{"id":44150,"date":"2021-08-25T17:30:04","date_gmt":"2021-08-25T20:30:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=44150"},"modified":"2021-08-25T17:30:04","modified_gmt":"2021-08-25T20:30:04","slug":"a-terceira-exposicao-com-26-obras-ineditas-da-artista-visual-marcia-de-moraes-estreia-dia-28-de-agosto-no-ccbb-sp-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=44150","title":{"rendered":"&#039;A Terceira&#039;, exposi\u00e7\u00e3o com 26 obras in\u00e9ditas da artista visual Marcia de Moraes estreia dia 28 de agosto no CCBB-SP"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F44150&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F44150&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h5 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/a-terceira-exposicao-com-26-obras-ineditas-da-artista-visual-marcia-de-moraes-estreia-dia-28-de-agosto-no-ccbb-sp-2\/colorest\/\" rel=\"attachment wp-att-44152\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"44152\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=44152\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/colorest.jpg\" data-orig-size=\"1214,1032\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"colorest\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/colorest.jpg\" class=\"aligncenter wp-image-44152\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/colorest-300x255.jpg\" alt=\"\" width=\"483\" height=\"410\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/1Ek5pjVdBkoO5UxQWadWxD4HqLdh6Tjk2?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Link para download de fotos \u2013 cr\u00e9dito Filipe Berndt<\/a><\/h5>\n<h2 style=\"text-align: center;\">&#8216;A Terceira&#8217; fica em cartaz de 28 de agosto a 04 de outubro, todos os dias, das 9h \u00e0s\u00a018h, exceto \u00e0s ter\u00e7as, e contar\u00e1 com um cat\u00e1logo virtual completo<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em &#8216;<strong>A Terceira<\/strong>&#8216;, a artista<strong> Marcia de Moraes<\/strong> conjuga quest\u00f5es da arte e da psican\u00e1lise.\u00a0Atrav\u00e9s do desenho, a artista encontra destino ao que transborda: para o vazio e para o excesso, para o que \u00e9 radicalmente seu e para aquilo que \u00e9 pura alteridade.\u00a0As perguntas que seus desenhos e colagens sustentam encontram-se nas entranhas e nas v\u00edsceras, no dentro e no fora, na superf\u00edcie e na espessura das coisas.\u00a0No tra\u00e7ado das primeiras formas, Marcia de Moraes abriga o espa\u00e7o em branco. O intervalo revelado pelo tra\u00e7o do grafite e a cor como preenchimento\u00a0desfiguram o figurativo, fazendo com que as coisas possam se imiscuir e perder seu contorno fixo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O nome da exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma refer\u00eancia \u00e0 confer\u00eancia feita por<strong> Jacques Lacan<\/strong> no VII Congresso da Escola Freudiana de Paris, no dia 1\u00ba de novembro de 1974. Na confer\u00eancia que tamb\u00e9m recebeu o nome \u201cA Terceira\u201d, Jacques Lacan trata de um ponto central para a psican\u00e1lise: a maneira singular como cada sujeito escreve um corpo.\u00a0 \u201cDentro da minha interpreta\u00e7\u00e3o, ele falou sobre o aquilo que n\u00e3o cabe dentro das pessoas. Provavelmente ele est\u00e1 falando de puls\u00f5es emocionais, mas no meu caso, eu transponho isso para o desenho, quando eu digo que o que eu desenho \u00e9 aquilo que n\u00e3o cabe dentro de mim\u201d comenta a artista.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A exposi\u00e7\u00e3o acontece no subsolo do <strong>CCBB-SP<\/strong>, ocupando inclusive o antigo cofre da ag\u00eancia, que hoje se tornou um dos espa\u00e7os expositivos mais desafiadores da cidade. O subsolo tem \u00e1rea \u00fatil de 133 metros quadrados e o espa\u00e7o interno do cofre possui 33 metros quadrados. Toda essa \u00e1rea do pr\u00e9dio constru\u00eddo em 1901 ser\u00e1 ocupada pelas obras in\u00e9ditas de Marcia, desenhos e colagens criados especialmente para a exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cO cofre \u00e9 um lugar que sempre me chamou muito a aten\u00e7\u00e3o, ele tem um formato quase octogonal que me interessa muito, ele permite que o p\u00fablico tenha uma proximidade muito intensa com o desenho, assim como eu tenho no ateli\u00ea. Isso acontece pela pr\u00f3pria geografia do espa\u00e7o.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Desde 2010 Marcia direciona sua arte na pesquisa do desenho.\u201d J\u00e1 ouvi muito que o desenho n\u00e3o poderia ir al\u00e9m do que um determinado tamanho do papel, ou de uma determinada situa\u00e7\u00e3o de esbo\u00e7o, de planejamento, e eu insisti de uma forma muito teimosa, e continuo insistindo at\u00e9 hoje, e essa exposi\u00e7\u00e3o mostra o quanto isso \u00e9 poss\u00edvel, acho que ela \u00e9 o lugar mais longe que j\u00e1 cheguei no meu trabalho com o desenho.\u201d, completa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cA Terceira\u201d fica em cartaz de 28 de agosto a 04 de outubro, todos os dias, das 9h \u00e0s\u00a018h, exceto \u00e0s ter\u00e7as, e contar\u00e1 com um cat\u00e1logo virtual completo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Texto cr\u00edtico da exposi\u00e7\u00e3o <strong>\u201cA Terceira\u201d<\/strong> de<strong> Marcia de Moraes<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>28.8.21 a 04.10.21 CCBB S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">A vertigem de escrever um corpo no abismo do mundo<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Bianca Coutinho Dias<\/strong> \u2013 psicanalista e cr\u00edtica de arte<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cA Terceira\u201d, exposi\u00e7\u00e3o de Marcia de Moraes no <strong>Centro Cultural Banco do Brasil<\/strong>, conjuga quest\u00f5es da arte e da psican\u00e1lise trazendo para o centro de sua obra o corpo pulsional: dentes, seios, folhas, colunas vertebrais, troncos de \u00e1rvores \u2013 vibra\u00e7\u00f5es e aspectos disruptivos saltam do seu lugar de origem e se deslocam para as obras expostas. Atrav\u00e9s do desenho, a artista encontra destino ao que transborda: para o vazio e para o excesso, para o que \u00e9 radicalmente seu e para aquilo que \u00e9 pura alteridade.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Na confer\u00eancia que tamb\u00e9m recebeu o nome \u201cA Terceira\u201d, Jacques Lacan trata de um ponto central para a psican\u00e1lise: a maneira singular como cada sujeito escreve um corpo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cQuem sabe o que se passa no seu corpo?\u201d, interroga o psicanalista, que diz ainda: \u201cA ang\u00fastia \u00e9 justamente alguma coisa que se situa alhures em nosso corpo, \u00e9 o sentimento que surge dessa suspeita que nos vem de nos reduzirmos ao nosso corpo\u201d. Com Lacan retomamos a novidade freudiana acerca da corporeidade. Na psican\u00e1lise, o corpo n\u00e3o se reduz ao campo da biologia, mas se faz a partir da linguagem.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Marcia de Moraes revela que h\u00e1 maneiras de se desdobrar o corpo, de ficcionalizar o que nele incide. Avan\u00e7ando pela produ\u00e7\u00e3o da artista\u00a0vemos que um l\u00e9xico \u00e9 inventado, e o desenho, que come\u00e7a sem projeto pr\u00e9vio, encontra caminho na surpresa e no espanto. As perguntas que seus desenhos e colagens sustentam encontram-se nas entranhas e nas v\u00edsceras, no dentro e no fora, na superf\u00edcie e na espessura das coisas. At\u00e9 onde o corpo suporta? Como se escreve um corpo? De que mat\u00e9ria somos constitu\u00eddos?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O gesto da artista se delineia na vitalidade explosiva do tra\u00e7o, que abriga tamb\u00e9m espa\u00e7os vazios e o intervalo entre a nascente da imagem e sua inscri\u00e7\u00e3o. Diferentes peda\u00e7os do real v\u00eam causar desejos e produzir efeitos, como uma condi\u00e7\u00e3o que a leva a buscar um dispositivo topol\u00f3gico e discursivo que \u00e9 uma esp\u00e9cie de profana\u00e7\u00e3o, como uma linguagem que se emancipa de seus fins figurativos e se prepara para um novo uso, para uma nova experi\u00eancia do olhar.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">No livro \u201cO que vemos, o que nos olha\u201d, Georges Didi-Huberman nos convida a inquietar a vis\u00e3o diante da obra de arte e experimentar o que n\u00e3o vemos. Na obra de arte pode haver algo que atinja nosso olhar, que chame \u00e0 perda de nossas certezas sobre o objeto e nos lance ao espa\u00e7o em que possa vicejar a inven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">No tra\u00e7ado das primeiras formas, Marcia de Moraes abriga o espa\u00e7o em branco. O intervalo revelado pelo tra\u00e7o do grafite e a cor como preenchimento desfiguram o figurativo, fazendo com que as coisas possam se imiscuir e perder seu contorno fixo. Dos desenhos \u00e0s colagens h\u00e1 um movimento de s\u00edstole e di\u00e1stole. Se nos desenhos seus acenos s\u00e3o de grande amplitude e expans\u00e3o, nas colagens h\u00e1 outro tipo de gesto, um outro tempo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Numa dimens\u00e3o de hibridismo e de inclassific\u00e1vel, seu trabalho n\u00e3o se deixa capturar com facilidade. O modo de preencher os espa\u00e7os com cores se aproxima do pict\u00f3rico. Usando sua mat\u00e9ria puls\u00e1til \u2013 o l\u00e1pis de cor \u2013 a artista encontra, na mistura sens\u00edvel, algo de uma est\u00e9tica e uma \u00e9tica, como no desenho \u201cO morma\u00e7o e o azul\u201d: uma abertura em um espa\u00e7o tramado entre a cor e o fen\u00f4meno da natureza que se experimentam dialeticamente. Ou ainda em \u201cOnda solta\u201d, que busca na can\u00e7\u00e3o de Chico Buarque a evoca\u00e7\u00e3o de um movimento encontrado no sinuoso de uma apari\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As refer\u00eancias partem de lugares diversos: o ambiente natural, uma m\u00fasica, um poema ou mesmo a obra de outra artista, como em \u201cAltos e baixos after Louise\u201d, uma homenagem \u00e0 Louise Bourgeois. Seu trabalho cria dobras, desdobra-se, duplica e mistura discursos numa constru\u00e7\u00e3o labir\u00edntica que concede voz ao inanimado. Uma irradia\u00e7\u00e3o incessante acontece nas colagens feitas de recortes de desenhos, conjugando espanto a uma ironia fina, que comparece j\u00e1 nos t\u00edtulos de obras como \u201cOctopus\u201d, \u201cTava cheio, vazou\u201d, \u201cUps and downs\u201d, \u201cArgolas Tropicais\u201d, \u201cSinuca\u201d. Os pr\u00f3prios nomes dados sabem perverter a linguagem, jogam com as ambiguidades e as circularidades da vida: em alguns dos trabalhos, os \u201cAn\u00e9is\u201d, o \u201cCarrossel\u201d ou mesmo os \u201cFiletes\u201d que comparecem dos t\u00edtulos \u00e0 forma, injetam tremores na nomea\u00e7\u00e3o, sustentando algo de delirante que pode encontrar o indiz\u00edvel, o inomin\u00e1vel, o real, o ponto em que toda significa\u00e7\u00e3o escoa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em suas profana\u00e7\u00f5es, Marcia de Moraes ousa desinvestir as camadas de sentido at\u00e9 o osso, escrevendo uma geografia corporal pr\u00f3pria que enoda natureza e cultura, bot\u00e2nica e poesia, onde ranhuras desenham horizontes improv\u00e1veis.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Um furac\u00e3o ou a chuva podem criar deriva\u00e7\u00f5es convulsivas do afeto como em \u201cChuva choro\u201d, obra em que forma, cor e conte\u00fado conversam e criam camadas de acontecimento e espelhamento entre a vertigem do sens\u00edvel e a vibra\u00e7\u00e3o l\u00edquida da natureza.\u00a0 Elementos se repetem criando uma cartografia pr\u00f3pria: um conjunto aberto sem lugares definitivos, uma resposta ao real que abriga o estranhamento necess\u00e1rio para se produzir algo, onde o irrepresent\u00e1vel e o impens\u00e1vel podem aparecer.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>\u201c\u00caxtase\u201d<\/strong> \u2013 trabalho em que o que conecta \u00e9 tamb\u00e9m o que separa \u2013 traz imagens que dizem do nascimento das coisas, e reverberam uma experi\u00eancia vertiginosa e a sensa\u00e7\u00e3o de certo embara\u00e7o interpretativo. S\u00e3o formas com enorme carga de sentido mas sempre, em alguma medida, inacess\u00edveis ou inassimil\u00e1veis. Trata-se do feminino em convuls\u00e3o, como no \u201c\u00caxtase de Santa Teresa\u201d, escultura de Bernini que reverbera um corpo pulsional marcado pela linguagem. E como em Loie Fuller \u2013 atriz e dan\u00e7arina que desenha movimentos envolvida em gestos e tecidos \u2013 algo de dan\u00e7a serpenteia a agudeza do trabalho de Marcia de Moraes, feito de dobras e curvas decompostas, a partir de uma compreens\u00e3o que articula o invis\u00edvel ao vis\u00edvel.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em suas obras, que agora se apresentam de maneira intimista \u2013 expostas, mas guardadas em cofre-forte, \u2013 podemos entrever a rela\u00e7\u00e3o viva da cad\u00eancia pr\u00f3pria do feminino, como num poema de <strong>Hilda Hilst<\/strong>:<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Por que n\u00e3o posso pontilhar de inoc\u00eancia e poesia<\/p>\n<p dir=\"ltr\">ossos, sangue, carne, o agora<\/p>\n<p dir=\"ltr\">e tudo isso em n\u00f3s que se far\u00e1 disforme?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">E, da\u00ed, tocar um corpo em sua arquitetura, em sua paisagem: trechos de vida escritos no abismo do mundo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Sobre Marcia de Moraes<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Marcia de Moraes<\/p>\n<p dir=\"ltr\">S\u00e3o Carlos, Brasil, 1981.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Vive e trabalha em S\u00e3o Paulo, Brasil.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Marcia de Moraes busca na abstra\u00e7\u00e3o do tra\u00e7o e no preenchimento com l\u00e1pis de cor o endere\u00e7o po\u00e9tico para suas cria\u00e7\u00f5es. Sua obra tem a coes\u00e3o dos procedimentos que emprega; primeiro se dedica ao esbo\u00e7o dos tra\u00e7os feitos com grafite, fluidos e \u00e1geis, para depois preencher com cores intensas as possibilidades delineadas \u2014 sem repetir formas ou combina\u00e7\u00f5es crom\u00e1ticas. Seu trabalho \u00e9 um turbilh\u00e3o visual em constante transforma\u00e7\u00e3o, com matizes \u00fanicas e tra\u00e7os expressivos.\u00a0Suas obras articulam-se em d\u00edpticos e pol\u00edpticos nos quais os tra\u00e7os e cores atravessam os limites do papel, por vezes encontrando continua\u00e7\u00f5es \u00f3bvias e por ora encontrando elementos d\u00edspares. Nas ocasi\u00f5es em que a artista n\u00e3o se satisfaz apenas com o plano bidimensional ela o corta, fragmenta e o remonta criando uma nova din\u00e2mica entre as partes. Nessas colagens, os pequenos desenhos redimensionados pela cis\u00e3o, quando remontados num jogo de encontros improv\u00e1veis em diferentes planos, ganham uma tridimensionalidade inesperada. Tal\u00a0explora\u00e7\u00e3o tridimensional culminou em sua recente pesquisa em esculturas feitas em cer\u00e2mica esmaltada, nas quais est\u00e1 presente o vocabul\u00e1rio imag\u00e9tico que vem desenvolvendo h\u00e1 dez anos em seus desenhos e colagens: l\u00ednguas, dentes, ovos, cord\u00f5es umbilicais, estruturas cil\u00edndricas e circulares, ossos, caules, caudas, entre outros.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Marcia de Moraes \u00e9 Bacharel e Mestre em Artes pela <strong>Unicamp<\/strong>. Dentre suas exposi\u00e7\u00f5es individuais destacam-se:\u00a0Hist\u00f3ria do Olho,\u00a0Galeria Leme, S\u00e3o Paulo (2018),\u00a0O Sopro,\u00a0Centro de Arte Contempor\u00e2nea W, Ribeir\u00e3o Preto, Brasil (2018);\u00a0Os f\u00f3sseis ou as laranjas,\u00a0Oficina Cultural Oswald de Andrade, S\u00e3o Paulo (2016);\u00a0Elaine Arruda e Marcia de Moraes: Cheio de Vazio, Instituto Tomie Ohtake, S\u00e3o Paulo (2014);\u00a0\u00c0 Deriva no Azul,\u00a0Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa, (2011);\u00a0Saint Clair Cemin \/ Marcia de Moraes: Correspondance Bresili\u00e8nne,\u00a0VL Contemporary, Paris,\u00a0Fran\u00e7a (2011);\u00a0\u00a0Marcia de Moraes,\u00a0Centro Universit\u00e1rio Maria Antonia, USP, S\u00e3o Paulo (2009-2010) . Dentre as\u00a0coletivas, destacam-se:\u00a0O Pequeno Colecionador,Carbono Galeria, S\u00e3o Paulo (2020);\u00a0Studiolo XXI \u2013 desenho e afinidades,\u00a0Funda\u00e7\u00e3o Eug\u00e9nio de Almeida, \u00c9vora, Portugal (2019),\u00a0\u00a0Interc\u00e2mbios \/ Tempos Cruzados, SESC Quitandinha, Petr\u00f3polis, Brasil (2018)\u00a0Acervo MARP- Aquisi\u00e7\u00f5es Recentes,\u00a0Museu de Arte de Ribeir\u00e3o Preto, (2018);\u00a0Library of Love,\u00a0Contemporary Arts Center, Cincinnati, EUA (2017). A artista j\u00e1 fez tr\u00eas resid\u00eancias art\u00edsticas: em 2010 foi residente em La Cour Dieu em La-Roche-en-Brenil, Fran\u00e7a; em 2011 esteve no Carpe Diem Arte e Pesquisa em Lisboa e em 2013 recebeu uma bolsa do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores do Brasil para fazer uma resid\u00eancia na Fundaci\u00f3n Ace em Buenos Aires, Argentina.\u00a0Em 2011 ganhou o\u00a0Pr\u00eamio Funarte de Arte Contempor\u00e2nea, S\u00e3o Paulo.\u00a0Em 2016 foi contemplada com o\u00a0Pollock-Krasner Foundation Grant, Nova York, EUA. Teve\u00a0um livro sobre sua obra publicado pela editora Cobog\u00f3, Rio de Janeiro, em 2017.\u00a0Atualmente prepara sua pr\u00f3xima exposi\u00e7\u00e3o individual\u00a0A terceira, que acontecer\u00e1 no Centro Cultural Banco do Brasil, S\u00e3o Paulo, entre agosto e outubro de 2021.\u00a0<a href=\"http:\/\/www.marciademoraes.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.marciademoraes.com.br<\/a><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Marcia de Moraes<\/strong><br \/>\nChifre de Veado, 2021<br \/>\nColagem de pap\u00e9is desenhados com grafite e l\u00e1pis de cor<br \/>\n80 x 88 cm<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Foto: Filipe Berndt<br \/>\nCortesia Galeria Leme, S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Marcia de Moraes<br \/>\nSinuca, 2018<br \/>\nColagem de pap\u00e9is desenhados com grafite e l\u00e1pis de cor<br \/>\n86 x 74 cm<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cole\u00e7\u00e3o Particular, S\u00e3o Paulo<br \/>\nFoto: Filipe Berndt<br \/>\nCortesia Galeria Leme, S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Marcia de Moraes<br \/>\nUps and downs, 2019<br \/>\nColagem de pap\u00e9is desenhados com grafite e l\u00e1pis de cor<br \/>\n77 x 70 cm<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cole\u00e7\u00e3o Particular, S\u00e3o Paulo<br \/>\nFoto: Filipe Berndt<br \/>\nCortesia Galeria Leme, S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Marcia de Moraes<br \/>\nOnda Solta, 2021<br \/>\nGrafite e l\u00e1pis de cor sobre papel<br \/>\n150 x 185 cm<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cole\u00e7\u00e3o Particular, S\u00e3o Paulo<br \/>\nFoto: Filipe Berndt<br \/>\nCortesia Galeria Leme, S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Marcia de Moraes<br \/>\nO \u00eaxtase, 2021<br \/>\nGrafite e l\u00e1pis de cor sobre papel 153 x 180 cm (d\u00edptico)<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cole\u00e7\u00e3o Particular, S\u00e3o Paulo<br \/>\nFoto: Filipe Berndt<br \/>\nCortesia Galeria Leme, S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Marcia de Moraes<br \/>\nChuva Choro, 2021<br \/>\nGrafite e l\u00e1pis de cor sobre papel 140 x 430 cm (tr\u00edptico)<br \/>\nFoto: Filipe Berndt<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cortesia Galeria Leme, S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Servi\u00e7o:\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>A Exposi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<h4>A Terceira, de Marcia de Moraes<\/h4>\n<p dir=\"ltr\">De 28 de\u00a0agosto\u00a0de 2021 a 04 de outubro de 2021.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Todos os dias, das 9h \u00e0s\u00a018h, exceto \u00e0s ter\u00e7as.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Apoio Institucional: Galeria Leme<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Texto cr\u00edtico: Bianca Coutinho Dias<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Projeto de Ilumina\u00e7\u00e3o: Carlos Fortes<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Programa\u00e7\u00e3o visual: Thalita Munekata<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Assessoria de Imprensa: Pombo Correio<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Video: Laerte K\u00e9ssimos<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: livre.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entrada gratuita.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Visita\u00e7\u00e3o com hora agendada\u00a0pelo site \/ app\u00a0Eventim, mediante disponibilidade.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Todas as obras s\u00e3o in\u00e9ditas.\u00a0 S\u00e3o 26 trabalhos entre desenhos e colagens.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Centro Cultural Banco do Brasil S\u00e3o Paulo \u2013<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Rua \u00c1lvares Penteado, 112 \u2013 Centro Hist\u00f3rico, Tri\u00e2ngulo SP, S\u00e3o Paulo\u2013SP<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Aberto todos os dias, das 9h \u00e0s 18h, exceto \u00e0s ter\u00e7as.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Acesso ao cal\u00e7ad\u00e3o pela esta\u00e7\u00e3o S\u00e3o Bento do Metr\u00f4<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Informa\u00e7\u00f5es:<\/strong> (11) 4297-0600<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Estacionamento Conveniado e Translado: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consola\u00e7\u00e3o, 228 (R$ 14 pelo per\u00edodo de 6 horas &#8211; necess\u00e1rio validar o ticket na bilheteria do CCBB). No trajeto de volta, tem parada na esta\u00e7\u00e3o Rep\u00fablica do Metr\u00f4<\/p>\n<p dir=\"ltr\">bb.com.br\/cultura | twitter.com\/ccbb_sp | facebook.com\/ccbbsp | instagram.com\/ccbbsp<\/p>\n<p dir=\"ltr\">ccbbsp@bb.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Link para download de fotos \u2013 cr\u00e9dito Filipe Berndt &#8216;A Terceira&#8217; fica em cartaz de 28 de agosto a 04 de outubro, todos os dias, das 9h \u00e0s\u00a018h, exceto \u00e0s ter\u00e7as, e contar\u00e1 com um cat\u00e1logo virtual completo<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":44152,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[268,517,1761,3611,5365],"class_list":["post-44150","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-26-obras-ineditas","tag-a-terceira","tag-ccbb-sao-paulo","tag-exposicao-arte-visual","tag-marcia-de-morais"],"aioseo_notices":[],"views":537,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/colorest.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":43749,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=43749","url_meta":{"origin":44150,"position":0},"title":"&#039;A Terceira&#039;, exposi\u00e7\u00e3o com 26 obras in\u00e9ditas da artista visual Marcia de Moraes estreia dia 28 de agosto no CCBB-SP","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"10 de agosto de 2021","format":false,"excerpt":"Link para download de fotos \u2013 cr\u00e9dito Filipe Berndt O nome da exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma refer\u00eancia \u00e0 confer\u00eancia feita por Jacques Lacan no VII Congresso da Escola Freudiana de Paris, no dia 1\u00ba de novembro de 1974 Em \u201cA Terceira\u201d, a artista Marcia de Moraes conjuga quest\u00f5es da arte e\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image1-300x255.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":823,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=823","url_meta":{"origin":44150,"position":1},"title":"ITAPETININGA TER\u00c1 PROJETO PARA DIVULGA\u00c7\u00c3O DE ARTE","author":"Helio Rubens","date":"4 de fevereiro de 2015","format":false,"excerpt":"As obras ficar\u00e3o expostas em mar\u00e7o e as inscri\u00e7\u00f5es s\u00e3o gratuitas. 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