{"id":47079,"date":"2021-12-07T23:11:54","date_gmt":"2021-12-08T01:11:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=47079"},"modified":"2021-12-07T23:11:54","modified_gmt":"2021-12-08T01:11:54","slug":"enoch-arden-espetaculo-que-comemora-30-anos-da-companhia-razoes-inversas-estreia-dia-10-de-dezembro-no-cbb-centro-brasileiro-britanico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=47079","title":{"rendered":"Enoch Arden, espet\u00e1culo que comemora 30 anos da Companhia Raz\u00f5es Inversas, estreia dia 10 de dezembro no CBB (Centro Brasileiro Brit\u00e2nico)"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F47079&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F47079&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/enoch-arden-espetaculo-que-comemora-30-anos-da-companhia-razoes-inversas-estreia-dia-10-de-dezembro-no-cbb-centro-brasileiro-britanico\/enok\/\" rel=\"attachment wp-att-47080\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-47080 \" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Enok.jpg\" alt=\"\" width=\"664\" height=\"447\" \/><\/a><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><em>A Cia Raz\u00f5es Inversas comemora 30 anos de exist\u00eancia trazendo para o palco a adapta\u00e7\u00e3o do poema narrativo de Alfred Tennyson, traduzido por Paulo Marcello, que est\u00e1 em cena ao lado do m\u00fasico Fernando Esteves, com dire\u00e7\u00e3o de Marcio Aurelio<\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Essa \u00e9 a primeira tradu\u00e7\u00e3o e vers\u00e3o integral do poema no <strong>Brasil<\/strong>. O espet\u00e1culo<strong> Enoch Arden<\/strong> estreia dia 10 de dezembro no<strong> CBB (Centro Brasileiro Brit\u00e2nico)<\/strong> onde faz apresenta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m nos dias 11 e 12. Em seguida, vai para a Oficina Cultural Oswald de Andrade para temporada de 15 a 18 de dezembro de 2021. Projeto contemplado pelo Edital ProAc Expresso LAB n\u00b0 47\/2020, pelo Hist\u00f3rico em Teatro da Companhia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Como parte das comemora\u00e7\u00f5es de 30 anos da Cia, tamb\u00e9m ser\u00e3o colocados \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do p\u00fablico no Youtube o registro dos seguintes espet\u00e1culos: Vem, senta aqui ao meu lado e deixa o mundo girar&#8230; Jamais seremos t\u00e3o jovens (1990 &#8211; espet\u00e1culo de formatura da primeira turma que deu origem \u00e0 companhia), A Com\u00e9dia dos Erros (1991), Ricardo II (1992), A Bilha Quebrada (1993), Senhorita Else (1997), Maligno Baal, o Associal (1998), A Arte da Com\u00e9dia (1999), \u00c9dipo Rei 2001), Filoctetes (2015) e Caixa de Mem\u00f3ria (2018).<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Enoch Arden \u00e9 um poema narrativo publicado em 1864 por Alfred Lord Tennyson, durante seu per\u00edodo como Poeta Laureado da Inglaterra. A hist\u00f3ria em que foi baseada foi fornecida a Tennyson por Thomas Woolner. O poema emprestou seu nome a um princ\u00edpio legal de que, depois de desaparecer por certo n\u00famero de anos (normalmente sete), uma pessoa poderia ser declarada morta para \u00a0fins de novo casamento e heran\u00e7a.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A Cia Raz\u00f5es Inversas, que est\u00e1 completando 31 anos, vem desenvolvendo h\u00e1 anos uma profunda pesquisa sobre teatro narrativo que levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culos premiados e de grande sucesso como Agreste e Anatomia Frozen. Al\u00e9m disso, a utiliza\u00e7\u00e3o do elemento musical na constru\u00e7\u00e3o da estrutura espetacular se tornou uma das caracter\u00edsticas distintivas de linguagem c\u00eanica dentro do \u00a0trabalho do grupo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Estes dois elementos de linguagem podem ser observados em diversos trabalhos. Neste sentido, a obra Enoch \u00a0Arden re\u00fane estas caracter\u00edsticas de modo perfeito para a continuidade e aprofundamento da pesquisa de linguagem teatral da Companhia. Al\u00e9m disso, ele propicia a oportunidade para que a Companhia investigue a linguagem do melodrama, um desejo antigo \u00a0que agora se concretiza.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O her\u00f3i do poema, o pescador que virou marinheiro mercante Enoch\u00a0 Arden, deixa sua esposa Annie e tr\u00eas filhos para ir ao mar com seu antigo capit\u00e3o, que lhe oferece trabalho depois que ele perdeu o emprego devido a um acidente; refletindo a vis\u00e3o masculina do her\u00f3i sobre o trabalho e as dificuldades pessoais para sustentar sua fam\u00edlia, \u00a0Enoch deixa sua fam\u00edlia acreditando assim servi-los melhor como marido e pai. No entanto, durante sua viagem, naufraga em uma ilha deserta com dois companheiros: ambos \u00a0eventualmente morrem, deixando Arden sozinho l\u00e1.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Esta parte da \u00a0hist\u00f3ria \u00e9 uma reminisc\u00eancia de Robinson Cruso\u00e9. Enoch Arden \u00a0permanece perdido e desaparecido por mais de dez anos. Ele descobre ao retornar do mar que, ap\u00f3s sua longa aus\u00eancia, sua esposa, que imaginava morto, est\u00e1 casada novamente, um casamento feliz com outro homem, seu amigo de inf\u00e2ncia Philip \u00a0(Annie conhece os dois homens desde a inf\u00e2ncia, da\u00ed a rivalidade) e \u00a0tem um filho com ele. A vida de Enoque permanece vazia, com um de seus filhos agora morto, e sua esposa e os filhos restantes sendo \u00a0cuidados por seu antigo rival. Enoque nunca revela \u00e0 esposa e aos filhos que est\u00e1 realmente vivo,\u00a0 pois a ama demais para estragar sua nova felicidade. Contudo, com o \u00a0cora\u00e7\u00e3o partido, Enoch vem a morrer de tristeza.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>A OBRA DE RICHARD STRAUSS\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">O Enoch Arden (Op, 38, TrV. 181, de Richard Strauss) \u00e9 um \u00a0melodrama para narrador e piano escrito em 1897 para o poema \u00a0narrativo de Tennyson.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Richard Strauss escreveu Enoch Arden para o ator Ernest von\u00a0 Possart, que em 1896 o ajudou a obter o posto de Maestro Chefe na \u00a0\u00d3pera do Estado da Bav\u00e1ria, em Munique. Ele o escreveu enquanto \u00a0se dedicava \u00e0 composi\u00e7\u00e3o de Dom Quixote e o terminou em fevereiro \u00a0de 1897. Strauss e Possart viajaram muito com o melodrama, em uma tradu\u00e7\u00e3o alem\u00e3 de Adolf Strodtmann, sendo a obra bem \u00a0recebida pelo p\u00fablico e fazendo crescer a reputa\u00e7\u00e3o de Strauss mais \u00a0pela for\u00e7a dela do que por seus poemas sinf\u00f4nicos. No ano seguinte, \u00a0Strauss capitalizou seu sucesso escrevendo Das Schloss am Meere (O \u00a0castelo junto ao mar) com palavras de Ludwig Uhland.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O g\u00eanero do trabalho foi descrito como de m\u00fasica incidental. Consiste\u00a0 principalmente em breves interl\u00fadios indicativos de mudan\u00e7as de \u00a0tempo e ambiente, bem como momentos de pontua\u00e7\u00e3o e \u00a0coment\u00e1rios. Cada uma das duas partes \u00e9 introduzida por um \u00a0prel\u00fadio e conclui com um posl\u00fadio. Strauss usa leitmotifs para \u00a0identificar cada um dos personagens: Enoch Arden (uma sequ\u00eancia \u00a0de acordes em Mi bemol), Annie Lee (uma figura crescente em Sol), \u00a0Philip Ray (uma melodia em Mi), o mar (Sol menor). Ele n\u00e3o as \u00a0desenvolve em melodias, mas as usa estaticamente. Existem longas \u00a0passagens onde o piano fica em sil\u00eancio enquanto permanece apenas \u00a0a narrativa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Devido \u00e0 natureza esparsa da m\u00fasica, as apresenta\u00e7\u00f5es de Enoch\u00a0 Arden dependem muito mais do narrador e do que do pianista. N\u00e3o \u00a0se trata de uma obra musical em si, j\u00e1 que ela nunca teve a inten\u00e7\u00e3o \u00a0de ser principalmente uma pe\u00e7a musical, mas uma apresenta\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica com acompanhamento musical.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Enoch Arden foi muito popular em sua \u00e9poca, mas caiu na \u00a0obscuridade quando a moda mudou e recita\u00e7\u00f5es, declama\u00e7\u00f5es e \u00a0melodramas passaram a ser considerados ultrapassados. Contudo, \u00a0nos \u00faltimos anos, o trabalho atraiu alguns nomes not\u00e1veis no papel \u00a0do narrador, incluindo Dietrich Fischer-Dieskau, Jon Vickers, Michael \u00a0York, Claude Rains, Benjamin Luxon, Patrick Stewart e Gwyneth \u00a0Jones, e no papel do pianista, incluindo Glenn Gould, Emanuel Axe e Mark-Andr\u00e9 Hamelin.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Sobre a Companhia Raz\u00f5es Inversas<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">A Companhia Raz\u00f5es Inversas foi criada em 1990 pelo diretor Marcio Aurelio e a primeira turma de formandos do curso de teatro da Unicamp. Nesses trinta anos construiu uma trajet\u00f3ria voltada para o constante processo de pesquisa, para a forma\u00e7\u00e3o de seus int\u00e9rpretes, artistas criadores, na busca do di\u00e1logo com o p\u00fablico contempor\u00e2neo e da excel\u00eancia do fazer teatral. Durante este longo per\u00edodo, a Companhia criou 22 espet\u00e1culos partindo de textos consagrados da dramaturgia internacional, textos in\u00e9ditos de autores nacionais e cria\u00e7\u00f5es dramat\u00fargicas coletivas a partir de longos processos de pesquisa e cria\u00e7\u00e3o. Em seus prim\u00f3rdios, a pesquisa da Companhia se deu a partir do estudo de encenadores do s\u00e9culo XX que nortearam nosso trabalho. Iniciando com um estudo aprofundado do m\u00e9todo de a\u00e7\u00f5es f\u00edsicas de Stanislavski, passando em seguida pelo estudo dos encenadores Tadeusz Kantor e Jerzy Grotowski. Essa pesquisa levou a cria\u00e7\u00e3o do primeiro espet\u00e1culo da Companhia, Vem, Senta Aqui ao Meu Lado e Deixa o Mundo Girar (&#8230;) Jamais Seremos T\u00e3o Jovens criado a partir do texto Fala Comigo como a Chuva e me Deixa Ouvir, de Tennessee Williams, improvisa\u00e7\u00f5es, performances, resultando em mais de seis horas de material c\u00eanico que foram utilizados na cria\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo. Outra grande influ\u00eancia foi o estudo do teatro de Bertolt Brecht. Ela est\u00e1 presente em montagens como Ricardo II, de Shakespeare, em 1992. Na pe\u00e7a, o rei Ricardo, ap\u00f3s confiscar os bens dos nobres e exilar Henrique Bolingbrok, sofre um golpe e \u00e9 obrigado a renunciar \u00e0 coroa. A encena\u00e7\u00e3o evidenciava o paralelo com a realidade do Brasil sob a presid\u00eancia de Fernando Collor, tendo o processo de impeachment e ren\u00fancia ocorrido durante nossa temporada, surpreendendo a todos com a realidade incrivelmente imitando a arte. A pesquisa sobre o teatro did\u00e1tico de Bertolt Brecht levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo Maligno Baal, o Associal, em 1998, no qual as cenas foram constru\u00eddas por meio de improvisa\u00e7\u00f5es a partir dos fragmentos brechtianos. J\u00e1 em A Bilha Quebrada, de 1994, um dos grandes sucessos da Companhia, a inspira\u00e7\u00e3o era o teatro de marionetes de Kleist. Outra grande influ\u00eancia em nosso percurso foi nosso encontro com Grotowski em 1996. Nele, durante tr\u00eas dias de encontro pessoal com ele e com os atores do Centro de Pesquisa e Experimenta\u00e7\u00e3o Teatral de Pontedera, pudemos assistir The Action, nos apresentarmos para eles e realizarmos uma noite conversa e troca. Essa influ\u00eancia foi fundamental no processo de montagem dos trabalhos seguintes. Em 2003 a Companhia iniciou uma pesquisa sobre teatro narrativo que resultou em encena\u00e7\u00f5es como Agreste em 2004, A Metaf\u00edsica do Amor em 2007 e Anatomia Frozen em 2009. Uma an\u00e1lise atenta da encena\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo Agreste evidencia a influ\u00eancia do teatro \u00e9pico de Brecht, do teatro de Grotowski e das instala\u00e7\u00f5es e performances de Joseph Beuys que surgem nos cen\u00e1rios, figurinos e sonoridade. Em sua cria\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi feito um estudo aprofundado de Walter Benjamin e Plat\u00e3o sobre o narrador e a imita\u00e7\u00e3o na narrativa. J\u00e1 o teatro de Heiner M\u00fcller est\u00e1 presente na performance criada a partir da Pe\u00e7aCora\u00e7\u00e3o, em 1994, e na montagem de Filoctetes, em 2015. Uma das quest\u00f5es tem\u00e1ticas que surgiram durante nosso percurso, foi a discuss\u00e3o da pr\u00f3pria arte e do fazer teatral. Torquato Tasso, de Goethe, montagem de 1995, discutia a propriedade da obra e o apoio do estado, em um momento em que se iniciavam as discuss\u00f5es que levariam a cria\u00e7\u00e3o de leis como a de Fomento ao teatro na cidade de S\u00e3o Paulo. A montagem de A Arte da Com\u00e9dia, de Eduardo de Fillipo em 1999, discute a fun\u00e7\u00e3o e a utilidade do teatro. A Ilus\u00e3o C\u00f4mica, de Corneille, em 2011 tamb\u00e9m tratava do pr\u00f3prio teatro e da profiss\u00e3o do artista. Dois novos espet\u00e1culos est\u00e3o sendo criados para as comemora\u00e7\u00f5es dos trinta anos da Companhia. Enoch Arden, que aprofunda o projeto de pesquisa de teatro narrativo desenvolvido e O Fazedor de Teatro, de Thomas Bernhard, que mais uma vez tratou do tema do teatro e do fazer teatral.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Ficha t\u00e9cnica:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Texto: Alfred Tennyson<br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o: Paulo Marcello<br \/>\nM\u00fasica: Richard Strauss<br \/>\nEncena\u00e7\u00e3o: Marcio Aurelio<br \/>\nCen\u00e1rios, figurinos e ilumina\u00e7\u00e3o: Marcio Aurelio<br \/>\nAtor-narrador: Paulo Marcello<br \/>\nPianista: Fernando Esteves<br \/>\nPrepara\u00e7\u00e3o Corporal: Luciana Hoppe<br \/>\nDire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: Paulo Marcello<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Oficina:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">De 16 a 18 de dezembro, na Oficina Cultural Oswald de Andrade.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">OFICINA \u2013 Teatro narrativo, investiga\u00e7\u00e3o de uma po\u00e9tica contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">DESCRI\u00c7\u00c3O: Apresenta\u00e7\u00e3o da pesquisa de linguagem realizada pela Companhia Raz\u00f5es Inversas e aplica\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcios pr\u00e1ticos dentro das t\u00e9cnicas de atua\u00e7\u00e3o desenvolvidas para a cena.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">P\u00daBLICO ALVO: Atores com alguma experi\u00eancia na \u00e1rea.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Link para inscri\u00e7\u00e3o na oficina: <a href=\"https:\/\/oficinasculturais.org.br\/atividade\/teatro-narrativo-investigacao-de-uma-poetica-contemporanea\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/oficinasculturais.org.br\/atividade\/teatro-narrativo-investigacao-de-uma-poetica-contemporanea\/<\/a><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Servi\u00e7o:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Enoch Arden<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dura\u00e7\u00e3o: 1h30<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dias 10, 11 e 12 de dezembro no CBB (Centro Brasileiro Brit\u00e2nico)<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Hor\u00e1rios: Sexta \u00e0s 20h. S\u00e1bado e domingo \u00e0s 19h.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Reservas de ingressos: <a href=\"mailto:enoch@razoesinversas.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">enoch@razoesinversas.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Duke of York Auditorium<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Rua Ferreira de Ara\u00fajo, 741 &#8211; Pinheiros<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Estacionamento tarifado no local.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Capacidade: 78 lugares.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Gr\u00e1tis.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">De 15 a 18 de dezembro na Oficina Cultural Oswald de Andrade<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Rua Tr\u00eas Rios, 363<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Hor\u00e1rios: quarta, quinta e sexta \u00e0s 20h; s\u00e1bado \u00e0s 18h.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Gr\u00e1tis.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Exig\u00eancia de m\u00e1scara e comprovante de vacina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Cia Raz\u00f5es Inversas comemora 30 anos de exist\u00eancia trazendo para o palco a adapta\u00e7\u00e3o do poema narrativo de Alfred Tennyson, traduzido por Paulo Marcello, que est\u00e1 em cena ao lado do m\u00fasico Fernando Esteves, com dire\u00e7\u00e3o de Marcio Aurelio<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7,11],"tags":[291,1756,3272],"class_list":["post-47079","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","category-cultura","tag-30-anos-da-companhia-razoes-inversas","tag-cbb-centro-brasileiro-britanico","tag-enoch-arden"],"aioseo_notices":[],"views":459,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":50224,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=50224","url_meta":{"origin":47079,"position":0},"title":"Cia. 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