{"id":46313,"date":"2021-11-10T01:17:44","date_gmt":"2021-11-10T03:17:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=46313"},"modified":"2021-11-10T01:17:44","modified_gmt":"2021-11-10T03:17:44","slug":"carlos-carvalho-cavalheiro-negritude-velada-as-irmandades-de-negros-de-sorocaba-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=46313","title":{"rendered":"Carlos Carvalho Cavalheiro: &#039;Negritude Velada: As Irmandades de Negros de Sorocaba&#039; &#8211; Parte II"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F46313&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F46313&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_46314\" aria-describedby=\"caption-attachment-46314\" style=\"width: 535px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/carlos-carvalho-cavalheiro-negritude-velada-as-irmandades-de-negros-de-sorocaba-parte-ii\/carlos-carvalho-cavalheiro-1-696x522\/\" rel=\"attachment wp-att-46314\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-46314 \" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Carlos-Carvalho-Cavalheiro-1-696x522-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"535\" height=\"401\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-46314\" class=\"wp-caption-text\">Grupo de Mo\u00e7ambique, durante uma manifesta\u00e7\u00e3o cultural e religiosa de matriz africana. Apresenta\u00e7\u00e3o no SESC Sorocaba. Foto: Carlos Carvalho Cavalheiro<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Negritude Velada: As Irmandades de Negros de Sorocaba &#8211; Parte I<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Ainda recorrendo a Alu\u00edsio de Almeida, verifica-se que a constru\u00e7\u00e3o em taipa era especialidade dos negros da Irmandade e que a constru\u00e7\u00e3o de suas igrejas sempre parava quando chegava a necessidade de trabalhos outros, como o de carpinteiro, de ferreiro, de pintor etc. (ALMEIDA, 1952).<\/p>\n<p>Isso demonstra que existia mesmo falta de recursos entre os negros de Sorocaba para viabilizar a constru\u00e7\u00e3o da igreja de sua irmandade. Diferentemente ocorria nas regi\u00f5es das Minas, como exemplo<a href=\"https:\/\/marimba.selutu.com\/negritude-velada-as-irmandades-de-negros-de-sorocaba-parte-ii-carlos-carvalho-cavalheiro\/#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. No entanto, a igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio dos Homens Pretos de Sorocaba foi abandonada inacabada em 1812 (quando n\u00e3o se tem mais not\u00edcias da Irmandade) e a de S\u00e3o Benedito n\u00e3o consegue, por sua vez, terminar o seu templo, eis que em 1873 fora constru\u00edda uma torre, \u00e0 guisa de igreja, no antigo teatro de Santa Clara (igreja que n\u00e3o foi benzida) sem, contudo, acabar a constru\u00e7\u00e3o, conforme publicou o\u00a0<em>Almanak da Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo para 1873.<\/em><\/p>\n<p>Mas qual era a fun\u00e7\u00e3o das Irmandades negras? Apenas permitir ao negro participar do culto cat\u00f3lico? Segundo a historiadora Claudete de Sousa Nogueira (2008), as irmandades tinham como finalidade servir como sociedade na qual se agregavam negros (livres, escravos, forros) para apoio e ajuda m\u00fatua. Para Carlos Rodrigues Brand\u00e3o (1986), as irmandades \u2013 com suas festas \u2013 recriavam, numa oposi\u00e7\u00e3o de sentidos, o simbolismo de se coroarem a si pr\u00f3prios e n\u00e3o aos santos cat\u00f3licos, como faziam os brancos.<\/p>\n<p>No sentido dado por Claudete Nogueira, relacionamos a hist\u00f3ria da Irmandade de S\u00e3o Benedito de Porto Feliz, a qual comprou terreno anexo ao cemit\u00e9rio da cidade, no final do s\u00e9culo XIX, para que os seus pudessem ser enterrados<a href=\"https:\/\/marimba.selutu.com\/negritude-velada-as-irmandades-de-negros-de-sorocaba-parte-ii-carlos-carvalho-cavalheiro\/#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. No sentido dado por Carlos Brand\u00e3o, lembramo-nos do lend\u00e1rio Reisado estabelecido por Chico Rei, em Vila Rica (atual Ouro Preto). Como testemunha Carlos G\u00f3es (1994, p. 81), \u201cno dia 6 de janeiro de cada ano o Rei, a Rainha e os Pr\u00edncipes, vestidos com trajes opulentos, cobertos de suas ins\u00edgnias e coroas, eram, com grande aparato, levados \u00e0 Igreja do Ros\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>Por outro lado, as Irmandades eram uma forma de resist\u00eancia (ainda que se entenda como resist\u00eancia afirmativa) \u00e0 escravid\u00e3o. Al\u00e9m de servir aos negros como al\u00edvio aos \u201csofrimentos infligidos pelos brancos\u201d (NOGUEIRA, 2008, p. 40), as irmandades funcionavam como forma simb\u00f3lica de resist\u00eancia na medida em que se procurava preservar os rituais e mesmo o seu pante\u00e3o da impostura dos padr\u00f5es religiosos cat\u00f3licos. Cl\u00f3vis Moura (1989, p. 35) explicita que nesse processo de resist\u00eancia.<\/p>\n<p>Sempre a defesa do dominado, do oprimido, do discriminado \u00e9 amb\u00edgua. Aquele que n\u00e3o pode atacar frontalmente procura formas simb\u00f3licas ou alternativas para oferecer resist\u00eancia a essas formas mais poderosas. Dessa forma o\u00a0<em>sincretismo\u00a0<\/em>assim chamado n\u00e3o foi a incorpora\u00e7\u00e3o do mundo religioso do negro \u00e0 religi\u00e3o dominadora, mas, pelo contr\u00e1rio, uma forma sutil de camuflar internamente os seus deuses para preserv\u00e1-los da imposi\u00e7\u00e3o da religi\u00e3o cat\u00f3lica.<\/p>\n<p>Memorialistas e historiadores registraram a perman\u00eancia das pr\u00e1ticas oriundas dos rituais africanos dentro das Irmandades negras cat\u00f3licas, sobretudo na capital paulista. Paulo Cursino Moura (1980, p. 80), por exemplo, afirma que hist\u00f3rias de lendas e bruxarias eram atribu\u00eddas \u00e0 \u201cIrmandade de N. S. do Ros\u00e1rio dos Homens Pretos, institu\u00edda em 1810\u201d na cidade de S\u00e3o Paulo. \u00c9 c\u00e9lebre a descri\u00e7\u00e3o ritual\u00edstica que fez do enterro de negros da Irmandade, que, jogando punhados de terra sobre o cad\u00e1ver, cantavam: \u201cZ\u00f3io que tanto v\u00ea \/ Zi boca que tanto fala\/ Zi boca que tanto ri \/ zi comeu e zi bebeu \/ Zi corpo que tanto trabai\u00f4 \/ Zi perna que tanto and\u00f4 \/ zi p\u00e9 que zi tanto pis\u00f4\u2026\u201d. Alu\u00edsio de Almeida registrou semelhante ritual existente em Sorocaba no passado, intercalado por \u201cbum bum bum\u201d feito com batidas de p\u00e9s ou pil\u00f5es que socavam a terra que cobria a sepultura.<\/p>\n<p>Tais pr\u00e1ticas, como recria\u00e7\u00f5es e reelabora\u00e7\u00f5es de antigas tradi\u00e7\u00f5es africanas \u2013 que permaneceram \u00e0 guisa de resqu\u00edcio nuclear na forma\u00e7\u00e3o de uma identidade \u2013 fornecem o subs\u00eddio necess\u00e1rio para a sobreviv\u00eancia na correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as que se estabelece dentro do contexto de dom\u00ednio inerente \u00e0 escravid\u00e3o. Da\u00ed se depreender que a as rela\u00e7\u00f5es entre negros e brancos naquele contexto hist\u00f3rico eram tensas e requeriam de ambas as partes, mas, sobretudo do negro, estrat\u00e9gias e din\u00e2micas que permitissem a sobreviv\u00eancia da ritual\u00edstica, mesmo que dentro da dinamicidade da reelabora\u00e7\u00e3o de s\u00edmbolos e de significados.<\/p>\n<figure id=\"attachment_26459\" aria-describedby=\"caption-attachment-26459\" style=\"width: 130px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/fabio-avila-bras-um-distrito-de-sao-paulo\/carlos-foto-andre-pinto-2018-1-7\/\" rel=\"attachment wp-att-26459\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"26459\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=26459\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andr\u00e9-Pinto-2018-1-2.jpg\" data-orig-size=\"219,338\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Andr\\u00e9 Pinto Fotografia&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1532262722&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;\\u00a9 2018 Andr\\u00e9 Pinto Fotografia&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"Carlos Carvalho Cavalheiro\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Carlos Carvalho Cavalheiro&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Carlos Carvalho Cavalheiro&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andr\u00e9-Pinto-2018-1-2.jpg\" class=\" wp-image-26459\" src=\"https:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Carlos-Foto-Andre-Pinto-2018-1-2-194x300.jpg\" alt=\"\" width=\"130\" height=\"201\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-26459\" class=\"wp-caption-text\">Carlos Cavalheiro<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Carlos Carvalho Cavalheiro\u00a0<\/strong>\u00c9 professor de Hist\u00f3ria na rede p\u00fablica municipal de Porto Feliz (Brasil). Escritor, poeta, historiador, pesquisador de cultura popular e documentarista. Autor de 30 livros, sendo o mais recente o romance \u201cO Legado de Pandora\u201d, publicado em junho de 2021. Acad\u00eamico correspondente da FEBACLA (Federa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Acad\u00eamicos das Ci\u00eancias, Letras e Artes). Mestre em Educa\u00e7\u00e3o (UFSCar), \u00e9 licenciado em Hist\u00f3ria e em Pedagogia. Bacharel em Teologia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/marimba.selutu.com\/negritude-velada-as-irmandades-de-negros-de-sorocaba-parte-ii-carlos-carvalho-cavalheiro\/#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a>\u00a0Na cidade de Ouro Preto, por exemplo, h\u00e1 duas igrejas de negros: a de Santa Efig\u00eania (ou Nossa Senhora do Ros\u00e1rio do Alto da Cruz), que levou 60 anos para ser constru\u00edda (1730 a 1790) e a de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio e S\u00e3o Benedito (1785).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/marimba.selutu.com\/negritude-velada-as-irmandades-de-negros-de-sorocaba-parte-ii-carlos-carvalho-cavalheiro\/#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a>\u00a0Segundo o historiador Romeu Castelucci em 1896 a C\u00e2mara Municipal de Porto Feliz regulamentou o enterramento de pessoa no cemit\u00e9rio da Irmandade de S\u00e3o Benedito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Negritude Velada: As Irmandades de Negros de Sorocaba &#8211; Parte I<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":46314,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1094,1651,4673,5992],"class_list":["post-46313","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-artigo","tag-carlos-carvalho-cavalheiro","tag-irmandades-de-negros-de-sorocaba","tag-negritude"],"aioseo_notices":[],"views":479,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":4094,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=4094","url_meta":{"origin":46313,"position":0},"title":"Lan\u00e7amento de livro em Porto Feliz","author":"Helio Rubens","date":"29 de janeiro de 2016","format":false,"excerpt":"\"O Negro em Porto Feliz\" ser\u00e1 lan\u00e7ado no dia 29 de janeiro O livro \"O Negro em Porto Feliz\", uma compila\u00e7\u00e3o de 16 artigos do professor e historiador Carlos Carvalho Cavalheiro, publicados entre 2013 e 2014 no jornal Tribuna das Mon\u00e7\u00f5es, de Porto Feliz, e outros dez in\u00e9ditos, que tem\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"O Negro","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/O-Negro.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":71821,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=71821","url_meta":{"origin":46313,"position":1},"title":"Manifestantes protestam contra marginal direita do Rio Sorocaba","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"3 de fevereiro de 2025","format":false,"excerpt":"Dezenas de manifestantes participaram de ato realizado no Parque das \u00c1guas de Sorocaba. 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