{"id":47083,"date":"2021-12-07T23:31:08","date_gmt":"2021-12-08T01:31:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=47083"},"modified":"2021-12-07T23:31:08","modified_gmt":"2021-12-08T01:31:08","slug":"dirigido-por-gustavo-rosa-de-moura-e-matias-mariani-cora-faz-sua-estreia-mundial-no-festival-do-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=47083","title":{"rendered":"Dirigido por Gustavo Rosa de Moura e Matias Mariani, Cora, faz sua estreia mundial no festival do Rio"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F47083&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F47083&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><h2 style=\"text-align: center\">Filme estreia nos cinemas brasileiros dia 23 de dezembro, Combinando fic\u00e7\u00e3o e document\u00e1rio com uma est\u00e9tica contempor\u00e2nea, filme prop\u00f5e um di\u00e1logo com o romance &#8216;Antonio&#8217;, de Beatriz Bracher<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Qual o limite da representa\u00e7\u00e3o do real? Qual a linha que divide o document\u00e1rio da encena\u00e7\u00e3o?\u00a0<strong>CORA<\/strong>, primeiro longa dirigido pelos premiados cineastas Gustavo Rosa de Moura (\u201cCan\u00e7\u00e3o de Volta\u201d, \u201cCildo\u201d) e Matias Mariani (\u201cCidade P\u00e1ssaro\u201d, \u201cA vida privada dos hipop\u00f3tamos\u201d), levanta essas e outras discuss\u00f5es a partir de uma rela\u00e7\u00e3o com o romance \u201cAntonio\u201d, da escritora Beatriz Bracher, publicado em 2010. O filme que far\u00e1 sua estreia mundial no Festival do Rio, no qual participa da competi\u00e7\u00e3o de longas da Premi\u00e8re Brasil 2021, \u00e9 uma coprodu\u00e7\u00e3o entre Brasil e Dinamarca e estreia nos cinemas no dia 23 de dezembro, com distribui\u00e7\u00e3o da Pandora Filmes.<\/p>\n<p>Apesar do tom documental,\u00a0<strong>CORA<\/strong>\u00a0\u00e9 todo ficcional e se passa num futuro pr\u00f3ximo, no qual o Brasil \u00e9 um pa\u00eds em ru\u00ednas. A personagem-t\u00edtulo, uma dinamarquesa, encontra um filme inacabado que a liga a seu pai, um brasileiro chamado Benjamin. No material, Benjamin investigava a hist\u00f3ria de seus pais\u00a0 (av\u00f3s de Cora): Teo, que enlouqueceu e morreu, e Elenir, uma figura cheia de mist\u00e9rios que ele, Benjamin, nunca chegou a conhecer. Na medida em que a investiga\u00e7\u00e3o avan\u00e7a, a intrincada hist\u00f3ria dessa fam\u00edlia vem \u00e0 tona. E vemos tudo, agora, pelos olhos da dinamarquesa Cora.<\/p>\n<p>Nos letreiros finais,\u00a0<strong>CORA<\/strong>\u00a0\u00e9 creditado como \u201cum filme resposta a Antonio\u201d, romance publicado em 2010, e finalista dos pr\u00eamios Portugal Telecom e Jabuti e que foi escrito por Beatriz Bracher, m\u00e3e do diretor Matias Mariani. Curiosamente, ao ler o livro, Mariani o classificou como \u201cinadapt\u00e1vel\u201d, mas Rosa de Moura j\u00e1 cogitava fazer no formato que combinava document\u00e1rio e fic\u00e7\u00e3o, e juntos resolveram encarar o desafio de adaptar a obra. \u201c<em>No princ\u00edpio, ach\u00e1vamos que se tratava de uma adapta\u00e7\u00e3o no estrito senso, como qualquer outra. Ao longo do processo, por\u00e9m, o filme foi se distanciando do livro. E foi a pr\u00f3pria Beatriz Bracher, no caso minha m\u00e3e, que, quando assistiu um primeiro corte do filme, sugeriu essa formula\u00e7\u00e3o de filme-resposta, pois achou que o filme propunha uma rea\u00e7\u00e3o ao que o livro narra, e n\u00e3o propriamente a sua simples transposi\u00e7\u00e3o para outra m\u00eddia. N\u00f3s logo gostamos dessa ideia e isso passou a nortear o final da edi\u00e7\u00e3o do filme, tornando-o de fato uma resposta ao livro<\/em>\u201d, conta Mariani.<\/p>\n<p>Fazer um filme experimental que combina diversas linguagens implicou numa s\u00e9rie de desafios.\u00a0 Para Mariani, o maior foi imaginar um futuro, um mundo transformado. \u201c<em>Conceitualmente, o filme \u00e9 realizado em um futuro no qual o Brasil nem existe mais. Imaginar como seria isso, qual seria esse futuro a partir do qual o filme fala para o espectador, foi a nossa maior dificuldade, na minha opini\u00e3o. Ao mesmo tempo que achava importante manter vaga a descri\u00e7\u00e3o desse futuro no filme, era importante, para o construirmos, termos uma imagem clara, mesmo que esta n\u00e3o aparecesse para o espectador<\/em>.\u201d.<\/p>\n<p>Rosa de Moura concorda, e vai al\u00e9m: \u201c<em>acrescento a isso a dificuldade em contar uma hist\u00f3ria t\u00e3o complexa, t\u00e3o cheia de nomes e viradas, em que muitas camadas de tempo se sobrep\u00f5em, sem deixar o espectador confuso ou entediado<\/em>.\u201d.<\/p>\n<p><strong>CORA<\/strong>\u00a0\u00e9 um filme bastante peculiar tamb\u00e9m em sua est\u00e9tica, incorporando interven\u00e7\u00f5es e elementos tipicamente ligados \u00e0 m\u00eddia digital. Os diretores fizeram uma vasta pesquisa em torno desse tipo de linguagem para chegarem ao visual do filme e dessa forma o glitches, datamoshing, pixel sorting e outros conceitos j\u00e1 muito usados em glitch art, mas ainda n\u00e3o muito conhecidos no mundo do cinema narrativo, foram inspira\u00e7\u00e3o para a fotografia do filme. Al\u00e9m disso, o trabalho do editor Alexandre Wahrhaftig e do colorista Bruno Rezende foram muito importantes na constru\u00e7\u00e3o da linguagem de\u00a0<strong>CORA<\/strong>, tanto na discuss\u00e3o est\u00e9tica quanto nos caminhos t\u00e9cnicos que esses profissionais propuseram. No som, Peter Albrechtsen foi incans\u00e1vel nas suas pesquisas de distor\u00e7\u00f5es sonoras e constru\u00e7\u00f5es de climas, e em como construir essas distor\u00e7\u00f5es e esses climas de forma a refor\u00e7ar a imers\u00e3o no filme sem perder o aspecto de document\u00e1rio nem prejudicar a compreens\u00e3o das falas.<\/p>\n<p>Apesar de se passar no futuro,\u00a0<strong>CORA<\/strong>\u00a0tem muito a dizer sobre e para o Brasil de hoje. \u201c<em>Infelizmente, o futuro que imaginamos parece estar mais pr\u00f3ximo do que nunca. Um Brasil lamacento, em decomposi\u00e7\u00e3o e fechado ao mundo exterior era, quando come\u00e7amos o projeto, algo j\u00e1 em forma\u00e7\u00e3o mas ainda distante. De repente, em poucos anos, foram tantos retrocessos e absurdos, e a situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds (e do mundo) piorou tanto, que a realidade que pensamos pro filme se aproximou de n\u00f3s. Cora prop\u00f5e uma reflex\u00e3o sobre o papel das fam\u00edlias da elite paulistana nesta decomposi\u00e7\u00e3o, e o quanto que pessoas ditas esclarecidas quando confrontadas com a nossa terr\u00edvel desigualdade e com nossas heran\u00e7as escravocratas escolheram n\u00e3o fazer nada &#8211; o que n\u00e3o deixa de ser, em si, uma escolha<\/em>\u201d, concluem.<\/p>\n<p><strong>Sinopse<\/strong><\/p>\n<p>2064. Cora, uma dinamarquesa, encontra um document\u00e1rio inacabado no qual Benjamim, seu pai brasileiro, tentava investigar, 50 anos antes, a hist\u00f3ria dos pr\u00f3prios pais dele: Teo, que morreu louco quando ele ainda era crian\u00e7a, e Elenir, uma mulher misteriosa de quem ele mal ouviu falar. Em sua investiga\u00e7\u00e3o, Benjamin descobre que ambos fazem parte de um complexo quebra-cabe\u00e7a familiar, cheio de traumas e tabus, no qual ele come\u00e7a a se ver como uma das pe\u00e7as principais. O material presente no document\u00e1rio de Benjamim \u00e9 organizado e comentado por sua filha, na tentativa dela de compreender o passado perdido de sua fam\u00edlia.<\/p>\n<p><strong>Ficha T\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Dire\u00e7\u00e3o e Roteiro:\u00a0\u00a0<\/strong>Gustavo Rosa de Moura, Matias Mariani<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>\u00a0Gustavo Rosa de Moura<\/p>\n<p><strong>Coprodu\u00e7\u00e3o<\/strong>: Tatiana Leite, Valeria Richter<\/p>\n<p><strong>Elenco:\u00a0<\/strong>Vera Valdez, Fabio Marques Miguez, Sylvio Ziber, Andre Whoong, Charlote Munk<\/p>\n<p><strong>Desenho de som:\u00a0<\/strong>Peter Albrechtsen<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Alexandre Wahrhaftig, Bernardo Barcellos e Lu\u00edsa Marques<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o Final<\/strong>: Alexandre Wahrhaftig<\/p>\n<p><strong>P\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o<\/strong>: Bruno Rezende<\/p>\n<p><strong>G\u00eanero<\/strong>: drama<\/p>\n<p><strong>Pa\u00eds<\/strong>: Brasil, Dinamarca<\/p>\n<p><strong>Ano<\/strong>: 2021<\/p>\n<p><strong>Dura\u00e7\u00e3o<\/strong>: 81 min.<\/p>\n<p><strong>Diretores: Gustavo Rosa de Moura<\/strong><\/p>\n<p>Diretor, roteirista e produtor, fundador da Mira Filmes. Al\u00e9m de ter dirigido, escrito e produzido v\u00e1rias s\u00e9ries de TV e curtas, dirigiu os longas Ela e Eu (in\u00e9dito, fic\u00e7\u00e3o), Cora (in\u00e9dito, fic\u00e7\u00e3o), Can\u00e7\u00e3o da Volta (2016, fic\u00e7\u00e3o), Cildo (2010, doc), entre outros. Tamb\u00e9m produziu California (2015, fic\u00e7\u00e3o), Precisamos Falar do Ass\u00e9dio (2016, doc) e Guarnieri (2018, doc). Ao lado de Marina Person, dirige e apresenta o Nosso Podcast de Cinema.<\/p>\n<p><strong>Diretores: Matias Mariani<\/strong><\/p>\n<p>Mariani come\u00e7ou sua carreira produzindo filmes como \u201cSonhos de Peixe\u201d (Cannes) e \u201cO Cheiro do Ralo\u201d (Sundance). Em 2014, iniciou sua carreira de diretor com o document\u00e1rio \u201cA Vida Privada dos Hipop\u00f3tamos\u201d, codirigido por Ma\u00edra B\u00fchler, que teve sua estr\u00e9ia mundial no FID Marseille. Em seguida dirigiu o longa-metragem \u201cCidade P\u00e1ssaro\u201d, com estr\u00e9ia na sess\u00e3o Panorama da Berlinale e lan\u00e7ado mundialmente pela Netflix em Julho de 2020.<\/p>\n<p><strong>Produtora:<\/strong><\/p>\n<p>Mira Filmes \u00e9 uma produtora de cinema, TV , podcasts e internet. Desde 2011, vem produzindo filmes para cinema e s\u00e9ries para TVs como ESPN, HBO, Warner, Canal Brasil, Curta! e TV Cultura. Desde 2015, produziu e lan\u00e7ou 6 longas, entre eles &#8220;Calif\u00f3rnia&#8221;, vencedor do Pr\u00eamio da Juventude na Mostra de S\u00e3o Paulo e exibido em Rotterdam, Tribeca e outros festivais. No momento, trabalha no lan\u00e7amento dos longas &#8220;Cora&#8221;, &#8220;Ela e eu&#8221;, \u201cAinda estou vivo\u201d, e na finaliza\u00e7\u00e3o do longa \u201cPanorama\u201d.<\/p>\n<p><strong>Co-produtora &#8211; Bubbles Project<\/strong><\/p>\n<p>Bubbles Project \u00e9 uma produtora carioca independente, criada por Tatiana Leite em 2012. Desenvolvemos, produzimos e coproduzimos conte\u00fado audiovisual, dentro e fora do Brasil. Acreditamos na pot\u00eancia e singularidade de novos olhares e trabalhamos em estreita colabora\u00e7\u00e3o durante o processo criativo de cada projeto. Dentre os longas est\u00e3o \u201cBenzinho\u201d, \u201cFamilia Submersa\u201d, \u201cPendular\u201d, \u201cNona\u201d e \u201cCora\u201d, exibidos e premiados em festivais como Berlim, Sundance, Locarno, San Sebastian, Rotterdam e outros.<\/p>\n<p><strong>Co-produtora &#8211; NFC<\/strong><\/p>\n<p>A NFC \u00e9 especializada em desenvolvimento criativo de filmes e projetos de s\u00e9ries para TV, e participa de coprodu\u00e7\u00f5es, como CORA, seja como desenvolvimento de produto, ou roteirista principal\/corroteirista, e organiza projetos de laborat\u00f3rio espec\u00edficos. Nossa s\u00e9rie dram\u00e1tica em 8 partes, NEXT OF KIN (Bufo\/Elisa Viihde Orig.), estreia em 2022. Nordic Factory oferece uma vis\u00e3o \u00fanica na prepara\u00e7\u00e3o para pitch (on\/offline) e tamb\u00e9m proporciona conceitos de laborat\u00f3rios inovadores para criar sustentabilidade e impacto marcado pela diversidade na ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica e televisiva como o EmPOWR Sustainable Stories Lab.<\/p>\n<p><strong>Sobre a\u00a0Pandora\u00a0Filmes<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0Pandora\u00a0\u00e9 uma distribuidora de\u00a0filmes\u00a0independentes que h\u00e1 30 anos busca ampliar os horizontes da distribui\u00e7\u00e3o de\u00a0filmes\u00a0no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no pa\u00eds, como Krzysztof Kie\u015blowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relan\u00e7ando cl\u00e1ssicos memor\u00e1veis em c\u00f3pias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tend\u00eancias do cinema mundial, os lan\u00e7amentos recentes incluem \u201cO Apartamento\u201d, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor\u00a0Filme\u00a0Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: \u201cThe Square \u2013 A Arte da Disc\u00f3rdia\u201d, de Ruben \u00d6stlund e \u201cParasita\u201d, de Bong Joon Ho.<\/p>\n<p>Paralelamente aos\u00a0filmes\u00a0internacionais, a\u00a0Pandora\u00a0atua com o cinema brasileiro, lan\u00e7ando obras de diretores renomados e tamb\u00e9m de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, S\u00e9rgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galv\u00e3o, Armando Pra\u00e7a, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.<\/p>\n<h2><\/h2>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Filme estreia nos cinemas brasileiros dia 23 de dezembro, Combinando fic\u00e7\u00e3o e document\u00e1rio com uma est\u00e9tica contempor\u00e2nea, filme prop\u00f5e um di\u00e1logo com o romance &#8216;Antonio&#8217;, de Beatriz Bracher<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7,11],"tags":[2339,3508,3880,7611],"class_list":["post-47083","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","category-cultura","tag-cora","tag-estreia-mundial","tag-festival-do-rio","tag-romance"],"aioseo_notices":[],"views":524,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":45496,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=45496","url_meta":{"origin":47083,"position":0},"title":"Document\u00e1rio sobre viol\u00eancia contra a mulher, rodado em 4 pa\u00edses, estreia em festivais do Brasil e M\u00e9xico","author":"Veronica Moreira","date":"13 de outubro de 2021","format":false,"excerpt":"NUNCA MAIS SEREI A MESMA, de Alice Lanari, est\u00e1 na sele\u00e7\u00e3o do 10o Olhar de Cinema NUNCA MAIS SEREI A MESMA, segundo document\u00e1rio de Alice Lanari faz sua estreia mundial na 10\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Olhar de Cinema \u2013 Festival Internacional de Curitiba com exibi\u00e7\u00f5es nos dias 9 e 13 de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/catatumba.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/catatumba.png?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/catatumba.png?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/catatumba.png?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":51790,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=51790","url_meta":{"origin":47083,"position":1},"title":"Dirigido por Lucas Bambozzi, &#039;Lavra&#039; estreia nos cinemas, no dia 8 de setembro","author":"Veronica Moreira","date":"2 de setembro de 2022","format":false,"excerpt":"Fotos:\u00a0https:\/\/1drv.ms\/u\/s!AuE8oJHSrL6UhtphTPV_-5DrtRndpQ?e=OQrVV2 Document\u00e1rio sobre os impactos da minera\u00e7\u00e3o na paisagem, na vida e na alma de Minas Gerais discute as trag\u00e9dias causadas pelas mineradoras Ap\u00f3s percurso por importantes festivais como o IDFA 2021 (Amsterd\u00e3), Hotdocs 2022 (Toronto), Festival de Cine de Lima e pr\u00eamios no Festival de Bras\u00edlia e Mostra Ecofalante,\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Comunica\u00e7\u00e3o&quot;","block_context":{"text":"Comunica\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=7"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/ceu-azul.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/ceu-azul.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/ceu-azul.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/ceu-azul.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":45566,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=45566","url_meta":{"origin":47083,"position":2},"title":"Document\u00e1rio cearense sobre transexualidade estreia na 45\u00aa. 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