{"id":45226,"date":"2021-10-01T09:50:45","date_gmt":"2021-10-01T12:50:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=45226"},"modified":"2021-10-01T09:50:45","modified_gmt":"2021-10-01T12:50:45","slug":"marcus-hemerly-cinema-em-tela-o-cinema-noir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=45226","title":{"rendered":"Marcus Hemerly: &#039;Cinema em tela:  O Cinema Noir&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F45226&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F45226&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_35773\" aria-describedby=\"caption-attachment-35773\" style=\"width: 135px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/o-escritor-poeta-e-colunista-de-cinema-marcus-hemerly-e-o-mais-novo-colunista-do-rol\/foto-marcus-hemerly\/\" rel=\"attachment wp-att-35773\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"35773\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=35773\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/FOTO.-MARCUS-HEMERLY.jpg\" data-orig-size=\"640,640\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"FOTO. MARCUS HEMERLY\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Marcus Hemerly&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/FOTO.-MARCUS-HEMERLY.jpg\" class=\" wp-image-35773\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/FOTO.-MARCUS-HEMERLY-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"135\" height=\"135\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-35773\" class=\"wp-caption-text\">Marcus Hemerly<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Cinema em tela: O Cinema Noir<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em>\u201cAquilo de que os sonhos s\u00e3o feitos\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>Sam Spade<\/em><\/p>\n<p><em>(Humpfrey Bogart, em O falc\u00e3o malt\u00eas, 1941).<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_45227\" aria-describedby=\"caption-attachment-45227\" style=\"width: 227px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/marcus-hemerly-cinema-em-tela-o-cinema-noir\/humphrey-bogart-with-the-maltese-falcon\/\" rel=\"attachment wp-att-45227\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"45227\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=45227\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/bogey-and-the-bird.jpg\" data-orig-size=\"1920,2536\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;PRN&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Humphrey Bogart with The Maltese Falcon. 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(PRNewsFoto) ORG XMIT: PRN5<\/figcaption><\/figure>\n<p>Um homem carrancudo recebe em seu escrit\u00f3rio de investiga\u00e7\u00e3o particular uma cliente em potencial, sem saber da aventura mortal que o aguarda. Esta \u00e9 a cena inicial de um dos filmes policiais mais marcantes do s\u00e9culo XX, O Falc\u00e3o Malt\u00eas (<em>The maltese falcon, 1941<\/em>), distribu\u00eddo no Brasil como &#8220;Rel\u00edquia Macabra&#8221;, assim como o livro do qual \u00e9 adaptado, de autoria do americano Dashiel Hammett, e lan\u00e7ado em 1930. O filme do diretor John Huston, reveste-se de uma aura marcante como delineador do g\u00eanero que mostrava ainda timidamente suas fei\u00e7\u00f5es nos idos do final da d\u00e9cada de trinta, denominado cinema <em>noir<\/em>, oriundo da express\u00e3o francesa que significa preto\/negro, cunhada originalmente pela cr\u00edtica p\u00f3s-guerra, inspirada na famosa publica\u00e7\u00e3o policial <em>s\u00e9rie noire<\/em>.<\/p>\n<p>O enredo narra a hist\u00f3ria de um detetive que ap\u00f3s a morte de seu parceiro, se v\u00ea envolvido na busca por uma est\u00e1tua do s\u00e9culo XVI, proveniente do oriente, mas que se encontra perdida na cidade de S\u00e3o Francisco, procurada por homens dispostos a tudo pelo artefato de valor incalcul\u00e1vel. Na pel\u00edcula, deliciamo-nos com as atua\u00e7\u00f5es fabulosas de Humphrey Bogart, como o eterno detetive Sam Spade (o pr\u00f3prio Hammett fora a seu tempo detetive, trazendo mais realismo para seus escritos), Peter Lorre, Mary Astor e Sidney Greenstreet. Como resultado, formam-se as principais caracter\u00edsticas do subg\u00eanero de filmes policiais que teve seu auge na d\u00e9cada de quarenta a cinquenta, no cen\u00e1rio americano.<\/p>\n<p>O <em>film noir<\/em> \u00e9 caracterizado por um contraste das produ\u00e7\u00f5es hoolywoodianos que at\u00e9 ent\u00e3o, apresentavam uma vis\u00e3o mais positiva da vida, clich\u00eas de finais felizes, amores correspondidos, ou conduta moral idealizada em tom de f\u00e1bula. Nessa nova abordagem pouco convencional, o padr\u00e3o \u00e9 uma percep\u00e7\u00e3o mais m\u00f3rbida, negativa, at\u00e9 mesmo niilista dos relacionamentos humanos; uma eterna busca por um centro de car\u00e1ter na forma dos personagens, mas que se perde, ou, ao menos, se transmuda em meio \u00e0 diversidade de reviravoltas e fei\u00e7\u00f5es deturpadas que se apresentam. O negro e o acinzentado em intrincados jogos de ilumina\u00e7\u00e3o e \u00e2ngulos de c\u00e2mera, s\u00e3o utilizados a fim de ressaltar o tom triste, n\u00e3o paradigm\u00e1tico ou est\u00e1tico das atmosferas retratadas. Com isso, foi criado um cen\u00e1rio de protagonistas de car\u00e1ter d\u00fabio, c\u00ednicos e impetuosos, mulheres mort\u00edferas, al\u00e9m de vil\u00f5es exc\u00eantricos, n\u00e3o raro, at\u00e9 mesmo caricatos o suficiente para despertar a empatia do p\u00fablico.<\/p>\n<p>T\u00e3o intrigante subg\u00eanero levou \u00e0s telas personagens j\u00e1 extremamente populares na literatura de investiga\u00e7\u00e3o e mist\u00e9rio, como o detetive Philip Marlowe, criado por Raymond Chandler e tamb\u00e9m interpretado por Bogart na adapta\u00e7\u00e3o de 1946, intitulada &#8220;\u00c0 Beira do Abismo&#8221; (<em>The big sleep<\/em>). Mencionar este t\u00edtulo, \u00e9 importante para a caracteriza\u00e7\u00e3o do tema a respeito do qual ora se disserta, uma vez que, novamente, corporifica-se um personagem forte, inserido de forma intensa numa trama imprevis\u00edvel. Naquele universo, contraditoriamente, o Marlowe corporificado por Bogart vale-se de conceitos \u00e9ticos duvidosos na condu\u00e7\u00e3o de suas veredas investigativas, dotado de ferrenhas convic\u00e7\u00f5es de honestidade, ainda que, em um plano no qual o pr\u00f3prio conceito de honestidade perde-se em meio \u00e0 abstra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Deparamo-nos com as figuras de anti-her\u00f3is bem caracterizados, al\u00e9m da t\u00edpica <em>femme fatale<\/em>, aqui interpretada pela jovem Lauren Bacall, que permanece uma inc\u00f3gnita at\u00e9 o cerrar das cortinas, com o desfecho da trama. Trata-se de uma vertente em contraposi\u00e7\u00e3o ao estilo policial ortodoxo; nas palavras da cr\u00edtica Pauline Kael, seria um cen\u00e1rio no qual os personagens <em>&#8220;falam em insinua\u00e7\u00f5es, como se fossem uma nova estiliza\u00e7\u00e3o da linguagem americana&#8221;.<\/em> Famosas produ\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m dignas de nota s\u00e3o, Pacto de Sangue (1944), Os Assassinos (1946), Fuga do Passado(1947), Crep\u00fasculos dos Deuses(1950) e nunca \u00e9 irrelevante citar como principais diretores, Howard Hawks, Billy Wilder, John Huston, Jacques Tourneur e Otto\u00a0 Preminger. Por \u00f3bvio, n\u00e3o se identificava ou utilizava o termo \u00e0quela \u00e9poca, ou mesmo n\u00e3o se detinha a no\u00e7\u00e3o de que as produ\u00e7\u00f5es inovavam em termos de g\u00eanero e abordagem cinematogr\u00e1fica, haja vista que n\u00e3o se tratava de um entendimento contempor\u00e2neo, mas uma defini\u00e7\u00e3o, consoante aludido, oriunda do p\u00f3s-guerra, mais solidificada nos anos sessenta, a partir de uma an\u00e1lise hist\u00f3rica em tom de retrospecto.<\/p>\n<p>Ao observar a evolu\u00e7\u00e3o do cinema, \u00e9 poss\u00edvel apontar como um dos \u00faltimos, ou at\u00e9 mesmo o \u00faltimo filme do <em>noir <\/em>definido como cl\u00e1ssico\/tradicional, segundo opini\u00e3o de grande parcela dos cr\u00edticos, o filme &#8220;A Marca da Maldade&#8221; (A touch of evil, 1958). O drama\/suspense policial \u00e9 tenso, no qual a incerteza \u00e9 o \u00fanico vetor recorrente, em meio a personagens pervertidos, distinto por uma das melhores atua\u00e7\u00f5es do lend\u00e1rio Orson Welles, de Cidad\u00e3o Kane, na pele do diab\u00f3lico capit\u00e3o de pol\u00edcia Hank Quinlan.<\/p>\n<p>A era de ouro do cinema brindou as plateias mundiais com produ\u00e7\u00f5es consagradas, nos g\u00eaneros \u00e9pico, omance, musical, aventura de guerra, dentre outros,\u00a0 mas o que se percebe comumente, \u00e9 a constante alus\u00e3o aos t\u00edtulos policiais como os mais consumidos pelo p\u00fablico em geral.\u00a0 Vislumbra-se aqui, uma perfeita jun\u00e7\u00e3o entre a qualidade est\u00e9tica artista do trabalho, associado ao sucesso de p\u00fablico, fazendo at\u00e9 com que os vil\u00f5es fossem elevados a um patamar mais pr\u00f3ximo aos mocinhos. Inclusive, mostra-se pertinente lembrar que as d\u00e9cadas de vinte e trinta, foram o \u00e1pice do gangsterismo nos EUA, marcado pelas guerras entre os <em>ganglords, <\/em>buscando o controle sobre o com\u00e9rcio de bebidas ilegais e outras transgress\u00f5es, uma vez que a lei seca somente foi abolida com a revoga\u00e7\u00e3o do ato <em>Volstead<\/em> em 1933.<\/p>\n<p>Nesse contexto, houve uma explos\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de filmes de g\u00e2ngster, fen\u00f4meno que fomentou uma glamouriza\u00e7\u00e3o um tanto quanto temer\u00e1ria das figuras dos novos &#8220;foras da lei&#8221;, encontrando campo f\u00e9rtil na era da depress\u00e3o, crise econ\u00f4mica causada pela quebra da bolsa de valores em 1922. O per\u00edodo foi bem reconstru\u00eddo recentemente com a produ\u00e7\u00e3o da Netflix &#8220;Estrada Sem Lei&#8221;,\u00a0 que reconta a hist\u00f3ria da ca\u00e7ada aos bandidos <em>Bonnie Parker<\/em> e <em>Clyde Barrow<\/em>, pelo veterano Texas Ranger, Francis &#8220;Frank&#8221; Hamer.<\/p>\n<p>Nesse quadro, n\u00e3o se verifica, t\u00e3o somente, um per\u00edodo do cinema, como a exemplo do expressionismo russo, o impressionismo alem\u00e3o, o neorrealismo italiano, ou a <em>nouvelle vague<\/em> francesa, os quais, por \u00f3bvio, derivaram estilos e inspira\u00e7\u00f5es na arte do <em>filmmaking<\/em>. Todavia, o<em> noir<\/em> emerge inicialmente como um subg\u00eanero, consoante\u00a0 mencionado, que demarcou um momento da hist\u00f3ria das produ\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas, mas que ainda se configura como um g\u00eanero \u00e0 parte, al\u00e9m de estender a aplica\u00e7\u00e3o de sua nomenclatura tamb\u00e9m \u00e0 literatura. Atualmente, o chamado<em> neo noir<\/em> reveste-se de for\u00e7a aut\u00f4noma, representado por produ\u00e7\u00f5es de peso, como o aclamado Fargo dos irm\u00e3os Coen, de 1996; no entanto, com uma nova roupagem, voltada \u00e0s nuances psicol\u00f3gicas e dramas humanos dos personagens, como uma disseca\u00e7\u00e3o de suas psiqu\u00eas em meio a di\u00e1logos densos e humor\u00edsticos, aliados a viol\u00eancia gr\u00e1fica.<\/p>\n<p>Caminhando para um desfecho, agora como num roteiro de Quentin Tarantino, remetemo-nos o leitor ao in\u00edcio, para citar uma frase de Sam Spade. Quando detendo em suas m\u00e3os o t\u00e3o buscado falc\u00e3o de malta, ele \u00e9 indagado a respeito do que se tratava aquela est\u00e1tua, ao que responde: &#8220;Aquilo de que os sonhos s\u00e3o feitos&#8221;. Sonhos, ilus\u00f5es, escapismo, reflex\u00f5es, proje\u00e7\u00f5es, idealiza\u00e7\u00f5es, emo\u00e7\u00f5es. Decerto, s\u00e3o o papel do cinema e das artes de maneira geral.<\/p>\n<h4><strong>Marcus Hemerly<\/strong><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cinema em tela: O Cinema Noir<\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":45227,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1094,5388,6154],"class_list":["post-45226","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-artigo","tag-marcus-hemerly","tag-o-falcao-maltes"],"aioseo_notices":[],"views":625,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/bogey-and-the-bird.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":70361,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=70361","url_meta":{"origin":45226,"position":0},"title":"A subst\u00e2ncia","author":"Marcus Hemerly","date":"26 de outubro de 2024","format":false,"excerpt":"Ao final do cl\u00e1ssico Noir de 1941, \u2018O Falc\u00e3o Malt\u00eas\u2019, o detetive Sam Spade (Humphrey Bogart), tem em suas m\u00e3os a estatueta respons\u00e1vel por mortes, gan\u00e2ncia...","rel":"","context":"Em &quot;artigos&quot;","block_context":{"text":"artigos","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9398"},"img":{"alt_text":"Card da coluna Cinema em Tela - \"A subst\u00e2ncia, 'A mat\u00e9ria de que os sonhos s\u00e3o feitos?''\"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Jornal-cultural-o-rol_20241025_183834_0000.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Jornal-cultural-o-rol_20241025_183834_0000.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Jornal-cultural-o-rol_20241025_183834_0000.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Jornal-cultural-o-rol_20241025_183834_0000.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":72264,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=72264","url_meta":{"origin":45226,"position":1},"title":"A fantasia humana no surrealismo de David Lynch","author":"Marcus Hemerly","date":"28 de fevereiro de 2025","format":false,"excerpt":"No filme \u2018Uma hist\u00f3ria real\u2019, conhecemos a hist\u00f3ria de Alvin Straight, sexagen\u00e1rio de sa\u00fade fr\u00e1gil, a despeito de sua obstina\u00e7\u00e3o ferrenha, que vive com sua...","rel":"","context":"Em &quot;artigos&quot;","block_context":{"text":"artigos","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9398"},"img":{"alt_text":"flyer da coluna Cinema em Tela: 'Uma hist\u00f3ria real: a fantasia humana no surrealismo de David Lynch'","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Jornal-cultural-o-rol.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Jornal-cultural-o-rol.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Jornal-cultural-o-rol.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Jornal-cultural-o-rol.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":68134,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=68134","url_meta":{"origin":45226,"position":2},"title":"Saudosa Maloca: O cotidiano em verso e anverso","author":"Marcus Hemerly","date":"18 de julho de 2024","format":false,"excerpt":"\u00c9 sabido que a po\u00e9tica est\u00e1 vinculada \u00e0 arte em todas as suas vertentes. 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