{"id":43094,"date":"2021-07-20T21:55:15","date_gmt":"2021-07-21T00:55:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=43094"},"modified":"2021-07-20T21:55:15","modified_gmt":"2021-07-21T00:55:15","slug":"diamantino-lourenco-bartolo-teoricos-da-modernidade-filosofica-portuguesa-do-seculo-xix","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=43094","title":{"rendered":"Diamantino Louren\u00e7o Rodrigues de B\u00e1rtolo: &#039;Te\u00f3ricos da modernidade filos\u00f3fica portuguesa do s\u00e9culo XIX&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F43094&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F43094&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_33964\" aria-describedby=\"caption-attachment-33964\" style=\"width: 124px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/113545633_1612205885611817_276299013388565688_o-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33964\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=33964\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/113545633_1612205885611817_276299013388565688_o-1.jpg\" data-orig-size=\"419,580\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"113545633_1612205885611817_276299013388565688_o\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Diamantino Louren\u00e7o R. de B\u00e1rtolo&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Diamantino B\u00e1rtolo&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/113545633_1612205885611817_276299013388565688_o-1.jpg\" class=\" wp-image-33964\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/113545633_1612205885611817_276299013388565688_o-1-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"124\" height=\"124\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-33964\" class=\"wp-caption-text\">Diamantino Louren\u00e7o R. de B\u00e1rtolo<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Te\u00f3ricos da modernidade filos\u00f3fica portuguesa do s\u00e9culo XIX<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/diamantino-lourenco-bartolo-teoricos-da-modernidade-filosofica-portuguesa-do-seculo-xix\/a2c99918583d542e6deee56e53acca1b\/\" rel=\"attachment wp-att-43095\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-43095 alignleft\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/a2c99918583d542e6deee56e53acca1b-226x300.jpg\" alt=\"\" width=\"255\" height=\"338\" \/><\/a>A cr\u00edtica pertinente \u00e0 filosofia tradicional, elaborada por Lu\u00eds Verney e exposta no <em>\u201cNovo M\u00e9todo de Estudar<\/em>\u201d, teve grande repercuss\u00e3o no momento e ap\u00f3s ele. A sua mensagem \u00e9 reelaborada durante o s\u00e9culo XIX, com novas atitudes de ordem filos\u00f3fica, que pretendem a naturaliza\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito e a sua concomitante explica\u00e7\u00e3o de tipo naturalista, ou t\u00eam em vista espiritualizar, excessivamente, a mat\u00e9ria, diluindo-a em formas abstratas, herdadas, at\u00e9 ent\u00e3o, do Aristotelismo medieval.<\/p>\n<p>Pode-se afirmar que a Filosofia Moderna em Portugal, come\u00e7a com Silvestre Pinheiro Ferreira, (1769-1846), conselheiro de D. Jo\u00e3o VI que, em Paris, tomara direto conhecimento com as doutrinas que se elaboravam sob a designa\u00e7\u00e3o de \u201c<em>Ideologia\u201d,<\/em> movimento esse resultante dos principais pensadores que, ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o, reorganizaram a vida intelectual francesa. Tamb\u00e9m outros nomes sa\u00eddos da Congrega\u00e7\u00e3o do Orat\u00f3rio s\u00e3o dignos de men\u00e7\u00e3o, como Teodoro de Almeida, empenhado na restitui\u00e7\u00e3o do aut\u00eantico Arist\u00f3teles, e apaixonado cultor do que nessa \u00e9poca se chamava filosofia natural.<\/p>\n<p>Descortina-se, na segunda metade do s\u00e9c. XIX, quatro tend\u00eancias dominantes, aparentemente irredut\u00edveis, mas todas elas convergentes, como tomada de consci\u00eancia de atitudes afirmadas no estrangeiro: o sensismo, o ecletismo, o tomismo e o positivismo.<\/p>\n<p>A primeira tend\u00eancia \u00e9 assumida pelos disc\u00edpulos portugueses de Condillac, cuja \u201c<em>Arte de Pensar<\/em>\u201d foi traduzida e publicada, com pref\u00e1cio dirigido aos portugueses. O ecletismo \u00e9 representado por numerosa falange e continua, desse modo, a operar os malef\u00edcios imputados ao manual do Genovense.<\/p>\n<p>Trata-se, em geral, de autores did\u00e1ticos, que traduzem ou comp\u00f5em os seus livros de filosofia, com conte\u00fados \u00e1ridos e dogm\u00e1ticos, com largas, mas imprecisas reputa\u00e7\u00f5es do pante\u00edsmo, do sensualismo e do idealismo. Cunha Rivara (1), em 1836, em um bem documentado escrito, insurge-se contra a insufici\u00eancia, entre n\u00f3s, do ensino da Filosofia.<\/p>\n<p>E, neste aspeto, o mesmo acontecia \u00e0 corrente tomista, sobretudo a partir da enc\u00edclica \u201c<em>Aeterni Patris<\/em>\u201d, de Le\u00e3o XIII, com o uso, e abuso, do Manual de Simbaldi. \u00c9, por\u00e9m, na segunda metade do s\u00e9culo XIX que a Filosofia de Comte encontra numerosos aderentes em Portugal. O positivismo passa a ser considerado como a \u00faltima palavra de toda e qualquer atitude, que possa valer como filosofia nos tempos modernos.<\/p>\n<p>Te\u00f3filo Braga e Teixeira Bastos s\u00e3o os principais propagadores do positivismo, e editam a primeira revista de Filosofia em Portugal. Por influ\u00eancia do positivismo, a Filosofia torna-se a s\u00edntese das ci\u00eancias. Da escol\u00e1stica, em nome de Deus e do C\u00e9u, passa-se a uma escol\u00e1stica filos\u00f3fico-cient\u00edfica, em nome do homem e da terra.<\/p>\n<p>A reforma pombalina havia dado um rude golpe na metaf\u00edsica aristot\u00e9lica, postulando o ensino essencial da filosofia, e o cultivo dos seus aut\u00eanticos problemas, substituindo-os pela ci\u00eancia, considerada na sua forma mais emp\u00edrica e utilit\u00e1ria. Tratava-se de mais um movimento de opini\u00e3o orientado para objetivos pol\u00edticos, do que uma explana\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica.<\/p>\n<p>Em contesta\u00e7\u00e3o ao positivismo, outros autores se afirmam e outras correntes se defendem. Domingos Tarrozo, Amorim Viana, Antero de Quental, Cunha Seixas e Ferreira Deusdado, enriquecem a tem\u00e1tica vigente, carreando materiais, exercitando novas formas de pensamento, proclamando novos valores: quer defendendo o racionalismo, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s atitudes motivadas por cren\u00e7a irrefletida; quer propondo nova vis\u00e3o evolucionista do universo e do homem; quer afirmando novas categorias de sentido dial\u00e9tico, para a compreens\u00e3o do real e do esp\u00edrito; quer organizando vasto panorama cr\u00edtico e sistem\u00e1tico da galeria das ci\u00eancias, ordenadas l\u00f3gica e sistematicamente; quer, ainda, buscando novas formas que n\u00e3o separem, mas congreguem, os homens no estudo da nova estrutura da sociedade.<\/p>\n<p>Sampaio Bruno e Leonardo Coimbra, pelo significado metaf\u00edsico, ant\u00f3nimo do pensamento, aproveitando as cr\u00edticas anteriormente feitas por Antero de Quental e Cunha Seixas, alcan\u00e7aram triunfo sobre as teses positivistas, e uma transmiss\u00e3o filos\u00f3fica do pensamento portugu\u00eas, desapossando o positivismo do lugar dominador das escolas, na cultura e na pol\u00edtica. Seguramente que poder-se-\u00e1 dizer que a filosofia no s\u00e9culo XIX, como ali\u00e1s em s\u00e9culos anteriores, oferece uma s\u00e9rie de posi\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas, cuja estrutura unit\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 patente.<\/p>\n<p>E nisso consiste o seu valor, e o seu significado: busca motivada pelo amor de saber o que se ignora. As coordenadas com que este n\u00e3o-saber se relaciona alteram-se com o tempo e com a pessoa, donde se conclui que \u00e9 o anseio de busca que \u00e9 v\u00e1lido, e n\u00e3o o resultado da pesquisa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Diamantino Louren\u00e7o B\u00e1rtolo<\/h3>\n<p>diamantino.bartolo@gmail.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Te\u00f3ricos da modernidade filos\u00f3fica portuguesa do s\u00e9culo XIX<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1094,2834,8315],"class_list":["post-43094","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-artigo","tag-diamantino-lourenco-bartolo","tag-teoricos-da-modernidade-filosofica-portuguesa-do-seculo-xix"],"aioseo_notices":[],"views":598,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":40131,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=40131","url_meta":{"origin":43094,"position":0},"title":"Diamantino Louren\u00e7o Rodrigues de B\u00e1rtolo: &#039;Pensar a Filosofia&#039;","author":"Diamantino Bartolo","date":"27 de abril de 2021","format":false,"excerpt":"Pensar a Filosofia Sendo o objetivo deste trabalho refletir um pouco sobre o que \u00e9, afinal, a Filosofia, certamente, qual a sua situa\u00e7\u00e3o neste primeiro quarto do s\u00e9culo XXI, n\u00e3o cabe no seu \u00e2mbito acad\u00e9mico e hist\u00f3rico, recuar no tempo, para inventariar as in\u00fameras e poss\u00edveis defini\u00e7\u00f5es. 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