{"id":4310,"date":"2016-02-27T23:22:42","date_gmt":"2016-02-28T02:22:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=4310"},"modified":"2016-02-27T23:22:42","modified_gmt":"2016-02-28T02:22:42","slug":"artigo-de-marcelo-paiva-pereira-arquitetura-organica-a-fluidez-do-desenho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=4310","title":{"rendered":"Artigo de Marcelo Paiva Pereira: &#039;Arquitetura org\u00e2nica: a fluidez do desenho&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F4310&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F4310&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><strong>Marcelo Augusto Paiva Pereira: &#8216;ARQUITETURA ORG\u00c2NICA: A FLUIDEZ DO DESENHO&#8217;<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/thumb\/f\/f6\/FallingwaterWright.jpg\/250px-FallingwaterWright.jpg\" alt=\"\" \/>A arquitetura org\u00e2nica como a conhecemos foi desenvolvida pelo arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wright (1867\u20131959), que criou o arcabou\u00e7o principiol\u00f3gico dessa vertente arquitet\u00f4nica. O presente texto abordar\u00e1, mesmo superficialmente, as caracter\u00edsticas da referida, como abaixo segue.<\/p>\n<p><strong>Do conceito de org\u00e2nico<\/strong><\/p>\n<p>A palavra \u201corg\u00e2nico\u201d \u00e9 utilizada h\u00e1 muito tempo na arquitetura. Michelangelo, no s\u00e9culo XV, afirmou que n\u00e3o se compreender\u00e1 a arquitetura quem n\u00e3o conhecer profundamente a anatomia humana. Giorgio Vasari, em obra de 1568, fazia men\u00e7\u00e3o expressa da arquitetura org\u00e2nica, que para ele deveria aparecer como um corpo humano para comunicar os essenciais valores espirituais. Carlos Lodoly, no s\u00e9culo XVIII, afirmava ser todo tipo de decora\u00e7\u00e3o interior, com origem nas formas da natureza.<\/p>\n<p>A ideia de arquitetura org\u00e2nica esteve vinculada \u00e0s formas da natureza e humanas, destas dependendo as medidas e as rela\u00e7\u00f5es de propor\u00e7\u00e3o entre os componentes (cabe\u00e7a, tronco e membros). Frank Lloyd Wright acolheu, mesmo parcialmente, esta ideia.<\/p>\n<p><strong>Da arquitetura org\u00e2nica de Frank Lloyd Wright\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A arquitetura org\u00e2nica por ele desenvolvida teve origem no per\u00edodo (1887) em que trabalhou no escrit\u00f3rio dos arquitetos Adler e Sullivan, na cidade de Chicago. Ao lado de Sullivan ele conheceu os princ\u00edpios de engenharia que faziam uso do a\u00e7o e do concreto (novos materiais de constru\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>Instru\u00eddo com as novas t\u00e9cnicas construtivas da \u00e9poca, Frank Lloyd Wright montou seu escrit\u00f3rio em \u201c<em>Oak Park<\/em>\u201d, sub\u00farbio de Chicago, e l\u00e1 permaneceu at\u00e9 1909. Foi para Berlim (Alemanha), mas retornou aos Estados Unidos e se instalou com a mulher e os filhos na casa onde nasceu. Ele a ampliou e a batizou com o nome gal\u00eas de \u201c<em>Taliesin<\/em>\u201d (cume brilhante).<\/p>\n<p>No in\u00edcio da carreira ele criou o estilo pradaria (\u201c<em>prairie style<\/em>\u201d), com o qual suprimiu a ideia de \u201ccaixa\u201d na arquitetura. Ao projetar seu escrit\u00f3rio em \u201c<em>Oak Park<\/em>\u201d, elaborou-o com espa\u00e7os fluidos entre o vest\u00edbulo e as salas de estar e jantar, que eram espa\u00e7os distintos, mas agrupados. Tamb\u00e9m criou um efeito de luzes artificiais batizado de \u201c<em>moonlight<\/em>\u201d, que iluminava a casa \u00e0 noite.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s reformar a casa onde nasceu (\u201c<em>Taliesin<\/em>\u201d), dela fez resid\u00eancia, est\u00fadio e fazenda e a transformou num lugar voltado para a arquitetura, arte e agricultura. Do envolt\u00f3rio natural (\u00e1rea rural) fez total partido em cada esta\u00e7\u00e3o do ano.<\/p>\n<p>Ao longo da atividade profissional, criou o arcabou\u00e7o principiol\u00f3gico da arquitetura org\u00e2nica, constitu\u00eddo por sete princ\u00edpios, os quais abaixo seguem:<\/p>\n<ol>\n<li>Continuidade: \u00e9 a fluidez do espa\u00e7o e dos materiais. H\u00e1 dois tipos de continuidade: a espacial e a formal. Pela primeira, ocorre a \u201c<em>Destruction of the Box<\/em>\u201d (destrui\u00e7\u00e3o da caixa), em que s\u00e3o eliminadas diversas paredes entre os ambientes internos e entre estes e o exterior do edif\u00edcio; o efeito \u00e9 a confus\u00e3o entre os limites do espa\u00e7o constru\u00eddo e a paisagem ao redor da obra. Pela segunda, os elementos estruturais e est\u00e9ticos do edif\u00edcio devem formar uma unidade indivis\u00edvel, \u00edntegra;<\/li>\n<li>Escala (ou Propor\u00e7\u00e3o): princ\u00edpio intr\u00ednseco ao da Continuidade Espacial, prop\u00f5e uma nova rela\u00e7\u00e3o de escala com a paisagem, em que nova propor\u00e7\u00e3o e simetria devem servir \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da caixa (\u201c<em>Destruction of the Box<\/em>\u201d), dissolvendo os limites entre o edif\u00edcio e o entorno;<\/li>\n<li>Integridade (ou da Unidade): especifica\u00e7\u00e3o do Princ\u00edpio da Continuidade F\u00edsica, as partes que formam o edif\u00edcio devem se integrar em uma unidade indivis\u00edvel. Caracteriza-se pelo uso do m\u00f3dulo na rela\u00e7\u00e3o estrutural e espacial entre os elementos do edif\u00edcio e pela rela\u00e7\u00e3o espacial com o entorno (paisagem). O m\u00f3dulo serve de sistema de propor\u00e7\u00f5es para atribuir a unidade indivis\u00edvel \u00e0 estrutura do edif\u00edcio com os espa\u00e7os internos e a ele externos;<\/li>\n<li>Plasticidade: \u00e9 a percep\u00e7\u00e3o que se tem da continuidade f\u00edsica (ou da integridade) do edif\u00edcio. Relaciona-se com a fluidez do espa\u00e7o e dos materiais;<\/li>\n<li>Natureza dos Materiais: a natureza (ou origem) indica as propriedades (caracter\u00edsticas) dos materiais e suas qualidades; cada material tem a pr\u00f3pria fluidez (propriedades) e esta resulta em um comportamento (material fr\u00e1gil ou d\u00factil, por exemplo);<\/li>\n<li>Gram\u00e1tica dos Materiais: \u00e9 o conjunto de regras definidoras do projeto, com as quais torna homog\u00eaneo o discurso estrutural e est\u00e9tico do projeto e do edif\u00edcio;<\/li>\n<li>Simplicidade: este determina que n\u00e3o deve haver elementos estranhos \u00e0s regras definidoras do projeto. Dever\u00e3o estar ausentes os elementos que n\u00e3o as compuser.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0Da Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A arquitetura org\u00e2nica criada por Frank Lloyd Wright vincula-se \u00e0 ideia de fluidez dos espa\u00e7os em continuidade entre os do edif\u00edcio e os externos a ele. A modula\u00e7\u00e3o que faz dos espa\u00e7os n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com as propor\u00e7\u00f5es humanas (como no per\u00edodo renascentista, por exemplo), mas com propor\u00e7\u00f5es dimensionadas para atribuir continuidade e integridade aos espa\u00e7os e \u00e0 plasticidade com que os percebemos. Essa modula\u00e7\u00e3o (ou sistema de propor\u00e7\u00f5es) depende da natureza e gram\u00e1tica dos materiais e da simplicidade do projeto.<\/p>\n<p>Em suma, a arquitetura org\u00e2nica \u00e9 a fluidez do desenho porque ela orienta o projeto no sentido de continuar os espa\u00e7os internos em dire\u00e7\u00e3o aos externos, integrando-os sem que as pessoas fa\u00e7am a distin\u00e7\u00e3o entre o interno e o externo. Nada a mais.<\/p>\n<p><strong>Marcelo Augusto Paiva Pereira<\/strong><br \/>\n(o autor \u00e9 aluno de gradua\u00e7\u00e3o da FAUUSP)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fontes de Pesquisa<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/WWW.FAU.USP.BR\">WWW.FAU.USP.BR<\/a>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.fau.usp.br\/cursos\/graduacao\/arq_urbanismo\/disciplinas\/auh0313\/Zevi_1945.pdf\">http:\/\/www.fau.usp.br\/cursos\/graduacao\/arq_urbanismo\/disciplinas\/auh0313\/Zevi_1945.pdf<\/a>. Acessado aos 30.01.2016.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/WWW.IAU.USP.BR\">WWW.IAU.USP.BR<\/a>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.iau.usp.br\/pesquisa\/grupos\/nelac\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/ARTIGO-2.pdf\">http:\/\/www.iau.usp.br\/pesquisa\/grupos\/nelac\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/ARTIGO-2.pdf<\/a>. Acessado aos 29.01.2016.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/WWW.PORTALARQUITETONICO.COM.BR\">WWW.PORTALARQUITETONICO.COM.BR<\/a>.\u00a0 Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/portalarquitetonico.com.br\/frank-lloyd-wright\/\">http:\/\/portalarquitetonico.com.br\/frank-lloyd-wright\/<\/a>. Acessado aos 28.01.2016.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/WWW.AU.PINI.COM.BR\">WWW.AU.PINI.COM.BR<\/a>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/au.pini.com.br\/arquitetura-urbanismo\/168\/artigo73554-2.aspx\">http:\/\/au.pini.com.br\/arquitetura-urbanismo\/168\/artigo73554-2.aspx<\/a>. Acessado aos 28.01.2016.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marcelo Augusto Paiva Pereira: &#8216;ARQUITETURA ORG\u00c2NICA: A FLUIDEZ DO DESENHO&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1045,5358],"class_list":["post-4310","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-arquitetura","tag-marcelo-paiva-pereira"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":52163,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52163","url_meta":{"origin":4310,"position":0},"title":"Marcelo Augusto Paiva Pereira: &#039;Arquitetura moderna&#039;","author":"Marcelo Paiva Pereira","date":"6 de outubro de 2022","format":false,"excerpt":"Arquitetura moderna Ao longo do s\u00e9culo XX a arquitetura moderna (ou modernista) foi objeto de discuss\u00f5es sobre as transforma\u00e7\u00f5es que submeteram seus paradigmas at\u00e9 atingir o neomodernismo. 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