{"id":48296,"date":"2022-02-02T23:22:01","date_gmt":"2022-02-03T01:22:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=48296"},"modified":"2022-02-02T23:22:01","modified_gmt":"2022-02-03T01:22:01","slug":"bruna-rosalem-coluna-psicanalise-e-cotidiano-foi-sem-querer-querendo-nossos-atos-falhos-de-cada-dia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=48296","title":{"rendered":"Bruna Rosalem: Coluna Psican\u00e1lise e Cotidiano: &quot;&#039;Foi sem querer, querendo!&quot;\u00a0Nossos atos falhos de cada dia&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F48296&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F48296&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_47120\" aria-describedby=\"caption-attachment-47120\" style=\"width: 109px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/marcus-hemerly-entrevista-a-psicanalista-bruna-rosalem-sobre-o-tema-saude-mental-em-tempos-pre-e-pos-pandemia\/whatsapp-image-2021-11-13-at-14-33-29\/\" rel=\"attachment wp-att-47120\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"47120\" data-permalink=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=47120\" data-orig-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" data-orig-size=\"734,1304\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"WhatsApp Image 2021-11-13 at 14.33.29\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29.jpeg\" class=\" wp-image-47120\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-11-13-at-14.33.29-169x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"109\" height=\"193\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-47120\" class=\"wp-caption-text\">Bruna Rosalem<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Coluna Psican\u00e1lise e Cotidiano:\u00a0<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><em><strong>&#8220;&#8216;Foi sem querer, querendo!&#8221;\u00a0Nossos atos falhos de cada dia&#8217;<\/strong><\/em><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">T<em>odo ato falho \u00e9 um discurso bem sucedido <\/em>(Jacques Lacan)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/bruna-rosalem-coluna-psicanalise-e-cotidiano-foi-sem-querer-querendo-nossos-atos-falhos-de-cada-dia\/maxresdefault-11\/\" rel=\"attachment wp-att-48305\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-48305 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/maxresdefault-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"705\" height=\"397\" \/><\/a><\/p>\n<p>Lembrando da velha m\u00e1xima dita pelo personagem da s\u00e9rie mexicana Chaves: &#8220;<em>Foi sem querer, querendo!&#8221;,<\/em>\u00a0que intitula este texto, \u00e9 poss\u00edvel &#8216;psicanalisar&#8217; acerca dessa constante afirma\u00e7\u00e3o do menino que vivia fazendo peraltices e atrapalhando a rotina dos moradores da vila.<\/p>\n<p>Muitas vezes nossas atitudes n\u00e3o correspondem \u00e0s reais inten\u00e7\u00f5es ou pensamentos e, ent\u00e3o, assim como o menino Chaves, dizemos aquilo que n\u00e3o quer\u00edamos dizer e fazemos aquilo que n\u00e3o quer\u00edamos fazer. Logo, criamos um imenso desconforto entre n\u00f3s e as pessoas atingidas pelos nossos atos e falas, gerando situa\u00e7\u00f5es desagrad\u00e1veis e, por vezes, engra\u00e7adas. No entanto, podemos indagar: por que fazemos sem querer ou falamos o que n\u00e3o quer\u00edamos falar? De onde vem a motiva\u00e7\u00e3o, o desejo? Seriam eles conscientes ou inconscientes? Nas palavras de Chaves podemos colocar algo assim: <em>foi sem querer<\/em> (conscientemente falando), <em>querendo<\/em> (inconscientemente falando).<\/p>\n<p>Segundo Freud, atribu\u00edmos essas a\u00e7\u00f5es &#8216;sem querer&#8217; ou mesmo inexplic\u00e1veis erros na linguagem (escrita, fala, leitura), erros de mem\u00f3ria (esquecimentos, lapsos, substitui\u00e7\u00f5es) e erros no comportamento (trope\u00e7ar, cair, quebrar etc.), ao que ele chamou de atos falhos. Estes atos s\u00e3o causados por puls\u00f5es constantes que procuram descarregar de modo aleat\u00f3rio, sem muito trato, os desejos, as emo\u00e7\u00f5es, os pensamentos, mesmo que isso v\u00e1 interferir em nossas a\u00e7\u00f5es n\u00e3o submetidas ao recalque (material ps\u00edquico inacess\u00edvel). Algo como uma sa\u00edda, um escape para resolver a tens\u00e3o gerada pelas puls\u00f5es.<\/p>\n<p>Os atos falhos tamb\u00e9m podem ser compreendidos enquanto mecanismo de defesa e surgem enquanto irrup\u00e7\u00f5es das puls\u00f5es do id ou isso (parte mais profunda, abundante e inconsciente do psiquismo). Eles encontram satisfa\u00e7\u00e3o por uma fresta nas defesas do ego e revelam o desejo inconsciente de quem os comete. S\u00e3o materiais importantes de an\u00e1lise pelo psicanalista, pois s\u00e3o sintom\u00e1ticos e possuem um valor revelador de in\u00fameros significados que o paciente procura ocultar.<\/p>\n<p>Em 1901, Freud publicou mais uma obra que viria a se tornar mundialmente conhecida: \u00a0<em>A Psicopatologia da Vida Cotidiana.\u00a0<\/em>Ap\u00f3s publicar no ano anterior (1900)\u00a0<em>A Interpreta\u00e7\u00e3o dos Sonhos, <\/em>o criador da psican\u00e1lise expande a sua tese sobre o inconsciente para englobar os comportamentos do dia a dia. Se at\u00e9 ent\u00e3o ele havia comprovado a exist\u00eancia do inconsciente, do desejo e do recalque nos sonhos e nos sintomas dos neur\u00f3ticos, o seu objetivo com essa obra era mostrar como o inconsciente aparece em erros e falhas cotidianas.<\/p>\n<p>Ainda em seu livro, Freud ir\u00e1 nos detalhar os atos falhos mais evidentes do comportamento humano: erros de linguagem que est\u00e3o presentes na fala, escrita e leitura. Um exemplo: durante a leitura de um texto a pessoa, em vez de ler &#8216;ato falho&#8217;, ela l\u00ea &#8216;ato f\u00e1lico&#8217;, cuja simbologia deste \u00faltimo \u00e9 atribu\u00edda ao \u00f3rg\u00e3o sexual masculino, portanto, um erro na fala que, se formos investigar, podemos encontrar um significado inconsciente para a pessoa que leu de maneira errada.<\/p>\n<p>Outro ato falho pass\u00edvel de an\u00e1lise e interpreta\u00e7\u00e3o citado por Freud em seu livro est\u00e1 relacionado ao esquecimento. \u00c9 comum esquecermos objetos que nos fora dado por pessoas das quais n\u00e3o gostamos, ou nos atrasarmos ou errarmos o caminho para algum compromisso ao qual n\u00e3o quer\u00edamos ir, ou ainda, esquecermos de ligar para algu\u00e9m, quando na verdade, se fossemos investigar a fundo a causa do esquecimento, veremos que, inconscientemente, n\u00f3s n\u00e3o t\u00ednhamos realmente a inten\u00e7\u00e3o de ligar. Portanto, \u00e9 poss\u00edvel dizer que o ato falho \u00e9 um erro, mas tamb\u00e9m um acerto (do ponto de vista do desejo inconsciente). Nas palavras de Jacques Lacan: &#8220;<em>Todo ato falho \u00e9 um discurso bem sucedido&#8221;<\/em>.<\/p>\n<p>Um outro tipo de ato falho est\u00e1 relacionado com equ\u00edvocos na a\u00e7\u00e3o, os chamados atos falhos de comportamento. S\u00e3o\u00a0perturba\u00e7\u00f5es do controle motor que, se analisados, nos conduzem tamb\u00e9m a uma forma\u00e7\u00e3o de compromisso entre o inconsciente e o consciente. O exemplo do menino Chaves do \u201csem querer, querendo\u201d quando ele bate no Senhor Barriga tamb\u00e9m pode ser considerado um equ\u00edvoco na a\u00e7\u00e3o que possui um significado. Por um lado, ele realmente n\u00e3o deseja ser t\u00e3o desastrado, por outro lado, talvez queira bater de verdade no dono da vila, pois sempre que ele chega \u00e9 recebido com uma bofetada, pancada, entre outras formas de recep\u00e7\u00e3o nada agrad\u00e1veis.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>\u00c9 importante notar que, apesar das diferen\u00e7as entre os tipos de atos falhos, eles possuem uma unidade na linguagem. E todos t\u00eam inten\u00e7\u00f5es duplas, isto \u00e9, ao mesmo tempo em que existe o ideal do ego, existe tamb\u00e9m o desejo do id. Quando nos esquecemos de um nome ao apresentar uma pessoa ou n\u00e3o lembramos de enviar um e-mail, estamos vivenciando um conflito entre dois significantes, um do lado do recalque e o outro do lado do desejo. J\u00e1 trocou alguma vez o nome de seu c\u00f4njuge? Isto pode te colocar em maus len\u00e7\u00f3is!<\/p>\n<p>H\u00e1 mais um exemplo muito interessante que Freud nos conta, al\u00e9m de ser um tanto engra\u00e7ado: um senhor estava conversando com uma jovem sobre como a cidade de Berlim estava lindamente enfeitada para as comemora\u00e7\u00f5es da P\u00e1scoa. Disse ele: &#8220;<em>Viu a loja Wertheim? Est\u00e1 toda decotada. Oh! Quis dizer decorada!&#8221;<\/em> Freud interpreta esse singelo erro do senhor como uma interfer\u00eancia de um pensamento inconsciente relacionado ao decote da mo\u00e7a com quem o homem conversava. Assim, \u00e9 poss\u00edvel perceber que desde os mais simples enganos at\u00e9 os mais complexos s\u00e3o fruto de um processo inconsciente suprimido e que sua causa pode ser revelada.<\/p>\n<p>Por raz\u00f5es sociais e culturais n\u00e3o podemos fazer e falar aquilo que se tem vontade o tempo todo, por\u00e9m as puls\u00f5es do id nos provocam constantemente e, por isso, os atos falhos acabam sendo essas irrup\u00e7\u00f5es abruptas daquele pensamento que tanto resiste com not\u00e1vel for\u00e7a no inconsciente para se fazer ouvir. \u00c9 como se o material suprimido &#8216;escapasse&#8217; da vigil\u00e2ncia do ego. A c\u00e9lebre frase de Freud j\u00e1 nos alertava: &#8220;A<em>\u00a0voz do inconsciente \u00e9 sutil, mas n\u00e3o descansa at\u00e9 ser ouvida&#8221;<\/em>.<\/p>\n<p>Uma quest\u00e3o bastante significativa dentro do universo dos atos falhos \u00e9 o chiste (palavra emprestada do espanhol) ou trocadilho. Nele h\u00e1 o tom da piada, do humor, da invers\u00e3o do sentido, da surpresa. Em seu livro <em>O chiste e sua rela\u00e7\u00e3o com o inconsciente <\/em><em>de 1905<\/em>, Freud nos apresenta diferentes estilos de estrutura de chistes\u00a0que incluem a modifica\u00e7\u00e3o e fus\u00e3o de\u00a0palavras. Cada um usa um m\u00e9todo de entrega diferente e, neste caso, tem diferentes inten\u00e7\u00f5es por tr\u00e1s deles. Ele ainda distingue dois tipos fundamentais de chistes: inofensivo e tendencioso. Este \u00faltimo subdivide-se em agressivo e obsceno. Ambos \u2013 agressivo e obsceno \u2013 caracterizam-se enquanto processos cat\u00e1rticos, ou seja, reduzem a tens\u00e3o. J\u00e1 os chistes inofensivos, a gratifica\u00e7\u00e3o \u00e9 intr\u00ednseca, produz um efeito moderado; um n\u00edtido sentido de satisfa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As charges s\u00e3o recursos lingu\u00edsticos que podem ilustrar como os chistes produzem elabora\u00e7\u00f5es que podem ser bastante tendenciosas, no caso aqui, de desejos inconscientes advindos das puls\u00f5es libidinais, vejam:<a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/bruna-rosalem-coluna-psicanalise-e-cotidiano-foi-sem-querer-querendo-nossos-atos-falhos-de-cada-dia\/8a9cf4cd-b3fc-4528-a4c3-ce1919e63a95\/\" rel=\"attachment wp-att-48298\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-48298 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/8a9cf4cd-b3fc-4528-a4c3-ce1919e63a95-300x152.jpg\" alt=\"\" width=\"628\" height=\"318\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/bruna-rosalem-coluna-psicanalise-e-cotidiano-foi-sem-querer-querendo-nossos-atos-falhos-de-cada-dia\/bdb9f8d3-630b-4b06-bde9-fe1156628607\/\" rel=\"attachment wp-att-48297\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-48297 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/bdb9f8d3-630b-4b06-bde9-fe1156628607-300x269.jpg\" alt=\"\" width=\"623\" height=\"558\" \/><\/a><\/p>\n<p>A leitura das charges nos leva a compreender como os chistes s\u00e3o elabora\u00e7\u00f5es que participam da cotidianidade das pessoas e est\u00e3o relacionadas com as mais diversas atividades humanas, simples ou complexas. E \u00e9 a partir dos atos falhos, no caso das duas charges, que o chiste expressa seu prop\u00f3sito: suavizar, descarregar tens\u00f5es que geram ansiedade, uma vez que o riso \u00e9, seja qual for a situa\u00e7\u00e3o, uma maneira de sobreviver \u00e0 realidade do presente momento.<\/p>\n<p>H\u00e1 que se considerar, portanto, que praticamente todo erro de percurso de nossas a\u00e7\u00f5es e express\u00f5es da fala \u00e9 significante e pass\u00edvel de interpreta\u00e7\u00e3o e pode conter significados importantes para a vida ps\u00edquica do sujeito.<\/p>\n<p>E voc\u00ea, j\u00e1 reparou em seus atos falhos? O que ser\u00e1 que eles est\u00e3o tentando lhe mostrar quando lhe pegam de surpresa durante uma conversa, no ambiente de trabalho, na sua rotina di\u00e1ria? Quantas vezes voc\u00ea j\u00e1 se atrasou justamente para aquela reuni\u00e3o com seu chefe? Ou, por que voc\u00ea sempre esquece de devolver o objeto que pegou emprestado daquele seu amigo? J\u00e1 colocou algum alimento no arm\u00e1rio em vez da geladeira? Esqueceu de buscar seu filho na escola? Colocou a\u00e7\u00facar na comida no lugar do sal? E por a\u00ed vai&#8230; tudo naturalmente humano!<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Bruna Rosalem<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Psicanalista Cl\u00ednica<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">@psicanalistabrunarosalem<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">www.psicanaliseecotidiano.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coluna Psican\u00e1lise e Cotidiano:\u00a0 &#8220;&#8216;Foi sem querer, querendo!&#8221;\u00a0Nossos atos falhos de cada dia&#8217;<\/p>\n","protected":false},"author":51,"featured_media":48305,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1094,1198,1490],"class_list":["post-48296","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-artigo","tag-ato-falho","tag-bruna-rosalem"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":60957,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=60957","url_meta":{"origin":48296,"position":0},"title":"Sobre envelhecer","author":"Bruna Rosalem","date":"11 de setembro de 2023","format":false,"excerpt":"Apesar de querermos associar a velhice com a chegada mais pr\u00f3xima da morte, isto nada quer dizer, pois o final da vida pode vir muito antes, na inf\u00e2ncia...","rel":"","context":"Em &quot;artigos&quot;","block_context":{"text":"artigos","link":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9398"},"img":{"alt_text":"Bruna Rosalem","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/Bruna-Rosalem.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":53858,"url":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=53858","url_meta":{"origin":48296,"position":1},"title":"Bruna Rosalem: &#039;Baile de m\u00e1scaras. 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