que ouvimos na plateia, \u00e0s vezes s\u00e3o ao vivo, outras vezes gravados, outras vezes poderiam ser fruto da nossa imagina\u00e7\u00e3o, essa incerteza pode acontecer somente se o p\u00fablico est\u00e1 no espa\u00e7o da encena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dramaticamente o antagonista de Lela \u00e9 \u201co homem\u201d, uma figura masculina gen\u00e9rica que representa todas as figuras masculinas espec\u00edficas que humilharam a protagonista ao longo da vida toda: o pai, o cunhado, o marido, os amigos do marido, os clientes dela, uma vez obrigada pelo marido a se prostituir. O antagonista \u00e9 um corpo &#8216;polif\u00f4nico&#8217; no espa\u00e7o. Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um corpo em cena, \u00e9 tamb\u00e9m o espa\u00e7o sonoro no qual acontece o espet\u00e1culo, \u00e9 o espa\u00e7o, masculino, que silencia Lela. O ator em cena \u00e9 a extens\u00e3o f\u00edsica de uma ideia, um conceito de viol\u00eancia t\u00e3o end\u00eamico que nos parece surreal, impalp\u00e1vel, inexplic\u00e1vel, intang\u00edvel. O espectador est\u00e1 no mesmo espa\u00e7o de Lela, portanto n\u00e3o \u00e9 somente atrav\u00e9s dos ouvidos que sente os sons do homem, mas \u00e9 atrav\u00e9s do corpo todo durante a performance.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A experi\u00eancia que um v\u00eddeo pode devolver sempre ser\u00e1 \u2018mono-sensorial\u2019 e bidimensional. Estamos em frente \u00e0 tela, n\u00e3o dentro dela. N\u00e3o \u00e9 por acaso que todas as experi\u00eancias imersivas das novas tecnologias tentam encurtar esse hiato que somente a experi\u00eancia ao vivo devolve: o estar dentro do espa\u00e7o da experi\u00eancia sens\u00edvel.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O problema, portanto, \u00e9 que no v\u00eddeo n\u00e3o tem o espa\u00e7o. \u00c9 um problema grave para o nosso trabalho, do momento que \u00e9 o espa\u00e7o que comunica ao espectador o sentido do trabalho art\u00edstico. Precisamos encontrar uma solu\u00e7\u00e3o e colocar o problema na encena\u00e7\u00e3o. Repensar a encena\u00e7\u00e3o para outra linguagem expressiva. Esse \u00e9 o motivo principal que nos leva a trabalhar em cima de uma encena\u00e7\u00e3o j\u00e1 realizada, para o novo meio. Essa nova grava\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo se torna conceitualmente necess\u00e1ria para inventar outras estrat\u00e9gias est\u00e9ticas para compensar a impossibilidade de passar o elemento fundamental de sua encena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Lela estar\u00e1 num ambiente vazio, mas n\u00e3o neutro. Abandonado talvez. Marcas de quadros nas paredes, uma sujeira do tempo no ch\u00e3o, poeira&#8230; Um apartamento que agora n\u00e3o \u00e9 mais habitado. Lela estar\u00e1 sentada no fundo da sala, em frente a uma tela enorme, em volta da Lela, as caixas de sons cuidadosamente em um c\u00edrculo m\u00e1gico que a prende.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Quando ouvimos a voz do homem, inicialmente, n\u00e3o o veremos. As incurs\u00f5es visuais do homem, ser\u00e3o parciais, fragmentos de rostos, de m\u00e3os, na montagem do v\u00eddeo, como a indicar uma poss\u00edvel fantasia da narrativa. Num ato violento de silenciamento psicol\u00f3gico. O espet\u00e1culo original ser\u00e1 presente, mas n\u00e3o ser\u00e1 exatamente o mesmo, pois o mesmo espet\u00e1culo existe somente ao vivo\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Alvise Camozzi, diretor de Lela &amp; Cia.<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>SINOPSE<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Todos possuem voz e hist\u00f3ria, mas se conhecem apenas aquelas que n\u00e3o foram silenciadas. Lela &amp; Cia \u00e9 um grito, em primeiro plano, sobre o que \u00e9 ser mulher, mas tamb\u00e9m \u00e9 a comprova\u00e7\u00e3o de que, mais do que falar, \u00e9 preciso ser ouvida \u2013 e faz surgir assim um testemunho que d\u00e1 coer\u00eancia \u00e0 pr\u00f3pria hist\u00f3ria e que tem por consequ\u00eancia o al\u00edvio ou o luto (possivelmente ambos).<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>FICHA T\u00c9CNICA:<\/strong><br \/>\nDe Cordelia Lynn &#8211; \u201cBaseado em fatos reais\u201d.<br \/>\n\u201cConcebido e elaborado com Desara Bosnja e 1989 Productions\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Tradu\u00e7\u00e3o: Malu Bierrenbach<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dire\u00e7\u00e3o: Alvise Camozzi<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Idealiza\u00e7\u00e3o: Malu Bierrenbach<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Elenco: Malu Bierrenbach e Conrado Caputo<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cen\u00e1rio: Camila Schmidt<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Dire\u00e7\u00e3o Musical:<\/strong> Dan Maia<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ilumina\u00e7\u00e3o: Mirella Brandi<br \/>\nDire\u00e7\u00e3o de Fotografia: Marcelo Felipe Sampaio<\/p>\n<p dir=\"ltr\">C\u00e2mera e Edi\u00e7\u00e3o: Marcelo Felipe Sampaio<br \/>\nRegistro do Espet\u00e1culo em 2019: Leekyung Kim<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dire\u00e7\u00e3o de Cena: Vanda Dantas<br \/>\nCapta\u00e7\u00e3o de \u00c1udio: Vanda Dantas<br \/>\nFotos: Leekyung Kim<br \/>\nImagem do Material Gr\u00e1fico: Cris Bierrenbach<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Arte Gr\u00e1fica<\/strong>: Felipe Apolo<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Consultoria de Produ\u00e7\u00e3o: Daniel Pinheiro, Ju Pai\u00e9 e Karol Garrett<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Assessoria de Transmiss\u00e3o Online: Cesar Kawamura e Fl\u00e1vio Flocke<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Assessoria de Imprensa: Pombo Correio<br \/>\nAssessoria de M\u00eddias Sociais: Felipe Apolo e Tobias Caiado<br \/>\nAssistente de Produ\u00e7\u00e3o: Nina Marcci<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Coordena\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: Vanda Dantas<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: Alexandre Brazil<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Gest\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: Cachorro Morto e Escrit\u00f3rio das Artes<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>SERVI\u00c7O<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Lela &amp; Cia. \u2013 Nova Temporada Online<\/p>\n<p dir=\"ltr\">De 02\/07 a 25\/07<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Segunda a S\u00e1bado, \u00e0s 19h<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Domingo com sess\u00e3o dupla \u00e0s 16h e 19h.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Observa\u00e7\u00e3o: N\u00e3o haver\u00e1 apresenta\u00e7\u00f5es entre os dias 11\/07 a 15\/07.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Classifica\u00e7\u00e3o: 14 anos.<br \/>\nReserve seu ingresso gratuito<br \/>\nna plataforma da SYMPLA<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.sympla.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.sympla.com.br<\/a><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Parte deste projeto foi realizado com recursos da Lei Emergencial Aldir Blanc para a Cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\":1cy\" class=\"hq gt a10\"><\/div>\n<div class=\"hi\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fotos de Leekyung Kim Com dire\u00e7\u00e3o de Alvise Camozzi, espet\u00e1culo apresenta mulher que tenta desesperadamente contar uma hist\u00f3ria, mas sempre \u00e9 interrompida por vozes masculinas<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[2359,3501,6081,6372,8719],"class_list":["post-42442","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-cordelia-lynm","tag-estreia","tag-nova-temporada","tag-online","tag-versao-audiovisual"],"aioseo_notices":[],"views":556,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":46130,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=46130","url_meta":{"origin":42442,"position":0},"title":"Espet\u00e1culo de dan\u00e7a contempor\u00e2nea, &#039;Relatos Amefricanos&#039; tem estreia online e gratuita","author":"Veronica Moreira","date":"1 de novembro de 2021","format":false,"excerpt":"Po\u00e9tica negro-diasp\u00f3rica toma cena em 'Relatos Amefricanos', que estreia no dia 20 de novembro em formato online Inspirado na categoria pol\u00edtico-cultural de amefricanidade - 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